O ESTUDANTE, O DOCENTE (OU TUTOR) E OS CURSOS DE EAD
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REGISTRO DOI: 10.5281/zenodo.18397429
Rejane Maria Carvalho Santos1
RESUMO
O respetivo trabalho teórico descreve a importância do ensino a distância quanto ao processo de inclusão nos cursos de EaD. O principal objetivo se dá em apresentar possibilidades de inserção de pessoas com necessidades especiais, contribuindo para a compreensão de aspectos que sustentem e fortaleçam práticas pedagógicas que desenvolvam a autonomia do estudante em contextos online de aprendizagem, tendo como suporte o docente professor-tutor online. Com esta construção, enfatiza a colaboração com práticas docentes na Educação a Distância (EaD) que fundamenta a importância do papel do professor-tutor online na coconstrução de aprendizagem no AVA e dando suporte à autonomia do estudante. Abordaremos algumas reflexões relacionadas aos conceitos de autonomia, autonomia do estudante online e a presença do docente no ensino-aprendizagem no AVA (Ambiente Virtual de Aprendizagem). Nesta mudança de paradigma referente ao papel do professor -tutor na EaD desencadeando novas tecnologias às necessidades educacionais, propondo aprendizagens mais significativas a partir dos meios disponibilizados, conteúdos e conhecimentos contextualizados, valorização de suas experiências. A troca de experiências no processo de ensino aprendizagem seja de forma individual ou coletiva contribui para o desenvolvimento social, cultural, econômico, científico, filosófico e político da sociedade. Assim, a EaD tem um universo muito rico em possibilidades, no entanto deve privar para que o ensino seja de qualidade, e contribua na formação do estudante, se tornando uma aprendizagem verdadeiramente significativa.
Palavras-chave: Ambiente Virtual de Aprendizagem. Professor-tutor online. Inclusão. Educação à distância. Autonomia.
ABSTRACT
The respective theoretical work describes the importance of distance learning in the process of inclusion in distance education courses. The main objective is to present possibilities for the insertion of people with special needs, contributing to the understanding of aspects that sustain and strengthen pedagogical practices that develop the student's autonomy in online learning contexts, with the support of the online teacher-tutor teacher. With this construction, it emphasizes the collaboration with teaching practices in Distance Education (DE) that underpins the importance of the role of the online teacher-tutor in the co-construction of learning in the VLE and supporting the student's autonomy. We will address some reflections related to the concepts of autonomy, autonomy of the online student and the presence of the teacher in teaching-learning in the VLE (Virtual Learning Environment). In this paradigm shift regarding the role of the teacher-tutor in distance education, unleashing new technologies to educational needs, proposing more significant learning from the means made available, content and contextualized knowledge, valuing their experiences. The exchange of experiences in the teaching-learning process, whether individually or collectively, contributes to the social, cultural, economic, scientific, philosophical and political development of society. Thus, distance education has a very rich universe of possibilities, however it must deprive so that teaching is of quality, and contributes to the student's training, becoming a truly meaningful learning.
Keywords: Virtual Learning Environment. Online teacher-tutor. Inclusion. Distance education. Autonomy.
1. INTRODUÇÃO
A Educação a distância (EaD) ganha espaço e clientela cada vez mais, já que constitui em um processo de aprendizagem autodirigida e autônoma. Portanto, a visão de coconstrução entre sujeito-sujeito, sujeitos-conteúdo-meio, a ideia de autonomia presentes em alguns cursos da EaD se embasam na expectativa de produção e sucesso de seus estudantes, já outros se dá na relevância da contribuição das práticas docentes visando a qualidade dos resultados desse processo de ensino-aprendizagem online. Com isso, devemos refletir a respeito da autonomia na perspectiva da Psicologia Cultural nos pressupostos socioculturais construtivistas; a presença docente − entendida como conjunto de estratégias e atitudes em prol do desenvolvimento cognitivo, comunicativo e social do estudante − entender como a atuação do professor-tutor online contribui com o suporte à autonomia do estudante.
