PERFIL DOS ACIDENTES DE TRABALHOS NO RIO GRANDE DO NORTE: UM ESTUDO DESCRITIVO

PROFILE OF WORK ACCIDENTS IN RIO GRANDE DO NORTE: A DESCRIPTIVE STUDY

REGISTRO DOI: 10.70773/revistatopicos/777351408

RESUMO
Os acidentes ocupacionais acarretam custos sociais e econômicos para a região das ocorrências, uma vez que mais de 50% destes profissionais, ficam ao menos 15 dias afastados. Outrossim, observa-se que a informalidade e precarização das condições de trabalho contribuem para o aumento dos riscos de acidentes, no estado do Rio Grande do Norte, houve em 2024 uma taxa de informalidade de 41,30%. Assim, objetivou-se conhecer o perfil dos acidentes de trabalho no Rio Grande do Norte, entre os anos de 2020 a 2025. Os dados foram coletados no do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), com base nas variáveis sociodemográficas e especificas do acidente de trabalho. Os dados coletados foram tabulados no programa Excel para análise descritiva e teste qui-quadrado (χ²). Foram notificados 21.065 casos de acidentes de trabalho, com maior ocorrências entre indivíduos do sexo masculino (15.103), pardos/pretos (11.961), idades entre 20 e 39 anos (9.518) e com escolaridade até o ensino médio (3604). O tipo de acidente de trabalho teve correlação estatística, no teste qui-quadrado, para as variáveis escolaridade (χ² = 74,45); idade do acidentado (χ² =93,27); raça (χ² = 75,38) e evolução clínica (χ² =65,89). Os casos registrados demonstram que a maioria dos acidentes ocorreram profissionais, jovens, homens, atuantes em profissões de menor escolaridade, mas de maior risco de exposição a acidentes, especialmente, profissionais da agricultura, construção civil, saúde e envolvendo motocicletas. Assim, devem ser propostas medidas de segurança no trabalho, proporcionando a redução dos casos de acidentes e fatalidades observadas no presente estudo.
Palavras-chave: Perfil; Acidente de Trabalho; Rio Grande do Norte.

ABSTRACT
Occupational accidents entail social and economic costs for the region where they occur, since more than 50% of these professionals are absent from work for at least 15 days. Furthermore, it is observed that informality and precarious working conditions contribute to increased accident risks; in the state of Rio Grande do Norte, the informality rate in 2024 was 41.30%. Thus, the objective was to understand the profile of work accidents in Rio Grande do Norte between 2020 and 2025. Data were collected from the Notifiable Diseases Information System (SINAN), based on sociodemographic variables and specific variables of the work accident. The collected data were tabulated in Excel for descriptive analysis and chi-square test (χ²). A total of 21,065 work-related accidents were reported, with the highest occurrence among males (15,103), mixed-race/black individuals (11,961), those aged between 20 and 39 years (9,518), and those with education up to high school level (3,604). The type of work-related accident showed a statistical correlation, in the chi-square test, with the variables education level (χ² = 74.45); age of the injured person (χ² = 93.27); race (χ² = 75.38); and clinical outcome (χ² = 65.89). The recorded cases demonstrate that most accidents occurred among young male professionals working in professions requiring lower levels of education but with a higher risk of accident exposure, especially those in agriculture, construction, healthcare, and those involving motorcycles. Therefore, workplace safety measures should be proposed to reduce the number of accidents and fatalities observed in this study.
Keywords: Profile; Workplace Accident; Rio Grande do Norte.

1. INTRODUÇÃO

As lesões ocupacionais podem ser entendidas como leões pessoais, doenças ou óbito decorrente de um acidente laboral. Apresentando uma estimativa mundial de 395 milhões de acidentes em todo mundo (OIT, 2020). Já o acidente de trabalho, pode ser definido, conforme o Art. 19 da Lei nº 8.213/91 (BRASIL, 1991) como:

Aquele que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço de empresa ou de empregador doméstico ou pelo exercício do trabalho dos segurados referidos no inciso VII do art. 11 desta Lei, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte ou a perda ou redução, permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho.

A cada ano, ocorrem centenas de milhares destes casos no Brasil, onde observou-se um crescimento nos tempos recentes, com registros de 724.228 acidentes de trabalho em 2024 (BRASIL, 2025). Estes podem ser classificados como (BRASIL 2019, p. 10):

Acidentes Típicos – são os acidentes decorrentes da característica da atividade profissional desempenhada pelo acidentado;
Acidentes de Trajeto – são os acidentes ocorridos no trajeto entre a residência e o local de trabalho do segurado e vice-versa.

