APLICATIVOS EDUCACIONAIS E EQUIDADE NA ALFABETIZAÇÃO INICIAL: EVIDÊNCIAS PEDAGÓGICAS À LUZ DAS TECNOLOGIAS EMERGENTES
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REGISTRO DOI: 10.5281/zenodo.18729115
Edvaldo Silva Araújo Camalionte1
Micael Campos da Silva2
Francisco Damião Bezerra3
RESUMO
O avanço das tecnologias digitais tem provocado mudanças significativas nas práticas pedagógicas, especialmente no contexto da alfabetização inicial, etapa fundamental para o desenvolvimento das competências linguísticas, cognitivas e sociais dos estudantes. Nesse cenário, as tecnologias emergentes, em especial os aplicativos educacionais, têm sido incorporadas ao ambiente escolar como instrumentos de mediação pedagógica capazes de ampliar o acesso ao conhecimento e favorecer experiências de aprendizagem mais dinâmicas e inclusivas. Diante dessa realidade, o presente estudo teve como objetivo analisar de que maneira as tecnologias emergentes podem atuar como mediadoras da equidade educacional, com ênfase nas evidências pedagógicas do uso de aplicativos educacionais no processo de alfabetização inicial.cA pesquisa foi desenvolvida por meio de uma investigação bibliográfica, de natureza qualitativa, fundamentada na análise de livros, artigos científicos, documentos institucionais e produções acadêmicas relacionadas às tecnologias educacionais, à alfabetização e à equidade educacional. A abordagem qualitativa possibilitou compreender os significados, as contribuições e os desafios associados ao uso pedagógico de aplicativos digitais no processo de ensino e aprendizagem, permitindo uma análise crítica e reflexiva do tema. Os resultados indicam que os aplicativos educacionais podem contribuir para o engajamento dos estudantes, para a personalização do ensino e para a diversificação das estratégias pedagógicas, favorecendo o desenvolvimento das habilidades de leitura e escrita e ampliando as possibilidades de aprendizagem. Conclui-se que, quando utilizados de forma planejada e articulada ao currículo, esses recursos podem atuar como instrumentos relevantes na promoção da equidade educacional, embora sua efetividade dependa da mediação docente, da infraestrutura disponível e das condições institucionais.
Palavras-chave: Alfabetização inicial. Aplicativos educacionais. Equidade educacional. Tecnologias emergentes. Tecnologias digitais na educação.
ABSTRACT
The advancement of digital technologies has significantly transformed pedagogical practices, especially in the context of early literacy, a fundamental stage for the development of students’ linguistic, cognitive, and social skills. In this scenario, emerging technologies, particularly educational applications, have been incorporated into school environments as pedagogical mediation tools capable of expanding access to knowledge and promoting more dynamic and inclusive learning experiences. In light of this context, the present study aimed to analyze how emerging technologies can act as mediators of educational equity, with emphasis on pedagogical evidence regarding the use of educational applications in the early literacy process. The research was conducted through a bibliographic study of a qualitative nature, based on the analysis of books, scientific articles, institutional documents, and academic publications related to educational technologies, literacy, and educational equity. The qualitative approach made it possible to understand the meanings, contributions, and challenges associated with the pedagogical use of digital applications in the teaching and learning process, allowing for a critical and reflective analysis of the topic. The results indicate that educational applications can contribute to student engagement, personalized instruction, and the diversification of pedagogical strategies, favoring the development of reading and writing skills and expanding learning opportunities. It is concluded that, when used in a planned manner and integrated into the curriculum, these resources can serve as relevant tools for promoting educational equity, although their effectiveness depends on teacher mediation, infrastructure, and institutional conditions.
Keywords: Digital technologies in education. Educational apps. Educational equity. Emerging technologies. Early literacy.
1. INTRODUÇÃO
As tecnologias emergentes têm se consolidado como elementos relevantes no campo educacional, especialmente no que se refere à mediação dos processos de ensino e aprendizagem. No contexto da alfabetização inicial, tais tecnologias abrangem recursos digitais interativos, aplicativos educacionais, plataformas adaptativas e ferramentas multimídia que favorecem a construção do conhecimento por meio de estratégias visuais, sonoras e interativas. A origem desse movimento está associada à expansão das tecnologias digitais da informação e comunicação e à necessidade de adequar os processos pedagógicos às transformações sociais, culturais e tecnológicas da contemporaneidade. Assim, os aplicativos educacionais passaram a ser incorporados às práticas pedagógicas como instrumentos que podem ampliar o acesso ao conhecimento e favorecer experiências de aprendizagem mais personalizadas.
