TECNOLOGIAS EMERGENTES COMO MEDIADORAS DA EQUIDADE EDUCACIONAL: EVIDÊNCIAS PEDAGÓGICAS DO USO DE APLICATIVOS EDUCACIONAIS NA ALFABETIZAÇÃO INICIAL

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REGISTRO DOI: 10.5281/zenodo.18651907


Maria Rejane de Abrantes Gadelha1
José Rubens Rodrigues de Sousa2
Mara Alexandre da Silva3


RESUMO
No contexto das transformações educacionais contemporâneas, o avanço das tecnologias digitais tem provocado mudanças significativas nas práticas pedagógicas, especialmente nos anos iniciais da escolarização, em que o processo de alfabetização constitui uma etapa fundamental para o desenvolvimento das habilidades cognitivas e linguísticas dos estudantes. Nesse cenário, as tecnologias emergentes, em especial os aplicativos educacionais, vêm sendo utilizadas como instrumentos de mediação pedagógica, contribuindo para o engajamento dos alunos, para a diversificação das estratégias didáticas e para a ampliação das oportunidades de aprendizagem, sobretudo em contextos marcados por desigualdades educacionais e limitações de acesso a recursos pedagógicos. Este trabalho tem como objetivo analisar como as tecnologias emergentes podem atuar como mediadoras da equidade educacional, evidenciando suas contribuições pedagógicas no processo de alfabetização inicial. Para alcançar esse propósito, adotou-se uma pesquisa bibliográfica, de natureza qualitativa, baseada na análise e interpretação de produções científicas, artigos, livros e documentos relacionados à temática, permitindo a sistematização de conceitos, tendências e contribuições presentes na literatura. Os resultados analisados indicam que o uso planejado e mediado de aplicativos educacionais pode favorecer o desenvolvimento da leitura, da escrita e do raciocínio lógico, além de ampliar o engajamento e a participação dos estudantes, desde que associado à mediação pedagógica intencional. Conclui-se que as tecnologias emergentes podem contribuir para práticas de alfabetização mais inclusivas e equitativas, destacando-se a necessidade de continuidade de estudos que aprofundem a investigação em contextos escolares reais.
Palavras-chave: Alfabetização inicial; Aplicativos educacionais; Equidade educacional; Tecnologias educacionais; Tecnologias emergentes.

ABSTRACT
In the context of contemporary educational transformations, the advancement of digital technologies has significantly influenced pedagogical practices, especially in the early years of schooling, when literacy plays a fundamental role in the development of students’ cognitive and linguistic skills. In this scenario, emerging technologies, particularly educational applications, have been increasingly used as pedagogical mediation tools, contributing to student engagement, diversification of teaching strategies, and expansion of learning opportunities, particularly in contexts marked by educational inequalities and limited access to pedagogical resources. This study aims to analyze how emerging technologies can act as mediators of educational equity, highlighting their pedagogical contributions to the initial literacy process. To achieve this objective, a bibliographic research of qualitative nature was conducted, based on the analysis and interpretation of scientific publications, articles, books, and documents related to the theme, allowing the systematization of concepts, trends, and contributions found in the literature. The findings indicate that the planned and pedagogically mediated use of educational applications can support the development of reading, writing, and logical reasoning, as well as increase student engagement and participation, provided that such tools are integrated into intentional teaching practices. It is concluded that emerging technologies can contribute to more inclusive and equitable literacy practices, and further studies are recommended to deepen investigations in real school contexts.
Keywords: Early literacy; Educational applications; Educational equity; Educational technologies; Emerging technologies.

1. INTRODUÇÃO

As tecnologias emergentes na educação podem ser compreendidas como um conjunto de recursos digitais, plataformas interativas, aplicativos educacionais, ambientes virtuais de aprendizagem e ferramentas baseadas em inteligência artificial que vêm sendo incorporadas progressivamente aos processos de ensino e aprendizagem. A origem desse movimento está relacionada à expansão das Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação (TDIC), ao avanço da cultura digital e à crescente necessidade de adaptação dos sistemas educacionais às novas formas de acesso, produção e circulação do conhecimento. No contexto da alfabetização inicial, essas tecnologias têm sido utilizadas como instrumentos de mediação pedagógica, contribuindo para o desenvolvimento da linguagem, da leitura, da escrita e do raciocínio lógico de forma interativa e significativa.