A quantidade expressiva de acidentes demonstra a problemática da segurança ocupacional no Brasil, sendo necessários estudos que avaliem em detalhadamente em cada unidade da Federação sua ocorrência e que possam colaborar com a criação de ações de prevenção (GUTIÉRREZ-FALCÓN, 2025; SILVA et al., 2025).

Ademais, os acidentes ocupacionais acarretam custos sociais e econômicos para a região das ocorrências, uma vez que mais de 50% destes profissionais, ficam ao menos 15 dias afastados de suas funções (BRASIL, 2025). Ainda, um grande percentual pode apresentar sequelas, comprometendo sua atividade laboral ou mesmo exigindo um processo de realocação funcional.

Acerca das variáveis que colaboram com a ocorrência dos acidentes laborais estão a falta de capacitação continuada, excesso de trabalho e ausência ou o não uso de equipamentos de proteção individual. Por fim, acrescenta-se o estresse e cobranças no setor de trabalho (SILVA et al., 2025; Gutiérrez-Falcón, 2025).

Outrossim, observa-se que a informalidade e precarização das condições de trabalho contribuem para o aumento dos riscos de acidentes, sendo que o estado do Rio Grande do Norte, apresentou em 2024 uma taxa de informalidade de 41,30%, totalizando-se 495 mil pessoas (SETHAS, 2024). Desta feita, se objetivou-se realizar um estudo sobre o perfil de acidentes de trabalho no estado do Rio Grande do Norte, entre os anos de 2020 e 2025.

2. METODOLOGIA

2.1. Natureza do Estudo

O presente estudo caracterizou-se como descritivo e quantitativo, onde se buscou caracterizar o perfil dos acidentes de trabalhos e respectivas variáveis, no estado do Rio Grande do Norte.

2.2. Coleta, Tabulação e Análise dos Dados

Os dados foram coletados junto ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) brasileiro, vinculado ao Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS), correspondente aos casos notificados no Rio Grande do Norte, entre os anos de 2020 e 2025. As variáveis utilizadas foram: tipo de acidente, faixa etária, gênero, escolaridade, raça, evolução dos casos, horário de ocorrência, categoria de trabalho, parte do corpo afetada e causas do acidente. Os dados coletados foram tabulados no programa Excel para análise descritiva e teste qui-quadrado (χ²), sendo consideradas estatisticamente significantes aquelas com p < 0,05.

2.3. Aspectos Éticos

O presente estudo segue as considerações éticas da resolução nº 466/2012, do Conselho Nacional de Saúde (CNS), de forma que os dados utilizados na pesquisa foram coletados no sistema de acesso público (SINAM/DATASUS) e sem a identificação das pessoas, não sendo portanto, necessária a apreciação por Comitê de Ética e Pesquisa.

3. RESULTADOS E DISCUSSÕES

No presente estudo analisou-se os dados registrados de acidentes de trabalho no Rio Grande do Norte, conforme registros no Sistema de Informação e Agravos de Notificação (SINAN) de (2020 a 2025). Verificou-se o total de 21.065 casos notificados, tendo-se um aumento expressivo entre os anos de 2020 e 2024, com uma pequena queda em 2025 – Figura 1.

Figura 1. Casos confirmados de Acidentes de trabalho no Rio Grande do Norte entre 2020 e 2025

Fonte: SINAN/DATASUS, 2026.

O menor número de ocorrências nos primeiros anos da pesquisa, coincidem com a pandemia da COVID 19, onde ocorreu a redução da atividade econômica e fechamento de estabelecimentos, acarretando e redução da exposição laboral (Silva et al., 2025).

Na sequência foi realizada a caracterização sociodemográfica das pessoas que tiveram registrados acidentes de trabalho no SINAN (Tabela 1). No geral, observou predominância de homens (15.103); pessoas pardas ou pretas (11.961); idades entre 20 e 39 anos (9.518) e escolaridade até o ensino médio (3.604). Quanto a evolução clínica, a maioria apresentou alguma incapacidade decorrente do acidente (6.152). Por fim, verificou-se correlação, estatisticamente significativa, pelo teste de qui-quadrado entre os tipos de acidente (típico ou trajeto) com as variáveis supracitadas. Esta análise foi realizada, levando-se em conta os casos categorizados no sistema SINAN. Aqueles considerados não informado ou em branco, foram apenas contabilizados no item “Não informado”.