No cenário educacional atual, observa-se que a alfabetização inicial representa uma etapa fundamental para o desenvolvimento das competências linguísticas, cognitivas e socioemocionais das crianças. Entretanto, persistem desafios relacionados à desigualdade de acesso a recursos pedagógicos, às diferenças no ritmo de aprendizagem e às limitações estruturais presentes em diversos contextos escolares. Nesse panorama, as tecnologias emergentes surgem como possibilidades de apoio pedagógico, permitindo diversificar metodologias, ampliar estratégias didáticas e favorecer práticas inclusivas, sobretudo quando integradas ao planejamento docente e ao currículo escolar.
Entre as tecnologias que vêm sendo utilizadas na alfabetização inicial, destacam-se os aplicativos educacionais voltados ao desenvolvimento da leitura, da escrita e do raciocínio lógico, os quais oferecem atividades interativas, feedback imediato e trilhas de aprendizagem adaptativas. Tais recursos possibilitam que os estudantes explorem conteúdos de forma dinâmica, favorecendo a motivação, o engajamento e a consolidação de habilidades essenciais à alfabetização. Além disso, quando utilizados de maneira planejada, esses aplicativos podem contribuir para a redução de lacunas de aprendizagem e para o fortalecimento de práticas pedagógicas inclusivas.
Diante desse contexto, emerge o seguinte problema de pesquisa: de que maneira as tecnologias emergentes, especialmente os aplicativos educacionais, podem atuar como mediadoras da equidade educacional no processo de alfabetização inicial, contribuindo para o desenvolvimento das habilidades de leitura e escrita e para a redução das desigualdades de aprendizagem?.
Esta pesquisa se justifica pela crescente presença das tecnologias digitais no ambiente escolar e pela necessidade de compreender, de forma sistematizada, suas contribuições pedagógicas no processo de alfabetização. Além disso, justifica-se pela importância de investigar estratégias que possam promover maior equidade educacional, considerando que as diferenças de acesso, de oportunidades e de condições de aprendizagem ainda constituem desafios significativos na educação básica.
Esta pesquisa é relevante porque contribui para o aprofundamento das discussões sobre o papel das tecnologias emergentes na educação, especialmente no que se refere à alfabetização inicial e à promoção da equidade. Ademais, o estudo pode subsidiar práticas pedagógicas, orientar docentes e gestores educacionais e fomentar reflexões sobre o uso consciente e planejado de aplicativos educacionais como instrumentos de mediação do aprendizado.
Este trabalho objetiva analisar como as tecnologias emergentes, em especial os aplicativos educacionais, podem atuar como mediadoras da equidade educacional na alfabetização inicial, identificando suas contribuições pedagógicas, suas potencialidades e os desafios relacionados à sua implementação no contexto escolar.
O estudo será desenvolvido por meio de uma pesquisa bibliográfica de natureza qualitativa, baseada na análise de produções científicas, artigos acadêmicos, livros e documentos institucionais que abordam as tecnologias educacionais, a alfabetização inicial e a equidade educacional. A abordagem qualitativa permitirá compreender os significados, as interpretações e as evidências pedagógicas relacionadas ao uso de aplicativos educacionais, possibilitando uma análise crítica e reflexiva sobre o tema.
O percurso teórico deste trabalho contempla a discussão sobre os fundamentos pedagógicos da alfabetização inicial, o papel das tecnologias digitais no processo de ensino e aprendizagem, a mediação pedagógica por meio de recursos tecnológicos e a relação entre inovação educacional e equidade. Também serão analisadas as contribuições das práticas digitais interativas para o desenvolvimento da linguagem, da leitura e da escrita, bem como os desafios estruturais, pedagógicos e institucionais relacionados à integração dessas tecnologias no cotidiano escolar.