Nesse sentido tem se observado a ascensão acerca da EaD, através de novas tecnologias de aprendizagem como por exemplo, a sala de aula invertida fortalecendo a arquitetura aos mecanismos tecnológicos modernos, remodelando as estratégias de aprendizagem, em que estudantes e professores estão separados fisicamente, todavia conectados por meio de comunicação, tais como Internet, computadores, entre outras tecnologias. Os recursos tecnológicos se fazem necessários para diminuir essa distância e para suprir as necessidades de comunicação. É perceptível que as tecnologias se tornaram algo efetivo na EaD, seja pela a aquisição de conhecimentos quanto na interação entre ambos. A pesquisa quanto ao papel do tutor e do estudante no processo de ensino - aprendizagem, tendo como objetivo verificar, analisar e entender o contexto da EaD, identificando suas características e reconhecendo as funções, sendo que esta pesquisa científica será de caráter qualitativo baseado em referências bibliográficas.
O presente estudo se baseia no estudo bibliográfico e descritivo da complexidade da EaD, quanto aos cursos ofertados e suas metodologias, sendo; ferramentas utilizadas para mediação, gestão e realização de atividades nos Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVA), softwares integrados que integram e viabilizam a aprendizagem e a interação entre estudantes e professores.
Segundo Ribeiro (2014, p. 8) “a EaD pode ser vista como uma possibilidade de oportunizar aprendizado às pessoas de todas as idades, estilos de vida, habilidades e situação financeira, sendo, portanto, bastante democrática”. A EaD como o ensino presencial apresenta vantagens e dificuldades, além de desafios que permearão enfrentar em sua trajetória, pois muitos méritos já foram atingidos e outros estão por vir, passando pela legislação, reconhecimento, qualidade, recursos, planejamento, formação e qualificação profissional.
Resumindo o ensino a distância, se enfatiza pelo quantitativo de estudantes que se interessa por essa metodologia de estudo. O crescimento pela procura da modalidade de ensino se deve as pessoas se sentirem a necessidade de conciliar jornada de trabalho e estudo, dando a oportunidade de administrar o tempo de acordo com a sua disponibilidade para o estudo. Neste sentido a organização do corpo docente se faz necessária já que deve desenvolver técnicas de ensino que não levem os estudantes a evasão.
Portanto, abordaremos algumas características, sendo:
O uso de tecnologia na realização das aulas;
Horários mais flexíveis para estudo;
Materiais didáticos e bibliotecas, nos ambientes de estudo de forma online;
Fóruns e tutores online para interagir e ajudar os estudantes, no sentindo de auxiliar e possibilitar a comunicação;
Custos mais baixos tanto para quem estuda como para quem desenvolve e disponibiliza os cursos. (Abed, 2022)
Vejamos então quanto a inclusão nos cursos de EaD, suas vantagens e desvantagens na presença docente do professor tutor online como suporte à autonomia do estudante.
2. AS VANTAGENS E DESVANTAGENS DO ENSINO A DISTÂNCIA
O estudo a distância abrange estudantes de diferentes necessidades, sejam elas físicas ou mesmo pelo fato de não poderem estar em um determinado local, e outros fatores que dificultam o seu acesso ao estudo.
Portanto relacionaremos algumas vantagens que permitem uma maior adesão dos estudantes e uma melhor adaptação ao estudo , sendo:
Horário flexível: o estudante escolhe o melhor momento para realizar seus estudos, sem prejudicar a sua jornada de trabalho, dando- lhes maior autonomia, já que os conteúdos são disponibilizados nos Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVA), trabalhos e avaliações.
Menor custo: Estudando em casa, ou no seu local de trabalho , o estudante não tem gastos relacionados ao transporte, estacionamento, alimentação, e muitas vezes com o material didático que já é ofertado virtualmente. Sem contar também que a mensalidade costuma ser mais acessível e para instituição se torna mais em conta também que não tem gastos com o prédio físico.
Pedagogia inovadora: contam com ferramentas de apoio ao aprendizado interagindo com professores-tutores, colegas e gestão por meio de fóruns, videoconferências, e-mail, chats, simulações, jogos interativos e exercícios on- line, por exemplo disponibilizados no AVA. Assim, os cursos devem ser bem planejados e bem construídos, inserindo novas formas de apresentação, de interação e de avaliação que facilitem o processo de comunicação eficaz e motivadora.
