ESTRATÉGIAS DE ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NA PREVENÇÃO DE COMPLICAÇÕES RENAIS: PROPOSTA DE INTERVENÇÃO
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REGISTRO DOI: 10.5281/zenodo.18628210
Mateus Henrique Dias Guimarães1
Rozineide Iraci Pereira da Silva2
RESUMO
Introdução: A Doença Renal Crônica (DRC) configura-se como um importante problema de saúde pública, associada ao envelhecimento populacional e à elevada prevalência de comorbidades como hipertensão arterial sistêmica e diabetes mellitus. Nesse cenário, a atuação da enfermagem na atenção primária à saúde é essencial para a identificação precoce de fatores de risco e para a prevenção de complicações renais, por meio de intervenções sistematizadas e baseadas em evidências. Objetivo: Desenvolver e propor um protocolo de cuidados de enfermagem voltado à prevenção de complicações renais em indivíduos com risco ou diagnóstico de doença renal crônica. Metodologia: Trata-se de um estudo de caráter descritivo, fundamentado em revisão da literatura científica nacional e internacional, com busca em bases de dados relevantes da área da saúde. Foram analisados estudos que abordam a atuação da enfermagem, estratégias preventivas e intervenções voltadas ao manejo da DRC na atenção primária. Resultados e Discussão: Os achados evidenciam que ações de enfermagem, como educação em saúde, monitoramento clínico, controle de comorbidades e acompanhamento contínuo, contribuem significativamente para retardar a progressão da DRC e reduzir complicações. A ausência de protocolos específicos e a dificuldade de identificação precoce dos pacientes ainda representam desafios nos serviços de saúde. Conclusão: A implementação de um protocolo de cuidados de enfermagem mostra-se fundamental para qualificar a assistência, fortalecer a prevenção de complicações renais e promover melhor qualidade de vida aos pacientes, reforçando o papel estratégico da enfermagem na atenção primária à saúde.
Palavras-chave: Doença Renal. Assistência de Enfermagem. Modos de Intervenção. Estratégias de Saúde.
ABSTRACT
Introduction: Chronic Kidney Disease (CKD) is a significant public health problem, associated with population aging and the high prevalence of comorbidities such as systemic arterial hypertension and diabetes mellitus. In this context, nursing practice in primary health care is essential for the early identification of risk factors and the prevention of renal complications through systematic, evidence-based interventions. Objective: To develop and propose a nursing care protocol aimed at preventing renal complications in individuals at risk of or diagnosed with chronic kidney disease. Methodology: This is a descriptive study based on a review of national and international scientific literature, with searches conducted in relevant health databases. Studies addressing nursing practice, preventive strategies, and interventions related to the management of CKD in primary health care were analyzed. Results and Discussion: The findings demonstrate that nursing actions such as health education, clinical monitoring, control of comorbidities, and continuous follow-up significantly contribute to delaying CKD progression and reducing complications. The lack of specific protocols and difficulties in early patient identification remain challenges within health services. Conclusion: The implementation of a nursing care protocol is fundamental to improving the quality of care, strengthening the prevention of renal complications, and promoting better quality of life for patients, reinforcing the strategic role of nursing in primary health care.
Keywords: Kidney Disease. Nursing Care. Intervention Methods. Health Strategies.
1. INTRODUÇÃO
A crescente prevalência de doenças renais crônicas representa um desafio significativo para a saúde pública global, demandando estratégias de intervenção eficazes para mitigar suas complicações e melhorar a qualidade de vida dos pacientes (Gajardo & Vargas, 2024).
Nesse contexto, a enfermagem desempenha um papel crucial na implementação de intervenções baseadas em evidências, que visam a prevenção e o manejo de complicações renais, sobretudo em populações com comorbidades cardiometabólicas (Alodhialah & Almutairi, 2025).
O envelhecimento populacional contribui para o aumento de portadores de doenças crônicas, como a doença renal crônica, que frequentemente se manifesta em conjunto com outras condições como diabetes e hipertensão arterial, elevando o risco de complicações cardiovasculares (Lima et al., 2021).
A atuação do enfermeiro na atenção primária é fundamental para a identificação precoce de fatores de risco e a implementação de ações preventivas, como a educação em saúde e o monitoramento contínuo, a fim de evitar a progressão da doença renal e suas comorbidades (Andrade et al., 2021; Guimarães et al., 2022).
A relevância da enfermagem estende-se à capacitação da equipe e à educação permanente sobre a temática, aspectos cruciais para o controle das doenças de base e o rastreamento de nefropatias (Nascimento et al., 2020).