O presente trabalho está organizado em quatro seções. A primeira corresponde à introdução, na qual são apresentados o tema, a contextualização, o problema, a justificativa, a relevância, o objetivo, o percurso metodológico e o percurso teórico da pesquisa. A segunda seção aborda as tecnologias digitais e a alfabetização inicial, discutindo seus fundamentos pedagógicos e bases teóricas. A terceira seção analisa os aplicativos educacionais e sua relação com a equidade no processo de alfabetização, enfatizando a mediação pedagógica, a inclusão e as evidências de aprendizagem. Por fim, a quarta seção apresenta as considerações finais, nas quais são retomados os principais achados do estudo e discutidas suas contribuições para a área educacional.
2. TECNOLOGIAS DIGITAIS E ALFABETIZAÇÃO INICIAL: FUNDAMENTOS PEDAGÓGICOS E BASES TEÓRICAS
A alfabetização inicial no contexto da cultura digital pode ser compreendida como o processo de apropriação da leitura e da escrita mediado por linguagens multimodais, recursos digitais e ambientes interativos, cuja origem está associada às transformações tecnológicas que passaram a influenciar as práticas educativas e os modos de aprender na sociedade contemporânea. O avanço das tecnologias da informação e comunicação impulsionou novas formas de interação pedagógica e de produção de conhecimento, modificando a organização das práticas escolares e exigindo a incorporação de ferramentas digitais ao currículo, conforme discutem Abreu et al. (2025), Anjos et al. (2024), Barroso et al. (2025), Bodelão et al. (2025), Borges et al. (2025), Brasil (2018), Freires (2023, 2024), Freires et al. (2024), Gama et al. (2024), Mafra et al. (2024), Monteiro, Freires e Silva (2025), Pereira et al. (2024), Santos, Silva e Freires (2025), Silva, López e Silva (2025), Sousa et al. (2025), Teles et al. (2025) e Viega et al. (2025).
Além disso, a alfabetização no cenário digital deve ser contextualizada como um processo que ultrapassa a mera decodificação de símbolos, envolvendo o desenvolvimento de competências relacionadas à leitura crítica, à interpretação de diferentes linguagens e à interação com conteúdos digitais. Nesse contexto, a escola passa a assumir o papel de promover práticas pedagógicas que dialoguem com a realidade tecnológica dos estudantes, integrando metodologias ativas, recursos digitais e estratégias interdisciplinares, o que é amplamente discutido por Abreu et al. (2025), Anjos et al. (2024), Barroso et al. (2025), Bodelão et al. (2025), Borges et al. (2025), Brasil (2018), Freires (2023, 2024), Freires et al. (2024), Gama et al. (2024), Mafra et al. (2024), Monteiro, Freires e Silva (2025), Pereira et al. (2024), Santos, Silva e Freires (2025), Silva, López e Silva (2025), Sousa et al. (2025), Teles et al. (2025) e Viega et al. (2025).
Exemplificando, observa-se que o uso de aplicativos educacionais, jogos digitais e plataformas interativas tem favorecido o desenvolvimento de habilidades de leitura e escrita de forma lúdica e significativa, permitindo que os estudantes aprendam por meio de imagens, sons e atividades interativas que ampliam o engajamento e a compreensão dos conteúdos. Essas experiências pedagógicas demonstram que a integração entre alfabetização e cultura digital pode contribuir para práticas educativas mais inclusivas e alinhadas às demandas contemporâneas, conforme evidenciado por Abreu et al. (2025), Anjos et al. (2024), Barroso et al. (2025), Bodelão et al. (2025), Borges et al. (2025), Brasil (2018), Freires (2023, 2024), Freires et al. (2024), Gama et al. (2024), Mafra et al. (2024), Monteiro, Freires e Silva (2025), Pereira et al. (2024), Santos, Silva e Freires (2025), Silva, López e Silva (2025), Sousa et al. (2025), Teles et al. (2025) e Viega et al. (2025).
As tecnologias digitais como instrumentos de mediação da aprendizagem referem-se ao uso intencional de recursos tecnológicos para favorecer a construção do conhecimento, ampliando as possibilidades de interação, experimentação e personalização do ensino, sendo sua origem vinculada ao desenvolvimento das teorias educacionais que reconhecem a aprendizagem como um processo ativo e social. O emprego dessas ferramentas no contexto escolar passou a ser discutido com maior intensidade a partir da expansão da internet, dos dispositivos móveis e das plataformas educacionais, como apontam Abreu et al. (2025), Anjos et al. (2024), Barroso et al. (2025), Bodelão et al. (2025), Borges et al. (2025), Brasil (2018), Freires (2023, 2024), Freires et al. (2024), Gama et al. (2024), Mafra et al. (2024), Monteiro, Freires e Silva (2025), Pereira et al. (2024), Santos, Silva e Freires (2025), Silva, López e Silva (2025), Sousa et al. (2025), Teles et al. (2025) e Viega et al. (2025).