Ferramenta de inclusão social: no ensino a distância, pessoas que por qualquer motivo não consigam frequentar cursos presenciais, como alguns portadores de necessidades especiais, dentre outras questões.
Reconhecimento pelo mercado de trabalho: os estudantes de cursos à distância são bem recebidos pelo mercado de trabalho porque possuem competências, frente ao trabalho remoto.
Disciplina: estudantes com maior organização e disciplina, qualidade muito importantes para o mercado profissional. Ele aprende a organizar seu tempo, desenvolvendo o senso de disciplina e autonomia.
Protagonismo do aluno: o estudante desenvolve em seu processo de aprendizagem, a rotina escolar, sendo: determinando o horário de estudo, ritmo, o conteúdo que prefere estudar ou a tarefa que prefere executar.
Gestão pedagógica centralizada para os tutores: atividades realizadas pelos estudantes nos AVAs, os tutores conseguem fazer um levantamento claro e completo do desenvolvimento do que o estudante executa e da evolução de seu desempenho.
Agora, algumas desvantagens que permitem a não adesão dos estudantes, sendo:
Falta de concentração: Ao estar em outro local é mais fácil existirem distrações que comprometam o bom rendimento do estudante , neste sentido deve manter o foco e ser responsável, tendo disciplina e determinação.
Menos ou nenhum contato presencial: A educação a distância vem tentando driblar esse desafio, inovando em ferramentas de interação social, que ampliem as possibilidades de networking e de aprendizado colaborativo. Nesse sentido são disponibilizados ao vivo, grupos de discussão, de grupos de Whatsapp, e chats, que permitem maior interação.
Necessidade de Gestão de tempo e maturidade: O estudo online requer responsabilidade, concentração e capacidade de gerenciar o tempo, habilidades que precisam de maturidade, que nem sempre são conseguidas pelos estudantes, que terminam desistindo do curso.
Acesso à internet e dispositivos eletrônicos: Destaque com relação às desvantagens e desafios é a necessidade de um bom acesso à internet e de computador, notebook, tablet ou aparelho celular.
2.1. Presença Docente Do Professor – Tutor Como Suporte à Autonomia do Estudante Online
Reafirmando Almeida (2003) "A EaD é uma modalidade educacional cujo desenvolvimento relaciona-se com a administração do tempo pelo aluno, o desenvolvimento da autonomia para realizar as atividades indicadas no momento em que considere adequado, desde que respeitadas as limitações de tempo impostas pelo andamento das atividades do curso, o diálogo com os pares para a troca de informações e o desenvolvimento de produções em colaboração. A par disso, o "estar junto virtual" indica o papel do professor como orientador do aluno que acompanha seu desenvolvimento no curso, provoca-o para fazê-lo refletir, compreender os equívocos e depurar suas produções, mas não indica plantão integral do professor no curso."
A autonomia refere-se às múltiplas capacidades do indivíduo em representar-se tanto nos espaços públicos como nos espaços privados da vida cotidiana. Compreende o domínio crítico e referenciado do conhecimento, a sua capacidade de decidir, de processar e selecionar informações, de lidar com elas criticamente, mas, acima de tudo, a criatividade e a iniciativa. Tais competências são construídas por meio de uma série de ações e tomadas de decisão diante de novos desafios, problemas e contextos educativos.
Os estudantes de cursos à distância precisam adquirir a prática autônoma de estudar, quer dizer, ele decide por iniciativa própria sobre o que quer aprender. O estudante deve ter a capacidade de selecionar outros conteúdos que estejam relacionados aos estudados em certa disciplina, ampliando assim, seus conhecimentos.
