Analisar como as práticas de inovação aberta impactam o desempenho organizacional na gestão pública, destacando avanços teóricos, evidências empíricas e lacunas para pesquisas futuras. Foi conduzida uma revisão sistemática da literatura com base no protocolo PRISMA, considerando artigos publicados entre 2011 e 2025 nas bases Web of Science e SciELO....
RESULTADOS
MULTILETRAMENTOS E INCLUSÃO: ESTRATÉGIAS PARA ALFABETIZAR EM CONTEXTOS DE DIVERSIDADE SOCIOCULTURAL
Alfabetizar em salas marcadas por diferenças socioculturais exige reconhecer que a criança chega à escola com modos próprios de narrar, brincar, desenhar, escutar, nomear o mundo e participar das práticas de linguagem. Este artigo analisou os multiletramentos e a inclusão como estratégias para alfabetizar em contextos de diversidade sociocultural, considerando...
COMPETÊNCIA DIGITAL DOCENTE: DESAFIOS NA FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA
Licenciaturas organizadas por matrizes fragmentadas conviveram com escolas convocadas a decidir, diariamente, sobre plataformas, dados, autoria e participação estudantil, o que colocou a competência digital docente como problema formativo, institucional e ético. Este artigo analisou os desafios da competência digital docente na formação inicial e continuada, com atenção aos modos...
Entre telas, plataformas e conversas permeadas por urgências, a leitura passa a exigir uma atenção que ultrapassa o reconhecimento de palavras. Mensagens circulam com aparência de verdade, imagens condensam argumentos, manchetes antecipam julgamentos e opiniões se apresentam como prova, criando um ambiente em que interpretar se torna ato formativo e...
A LINGUÍSTICA APLICADA CRÍTICA E A FORMAÇÃO DOCENTE: PRÁTICAS REFLEXIVAS NO ENSINO DE LÍNGUA MATERNA
Nas aulas de língua materna, ensinar deixou de significar apenas organizar conteúdos gramaticais e passou a envolver escolhas diante de vozes desiguais, repertórios culturais e disputas sobre modos legítimos de dizer. Sob tal recorte, o artigo analisou a contribuição da Linguística Aplicada Crítica para a formação docente, articulando práticas reflexivas...
CULTURA DIGITAL, DESINFORMAÇÃO E LETRAMENTO MIDIÁTICO NA FORMAÇÃO DOCENTE
Nas redes digitais, a informação passou a circular em ritmo superior à capacidade escolar de examiná-la com calma, rigor e responsabilidade. Notícias fragmentadas, imagens manipuladas, discursos de ódio, conteúdos automatizados e opiniões travestidas de evidência científica desafiam a formação docente porque alteram a relação entre saber, linguagem e confiança pública....
A gestão escolar democrática, na era digital, passou a lidar com uma tensão decisiva entre disponibilidade informacional e participação efetiva. Plataformas, registros, relatórios e indicadores ampliaram a capacidade de acompanhar processos, mas também exigiram cuidado para que a informação não fosse convertida em controle burocrático ou decisão verticalizada. Neste trabalho,...
Em cenários de contato entre línguas, culturas e memórias, a constituição identitária tornou-se um processo marcado por deslocamentos, pertencimentos e negociações simbólicas. Este artigo examinou processos de subjetivação em contextos multilíngues e multiculturais, tomando a linguagem como prática por meio da qual sujeitos elaboraram vínculos, diferenças e modos de reconhecimento....
Bem-estar escolar se construiu pela presença de práticas gestoras capazes de reconhecer sinais de desgaste, reorganizar vínculos e sustentar modos mais cuidadosos de convivência. O artigo voltou-se à gestão escolar e ao bem-estar da comunidade educativa, examinando estratégias para o enfrentamento de desafios socioemocionais que afetaram professores, estudantes, famílias e...
LINGUAGEM, PODER E IDEOLOGIA: UMA ANÁLISE CRÍTICA DAS PRÁTICAS DISCURSIVAS NA SOCIEDADE DIGITAL
A circulação acelerada de discursos em ambientes digitais deslocou a linguagem para um campo de disputas no qual poder, ideologia e produção de sentidos passaram a atuar de modo articulado. O artigo analisou as práticas discursivas na sociedade digital, considerando como enunciados, plataformas, algoritmos e interações em rede participaram da...
Nas práticas linguísticas mediadas por telas, redes e interfaces multimodais, ler e comunicar passaram a envolver imagens, sons, hipertextos, vídeos, gestos, links e modos híbridos de circulação discursiva. Este artigo analisou os desafios da educação linguística na era das tecnologias digitais, considerando a relação entre multiletramentos, competência comunicativa, repertórios semióticos...