Tabela 1. Análise das variáveis por tipo de acidente do trabalho pelo teste de Qui-quadrado (χ²)

Variáveis Sociodemográficas

Notificação

P valor

Teste χ²

Típico

Trajeto

Escolaridade

Até o ensino fundamental

2603

367

0,00001

74,45

Até o ensino médio

2797

807

Ensino superior

775

265

*Nâo informado: 13.457

Idade do acidentado

Até 19 anos

640

135

0,00001

93,27

20 a 39 anos

7892

1626

Acima de 39 anos

6848

929

*Nâo informado: 2.995

Raça

Branca

2.965

497

0,00001

75,38

Preta/parda

10041

1920

Amarela/indigena

237

159

*Nâo informado: 5.246

Gênero

Feminino

2.196

767

0,3565

-

Masculino

13.180

1.923

*Nâo informado: 2.999

Evolução clínica

Cura

4.827

539

0,00001

65,89

Incapacidade

4949

1203

Óbito

104

21

  

*Nâo informado: 9.962

Fonte: SINAN DATASUS

O maior número de acidentes entre homens está em acordo com outros estudos da área, onde Oliveira et al., (2022) explicam que este gênero em geral desempenham atividades laborais de maior risco ou que têm maior exigência de força física, o que acarreta em maior risco de acidentes. Já o quesito faixa etária predominante entre 20 a 39 anos, está semelhante ao estudo de Araújo et al (2023), em que se observa uma maior predominância de pessoas ativas no setor, portanto acarreta em maior exposição, houve correlação estatisica desta varíavel com o tipo de acidentes (Teste χ² = 93,27). Houveram milhares de formulários sem o cadastro de informações.

No que se refere a escolaridade, observou-se menor ocorrência entre pessoas com ensino superior, semelhante ao observado nos estudos de Costa et al (2026) e Araújo et al., (2023). Estes autores explicam que os profissionais de maior escolaridade em geral, ocupam cargos com menor risco de acidentes, enquanto os demais podem desenvolverrem trabalhos mais perigosos ou mesmo pela menor instrução sobre segurança do trabalho. Houver correlação forte entre este tópico e os tipo de acidente de trabalho (Teste χ² = 74,45). Houveram milhares de formulários sem o cadastro de informações.

Quanto a maior predominância de acidentes entre pessoas pardas/negras, verifica-se pelo alto percentual deste grupo racial na população potiguar, ademais, é citado na literatura que no Nordeste brasileiro há maior incidência destas em setores produtivos de maiores riscos, como a construção civil e agricultura (Costa et al., 2026), justificando-se essa ocorrência e a forte correlação com qui-quadrado - Teste χ² = 75,38. Houveram milhares de formulários sem o cadastro de informações.

Acerca do turno de ocorrência dos acidentes notificados verificou-se uma predominância no perído diurno, totalizando-se 10.217 casos – Figura 2, sendo que 12.006 estava com a informação ausente.

Figura 2. Turno de ocorrência de casos confirmados de Acidentes de trabalho no Rio Grande do Norte entre 2020 e 2025

Fonte: SINAN DATASUS

Uma explicação para a predominância dos acidentes de trabalho no período diurno, refere-se ao maior contingente de profissionais que atuam nesse período, relação à noite e madrugada. Ademais, há maior volume de veículos transitando nas rodovias, portanto, maior exposição dos profissionais aos acidentes típicos ou do trajeto (Souza;Cardozo, 2025).

A respeito do sistema de mercado de trabalho, verificou-se uma maior predominância de acidentes entre empregados registrados (5.136 casos) – Figura 3. Houve 8.500 fichas com essa informação ausente.

Figura 3. Categoria de trabalho dos profissionais com casos confirmados de Acidentes de trabalho no Rio Grande do Norte entre 2020 e 2025

Fonte: SINAN DATASUS

Os dados do presente estudo estão em acordo com Zack et al (2021), em que as principais ocorrências observadas no SINAN, refere-se aos acidentes ocupacionais entre empregados registrados. Os autores explicam que a precariedade das condições de trabalho e a informalidade, não demonstrem a realidade entre os profissionais não regulamentados. Para este item, houve 8.500 casos sem registro da categoria no sistema. Adicionalmente, Silva et al (2025) explicam o grande número de casos entre autônomos por estar, provavelmente, associada a falta de acesso a equipamentos de proteção, baixa frequência de capacitação continuada e maior exposição a atividades de riscos.

Quanto aos locais do corpo atingidos, observou-se maior predominância para a mão (6.093 casos) e os membros superiores (2.711 casos) – Figura 4.