No cenário educacional contemporâneo, observa-se que o uso de tecnologias digitais tem se intensificado, especialmente em contextos marcados por desigualdades de acesso ao conhecimento e por desafios relacionados à inclusão educacional. Dessa forma, as tecnologias emergentes passam a ser compreendidas não apenas como ferramentas de inovação, mas também como possíveis mediadoras da equidade educacional, ao ampliar oportunidades de aprendizagem, favorecer a personalização do ensino e permitir que estudantes com diferentes ritmos e estilos de aprendizagem participem de experiências pedagógicas mais diversificadas e acessíveis.

Como exemplificação, aplicativos educacionais voltados à alfabetização inicial têm possibilitado a realização de atividades interativas que envolvem jogos pedagógicos, leitura guiada, reconhecimento de letras e sons, desenvolvimento da consciência fonológica e resolução de desafios matemáticos básicos, promovendo maior engajamento e participação ativa dos estudantes. Além disso, essas ferramentas permitem ao professor acompanhar o progresso dos alunos, identificar dificuldades e adaptar estratégias pedagógicas, fortalecendo a mediação docente e contribuindo para o desenvolvimento de práticas mais inclusivas e equitativas.

Diante desse contexto, emerge o seguinte problema de pesquisa: de que forma as tecnologias emergentes, especialmente os aplicativos educacionais, podem contribuir para a promoção da equidade educacional e para a melhoria dos processos de aprendizagem na alfabetização inicial?

Esta pesquisa se justifica pela necessidade de compreender como os recursos digitais podem atuar como instrumentos pedagógicos que favoreçam a inclusão, a equidade e o acesso ao conhecimento, sobretudo em contextos educacionais que enfrentam desafios relacionados às desigualdades sociais, tecnológicas e pedagógicas. Além disso, torna-se relevante investigar como o uso planejado e mediado dessas tecnologias pode contribuir para práticas de alfabetização mais significativas, interativas e alinhadas às demandas educacionais contemporâneas.

Esta pesquisa é relevante porque contribui para o aprofundamento das discussões sobre o papel das tecnologias emergentes na educação básica, especialmente nos anos iniciais do Ensino Fundamental, oferecendo subsídios teóricos e reflexivos que podem auxiliar professores, gestores e pesquisadores na compreensão das potencialidades e dos desafios associados ao uso de aplicativos educacionais como instrumentos de promoção da equidade educacional.

Este trabalho objetiva analisar como as tecnologias emergentes, em especial os aplicativos educacionais, podem atuar como mediadoras da equidade educacional, evidenciando suas contribuições pedagógicas para o processo de alfabetização inicial.

O percurso metodológico desta pesquisa caracteriza-se como uma pesquisa bibliográfica de natureza qualitativa, fundamentada na análise e interpretação de produções científicas, artigos, livros e documentos que abordam o uso de tecnologias emergentes na educação, a alfabetização inicial e a equidade educacional, buscando identificar tendências, contribuições, desafios e possibilidades relacionadas à temática investigada.

No que se refere ao percurso teórico, o trabalho será desenvolvido a partir da discussão de conceitos relacionados às tecnologias emergentes na educação, à alfabetização inicial, à equidade educacional, à inclusão digital e à mediação pedagógica, estabelecendo relações entre esses eixos temáticos para compreender como a integração entre tecnologia e práticas pedagógicas pode favorecer processos de ensino e aprendizagem mais inclusivos e significativos.

Por fim, a estrutura deste trabalho organiza-se da seguinte forma: inicialmente, apresenta-se a introdução, na qual são discutidos os aspectos gerais da temática, o problema, os objetivos e o percurso metodológico; em seguida, o primeiro capítulo aborda as tecnologias emergentes na educação e suas contribuições para a aprendizagem na alfabetização inicial; posteriormente, o segundo capítulo discute a equidade educacional, a inclusão digital e a mediação pedagógica no uso de aplicativos educacionais; e, por fim, são apresentadas as considerações finais, nas quais se sintetizam os principais achados, reflexões e encaminhamentos para estudos futuros.