Entretanto, compreendemos que autonomia não significa que o estudante deva ser autodidata, mas, significa sim, que o estudante é o responsável por percorrer a trajetória da aprendizagem proposta por seu professor nas estratégias de ensino, construindo conhecimento em interação e cooperação com todas as outras pessoas envolvidas no processo de ensino- aprendizagem. Esta abordagem se contrapõe às propostas de educação de cunho individualista, pois valoriza as possibilidades de comunicação entre pares em grupos virtuais de interação. A aquisição da aprendizagem é em parte individual e em parte coletiva, já que esta não pode prescindir do processo de troca e interação. Na prática, isto significa que a efetivação da aprendizagem não se dá apenas pela reflexão individual do estudante em relação aos conteúdos, mas pelo processo dinâmico de compartilhamento e reflexão com os outros participantes do processo de ensino-aprendizagem.
Ser professor consiste em um desafio frente a inserção e aos avanços dos recursos tecnológicos em sala de aula. Na função de professor e tutor EaD, temos o professor conteudista, voltado a elaboração das estratégias pedagógicas e conteúdos a serem desenvolvidos durante o curso, e o professor - tutor que retrata se em realizar a mediação pedagógica para que o estudante consiga desenvolver o que foi proposto na atividade, além de acompanhar o estudante no seu processo de aprendizagem.
Segundo Ribeiro (2014, p.50) “Assim, o papel do tutor é centrado no “fazer aprender”, na criação e gestão e na regulação das situações de aprendizagem. A função do tutor nas Instituições de ensino pode receber as seguintes denominações: tutor virtual, mentor, tutor presencial, tutor de sala de aula, orientador acadêmico e outras”. A função de professor-tutor na EaD, o autor/redator do conteúdo nem sempre é o que irá acompanhar e direcionar o conteúdo aos estudantes, assumindo outras funções, como: pedagógica, gerencial, social, e técnica, reintegrando o estudante ao tecnológico, o individual ao social e grupal, buscando desenvolver as competências individuais em um trabalho colaborativo, desenvolvendo a interatividade, dando sustentação ao conjunto de aprendizagens a serem adquiridas.
Para Guarezi (2012, p. 122) “Nos cursos à distância, cabe ao tutor promover o exercício da interatividade e da colaboração, incentivando o intercâmbio de experiências entre os alunos, privilegiando e reforçando a comunicação em grupos, em respeito às diferenças individuais. A construção do conhecimento deverá ocorrer pela integração dos conteúdos à prática, com apoio motivacional dos tutores, por meio do estímulo para o estudo, da autoavaliação e da valorização dos resultados obtidos”.
O tutor deve ser considerado como presença a distância, fortalecendo os relacionamentos a favor da aprendizagem, valendo-se do incentivo ao estudo e a pesquisa, valorizando e acompanhando.
Segundo Maia (2007, p. 90) “O tutor é responsável por gerar um senso de comunidade na turma que conduz, e por isso deve ter um elevado grau de inteligência interpessoal. Nessas circunstâncias ele desempenha um papel social, e para isto deve conhecer o máximo possível de seu público-alvo. Uma das funções mais importantes do tutor é dar feedback constante a seus alunos. Em sala de aula, é possível dar feedback automático para os alunos [...], já à distância o aluno se sente mais abandonado, e os canais são reduzidos, portanto o feedback do professor torna-se um elemento crítico para reforçar o aprendizado”.
O professor-tutor passa a ser o orientador, o coordenador, o facilitador e mediador da aprendizagem, tendo uma nova postura e reflexão sobre as formas de ensinar e aprender na construção de sua própria identidade, esta mais sólida e em sintonia com o desempenho exercido.
No que diz respeito ao papel do estudante várias oportunidades de aprendizagem são desencadeadas, tendo características e relações com o meio que está inserido. Considerando a importância da relação e integração dos conhecimentos na estrutura cognitiva, Ausubel (1985) citado por Lakomy (2014, p.48), enfatiza a diferença entre aprendizagem mecânica e aprendizagem significativa: “na aprendizagem mecânica, somos capazes de absorver novas informações sem, no entanto, associá-las a conceitos já existentes em nossa estrutura cognitiva, por exemplo, quando uma criança decora uma poesia sem entende-la, ela não é capaz de relacionar o conteúdo da poesia com algum conhecimento que já possui na sua estrutura cognitiva e, assim, efetuar uma nova aprendizagem. Na aprendizagem significativa, nós relacionamos um novo conteúdo, ideia ou informação com conceitos na nossa estrutura cognitiva (pontos de ancoragem para a aprendizagem)”.
