INTERDISCIPLINARIDADE NA FORMAÇÃO PROFISSIONAL: APROXIMAÇÕES TEÓRICO-PRÁTICAS ENTRE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIAS DA SAÚDE

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REGISTRO DOI: 10.5281/zenodo.18767355


Lucas Dias Guimarães1
Mateus Henrique Dias Guimarães2


RESUMO
Introdução: A formação de profissionais da saúde demanda processos educacionais que promovam a integração entre diferentes campos do saber, superando a fragmentação do conhecimento herdada do modelo biomédico tradicional. Nesse contexto, a interdisciplinaridade e a educação interprofissional emergem como estratégias fundamentais para uma abordagem ampliada, colaborativa e alinhada às demandas contemporâneas por cuidado integral e humanizado. Objetivo: Analisar criticamente a interdisciplinaridade em sua conceituação e implementação na formação profissional em saúde, investigando sua manifestação na educação acadêmica e na prática profissional. Metodologia: Trata-se de uma revisão de literatura descritiva, realizada a partir da busca de artigos científicos nas bases Scientific Electronic Library Online, Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde e PubMed, utilizando os descritores “interdisciplinaridade”, “formação profissional” e “saúde”. Foram incluídos estudos publicados nos últimos dez anos, disponíveis na íntegra, sem restrição de idioma. Resultados: Os achados evidenciam que a implementação da interdisciplinaridade nos currículos de saúde ainda enfrenta desafios estruturais e pedagógicos, como a rigidez curricular, a cultura unidisciplinar e a limitada incorporação da educação interprofissional. Destaca-se o papel central dos docentes e da reorganização curricular para promover práticas integradas, bem como os impactos positivos da interprofissionalidade na qualidade do cuidado, no trabalho em equipe e na atenção centrada no usuário. Conclusão: A educação interprofissional configura-se como um pilar transformador da formação em saúde, sendo essencial para a superação da fragmentação do conhecimento, o fortalecimento do trabalho colaborativo e a promoção da integralidade do cuidado.
Palavras-chave: Formação Profissional. Práticas Profissionais Inclusivas. Pessoal de Educação. Pessoal de Saúde.

ABSTRACT
Introduction: The training of health professionals requires educational processes that promote the integration of different fields of knowledge, overcoming the fragmentation inherited from the traditional biomedical model. In this context, interdisciplinarity and interprofessional education emerge as fundamental strategies for a broadened, collaborative approach aligned with contemporary demands for comprehensive and humanized care. Objective: To critically analyze interdisciplinarity in its conceptualization and implementation in professional health training, investigating its expression in academic education and professional practice. Methodology: This is a descriptive literature review conducted through a search for scientific articles in the Scientific Electronic Library Online, Latin American and Caribbean Health Sciences Literature, and PubMed databases, using the descriptors “interdisciplinarity,” “professional training,” and “health.” Studies published in the last ten years, available in full text and without language restrictions, were included. Results: The findings indicate that the implementation of interdisciplinarity in health curricula still faces structural and pedagogical challenges, such as curricular rigidity, a unidisciplinary culture, and limited incorporation of interprofessional education. The central role of faculty and curricular reorganization in promoting integrated practices is highlighted, as well as the positive impacts of interprofessionality on quality of care, teamwork, and user-centered care. Conclusion: Interprofessional education constitutes a transformative pillar in health training, being essential for overcoming knowledge fragmentation, strengthening collaborative work, and promoting comprehensive care.
Keywords: Professional Training. Inclusive Professional Practices. Education Personnel. Health Personnel.

1. INTRODUÇÃO

A formação de profissionais da saúde exige o desenvolvimento de capacidades gerais e específicas de cada área, com processos educacionais que promovam a integração entre diferentes campos do saber (Moron et al., 2018).

Nesse contexto, a interdisciplinaridade emerge como um pilar fundamental, contrapondo-se à visão estática e fragmentada do conhecimento e fomentando uma perspectiva ampliada e colaborativa na educação em saúde (Bagnato et al., 2007).