2. TECNOLOGIAS EMERGENTES NA EDUCAÇÃO E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA A APRENDIZAGEM NA ALFABETIZAÇÃO INICIAL

As tecnologias digitais na educação podem ser compreendidas como ferramentas, recursos e ambientes que mediam os processos de ensino e aprendizagem por meio de dispositivos digitais, plataformas interativas e sistemas inteligentes, cuja origem está associada ao desenvolvimento das Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação e à progressiva inserção de recursos tecnológicos nos ambientes escolares. Estudos indicam que esse processo evoluiu desde o uso inicial de recursos audiovisuais até a incorporação de ambientes virtuais, aplicativos educacionais e inteligência artificial, configurando um cenário de transformação pedagógica e curricular, conforme discutem Anjos et al. (2024), Abreu et al. (2025) e Freires (2023), ao analisarem a evolução histórica das tecnologias educacionais e seus impactos nas práticas pedagógicas e na organização do ensino.

No contexto contemporâneo, a presença das tecnologias digitais na educação básica tornou-se cada vez mais significativa, influenciando metodologias, formas de interação pedagógica e estratégias de aprendizagem. Pesquisas demonstram que a integração de recursos digitais contribui para ampliar as possibilidades didáticas, favorecer metodologias ativas e promover novas formas de mediação pedagógica, desde que acompanhada de planejamento e formação docente adequada, conforme evidenciam Bodelão et al. (2025), Pereira et al. (2024) e Viega et al. (2025), que analisam os desafios e as potencialidades do ambiente digital no ensino contemporâneo.

Como exemplificação, observa-se que o uso de aplicativos educacionais, plataformas interativas e recursos multimídia tem possibilitado a realização de atividades pedagógicas mais dinâmicas e contextualizadas, contribuindo para o desenvolvimento de habilidades cognitivas, linguísticas e socioemocionais nos estudantes. Investigações sobre alfabetização mediada por tecnologias demonstram que esses recursos podem favorecer a aprendizagem quando utilizados de forma planejada e articulada ao currículo, conforme destacam Mafra et al. (2024), Cazeli et al. (2024) e Teles et al. (2025), ao discutirem práticas pedagógicas inovadoras e interdisciplinares mediadas por recursos digitais.

As tecnologias emergentes caracterizam-se pela interatividade, personalização da aprendizagem, uso de elementos multimídia, gamificação e possibilidade de feedback imediato, configurando-se como recursos que ampliam as formas de ensinar e aprender. A origem dessas características está relacionada ao desenvolvimento de ambientes digitais inteligentes e ao avanço das metodologias centradas no estudante, que valorizam a participação ativa e a construção do conhecimento, conforme analisam Abreu et al. (2025), Freires et al. (2024) e Gama et al. (2024), ao discutirem o papel do design instrucional e das metodologias ativas na educação digital.

No campo da alfabetização inicial, essas potencialidades tornam-se particularmente relevantes, pois possibilitam a adaptação das atividades aos diferentes ritmos de aprendizagem e favorecem o desenvolvimento de competências linguísticas e cognitivas de forma progressiva. Pesquisas indicam que o uso de aplicativos educacionais pode contribuir para o reconhecimento de letras, a consciência fonológica e a compreensão leitora, desde que integrado a práticas pedagógicas mediadas pelo professor, conforme evidenciam Sousa et al. (2025), Mafra et al. (2024) e Freires et al. (2024), ao discutirem práticas pedagógicas inovadoras e o papel das tecnologias no processo de aprendizagem.

Como exemplo, aplicativos que utilizam jogos educativos, narrativas interativas e exercícios adaptativos permitem que os estudantes realizem atividades de leitura e escrita de forma lúdica e progressiva, aumentando o engajamento e a motivação. Estudos demonstram que essas estratégias contribuem para a aprendizagem significativa quando associadas à mediação docente e ao planejamento pedagógico, conforme apontam Lanças et al. (2025), Pereira et al. (2024) e Santos et al. (2025), ao analisarem práticas pedagógicas mediadas por tecnologias e seus impactos na qualidade do ensino.