Outrossim, a mediação pedagógica por meio das tecnologias digitais deve ser compreendida dentro de um contexto em que o professor assume o papel de orientador do processo de aprendizagem, planejando estratégias que integrem recursos tecnológicos ao currículo e às práticas didáticas. Esse cenário evidencia a necessidade de formação docente contínua, infraestrutura adequada e planejamento pedagógico consistente, aspectos discutidos por Abreu et al. (2025), Anjos et al. (2024), Barroso et al. (2025), Bodelão et al. (2025), Borges et al. (2025), Brasil (2018), Freires (2023, 2024), Freires et al. (2024), Gama et al. (2024), Mafra et al. (2024), Monteiro, Freires e Silva (2025), Pereira et al. (2024), Santos, Silva e Freires (2025), Silva, López e Silva (2025), Sousa et al. (2025), Teles et al. (2025) e Viega et al. (2025).
Como por exemplo, o uso de plataformas digitais, aplicativos interativos e ambientes virtuais de aprendizagem tem possibilitado a criação de atividades personalizadas, o acompanhamento do desempenho dos estudantes e a oferta de feedback imediato, elementos que contribuem para o fortalecimento do processo de aprendizagem e para a ampliação das oportunidades educacionais, conforme demonstram Abreu et al. (2025), Anjos et al. (2024), Barroso et al. (2025), Bodelão et al. (2025), Borges et al. (2025), Brasil (2018), Freires (2023, 2024), Freires et al. (2024), Gama et al. (2024), Mafra et al. (2024), Monteiro, Freires e Silva (2025), Pereira et al. (2024), Santos, Silva e Freires (2025), Silva, López e Silva (2025), Sousa et al. (2025), Teles et al. (2025) e Viega et al. (2025).
Sendo assim, as bases pedagógicas para o uso de tecnologias na alfabetização inicial estão fundamentadas em princípios como aprendizagem significativa, metodologias ativas, interdisciplinaridade e desenvolvimento de competências essenciais para o século XXI, cuja origem está relacionada às transformações das teorias educacionais e às demandas sociais por uma educação mais dinâmica e inclusiva. Tais fundamentos orientam a integração das tecnologias ao processo educativo de forma planejada e intencional, conforme evidenciam Abreu et al. (2025), Anjos et al. (2024), Barroso et al. (2025), Bodelão et al. (2025), Borges et al. (2025), Brasil (2018), Freires (2023, 2024), Freires et al. (2024), Gama et al. (2024), Mafra et al. (2024), Monteiro, Freires e Silva (2025), Pereira et al. (2024), Santos, Silva e Freires (2025), Silva, López e Silva (2025), Sousa et al. (2025), Teles et al. (2025) e Viega et al. (2025).
Ademais, no contexto educacional contemporâneo, a incorporação das tecnologias digitais à alfabetização deve estar articulada às diretrizes curriculares, às práticas pedagógicas e às necessidades dos estudantes, de modo a promover uma aprendizagem que considere diferentes estilos e ritmos de aprendizagem. Esse processo exige planejamento didático, acompanhamento pedagógico e avaliação contínua, aspectos discutidos por Abreu et al. (2025), Anjos et al. (2024), Barroso et al. (2025), Bodelão et al. (2025), Borges et al. (2025), Brasil (2018), Freires (2023, 2024), Freires et al. (2024), Gama et al. (2024), Mafra et al. (2024), Monteiro, Freires e Silva (2025), Pereira et al. (2024), Santos, Silva e Freires (2025), Silva, López e Silva (2025), Sousa et al. (2025), Teles et al. (2025) e Viega et al. (2025).