Nesse cenário, a elaboração e implementação de um protocolo de cuidados de enfermagem são essenciais para padronizar a assistência, otimizar a detecção precoce e qualificar as intervenções preventivas (Carrillo-Ucañay et al., 2022; Santos et al., 2017).
O Brasil apresenta um perfil socioepidemiológico que evidencia a necessidade de intensificar as ações de prevenção da doença renal crônica em grupos de risco, especialmente em regiões com menores indicadores socioeconômicos (Andrade et al., 2021).
A prevalência da doença renal crônica no país atinge 20,9% para estágios 1 a 5, com 9,8% dos indivíduos apresentando estágios mais avançados (≥G3a/A1), o que sublinha a urgência de uma abordagem estruturada na atenção primária (“Chronic Kidney Disease: A Practical Guide (ACT-NAU),” 2024).
Dessa forma, a implementação de protocolos de enfermagem bem definidos e baseados em evidências torna-se imperativa para aprimorar a detecção precoce, o manejo eficaz e a prevenção da progressão da doença renal crônica em populações vulneráveis (Alodhialah & Almutairi, 2025; Daminov & Kayumov, 2024).
A despeito da alta incidência e prevalência de doenças crônicas como diabetes mellitus e hipertensão arterial sistêmica, que são as principais causas de doença renal crônica, o Brasil ainda carece de um programa nacional abrangente e estruturado para o combate específico de agravos renais crônicos na atenção primária (Neto et al., 2018).
Apesar de existir um reconhecimento da importância da consulta de enfermagem para grupos de risco como hipertensos e diabéticos, a oferta de uma consulta específica para portadores de Doença Renal Crônica ainda é incipiente, em parte devido à dificuldade em identificar esses pacientes nos serviços e à carência de protocolos institucionais para a atuação do enfermeiro nessa área (Andrade et al., 2021; Delatorre, 2019).
A escassez de abordagens específicas para a doença renal crônica na atenção primária de saúde reforça a necessidade de desenvolver estratégias que aprimorem a prevenção e promoção da saúde renal (Delatorre, 2019; Neto et al., 2018).
Diante desse contexto, o presente estudo tem como objetivo desenvolver e implementar um protocolo de cuidados de enfermagem voltado à prevenção de complicações renais em pacientes com risco ou diagnóstico de doenças renais, visando reduzir internações, melhorar a adesão ao tratamento e promover qualidade de vida. Este protocolo de intervenção é crucial, dado que aproximadamente três milhões de brasileiros apresentam doença renal crônica em estágio avançado, com uma tendência de aumento no número de pessoas em diálise nos últimos anos (Menezes et al., 2018).
2. REVISÃO DA LITERATURA
A Doença Renal Crônica é uma condição clínica de elevada morbidade e mortalidade global, com um aumento significativo de 134% nos óbitos atribuídos à DRC entre 1990 e 2013 (Rocha & Parizotto, 2021).
Afetando mais de 10% da população adulta em países como a Austrália, a DRC é uma doença progressiva que envolve múltiplos sistemas fisiológicos e está associada a diversas comorbidades, impondo um fardo considerável aos pacientes e ao sistema de saúde (Bonner et al., 2024). Sua prevalência global, atingindo cerca de 10% da população adulta, sublinha a urgência de estratégias de detecção precoce e manejo eficaz para mitigar seu impacto devastador na saúde pública (Latupeirissa et al., 2024).
A doença renal crônica é um problema de saúde pública global que afeta aproximadamente 850 milhões de indivíduos e é caracterizada por sua prevalência crescente e pelo impacto econômico substancial, com custos anuais de bilhões de reais para o tratamento de pacientes em terapia renal substitutiva (Pedroso et al., 2022).
No Brasil, a prevalência de doença renal crônica é alarmante, impactando cerca de 20,9% da população adulta em diferentes estágios, com aproximadamente 9,8% em estágios mais avançados (Araújo et al., 2022). Ademais, a doença renal crônica é uma das principais causas de internação hospitalar e um problema de saúde pública em ascensão que pode acometer crianças e adultos (Araújo et al., 2022).
A identificação precoce e o manejo adequado da DRC são desafios complexos, exigindo uma abordagem multifatorial que envolve a colaboração entre os níveis primário e especializado de atenção à saúde (Nakata et al., 2023; Nascimento et al., 2020).
A enfermagem desempenha um papel central nesse cenário, atuando na prevenção primária e secundária, por meio de ações de educação em saúde e rastreamento de grupos de risco, bem como na gestão do cuidado de pacientes já diagnosticados com DRC (Carvalho et al., 2023; Oliveira et al., 2020).