Os aplicativos educacionais podem ser definidos como ferramentas digitais desenvolvidas com objetivos pedagógicos específicos, destinadas a apoiar o processo de ensino e aprendizagem por meio de atividades interativas, recursos multimídia e sistemas de acompanhamento do desempenho dos estudantes. A origem desses recursos está associada ao avanço das tecnologias móveis e ao desenvolvimento de ambientes digitais educacionais, conforme discutem Anjos et al. (2024), Cazeli et al. (2024) e Freires (2024), ao analisarem o impacto das tecnologias digitais nos processos de ensino e aprendizagem.

No contexto da alfabetização inicial, esses aplicativos têm sido utilizados como instrumentos de apoio ao desenvolvimento da leitura, da escrita e da compreensão textual, contribuindo para ampliar as possibilidades didáticas e favorecer a aprendizagem significativa. Estudos indicam que a integração desses recursos ao planejamento pedagógico pode contribuir para a personalização das atividades e para o acompanhamento do progresso dos estudantes, conforme evidenciam Mafra et al. (2024), Sousa et al. (2025) e Freires et al. (2024), ao discutirem o uso pedagógico das tecnologias digitais na educação básica.

Como exemplificação, aplicativos que trabalham com associação entre imagens e palavras, reconhecimento de sons e formação de frases permitem que os estudantes desenvolvam habilidades linguísticas de forma progressiva e interativa. Pesquisas demonstram que essas ferramentas, quando utilizadas de maneira planejada, contribuem para aumentar o interesse dos alunos e favorecer a aprendizagem, conforme destacam Abreu et al. (2025), Pereira et al. (2024) e Teles et al. (2025), ao analisarem práticas pedagógicas inovadoras mediadas por tecnologias digitais.

O engajamento e a motivação dos estudantes podem ser compreendidos como elementos fundamentais para a aprendizagem significativa, sendo influenciados por fatores como interatividade, contextualização e participação ativa nas atividades pedagógicas. A utilização de recursos digitais tem origem em propostas pedagógicas que valorizam metodologias ativas e experiências de aprendizagem mais dinâmicas, conforme discutem Freires et al. (2024), Gama et al. (2024) e Abreu et al. (2025), ao analisarem o papel das tecnologias e do design instrucional na promoção da aprendizagem significativa.

No contexto educacional, a incorporação de recursos digitais tem contribuído para tornar as aulas mais interativas e atrativas, favorecendo a participação dos estudantes e o desenvolvimento de competências cognitivas e socioemocionais. Estudos indicam que o uso de tecnologias educacionais pode ampliar o interesse dos alunos e favorecer a permanência nas atividades de aprendizagem, conforme evidenciam Viega et al. (2025), Santos et al. (2025) e Pereira et al. (2024), ao discutirem os impactos das metodologias digitais no ensino contemporâneo.

Como exemplo, o uso de jogos educativos, desafios interativos e atividades gamificadas permite que os estudantes aprendam de forma mais envolvente e contextualizada, contribuindo para o desenvolvimento da autonomia e do pensamento crítico. Pesquisas apontam que essas estratégias favorecem a aprendizagem significativa quando articuladas ao planejamento pedagógico e à mediação docente, conforme destacam Lanças et al. (2025), Mafra et al. (2024) e Teles et al. (2025), ao analisarem práticas pedagógicas mediadas por tecnologias digitais.

O uso de tecnologias emergentes na educação também envolve desafios relacionados à infraestrutura, à formação docente e ao planejamento pedagógico, aspectos que têm origem nas desigualdades de acesso e nas limitações estruturais presentes em muitos sistemas educacionais. Estudos indicam que a integração efetiva das tecnologias requer investimentos em formação continuada, recursos tecnológicos e suporte institucional, conforme discutem Bodelão et al. (2025), Borges et al. (2025) e Monteiro et al. (2025), ao analisarem os desafios da educação digital e da cidadania online.

No contexto da alfabetização inicial, esses desafios tornam-se ainda mais relevantes, pois a mediação pedagógica exige planejamento cuidadoso, seleção adequada de recursos e acompanhamento constante do desenvolvimento dos estudantes. Pesquisas demonstram que o uso inadequado ou desarticulado das tecnologias pode comprometer os resultados pedagógicos, conforme evidenciam Freires et al. (2024), Santos et al. (2025) e Pereira et al. (2024), ao discutirem os limites e possibilidades das tecnologias educacionais.

