O IMPACTO DAS TICS NA EDUCAÇÃO: DESAFIOS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS PERANTE A ERA DIGITAL

THE IMPACT OF ICTS ON EDUCATION: CHALLENGES IN THE EDUCATION OF YOUNG PEOPLE AND ADULTS IN THE DIGITAL AGE

REGISTRO DOI: 10.70773/revistatopicos/776908476

RESUMO
As Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) são ferramentas primordiais para a educação, cujo desenvolvimento passou por inúmeras transformações nas mais diversas camadas da sociedade, principalmente para a formação da educação. Atualmente, a promoção dessas tecnologias nos espaços escolares vem ganhando cada vez mais impactos positivos, especialmente para a formação de alunos na Educação de Jovens e Adultos (EJA). Assim, este estudo tem como objetivo analisar bibliograficamente os impactos das Tecnologias da Informação (TICs) na Educação de Jovens e Adultos (EJA), identificando os principais desafios para a criação de estratégias que possibilitem a integração eficaz dessas tecnologias no processo educativo dos alunos. Metodologicamente, a pesquisa fundamenta-se na abordagem qualitativa, buscando compreender os impactos das TICs na EJA, investigando, de forma documental, por meio da análise dos documentos, a diversidade encontrada nas Educação de Jovens e Adultos e como esta vem a contribuir para as práticas pedagógicas dentro dos contextos atuais da era digital. É fundamental que políticas públicas sejam construídas dentro da educação na promoção de uma infraestrutura que suporte a integração, com a integração de equipamentos e conectividade para todos os alunos, abordando questões distintas à EJA em prol de um beneficiamento educacional por meio da utilização das TICs, contribuindo de forma integral para que os alunos possam sentir-se cada vez mais preparados para a atualidade digital do Brasil.
Palavras-chave: TICs; EJA; Era Digital.

ABSTRACT
Information and Communication Technologies (ICTs) are essential tools for education, having undergone numerous transformations across various layers of society, especially in the field of education. Currently, the promotion of these technologies in school environments is having an increasingly positive impact, particularly on the education of students in Youth and Adult Education (EJA). Thus, this study aims to bibliographically analyze the impacts that Information and Communication Technologies (ICTs) have on Youth and Adult Education (EJA), identifying the main challenges encountered in creating strategies for the effective integration of these technologies in the educational process of students. Methodologically, the research is based on a qualitative approach, seeking to understand the impacts of ICTs on EJA by investigating, through document analysis, the diversity found within EJA and how it contributes to pedagogical practices in the current contexts of the digital age. It is fundamental that public policies are developed within education to promote an infrastructure that supports integration, including the provision of equipment and connectivity for all students, addressing various issues related to EJA in favor of educational benefits through the use of ICTs, and contributing holistically to ensure that students feel increasingly prepared for Brazil's digital reality.
Keywords: ICTs; EJA; Digital Age.

1. INTRODUÇÃO

As Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) são ferramentas primordiais para a educação, e seu desenvolvimento passou por inúmeras transformações nas mais diversas camadas da sociedade, principalmente para a formação da educação. Atualmente, a promoção dessas tecnologias nos espaços escolares vem ganhando cada vez mais impactos positivos, especialmente para a formação de alunos na Educação de Jovens e Adultos (EJA) (Almeida, 2021).

A era digital criou diversas oportunidades para o aprendizado equitativo dos alunos, mas também trouxe desafios significativos que exigem estudos e avanços para promover uma educação igualitária. Isso inclui a discussão dos principais mecanismos para a implementação das TICs na educação e a análise dos diversos desafios enfrentados na EJA no contexto da educação tecnológica (Oliveira, 2023).

Nota-se que o primeiro desafio é a implementação da inclusão digital nas escolas, em que muitos alunos, incluindo aqueles da Educação de Jovens e Adultos (EJA), devem ter acesso igualitário a diversos mecanismos eletrônicos; é importante ressaltar que nem todos os alunos possuem o acesso ou as habilidades necessárias para utilizar essas novas tecnologias de forma eficaz (Baptista, 2024).

Com a falta de uma alfabetização digital, há possíveis limitações que incapacitam a formação educacional dos alunos para todos os recursos que estão disponíveis dentro das TICs, sendo primordial, com isso, a elaboração de políticas públicas educacionais que possam criar programas direcionados à capacitação dos alunos para a utilização desses mecanismos de forma coerente e eficaz.