A aprendizagem significativa está relacionada aos pontos de ancoragem, que são formados através da incorporação de novos conceitos, ideias, informações à nossa estrutura cognitiva, para que possamos aprender algo novo, fazendo associações dos conhecimentos prévios com os novos, e esse tipo de conhecimento levamos para toda vida.
A educação cabe integrar a formação e inserção no indivíduo na sociedade, a partir de uma sociedade contextualizada, promovendo uma educação capaz de estimular a autonomia, a pesquisa, práticas complexas e interativas, desenvolvendo competências e habilidades para uma aprendizagem significativa. A EaD possibilita ao estudante desenvolver sua autonomia e interdependência, pois ele pode criar e recriar, através das relações e interações desenvolvidas através do uso das ferramentas de comunicação e informação, a EaD apresenta um universo de possibilidades ao estudante, assim se faz necessário o comprometimento do estudante em querer fazer, aprender, buscar e interagir, já que a educação deve proporcionar e fazer o seu papel referente ao processo educativo.
3. CONSIDERAÇÕES FINAIS
A Educação a Distância é um tema que vem crescendo muito no Brasil e no mundo, portanto se faz necessário discutir, refletir e analisar. Sabemos que fazer educação não constitui em uma tarefa fácil, já que se faz uso das tecnologias da informação e comunicação (TICs), nesse sentido é importante buscar conhecer e se aprofundar sobre a EaD. A mesma nos apresenta uma série de vantagens nas quais devem ser valorizadas e respeitadas, conforme legitimado na lei brasileira, o que devemos é aprimorar e melhorar, visto como um universo rico de possibilidades buscando desenvolver um trabalho de qualidade, com significado e desenvolvido de forma colaborativa e interdisciplinar, já que as pessoas sentiram necessidade de conciliar trabalho e estudo, na administração do tempo conforme as necessidades do aprendiz.
Portanto devemos ter um novo olhar para a EaD no desenvolvimento de um conhecimento baseado nas vivências e experiências do estudante, construindo e reconstruindo seu conhecimento, fazendo assimilações e associações, incorporando novas ancoragens a sua estrutura cognitiva, através das interações e interatividade realizadas com os sujeitos e com o meio, que desperte seus saberes. A relação de tempo, espaço e distância é visto de outra forma, não como entraves ou dificuldades para o aprendizado, porém como um ambiente que permite ao estudante o desenvolvimento de sua autonomia, propicia certa liberdade de ação e reflexão, pois o tutor aqui é um orientador na construção do conhecimento. E apesar da relevância da presença docente do professor-tutor para a qualidade do processo de ensino-aprendizagem online, é necessário ressaltar que a EaD compreende em um trabalho integrado e colaborativo em sua docência vinculado a logística, organização e oferta do processo, dando-lhe o suporte e fortalecimento voltados a autonomia em prol da qualidade dos resultados do processo de ensino-aprendizagem.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ALMEIDA, Maria Elizabeth B. (2003) Educação a Distância na internet: abordagens e contribuições dos ambientes digitais de aprendizagem. Educação e Pesquisa, São Paulo, v.29, n.2, p. 327-340, jul./dez.
GUAREZI, Rita de Cássia; MATTOS, Marcia Maria de. (2012, p.122). Educação a distância sem segredos. Curitiba: Intersaberes.
LAKOMY, Ana Maria. Teorias Cognitivas da Aprendizagem. (2014, p.48). Curitiba: Intersaberes.
MAIA, Carmem. (2007, p.90). ABC da EaD. (1ª ed.). São Paulo: Pearson Prentice Hall.
RIBEIRO, Renta Aquino. (2014, p.8, 50). Introdução à EaD. São Paulo: Pearson Education do Brasil.
1 Graduação: Pedagogia. Especialização: Orientação Educacional. Mestrando em Tecnologias Emergentes em Educação pela Must University. E-mail: [email protected]