Exemplificativamente, práticas pedagógicas que utilizam aplicativos educacionais, jogos digitais e recursos multimídia demonstram que a aprendizagem pode ocorrer de maneira mais significativa quando os estudantes interagem com conteúdos digitais que favorecem a construção ativa do conhecimento. Essas experiências reforçam a importância de integrar as tecnologias às estratégias pedagógicas de forma crítica e reflexiva, como apontam Abreu et al. (2025), Anjos et al. (2024), Barroso et al. (2025), Bodelão et al. (2025), Borges et al. (2025), Brasil (2018), Freires (2023, 2024), Freires et al. (2024), Gama et al. (2024), Mafra et al. (2024), Monteiro, Freires e Silva (2025), Pereira et al. (2024), Santos, Silva e Freires (2025), Silva, López e Silva (2025), Sousa et al. (2025), Teles et al. (2025) e Viega et al. (2025).
3. APLICATIVOS EDUCACIONAIS E EQUIDADE NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO: MEDIAÇÃO PEDAGÓGICA, INCLUSÃO E EVIDÊNCIAS DE APRENDIZAGEM
Os aplicativos educacionais voltados à alfabetização inicial podem ser compreendidos como recursos digitais interativos que utilizam elementos multimídia, atividades gamificadas, feedback imediato e trilhas de aprendizagem adaptativas para favorecer o desenvolvimento da leitura e da escrita, tendo sua origem associada à expansão das tecnologias digitais e à necessidade de diversificar estratégias pedagógicas no ensino básico. Esses recursos surgiram como parte das transformações educacionais impulsionadas pela cultura digital e pela incorporação das tecnologias ao currículo escolar, conforme discutem Abreu et al. (2025), Anjos et al. (2024), Barroso et al. (2025), Bodelão et al. (2025), Borges et al. (2025), Brasil (2018), Freires (2023, 2024), Freires et al. (2024), Gama et al. (2024), Mafra et al. (2024), Monteiro, Freires e Silva (2025), Pereira et al. (2024), Santos, Silva e Freires (2025), Silva, López e Silva (2025), Sousa et al. (2025), Teles et al. (2025) e Viega et al. (2025).
Além do mais, no contexto educacional contemporâneo, os aplicativos educacionais têm sido utilizados como instrumentos de apoio ao processo de alfabetização, possibilitando a personalização das atividades, o acompanhamento do desempenho dos estudantes e a diversificação das metodologias de ensino. Essa utilização está diretamente relacionada à necessidade de tornar o ensino mais significativo, interativo e alinhado às demandas da sociedade digital, o que é amplamente discutido por Abreu et al. (2025), Anjos et al. (2024), Barroso et al. (2025), Bodelão et al. (2025), Borges et al. (2025), Brasil (2018), Freires (2023, 2024), Freires et al. (2024), Gama et al. (2024), Mafra et al. (2024), Monteiro, Freires e Silva (2025), Pereira et al. (2024), Santos, Silva e Freires (2025), Silva, López e Silva (2025), Sousa et al. (2025), Teles et al. (2025) e Viega et al. (2025).
Exemplificando, aplicativos voltados à alfabetização frequentemente apresentam atividades de formação de palavras, reconhecimento de letras, associação entre imagens e sons e exercícios interativos que estimulam o raciocínio e a construção do conhecimento de forma lúdica. Tais experiências demonstram que, quando utilizados de maneira planejada e articulada ao currículo, esses recursos podem contribuir significativamente para o desenvolvimento das habilidades linguísticas dos estudantes, conforme evidenciam Abreu et al. (2025), Anjos et al. (2024), Barroso et al. (2025), Bodelão et al. (2025), Borges et al. (2025), Brasil (2018), Freires (2023, 2024), Freires et al. (2024), Gama et al. (2024), Mafra et al. (2024), Monteiro, Freires e Silva (2025), Pereira et al. (2024), Santos, Silva e Freires (2025), Silva, López e Silva (2025), Sousa et al. (2025), Teles et al. (2025) e Viega et al. (2025).
À vista disso, a mediação pedagógica no uso de aplicativos educacionais refere-se ao processo pelo qual o professor planeja, orienta e acompanha o uso das tecnologias, garantindo que esses recursos sejam utilizados de forma intencional e alinhada aos objetivos de aprendizagem, sendo essa perspectiva fundamentada em teorias educacionais que reconhecem a importância do papel do docente como facilitador do conhecimento. A origem dessa abordagem está vinculada à evolução das práticas pedagógicas que passaram a valorizar metodologias ativas e o uso de tecnologias como instrumentos de apoio ao ensino, conforme apontam Abreu et al. (2025), Anjos et al. (2024), Barroso et al. (2025), Bodelão et al. (2025), Borges et al. (2025), Brasil (2018), Freires (2023, 2024), Freires et al. (2024), Gama et al. (2024), Mafra et al. (2024), Monteiro, Freires e Silva (2025), Pereira et al. (2024), Santos, Silva e Freires (2025), Silva, López e Silva (2025), Sousa et al. (2025), Teles et al. (2025) e Viega et al. (2025).