Vale também ser considerada a acessibilidade no que compete à utilização das TICs, em que, em diversas regiões, tais como as rurais ou periféricas, apresentam um acesso à internet e aos dispositivos tecnológicos defasados e com obstáculos. A análise dessa desigualdade e do acesso à formação educacional resulta em disparidades na efetivação do aprendizado, evidenciando a necessidade de competências essenciais voltadas para o mercado de trabalho. Na busca por mitigar tal situação, faz-se necessário efetivar políticas públicas que efetivem e implementem a democratização do acesso às TICs (Branco, 2022).

Desse modo, é justificada a pertinência dessa pesquisa, principalmente para uma integração das TICs dentro do currículo da Educação de Jovens e Adultos, apresentando seus principais desafios institucionais, em que as escolas, com suas mais diversas nuances, possam adaptar-se perante as dificuldades para uma adaptação acerca de seus métodos de ensino às novas demandas dos meios tecnológicos. Desse modo, é necessário um olhar atento às modificações que ocorrem em função da formação continuada de professores, a fim de atualizar os diversos mecanismos disponíveis para a prática da utilização dessas ferramentas no espaço escolar.

Assim, busca-se apresentar considerações essenciais para a criação desses mecanismos na educação, com um foco especial na era digital, onde é fundamental oferecer diversos conteúdos e formatos que promovam a efetivação do ensino, especialmente na elaboração de estratégias para o desenvolvimento dos alunos. É fundamental que os professores possam transformar essas informações, com o levantamento de hipóteses que possam justificar essas informações e como elas motivam o não abandono escolar, especialmente aquele encontrado dentro da EJA, nos mais distintos desafios pessoais e profissionais da área.

Assim, há necessidade de uma aprendizagem determinante para a autonomia de todos os envolvidos, por meio da aprovação de uma educação para as TICs, em que há representações para discussões que possam oportunizar o aprendizado de cada aluno conforme suas necessidades, criando disciplinas que apresentem novas habilidades para que os alunos possam ter garantidos novos formatos de aprendizado perante a era digital.

Desse modo, as TICs são ferramentas que se voltam para uma contribuição personalizada do ensino, por meio dos mecanismos digitais, para possíveis adaptações de ferramentas às abordagens e necessidades de cada aluno. Uma personalização se faz evidente perante o entendimento de que essas ferramentas possam efetivar o processo educativo, devendo ser preparadas para uma interpretação no que compete às informações na busca por novas experiências para um aprendizado pertinente à evolução da educação.

Com isso, a integração das TICs na Educação de Jovens e Adultos (EJA) vem levantar questões a serem discutidas, principalmente no que compete à inclusão digital e ao acesso igualitário de todos os recursos educacionais. Com todos os avanços tecnológicos no transcorrer dos anos, diversos mecanismos passam por diversas barreiras, como a falta de habilidade ou acesso aos meios digitais, limitando o uso da internet e a resistência a esses recursos perante as mudanças e acesso às tecnologias. Analisar essas desigualdades acaba por efetivar a necessidade dessa discussão, principalmente no que compete ao aprendizado e à formação de competências essenciais para a educação, em que reside a questão-problema: como as TICs podem ser integradas de forma efetiva na Educação de Jovens e Adultos (EJA), superando os mais diversos desafios em busca da promoção de um aprendizado igualitário?

Assim, este estudo tem como objetivo analisar bibliograficamente os impactos das Tecnologias da Informação (TICs) na Educação de Jovens e Adultos (EJA), identificando os principais desafios para a criação de estratégias que possibilitem a integração eficaz dessas tecnologias no processo educativo dos alunos. Especificamente, examinar o processo de relação existente entre o acesso às TICs e a alfabetização em caráter educacional digital para identificar todas as barreiras que podem limitar a participação desse público na educação digital; discutir as metodologias de ensino para a utilização das TICs, por meio da eficiência deste processo de inclusão das TICs e a motivação dos alunos para esse novo processo de ensino; explorar as principais iniciativas educacionais para a democratização do acesso às TICs, propondo recomendações distintas que possam melhorar a implementação desses mecanismos digitais.

2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA OU REVISÃO DA LITERATURA

A Educação de Jovens e Adultos (EJA) no território nacional é uma discussão iminente para a compreensão da educação brasileira, principalmente ao visualizar suas principais concepções, assim como características que passam a comportar a modalidade de ensino noturno. Esse formato de ensino deve ser compreendido como uma contemplação às modalidades de inovações tecnológicas para o uso das Tecnologias de Informação e Comunicação, trazendo discussões pertinentes para o seu uso aos alunos da EJA (Castro, 2023).