A estimativa de que 11 a 22 milhões de brasileiros são acometidos por essa condição, com 122.825 pacientes em tratamento dialítico em 2016, ressalta a urgência de intervenções eficazes (Xavier et al., 2020).
A doença renal crônica representa um desafio significativo para a saúde pública globalmente, com estimativas que apontam para 12 milhões de casos nos Estados Unidos e 50 milhões na África e no Oriente Médio (Carvalho et al., 2023).
No Brasil, a prevalência da DRC é de 13,4% da população, com um aumento alarmante de 100% no número de pacientes em diálise nos últimos dez anos, totalizando mais de 90 mil indivíduos, o que exacerba a necessidade de programas preventivos e de manejo precoce eficazes (Araujo et al., 2022; Gomes et al., 2023).
O número projetado de pacientes em tratamento dialítico e com transplante renal no Brasil, atualmente próximo de 120.000, e o custo associado de 1,4 bilhão de reais, reforçam a necessidade premente de estratégias de prevenção e intervenção (Araújo et al., 2022).
A crescente incidência da doença renal crônica e os custos elevados de seus estágios avançados demandam uma transformação profunda nos sistemas de saúde, com foco na atenção primária e na prevenção (Mauro, 2025).
A complexidade da DRC e o aumento contínuo de casos, que inclui aproximadamente 42.500 novos pacientes em diálise anualmente no Brasil, exigem uma abordagem proativa e coordenada, onde a enfermagem pode atuar como pilar fundamental na implementação de estratégias de prevenção e gerenciamento da doença (Camargo et al., 2021; Guimarães et al., 2022).
3. METODOLOGIA
A metodologia deste estudo caracteriza-se como descritiva e propositiva, com enfoque interventivo, centrada na elaboração e implementação de um protocolo de cuidados de enfermagem voltado à prevenção de complicações em pacientes com risco ou diagnóstico de doença renal crônica (DRC). O estudo fundamenta-se em evidências científicas recentes sobre enfermagem e nefrologia, com o objetivo de sistematizar ações preventivas na prática clínica.
A população-alvo inclui pacientes adultos com risco ou diagnóstico de DRC, abrangendo indivíduos hipertensos, diabéticos ou portadores de comorbidades associadas, atendidos em unidades de atenção primária à saúde e ambulatórios de nefrologia, ambientes em que a enfermagem desempenha papel direto no cuidado e monitoramento desses pacientes.
A intervenção será desenvolvida em quatro etapas principais. Primeiramente, será realizado um levantamento de evidências por meio de revisão da literatura recente (2018–2025), buscando identificar estratégias eficazes de prevenção de complicações renais e boas práticas de enfermagem em educação em saúde, monitoramento clínico e adesão ao tratamento.
Na segunda etapa, essas informações serão utilizadas para a elaboração de um protocolo de enfermagem, contemplando ações de prevenção primária, como educação em saúde e orientação sobre hábitos de vida saudáveis, bem como medidas de prevenção secundária, incluindo rastreamento de fatores de risco, monitoramento de exames laboratoriais e acompanhamento contínuo dos pacientes.
Em seguida, será realizada a implementação piloto do protocolo em uma amostra de pacientes selecionados, com treinamento da equipe de enfermagem para garantir a padronização das intervenções.
Paralelamente, serão utilizados instrumentos de coleta de dados, como fichas de acompanhamento clínico, questionários de educação em saúde e adesão ao tratamento, além de registros de sinais vitais, exames laboratoriais e intercorrências clínicas.
Por fim, será realizado o monitoramento e a avaliação da intervenção, por meio da comparação de indicadores clínicos e comportamentais antes e depois da aplicação do protocolo, complementada por análise qualitativa das percepções de pacientes e profissionais de enfermagem, permitindo ajustes e aprimoramentos nas ações preventivas propostas.
Dessa forma, a metodologia busca não apenas estruturar uma intervenção baseada em evidências, mas também fornecer subsídios para a incorporação definitiva de práticas de enfermagem eficazes na prevenção de complicações renais, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida dos pacientes e para a otimização do cuidado na atenção primária.
4. RESULTADOS E DISCUSSÕES
A avaliação dos resultados da implementação do protocolo de enfermagem incluirá uma análise aprofundada da redução das taxas de internação hospitalar e da melhoria da adesão ao tratamento, fatores cruciais para a estabilização da condição clínica e a promoção da qualidade de vida dos pacientes (Menezes et al., 2018).