A superação do modelo biomédico tradicional, que historicamente priorizou a ausência de doença como critério único de saúde, impulsiona a necessidade de uma abordagem mais complexa e holística, alinhada às demandas contemporâneas por um cuidado integral e humanizado (Editores, 2022).

A Organização Mundial da Saúde reconhece a Educação Interprofissional como uma estratégia inovadora para o desenvolvimento de práticas colaborativas, onde duas ou mais profissões aprendem umas com as outras, sobre as outras e entre si (Bispo & Rossit, 2021).

Este enfoque visa otimizar a qualidade da atenção à saúde e fortalecer o trabalho em equipe, embora desafios persistam na transição de modelos uniprofissionais para configurações multiprofissionais e interdisciplinares, especialmente em contextos que ainda denotam um caráter uniprofissional na formação (Editores, 2022; SİLVA et al., 2022).

A compreensão de que a saúde transcende a ausência de enfermidades e abrange uma totalidade complexa do indivíduo em seu contexto social e ambiental tem impulsionado a reavaliação dos saberes disciplinares, buscando sua recomposição para abordar essa complexidade (Rosa et al., 2022).

Este movimento reflete a limitação das abordagens científicas tradicionais, baseadas no modelo cartesiano, que se mostram insuficientes para resolver os complexos problemas de saúde atuais (Silva & Júnior, 2021).

Diante dessa argumentação o presente estudo propõe-se a analisar criticamente a interdisciplinaridade, tanto em sua conceituação quanto em sua implementação na formação profissional em saúde, investigando como essa abordagem se manifesta na educação acadêmica e na prática profissional (Costa et al., 2021).

2. REVISÃO DA LITERATURA

A articulação entre os saberes e a integração das disciplinas são essenciais para formar profissionais capacitados, o que é um compromisso do Ensino Superior na área da Saúde (Silva & Júnior, 2021).

Essa perspectiva implica a necessidade de uma nova postura em relação ao conhecimento, que promova a transformação mútua e a reestruturação das especialidades como fonte de autoconhecimento (Silva & Júnior, 2021).

Tal abordagem propicia uma compreensão aprofundada da inter-relação entre as diversas áreas profissionais, considerando sua pluralidade e complexidade intrínsecas (Silva & Júnior, 2021).

Essa integração conceitual é vital para superar a fragmentação do conhecimento herdada do modelo biomédico e alinhar a formação profissional com as demandas por um cuidado integral e humanizado (MORAIS et al., 2025).

A busca pela integralidade no cuidado em saúde tem impulsionado a redefinição dos currículos na área, visando a formação de profissionais com senso crítico, reflexivos e colaborativos, capazes de lidar com a complexidade das demandas sociais (Lima et al., 2021; Rosa et al., 2022).

Apesar dos avanços, a predominância de currículos baseados em disciplinas e abordagens fragmentadas na formação de profissionais de saúde ainda compromete a visão ampliada do processo saúde-doença e a capacidade de trabalho em equipe, resultando em baixa resolutividade do cuidado (Costa et al., 2021; Nogueira et al., 2023; Santos et al., 2022).

Essa fragmentação é um legado do método cartesiano, que dividiu o saber em partes menores, e ainda persiste na educação superior em saúde, que frequentemente adota uma abordagem positivista e biocêntrica (Silva & Júnior, 2021).

A complexidade da realidade contemporânea, contudo, questiona essas fronteiras disciplinares, exigindo uma troca contínua entre as áreas do conhecimento para a construção de novas propostas de trabalho (Costa et al., 2021).

Nesse sentido, a interdisciplinaridade surge como uma solução para a fragmentação do conhecimento, buscando a complementação entre as diversas áreas para dar conta da complexidade dos problemas de saúde contemporâneos (Barboni et al., 2021; Costa et al., 2021).

Essa abordagem visa formar profissionais mais generalistas e reflexivos, capazes de lidar com problemas coletivos e a prática em equipe, em contraste com a especialização excessiva que pode dificultar uma visão holística (Ventura et al., 2018).