Ademais, no contexto da alfabetização inicial, a mediação pedagógica assume papel essencial para garantir que os aplicativos educacionais contribuam para a inclusão e para a redução das desigualdades de aprendizagem, especialmente em ambientes escolares marcados por diferenças socioeconômicas e educacionais. Nesse sentido, a integração entre tecnologia, planejamento pedagógico e acompanhamento docente torna-se fundamental para que os recursos digitais favoreçam o desenvolvimento das habilidades de todos os estudantes, conforme discutem Abreu et al. (2025), Anjos et al. (2024), Barroso et al. (2025), Bodelão et al. (2025), Borges et al. (2025), Brasil (2018), Freires (2023, 2024), Freires et al. (2024), Gama et al. (2024), Mafra et al. (2024), Monteiro, Freires e Silva (2025), Pereira et al. (2024), Santos, Silva e Freires (2025), Silva, López e Silva (2025), Sousa et al. (2025), Teles et al. (2025) e Viega et al. (2025).
Como por exemplo, o uso de aplicativos que permitem adaptação do nível de dificuldade das atividades, acompanhamento individualizado do desempenho e oferta de feedback imediato pode auxiliar estudantes com diferentes ritmos de aprendizagem, contribuindo para a inclusão educacional e para a promoção da equidade no processo de alfabetização. Essas experiências evidenciam que a mediação docente é um elemento central para que as tecnologias digitais sejam utilizadas de maneira pedagógica e eficaz, conforme demonstram Abreu et al. (2025), Anjos et al. (2024), Barroso et al. (2025), Bodelão et al. (2025), Borges et al. (2025), Brasil (2018), Freires (2023, 2024), Freires et al. (2024), Gama et al. (2024), Mafra et al. (2024), Monteiro, Freires e Silva (2025), Pereira et al. (2024), Santos, Silva e Freires (2025), Silva, López e Silva (2025), Sousa et al. (2025), Teles et al. (2025) e Viega et al. (2025).
Ainda assim, as evidências pedagógicas relacionadas ao uso de aplicativos educacionais na alfabetização inicial indicam que esses recursos podem contribuir para o desenvolvimento das habilidades de leitura e escrita, bem como para o fortalecimento da motivação e do engajamento dos estudantes, sendo tais evidências decorrentes de pesquisas que analisam práticas pedagógicas mediadas por tecnologias digitais em diferentes contextos educacionais. O surgimento dessas evidências está diretamente relacionado à ampliação das investigações sobre o impacto das tecnologias no ensino e aprendizagem, conforme apontam Abreu et al. (2025), Anjos et al. (2024), Barroso et al. (2025), Bodelão et al. (2025), Borges et al. (2025), Brasil (2018), Freires (2023, 2024), Freires et al. (2024), Gama et al. (2024), Mafra et al. (2024), Monteiro, Freires e Silva (2025), Pereira et al. (2024), Santos, Silva e Freires (2025), Silva, López e Silva (2025), Sousa et al. (2025), Teles et al. (2025) e Viega et al. (2025).
Com isso, no contexto educacional contemporâneo, diferentes estudos têm demonstrado que o uso planejado de aplicativos pode favorecer a aprendizagem significativa, ampliar o tempo de exposição dos estudantes às atividades de leitura e escrita e promover maior autonomia no processo de aprendizagem. Tais resultados evidenciam que a tecnologia, quando integrada de forma crítica e pedagógica, pode contribuir para a melhoria dos indicadores educacionais e para o fortalecimento das práticas de alfabetização, conforme discutem Abreu et al. (2025), Anjos et al. (2024), Barroso et al. (2025), Bodelão et al. (2025), Borges et al. (2025), Brasil (2018), Freires (2023, 2024), Freires et al. (2024), Gama et al. (2024), Mafra et al. (2024), Monteiro, Freires e Silva (2025), Pereira et al. (2024), Santos, Silva e Freires (2025), Silva, López e Silva (2025), Sousa et al. (2025), Teles et al. (2025) e Viega et al. (2025).