Como exemplificação, observa-se que escolas com infraestrutura limitada ou com professores que não receberam formação específica para o uso pedagógico das tecnologias tendem a enfrentar dificuldades na implementação de práticas digitais eficazes. Estudos indicam que programas de formação docente e políticas institucionais de apoio são fundamentais para superar essas barreiras, conforme destacam Anjos et al. (2024), Bodelão et al. (2025) e Viega et al. (2025), ao analisarem estratégias para a integração das tecnologias no ensino.

3. EQUIDADE EDUCACIONAL, INCLUSÃO DIGITAL E MEDIAÇÃO PEDAGÓGICA NO USO DE APLICATIVOS EDUCACIONAIS

A equidade educacional pode ser compreendida como o princípio que busca garantir condições adequadas de aprendizagem a todos os estudantes, considerando suas diferentes necessidades, contextos sociais e condições de acesso aos recursos educacionais. A origem desse conceito está associada às discussões sobre justiça social, democratização do ensino e redução das desigualdades educacionais, sendo ampliado no contexto contemporâneo com a incorporação das tecnologias digitais como instrumentos de acesso ao conhecimento, conforme discutem Anjos et al. (2024), Freires et al. (2024) e Abreu et al. (2025), ao analisarem o papel das tecnologias e do design instrucional na ampliação das oportunidades de aprendizagem.

No cenário educacional atual, a equidade educacional relaciona-se diretamente ao acesso às tecnologias digitais, uma vez que a ausência de recursos tecnológicos, conectividade ou formação para seu uso pode ampliar desigualdades já existentes. Pesquisas indicam que a integração planejada das tecnologias pode contribuir para reduzir barreiras de aprendizagem e favorecer a inclusão, desde que acompanhada de políticas educacionais, formação docente e infraestrutura adequada, conforme evidenciam Bodelão et al. (2025), Borges et al. (2025) e Viega et al. (2025), ao discutirem os desafios e as oportunidades da educação digital.

Como exemplificação, programas educacionais que disponibilizam aplicativos de alfabetização, plataformas digitais e recursos interativos a estudantes de contextos socialmente vulneráveis demonstram que o acesso a essas ferramentas pode ampliar as oportunidades de aprendizagem e favorecer o desenvolvimento de competências básicas. Estudos indicam que tais iniciativas contribuem para a promoção da equidade educacional quando associadas à mediação pedagógica e ao planejamento didático, conforme destacam Mafra et al. (2024), Sousa et al. (2025) e Freires (2024), ao analisarem o impacto das tecnologias no processo de ensino e aprendizagem.

A inclusão digital pode ser definida como o conjunto de ações que visam garantir o acesso, o uso e a apropriação significativa das tecnologias digitais por todos os indivíduos, permitindo que participem de forma ativa da sociedade da informação. A origem desse conceito está relacionada à expansão das tecnologias digitais e à necessidade de reduzir desigualdades no acesso à informação e ao conhecimento, conforme discutem Anjos et al. (2024), Freires et al. (2024) e Borges et al. (2025), ao analisarem os desafios da cidadania digital e da integração tecnológica nos sistemas educacionais.

No contexto escolar, a inclusão digital assume papel fundamental no processo de alfabetização, pois o acesso a aplicativos educacionais, ambientes virtuais e recursos multimídia pode favorecer o desenvolvimento da leitura, da escrita e do pensamento lógico, especialmente quando esses recursos são utilizados de forma planejada e articulada ao currículo. Pesquisas indicam que a inclusão digital contribui para ampliar as possibilidades pedagógicas e favorecer a aprendizagem significativa, conforme evidenciam Cazeli et al. (2024), Mafra et al. (2024) e Pereira et al. (2024), ao discutirem a integração de tecnologias digitais no ensino.

Como exemplo, a utilização de aplicativos de alfabetização que trabalham com atividades interativas, reconhecimento de letras, leitura guiada e jogos educativos permite que os estudantes desenvolvam habilidades linguísticas de maneira mais dinâmica e contextualizada. Estudos demonstram que essas ferramentas podem favorecer o desenvolvimento da autonomia e do interesse dos alunos, conforme destacam Lanças et al. (2025), Sousa et al. (2025) e Teles et al. (2025), ao analisarem práticas pedagógicas inovadoras mediadas por tecnologias digitais.