3. METODOLOGIA

Trata-se de uma revisão de literatura de caráter descritivo que explorou artigos científicos publicados em bases de dados eletrônicas, com o objetivo de sintetizar o conhecimento existente sobre a interdisciplinaridade na formação profissional em saúde.

Foram utilizados os descritores "interdisciplinaridade", "formação profissional" e "saúde", nas seguintes bases de dados : Scientific Electronic Library Online, Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde e Medical Literature Analysis and Retrieval System Online via PubMed, abrangendo publicações dos últimos dez anos.

Foram incluídos estudos que abordassem a temática da interdisciplinaridade na formação de profissionais de saúde, sem restrição de idioma, desde que estivessem disponíveis na íntegra.

Foram excluídos estudos de revisão e editoriais, além de duplicatas e aqueles que não se alinhavam diretamente com o objetivo principal da pesquisa.

A análise dos artigos selecionados permitiu identificar tendências e lacunas no entendimento e aplicação da interdisciplinaridade nos currículos da área da saúde, bem como seus impactos na capacitação para atuação em equipes multiprofissionais.

4. RESULTADOS E DISCUSSÕES

A análise dos dados revelou a complexidade inerente à implementação da interdisciplinaridade nos currículos acadêmicos, destacando a necessidade de uma reestruturação pedagógica que transcenda a mera justaposição de disciplinas (Costa et al., 2021; Silva & Júnior, 2021).

Essa reestruturação exige a construção de perspectivas integradoras, com a participação de docentes e profissionais de saúde abertos à incorporação de inovações e novas visões sobre o processo de ensino-aprendizagem (Santos et al., 2023).

Para tal, é fundamental que haja um aprofundamento dos docentes na estrutura curricular do curso e na promoção da articulação entre pares, a fim de desenvolver de forma integrada as competências e habilidades propostas para o perfil profissional desejado (Aguiar et al., 2024).

Apesar dos esforços em promover uma formação mais integrada, a literatura recente indica que muitos estudos sobre o tema ainda se baseiam em fontes anteriores aos últimos cinco anos, o que pode limitar a representatividade das discussões atuais sobre a interdisciplinaridade na saúde (Girard et al., 2019).

Ademais, a maioria das diretrizes curriculares dos cursos de graduação em saúde ainda incorpora a interprofissionalidade de maneira escassa e pontual (Lima et al., 2024), mesmo reconhecendo a interdisciplinaridade como um elemento essencial para a integração entre as diversas áreas do conhecimento e a organização do trabalho em saúde (Costa et al., 2021).

Desafios Estruturais e Pedagógicos para a Implementação da Interdisciplinaridade

A prevalência de modelos de ensino individualizantes e a dificuldade de integração de conteúdos entre disciplinas constituem barreiras significativas para a efetivação da interdisciplinaridade (B. A. Moraes & Costa, 2019; M. M. dos S. de Moraes et al., 2023).

Essas barreiras são frequentemente acompanhadas pela ausência de diretrizes padronizadas para o design e implementação de currículos interprofissionais, dificultando a criação de programas de ensino coesos e eficazes (Mirbahai et al., 2024).

A rigidez curricular e a cultura unidisciplinar são obstáculos notáveis, refletindo a descontinuidade de políticas que induzem a mudanças formativas e a insuficiência de apoio institucional para a atuação segura em cenários práticos (Guerra et al., 2022).

A desarticulação entre as esferas acadêmica e profissional, somada à baixa incorporação de metodologias ativas que favoreçam o trabalho colaborativo, agrava a dificuldade de transposição do conhecimento teórico para a prática clínica (Santos et al., 2023; Souza & Ávila, 2021).

Tal cenário aponta para a necessidade premente de uma revisão paradigmática, que promova a superação do modelo fragmentado de currículos e fomente o diálogo interprofissional desde os primeiros anos da graduação (Toledo et al., 2023).