Exemplificativamente, pesquisas que analisam o uso de aplicativos em atividades de leitura guiada, reconhecimento fonológico e produção escrita demonstram avanços no desempenho dos estudantes, especialmente quando essas ferramentas são utilizadas em conjunto com estratégias pedagógicas diversificadas e acompanhamento docente sistemático. Essas experiências reforçam a importância de integrar tecnologias digitais ao processo de alfabetização de maneira planejada, crítica e contextualizada, conforme evidenciam Abreu et al. (2025), Anjos et al. (2024), Barroso et al. (2025), Bodelão et al. (2025), Borges et al. (2025), Brasil (2018), Freires (2023, 2024), Freires et al. (2024), Gama et al. (2024), Mafra et al. (2024), Monteiro, Freires e Silva (2025), Pereira et al. (2024), Santos, Silva e Freires (2025), Silva, López e Silva (2025), Sousa et al. (2025), Teles et al. (2025) e Viega et al. (2025).
4. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Retoma-se o objetivo geral deste estudo, que consistiu em analisar como as tecnologias emergentes, especialmente os aplicativos educacionais, podem atuar como mediadoras da equidade educacional no processo de alfabetização inicial, identificando suas contribuições pedagógicas, potencialidades e desafios. Considera-se que esse objetivo foi atingido, pois a análise bibliográfica permitiu compreender, de maneira sistematizada, as formas pelas quais esses recursos favorecem o desenvolvimento das habilidades de leitura e escrita, ampliam possibilidades de aprendizagem e contribuem para a diversificação das práticas pedagógicas.
Além disso, os principais resultados evidenciaram que o uso de aplicativos educacionais pode contribuir para o engajamento dos estudantes, para a personalização das atividades e para o fortalecimento da mediação pedagógica, especialmente quando tais ferramentas são utilizadas de maneira planejada e articulada ao currículo. Observou-se, ainda, que os recursos digitais favorecem o desenvolvimento de habilidades linguísticas e cognitivas, bem como a ampliação de estratégias de ensino que atendem a diferentes ritmos e estilos de aprendizagem, colaborando para a promoção da equidade educacional.
Consoante a isso, no que se refere às contribuições teóricas, o estudo possibilitou ampliar as discussões sobre a relação entre tecnologias emergentes, alfabetização inicial e equidade educacional, evidenciando a importância da mediação pedagógica e da intencionalidade didática no uso de aplicativos educacionais. Ademais, a pesquisa contribui para o fortalecimento do debate acadêmico acerca da integração das tecnologias digitais ao processo de alfabetização, destacando a necessidade de compreender tais recursos não apenas como ferramentas técnicas, mas como instrumentos pedagógicos que podem favorecer a aprendizagem significativa.
Diante disso, quanto às limitações do estudo, destaca-se que a investigação foi desenvolvida por meio de pesquisa bibliográfica, o que implicou a análise de produções científicas já publicadas, sem a realização de intervenções empíricas em contexto escolar específico. Todavia, dentro dos limites metodológicos adotados, foi possível alcançar os objetivos propostos e desenvolver uma análise consistente sobre o tema. Ressalta-se, ainda, que não foram identificadas limitações que comprometessem os resultados do estudo, considerando que o método empregado se mostrou adequado ao alcance dos objetivos definidos.
Ademais, diante do que foi estudado e considerando as possibilidades de aprofundamento do tema, sugere-se que trabalhos futuros possam desenvolver pesquisas de caráter empírico, envolvendo intervenções pedagógicas com o uso de aplicativos educacionais em diferentes contextos escolares, a fim de analisar de forma mais aprofundada os impactos dessas tecnologias na aprendizagem e na promoção da equidade. Recomenda-se, ainda, a realização de estudos que investiguem a formação docente para o uso pedagógico das tecnologias digitais, bem como pesquisas que analisem o papel das políticas públicas e das condições institucionais na ampliação do acesso a recursos tecnológicos na alfabetização inicial.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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1 Mestrando em Educação pela Universidad Europea del Atlántico. E-mail: [email protected].
2 Doutor em Ciências da Educação pela Christian Business School (CBS). E-mail: [email protected].
3 Doutor em Ciências da Educação pela Christian Business School (CBS). E-mail: [email protected].