Avaliação de Risco Individualizada
A implementação do protocolo permitiu estratificar os pacientes segundo os níveis de risco para complicações renais. Estudos mostram que a identificação precoce de fatores de risco, como hipertensão, diabetes, idade avançada e uso de nefrotóxicos, é essencial para reduzir progressão da doença renal crônica. A atuação do enfermeiro na detecção desses grupos de risco e na elaboração de um plano de cuidados individualizado é fundamental para a promoção da saúde e a prevenção da progressão da doença (Nascimento et al., 2020).
Espera-se que, com essa abordagem, pacientes de alto risco recebam atenção intensiva, possibilitando intervenções preventivas direcionadas e diminuindo a incidência de descompensações agudas. A estratificação de risco contribui para personalizar o cuidado, priorizando recursos de forma eficiente.
A literatura aponta que estratégias baseadas em risco aumentam a detecção precoce de complicações e otimizam a alocação da equipe de enfermagem. A atuação da enfermagem, que proporciona um cuidado contínuo e centrado no paciente, é fundamental para o monitoramento da adesão ao tratamento e a identificação precoce de complicações (Alodhialah & Almutairi, 2025).
Educação e Orientação do Paciente
As sessões educativas, individuais e em grupo, abordando hábitos de vida, dieta renal, hidratação e sinais de alerta, reforçam a autonomia do paciente e promovem adesão ao tratamento. Estudos indicam que pacientes educados adequadamente apresentam melhores índices de adesão medicamentosa e comportamental, o que reduz complicações como hipertensão descontrolada, retenção hídrica e progressão da doença. A abordagem educativa, ao transformar o paciente em um agente ativo do seu tratamento, melhora sua autogestão e o empoderamento diante da condição crônica (Menezes et al., 2018).
A educação em saúde é um dos pilares da prevenção de complicações renais. Pacientes informados demonstram maior responsabilidade no autocuidado, impactando diretamente nos desfechos clínicos e na redução de internações hospitalares. A abordagem educativa também fortalece a relação enfermeiro-paciente, essencial para o sucesso do cuidado contínuo.
Monitoramento Contínuo e Seguimento
O acompanhamento regular de parâmetros clínicos e laboratoriais permite a detecção precoce de alterações na função renal, ajustando intervenções antes que ocorram complicações graves. Protocolos de monitoramento têm sido associados a uma menor taxa de progressão da doença renal e menor incidência de internações.
O monitoramento sistemático evidencia a importância do papel da enfermagem na atenção primária. A análise de dados clínicos em tempo real permite decisões rápidas, minimizando danos e promovendo cuidado proativo, em vez de reativo, reforçando a prevenção como estratégia central. A consulta de enfermagem, que é uma atividade privativa do enfermeiro, é fundamental para a identificação de problemas de saúde-doença, execução e avaliação dos cuidados que promovem a saúde (Lima et al., 2021).
Prevenção de Infecções e Complicações Associadas
O protocolo inclui medidas rigorosas de higiene e manejo de dispositivos, bem como administração segura de medicamentos nefrotóxicos. A literatura mostra que intervenções de enfermagem focadas em prevenção de infecções hospitalares e cuidado com dispositivos reduzem significativamente complicações, prolongam a vida renal e diminuem custos assistenciais. A padronização dessas práticas é crucial para assegurar a segurança do paciente e otimizar os desfechos clínicos, especialmente em contextos de cronicidade renal (Abe et al., 2023).
Suporte Psicossocial e Motivacional
O acompanhamento psicossocial e as estratégias de incentivo à adesão favorecem a redução do estresse, ansiedade e depressão em pacientes renais, que podem impactar negativamente na evolução da doença. A abordagem biopsicossocial é essencial na prevenção de complicações renais. O suporte emocional e motivacional complementa as medidas clínicas, tornando o cuidado integral e promovendo mudanças comportamentais sustentáveis. A criação de grupos de apoio e a educação para o autocuidado são estratégias eficazes para engajar os pacientes no tratamento, reduzir o estresse e a ansiedade, e melhorar a adesão às recomendações terapêuticas (Camargo et al., 2021).
Capacitação da Equipe de Enfermagem
O treinamento contínuo da equipe garante a aplicação adequada do protocolo, padroniza práticas e promove atualização baseada em evidências. Estudos sugerem que a capacitação frequente aumenta a segurança do paciente, reduz erros de cuidado e fortalece a atuação preventiva da enfermagem. Profissionais bem capacitados são fundamentais para a eficácia do protocolo.
A formação contínua assegura que os procedimentos sejam realizados de maneira uniforme, aumentando a confiabilidade dos resultados e fortalecendo o cuidado centrado no paciente. Isso permite que a equipe esteja apta a identificar e intervir precocemente em situações de risco, contribuindo significativamente para a redução de complicações renais e a promoção da qualidade de vida (Martins et al., 2019; Oliveira et al., 2019).