Apesar do reconhecimento da interprofissionalidade como um componente crucial na formação de profissionais de saúde, sua inclusão nas diretrizes curriculares nacionais ainda é limitada, com muitas referências se concentrando em trabalho em equipe ao invés da colaboração interprofissional (Lima et al., 2024).

Papel Docente e a Reorganização Curricular na Formação Interdisciplinar

Para efetivar a interdisciplinaridade, os docentes desempenham um papel central, sendo necessário que estejam aptos a desenvolver metodologias de ensino inovadoras que estimulem a colaboração e a troca de conhecimentos entre as diversas áreas da saúde (Gonçalves et al., 2023).

Isso implica um desafio contínuo para os educadores, que precisam transpor as barreiras de suas próprias formações disciplinares e resistências institucionais, além de lidar com a falta de estratégias pedagógicas bem definidas para a educação interprofissional (Santos et al., 2023; Toledo et al., 2023).

A despeito da necessidade premente de desenvolvimento de competências interprofissionais em estudantes de saúde pré-licenciatura, a experiência educacional e o processo avaliativo são frequentemente constrangidos por fronteiras e barreiras logísticas específicas de cada profissão (Brownie et al., 2023).

Apesar disso, a implementação de uma educação interprofissional tem sido proposta como um caminho para superar esses desafios, alinhando a formação às demandas contemporâneas da prática clínica colaborativa (Mohammed et al., 2021).

No entanto, a transição para essa abordagem colaborativa ainda enfrenta desafios significativos, especialmente dentro das instituições de ensino, que se estendem aos próprios serviços de saúde (Toledo et al., 2023).

A formação centrada na identidade uniprofissional e a fragmentação disciplinar limitam a visão ampliada dos futuros profissionais, dificultando a integração em projetos que demandam uma abordagem contra-hegemônica e colaborativa (Toledo et al., 2023).

Interdisciplinaridade, Interprofissionalidade e Impactos na Qualidade do Cuidado em Saúde

A interprofissionalidade, definida como a aprendizagem resultante da interação entre membros de duas ou mais profissões, é cada vez mais reconhecida como um componente crítico na educação de estudantes e profissionais de saúde, visando aprimorar as competências essenciais para a prática colaborativa e, consequentemente, melhorar os resultados em saúde (Patel et al., 2025).

Essa abordagem educacional é fundamental para preparar os futuros profissionais da saúde para atuar em equipes complexas, nas quais a comunicação e a cooperação interprofissional são essenciais para a qualidade do cuidado (Kauff et al., 2023).

A incorporação da educação interprofissional representa um avanço significativo, pois capacita os estudantes a desenvolverem habilidades de trabalho em equipe e colaboração, aspectos cruciais para a prestação de assistência holística e de alta qualidade centrada no paciente (Diggele et al., 2020; Sandoval-Barrientos et al., 2019).

Essa perspectiva contrasta com modelos educacionais mais tradicionais, que frequentemente negligenciam a formação de profissionais com capacidade para atuação integrada e colaborativa em contextos multiprofissionais (Faria et al., 2018).

A promoção de experiências de aprendizagem interprofissional, onde estudantes de diferentes áreas da saúde aprendem uns com os outros, é crucial para fomentar o trabalho em equipe e minimizar erros clínicos, culminando na melhoria dos resultados para o paciente (Alsharari et al., 2025).

Essa abordagem não apenas otimiza a eficiência e a qualidade do cuidado, mas também contribui para a superação de identidades uniprofissionais e hierarquias que historicamente têm desafiado a plena colaboração em ambientes de saúde (Figueira et al., 2022; Kwiatkowiski et al., 2022).

A persistência do modelo uniprofissional na formação ainda se manifesta como um nó crítico, impactando negativamente a construção de uma prática colaborativa e reforçando a supervalorização de saberes específicos, o que acentua hierarquias e resistências à interprofissionalidade no setor da saúde (Rosa et al., 2022).