Figura 4. Parte do corpo atingida entre os profissionais com casos confirmados de Acidentes de trabalho no Rio Grande do Norte entre 2020 e 2025

Fonte: SINAN DATASUS

Os resultados apresentados acima estão em acordo com a literatura, onde se observam em geral, maiores ocorrências de lesões nas mãos e membros superiores. Isso pode ser justificado, que em muitas atividades laborais são as áreas corporais primariamente expostas, ademais podem ser decorrentes do gesto de defesa e proteção do rosto e cabeça (Costa et al., 2026; Castro et al., 2025). Houve 738 casos com informação em branco.

Quando analisadas as causas do acidente do trabalho houve predominância para a circunstância do trabalho (7.437 casos) conforme apresenta-se na figura 5. Na sequência observam-se como causas mais recorrentes, a exposição a objetos contundentes ou cortantes (1953) e quedas de diversos tipos (1733).

Figura 5. Causas dos acidentes de trabalhos entre os profissionais com casos confirmados de Acidentes de trabalho no Rio Grande do Norte entre 2020 e 2025

Fonte: SINAN DATASUS

O alto número de acidentes registrados em circunstância do trabalho demonstra a necessidade de ações de prevenção e treinamento aos diversos profissionais do Rio Grande do Norte, uma vez que podem estarem relacionados a diversos fatores, tais como a falta de equipamentos de proteção, imperícia ou mesmo o estresse associado a atividade laborativa (Araújo et al., 2023; Catro et al., 2025). Acerca da causalidade “quedas”, Silva et al., (2025) explicam poder haver relação com a falta de equipamentos de proteção e treinamento adequado dos funcionários.

Quanto a exposição aos agentes cortantes ou perfurantes, Ipiranga et al., (2021) comentam que as causas são uma combinação de fatores, como o ambiente inadequado de trabalho, falta de equipamentos de proteção ou remoção de dispositivos de segurança dos instrumentos utilizados.

Por fim, verificou-se as principais profissões envolvidas nos acidentes estando em destaque: trabalhador volante da agricultura 1268; pedreiro 1484; técnico de enfermagem 785 e servente de obras 612. Ademais houve ainda mecânicos 504; soldador 596; marceneiro 324 e motoentregador 309.

Os achados do presente estudo estão em acordo com a literatura, onde as profissões supracitadas estão desempenhando atividades de maiores riscos, ademais, podem ter problemas associados a falta de treinamento, estresse no trabalho, ausência de equipamentos de proteção ou condições inadequadas no setor (Silva, et al., 2025).

Quanto a evolução clínica dos casos acidentados, observou-se que a maioria teve uma incapacidade temporária (6.519) ou cura (6.110) conforme ilustrado na Figura 6.

Figura 6. Evolução clínica dos acidentes de trabalhos entre os profissionais com casos confirmados de Acidentes de trabalho no Rio Grande do Norte entre 2020 e 2025

Fonte: SINAN DATASUS

Os dados demonstram que a maioria dos profissionais obtiveram condições de retorno as suas atividades laborais, entretanto um número importante de incapacidades temporárias e óbitos foram registrados, devendo-se reforçar as políticas de fiscalização, treinamento e redução dos acidentes laborais no estado.

Um achado importante no presente estudo, refere-se ao alto número de varáveis classificadas como ignoradas ou em branco, podendo sugerir falhas no registro dessas informações. Isto apresenta um aspecto importante, uma vez que política públicas voltadas para o preparo dos serviços de saúde e treinamentos podem não ser adequadamente implementados pela falta de informações reais.

4. CONCLUSÃO

Os casos registrados no presente estudo demonstram que a maioria dos acidentes ocorreram profissionais, jovens, homens, atuantes em profissões de menor escolaridade, mas de maior risco de exposição a acidentes, especialmente, profissionais da agricultura, construção civil, saúde e envolvendo motocicletas.

Assim, contribui-se com a visibilidade sobre o perfil epidemiológico de casos de acidentes de trabalho no Rio Grande do Norte, para que se possa alertar os órgãos governamentais e empresas sobre a necessidade melhorar a atenção nas pedidas de segurança no trabalho, proporcionando a redução dos casos de acidentes e fatalidades observadas no presente estudo.

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1 Prof. Dr. Programa de Pós-Graduação em Saúde da Família – RENASF. Universidade Federal do Rio Grande do Norte. E-mail: [email protected]

2 Prof. Dr. do Departamento de Análises Clínicas Instituição: Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). E-mail: [email protected]

3 Prof. MSc. do Instituto Federal do Tocantins – Araguatins. ). E-mail: [email protected]

4 Mestranda em Ciências Farmacêuticas pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). E-mail: [email protected]

5 Profa Dra. Centro Universitário Maurício de Nassau. - Natal. E-mail: [email protected]