A mediação pedagógica pode ser compreendida como o conjunto de ações realizadas pelo professor para orientar, acompanhar e potencializar o processo de aprendizagem dos estudantes, especialmente no uso de recursos tecnológicos e digitais. A origem desse conceito está associada às teorias pedagógicas que destacam o papel do docente como facilitador da aprendizagem e mediador do conhecimento, sendo ampliado no contexto da educação digital, conforme discutem Abreu et al. (2025), Freires (2023) e Gama et al. (2024), ao analisarem o papel do professor na organização de ambientes de aprendizagem mediados por tecnologias.

No contexto do uso de aplicativos educacionais, a mediação pedagógica torna-se essencial para garantir que os recursos digitais sejam utilizados de forma intencional, alinhados aos objetivos de aprendizagem e integrados ao planejamento didático. Pesquisas indicam que a presença ativa do professor contribui para orientar os estudantes, promover a reflexão e favorecer a aprendizagem significativa, conforme evidenciam Bodelão et al. (2025), Santos et al. (2025) e Pereira et al. (2024), ao discutirem práticas pedagógicas mediadas por tecnologias digitais.

Como exemplificação, o professor pode utilizar aplicativos educacionais para propor atividades de leitura, escrita e interpretação, acompanhar o desempenho dos estudantes e adaptar as estratégias pedagógicas de acordo com as necessidades observadas. Estudos demonstram que essa atuação mediadora potencializa os resultados pedagógicos e favorece o desenvolvimento de competências cognitivas e socioemocionais, conforme destacam Mafra et al. (2024), Cazeli et al. (2024) e Freires et al. (2024), ao analisarem o uso pedagógico das tecnologias digitais na educação básica.

As tecnologias educacionais podem ser consideradas instrumentos importantes para a promoção da aprendizagem inclusiva, pois possibilitam a adaptação das atividades, a diversificação das estratégias pedagógicas e a ampliação das formas de acesso ao conhecimento. A origem dessa perspectiva está relacionada ao avanço das políticas de inclusão educacional e ao desenvolvimento de recursos digitais capazes de atender estudantes com diferentes ritmos e estilos de aprendizagem, conforme discutem Anjos et al. (2024), Freires et al. (2024) e Abreu et al. (2025), ao analisarem o papel das tecnologias na democratização do ensino.

No contexto da alfabetização inicial, a aprendizagem inclusiva mediada por tecnologias permite que os estudantes participem de atividades interativas, multimídia e adaptativas, favorecendo o desenvolvimento das habilidades de leitura e escrita de forma mais acessível e significativa. Pesquisas indicam que o uso planejado de aplicativos educacionais pode contribuir para a inclusão de estudantes com dificuldades de aprendizagem, conforme evidenciam Sousa et al. (2025), Mafra et al. (2024) e Pereira et al. (2024), ao analisarem práticas pedagógicas inovadoras no ensino básico.

Como exemplo, aplicativos que permitem ajustes de nível de dificuldade, uso de recursos audiovisuais e atividades interativas possibilitam que os estudantes avancem em seu próprio ritmo, favorecendo a aprendizagem e reduzindo barreiras pedagógicas. Estudos demonstram que essas estratégias contribuem para a participação ativa dos alunos e para a construção de aprendizagens mais significativas, conforme destacam Lanças et al. (2025), Teles et al. (2025) e Freires (2024), ao analisarem práticas pedagógicas mediadas por tecnologias digitais.

A integração das tecnologias digitais ao currículo escolar pode ser compreendida como um processo que envolve planejamento pedagógico, organização curricular e definição de estratégias didáticas que incorporem recursos tecnológicos de forma intencional e alinhada aos objetivos de aprendizagem. A origem dessa discussão está associada às reformas educacionais contemporâneas e à necessidade de preparar os estudantes para os desafios da sociedade digital, conforme discutem Freires et al. (2024), Abreu et al. (2025) e Anjos et al. (2024), ao analisarem a reformulação curricular e o papel das tecnologias na educação.