PRÁTICAS DE MULTILETRAMENTO NA FORMAÇÃO CRÍTICA DE PROFESSORES PARA A ALFABETIZAÇÃO NO SÉCULO XXI
Ler, escrever e ensinar a linguagem em tempos de circulação digital envolve lidar com crianças que constroem sentidos por caminhos múltiplos, nos quais palavra, imagem, som, gesto e interação aparecem combinados desde cedo. A partir desse cenário, o artigo voltou-se à análise da contribuição das práticas de multiletramento para a...
SAÚDE MENTAL DOCENTE E FORMAÇÃO PROFISSIONAL EM CONTEXTOS DE INTENSIFICAÇÃO DO TRABALHO EDUCACIONAL
O mal-estar docente, nas rotinas escolares atuais, deixou de aparecer apenas como desgaste individual e passou a revelar modos de organização do trabalho educacional marcados por urgências, cobranças, burocracias, metas, conflitos relacionais e redução do tempo destinado à elaboração pedagógica. Sob esse recorte, o artigo examinou a saúde mental docente...
EDUCAÇÃO DIGITAL E INCLUSÃO: O PAPEL DAS TIC NA REDUÇÃO DAS DESIGUALDADES EDUCACIONAIS
A presença dos recursos digitais na escola expôs uma tensão central entre possibilidade pedagógica e desigualdade concreta: sem acesso contínuo, formação docente e mediação planejada, a tecnologia tende a beneficiar mais quem já dispõe de melhores condições de participação. Neste estudo, investigou-se a educação digital e a inclusão, com foco...
FORMAÇÃO EMANCIPATÓRIA DOCENTE SOB DEMANDAS DE MULTILETRAMENTOS NA ALFABETIZAÇÃO CONTEMPORÂNEA
Telas, imagens, jogos, vídeos e textos híbridos passaram a compor o repertório infantil antes mesmo da escrita alfabética se estabilizar, trazendo para a escola uma alfabetização menos linear e mais vinculada às práticas sociais de linguagem. O artigo teve como objetivo analisar como a formação emancipatória docente contribuiu para práticas...
LINGUAGENS, TECNOLOGIAS E SABERES NA FORMAÇÃO EMANCIPATÓRIA DE DOCENTES ALFABETIZADORES
Antes da escrita alfabética se consolidar na trajetória infantil, diferentes linguagens já compunham as experiências de leitura, comunicação e produção de sentidos vividas pelas crianças. Nessa direção, o artigo teve como objetivo analisar como linguagens, tecnologias e saberes contribuíram para a formação emancipatória de docentes alfabetizadores, considerando práticas multiletradas e...
ORALIDADE, ESCRITA E GÊNEROS DISCURSIVOS: RECONFIGURAÇÕES DAS PRÁTICAS DE LINGUAGEM NO SÉCULO XXI
No século XXI, práticas de linguagem passaram a combinar voz, escrita, imagem, som, gesto e circulação digital em arranjos cada vez menos previsíveis. Conversas migraram para telas, textos assumiram marcas de interação imediata, vídeos incorporaram comentários escritos, áudios ganharam função argumentativa e gêneros antes estabilizados passaram a circular em formatos...
Algoritmos que sugerem caminhos, imagens digitais sobrepostas ao espaço físico e sistemas capazes de ajustar atividades ao desempenho discente já modificam a maneira como a escola planeja, acompanha e interpreta aprendizagens. A investigação tomou como eixo a presença da Inteligência Artificial, da Realidade Aumentada e do ensino personalizado nos modos...
GESTÃO E ACCOUNTABILITY: INDICADORES DE QUALIDADE E SEUS IMPACTOS NO PLANEJAMENTO ESCOLAR
O fenômeno da accountability no campo educacional revela tensões entre controle e autonomia, eficiência e ética, mensuração e sentido humano. A responsabilização, quando restrita à lógica numérica, esvazia o valor formativo da avaliação e distancia o gestor do compromisso coletivo. A leitura crítica desse processo permite compreender os indicadores como...
USO PEDAGÓGICO DAS TECNOLOGIAS DIGITAIS NA PROMOÇÃO DA APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA
Nas práticas escolares contemporâneas, tecnologias digitais deixaram de representar apenas instrumentos de apoio e passaram a integrar decisões sobre mediação, organização didática, interação e construção de sentidos. O estudo tomou como eixo o uso pedagógico desses recursos na promoção da aprendizagem significativa, considerando a relação entre mediação docente, experiências interativas...