A educação interprofissional em saúde, ao promover um processo de aprendizado interativo e compartilhado, aprimora a colaboração entre membros da equipe e a qualidade da assistência prestada, tornando-se essencial para enfrentar os complexos desafios da saúde contemporânea (Silva et al., 2021).

Essa modalidade de educação prepara os profissionais para um cuidado integral, estimulando a troca de conhecimentos e a valorização das diversas profissões, com foco na satisfação do paciente (Diniz et al., 2022; Saraiva et al., 2018).

Apesar de alguns desafios, como a manutenção do modelo uniprofissional na formação e a falta de estratégias pedagógicas bem definidas para a educação interprofissional, a disponibilidade dos estudantes para a aprendizagem interprofissional demonstra um reconhecimento da importância do trabalho colaborativo (Cardoso et al., 2021).

Perspectivas Futuras

A Educação Interprofissional emerge, portanto, como uma estratégia fundamental para aprimorar a prestação de serviços de saúde, desenvolvendo nos futuros profissionais a capacidade de trabalhar em equipe de forma eficaz e centrada no paciente (Alsharari et al., 2025).

A formação interprofissional é crucial para aprimorar a capacidade resolutiva dos sistemas de saúde, reduzir erros e aumentar a satisfação dos usuários (Souza & Ávila, 2021).

Ainda assim, para que a educação interprofissional alcance seu pleno potencial, é indispensável o apoio institucional através de políticas que considerem a educação interprofissional como princípio formativo, através da adoção de novas metodologias de ensino, reorganização curricular e inclusão de experiências de aprendizagem colaborativa entre as profissões da saúde (Cavalcante et al., 2025).

Essa perspectiva é vital para o desenvolvimento de competências capazes de melhorar as habilidades para o trabalho em equipe, especialmente considerando as diretrizes curriculares nacionais que desde 2001 buscam reduzir a cultura de formação fragmentada (Gonçalves et al., 2022).

A implementação de currículos integrados e a qualificação dos profissionais, tanto nos serviços quanto na gestão, são passos essenciais para fomentar a interprofissionalidade desde a graduação até a educação permanente, promovendo uma abordagem mais holística e colaborativa na saúde (Bispo & Rossit, 2021).

É imperativo que as instituições de ensino e os formuladores de políticas de saúde avancem na implementação de diretrizes que fomentem a Educação Interprofissional, reconhecendo que a colaboração efetiva entre profissionais de diferentes áreas é um pilar para a integralidade do cuidado e a centralidade no usuário (Lago et al., 2025; Souza & Rossit, 2025).

Pesquisas demonstram que egressos de cursos com foco em interprofissionalidade apresentam atitudes mais positivas em relação ao trabalho em equipe e à atenção centrada no paciente, o que denota um perfil profissional inovador (Cardoso et al., 2021).

CONCLUSÃO

Conclui-se que a educação interprofissional é um pilar transformador na formação e prática dos profissionais de saúde, promovendo a qualidade do cuidado e a colaboração efetiva entre as diversas áreas.

Essa abordagem fortalece o Sistema Único de Saúde e as universidades, consolidando a necessidade de políticas públicas que incentivem o ensino e a prática colaborativa.

Nesse sentido, a criação de novos currículos e a consolidação de programas de ensino colaborativo desde o início da formação acadêmica são iniciativas que se mostram promissoras.

Tais medidas visam superar a fragmentação do trabalho em saúde, historicamente prevalente no Brasil, e alinhar a formação profissional com as prerrogativas de um cuidado integral e centrado no usuário.

A transformação do paradigma educacional, com a inclusão de uma base curricular comum nos cursos de saúde e a promoção da educação interprofissional, é crucial para desenvolver profissionais aptos a atuar em uma rede de cuidados que contemple a integralidade e a intersetorialidade.

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1 Graduado em Educação Física. Mestrando em Educação pela Universidade Federal de Sergipe. (UFS). ORCID: https://orcid.org/0009-0003-6094-8071.

2 Mestre em enfermagem na Atenção Primária à Saúde. ORCID: https://orcid.org/0009-0008-0206-0011