No contexto da alfabetização inicial, a integração curricular das tecnologias digitais contribui para tornar as práticas pedagógicas mais dinâmicas, interativas e contextualizadas, favorecendo o desenvolvimento de competências linguísticas, cognitivas e digitais. Pesquisas indicam que a articulação entre currículo, tecnologias e metodologias ativas pode ampliar as possibilidades de aprendizagem e favorecer a equidade educacional, conforme evidenciam Pereira et al. (2024), Santos et al. (2025) e Viega et al. (2025), ao discutirem a inovação pedagógica no ensino contemporâneo.

Como exemplificação, escolas que incorporam aplicativos educacionais ao planejamento pedagógico, organizando sequências didáticas que integram leitura, escrita, jogos interativos e atividades digitais, demonstram avanços no engajamento e no desempenho dos estudantes. Estudos apontam que essa integração curricular favorece a aprendizagem significativa e o desenvolvimento de habilidades do século XXI, conforme destacam Mafra et al. (2024), Lanças et al. (2025) e Teles et al. (2025), ao analisarem práticas pedagógicas inovadoras mediadas por tecnologias digitais.

4. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Retomando o objetivo geral desta pesquisa, que consistiu em analisar como as tecnologias emergentes, especialmente os aplicativos educacionais, podem atuar como mediadoras da equidade educacional, evidenciando suas contribuições pedagógicas para o processo de alfabetização inicial, conclui-se que ele foi atingido. Isso se confirma porque a análise bibliográfica realizada permitiu compreender, de maneira sistemática, como esses recursos vêm sendo utilizados no contexto educacional, quais são suas potencialidades pedagógicas e de que modo podem favorecer práticas mais inclusivas, interativas e significativas no processo de ensino e aprendizagem.

Além disso, entre os principais resultados observados, destaca-se que o uso de aplicativos educacionais pode contribuir para o aumento do engajamento dos estudantes, para o desenvolvimento da leitura, da escrita e do raciocínio lógico, bem como para a personalização das atividades de aprendizagem. Verificou-se também que a mediação docente continua sendo um elemento central para a eficácia do uso dessas tecnologias, uma vez que o planejamento pedagógico e a integração intencional dos recursos digitais ao currículo são fatores decisivos para que os resultados educacionais sejam efetivos.

Consoante a isso, no que se refere às contribuições teóricas, o estudo possibilitou sistematizar discussões sobre a relação entre tecnologias emergentes, equidade educacional e alfabetização inicial, evidenciando que a integração entre recursos digitais e práticas pedagógicas pode favorecer processos de ensino mais inclusivos e alinhados às demandas contemporâneas. Ademais, o trabalho contribui para ampliar o debate acadêmico acerca da inclusão digital como componente fundamental da equidade educacional, destacando a importância da mediação pedagógica no uso de aplicativos educacionais.

Diante disso, quanto às limitações, considera-se que não foram identificadas limitações significativas que comprometessem o alcance dos objetivos propostos, uma vez que o percurso metodológico adotado — a pesquisa bibliográfica de natureza qualitativa — mostrou-se adequado para a análise e interpretação da literatura disponível sobre a temática, permitindo a compreensão consistente dos conceitos, tendências e contribuições relacionadas ao uso de tecnologias emergentes na alfabetização inicial.

Por fim, a partir das reflexões desenvolvidas ao longo deste estudo, sugere-se que pesquisas futuras possam aprofundar a investigação por meio de estudos de campo, pesquisas experimentais ou pesquisas-ação, analisando a aplicação prática de aplicativos educacionais em diferentes contextos escolares, bem como investigando os impactos a longo prazo dessas tecnologias no desenvolvimento das competências de leitura, escrita e raciocínio lógico. Recomenda-se ainda que novos estudos explorem a formação docente para o uso pedagógico das tecnologias emergentes e as condições institucionais necessárias para a efetiva promoção da equidade educacional mediada por recursos digitais.

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1 Mestre em Sistemas agroindustriais pela UFCG, campus Pombal. E-mail: [email protected].

2 Doutor em Engenharia de Teleinformática pela UFC. Instituição: Universidade de Fortaleza (UNIFOR). E-mail: [email protected].

3 Mestre em Ciências pela UFRRJ (Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro). E-mail: [email protected].