Ações educativas são relevantes para o aprimoramento das capacidades humanas e para a melhor adesão ao tratamento, impactando positivamente na sobrevida e na redução de riscos intrínsecos à patologia renal (Martins et al., 2019).
Impacto Esperado da Intervenção
A expectativa é que a implementação do protocolo resulte em:
Redução de complicações renais agudas e crônicas.
Diminuição de internações hospitalares.
Melhora na adesão ao tratamento e hábitos de vida.
Aumento da satisfação e qualidade de vida do paciente.
Fortalecimento do papel da enfermagem na prevenção e manejo da DRC. A integração de suporte psicossocial especializado pode mitigar desafios emocionais, financeiros e sociais que frequentemente afetam pacientes com doenças renais progressivas (Seekles & Ormandy, 2022).
A proposta demonstra que intervenções estruturadas, baseadas em evidências e integradas à atenção primária, são capazes de modificar significativamente o curso da doença renal crônica, prevenindo complicações e otimizando recursos de saúde.
A análise de indicadores clínicos, comportamentais e assistenciais permite ajustes contínuos e avaliação da eficácia da intervenção. A melhoria contínua da qualidade e a avaliação sistemática dos resultados da intervenção são cruciais para assegurar a sustentabilidade e a adaptabilidade do protocolo às necessidades emergentes dos pacientes (Camedda et al., 2023; Chen et al., 2025).
Segue a proposta de intervenção no fluxograma:
Embora o fluxograma apresente uma organização lógica e abrangente da assistência de enfermagem, observa-se que ele pode ser considerado amplo e desafiador para aplicação em contextos com limitações de recursos humanos e estruturais, além de não explicitar claramente os critérios objetivos utilizados na estratificação de risco e nos indicadores de avaliação do protocolo.
O fluxo não delimita responsabilidades específicas entre os membros da equipe de enfermagem nem define a periodicidade exata das ações de monitoramento e reavaliação, o que pode gerar variações na prática assistencial. Dessa forma, para evitar que o fluxograma fique desconectado da realidade do serviço, torna-se necessário contextualizá-lo, adaptá-lo ao cenário institucional e complementá-lo com protocolos operacionais e indicadores mensuráveis.
CONCLUSÃO
Com esse estudo pode-se concluir que a implementação de um protocolo de enfermagem abrangente, focado na prevenção de complicações renais, é fundamental para melhorar a qualidade de vida dos pacientes e reduzir a sobrecarga nos sistemas de saúde. A integração de intervenções educativas e de monitoramento contínuo, lideradas por enfermeiros, pode levar a uma melhora significativa no controle de fatores de risco para a progressão da doença renal crônica e na adesão do paciente ao tratamento.
O papel do enfermeiro como agente de ensino é crucial para empoderar o paciente no autocuidado, levando a uma percepção mais positiva do tratamento e à redução de complicações físicas, mentais e sociais. Este empoderamento, pautado em ações assistenciais-educativas, é inexorável para impulsionar o processo de adaptação do paciente à sua condição, garantindo uma melhor sobrevida.
Conclui-se que o fluxograma orienta a prática profissional de enfermagem para uma assistência sistematizada, contínua e centrada no paciente, na qual o enfermeiro assume papel fundamental na avaliação inicial e estratificação de risco, na educação em saúde, no monitoramento clínico e na prevenção de complicações, promovendo intervenções precoces e seguras. O fluxo reforça a importância do cuidado integral, ao incluir o suporte psicossocial e a capacitação permanente da equipe, favorecendo maior adesão ao tratamento, redução de agravos e melhoria da qualidade assistencial.
Dessa forma, a aplicação desse modelo contribui para a padronização das ações de enfermagem, o fortalecimento do trabalho em equipe e a melhoria contínua dos resultados em saúde, assegurando uma prática profissional mais eficiente, humanizada e baseada em evidências.
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1 Doutorando em Saúde Pública. Mestre em Enfermagem na Atenção Primária à Saúde. Membro da International Epidemiological Association (2025–2031). ORCID: https://orcid.org/0009-0008-0206-0011. LATTES: https://lattes.cnpq.br/7137001589681910. E-mail: [email protected]
2 PhD Universidade Federal de Alagoas (UFAL). Docente e orientadora dos programas de mestrado e doutorado. E-mail: ORCID: https://orcid.org/0009-0000-6863-7874. LATTES: http://lattes.cnpq.br/6545566162309530. E-mail: [email protected]