Trazendo uma contextualização sobre sua historicidade, a Educação de Jovens e Adultos teve seu início com a chegada dos padres jesuítas ao Brasil; pertencentes à Companhia de Jesus, foi fundada por Inácio de Loyola, tendo sua maior liderança no Padre Manuel de Nóbrega, na década de 1592. Neste momento da história do país, os padres jesuítas construíram uma educação voltada para a aplicação de leitura e escrita, assim começando o processo de alfabetização e catequese no Brasil (Chechi, 2022).

Nesse momento, a alfabetização brasileira tinha sua maior destinação aos filhos da elite portuguesa e, por sua vez, a catequese possuía seu destino aos indígenas. No que compete à história e sua dedicação pertencentes aos jesuítas, buscavam a difusão das palavras do evangelho, em que normas direcionadas ao comportamento vinham a apresentar ensinos e ofícios aos indígenas e negros que pertenciam à corte imperial. Porém, os jesuítas foram retirados do Brasil em 1759, quando, nesse período, foi evidenciado o começo da EJA (Côrrea, 2024).

Compreende-se que, desde o seu começo, a EJA se desenvolveu perante as problemáticas direcionadas à formação de políticas públicas que pudessem trazer uma diminuição dos índices de analfabetismo no Brasil, por meio da adesão de inúmeras campanhas, como a Campanha de Educação de Adolescentes e Adultos (CEAA), em 1947; a Campanha de Educação Rural (CNER), em 1952; a Campanha Nacional de Erradicação do Analfabetismo (CNEA), em 1958; assim evidenciando que todas essas campanhas deveriam ser amparadas principalmente pelo Fundo Nacional de Ensino Primário (FNEP), desde o ano de 1942 (Coqueiro, 2024).

Todas essas campanhas foram responsáveis por trazer pactos para a melhoria da educação brasileira, procurando a criação de políticas educacionais vigentes, focando especialmente na diminuição do analfabetismo populacional, não deixando que entraves fossem evidenciados para o progresso do país, principalmente na formação de uma educação para adultos, tentando diminuir o analfabetismo em cumprimento dos direitos ao profissional, civil e cultural, em que todas as pessoas (Dias, 2021).

Nesse viés, a modalidade da EJA passa a identificar como se constroem as suas principais trajetórias para a atualidade da educação de adultos, em que todos os trabalhos que são realizados pelos professores possam criar mecanismos para que a educação dos jovens e adultos possa trazer uma realidade emancipatória sobre todos os mecanismos que são desenvolvidos para a criação de novos currículos a partir dos mais diversos diálogos acerca da liberdade e reflexões sobre os mecanismos, à atualidade, compromisso com a liberdade à uma educação sobre o componente humanizado e de transformação social (Deoclecio, 2025).

A EJA é uma modalidade que desde seus primórdios até a atualidade carece de uma maior compreensão de sua dimensão, principalmente a necessidade de gerir currículos e programas voltados ao atendimento de estudantes e como esses podem ter práticas reais de rua e realidade em sala de aula; assim, também inserindo as TICs como mecanismos para a utilização de seus mais diversos meios (Nascimento, 2021).

Desse modo, a educação de jovens e adultos (EJA) no Brasil contemporâneo enfrenta diversos desafios e oportunidades. Nota-se que o Brasil é marcado por diversas desigualdades sociais e econômicas, em que diversos jovens e adultos ainda não tiveram um acesso adequado à educação formal, impactando de modo direto todas as possibilidades de uma inserção pertinente ao mercado de trabalho, assim como na vida social de todas as pessoas que necessitam dessa modalidade de ensino (Lucas, 2023).

A EJA, nesse sentido, objetiva trazer um atendimento estudantil à demanda de adultos e jovens, oferecendo uma chance àqueles que não tiveram oportunidades de estudar na idade apropriada. Por sua vez, a implementação efetiva dessa modalidade ainda possui inúmeras barreiras para seu sucesso, principalmente no que compete à falta de uma infraestrutura adequada, escassez dos recursos que possam evidenciar um estudo diferenciado, assim como uma formação continuada aos professores para que assim possam ser preparados às mais diversas especificidades do público jovem e adulto (Lucio, 2021).

Com isso, trazer um olhar para novos mecanismos à educação, como a implementação da era digital, possibilita a inserção de metodologias que possam concretizar um novo olhar de aprendizado ao ensino; assim, com as TICs como ferramentas diferenciadas para o processo educativo, haverá a possibilidade da inclusão digital à formação dos alunos, melhorando suas habilidades e criando ferramentas que possam considerar um ensino e aprendizagem igualitário e diferenciador a todos (Pires, 2020).

Portanto, a EJA no país é um mecanismo voltado para a concretização de que todas as pessoas possam concluir seus estudos, formando uma integralidade à educação, assim como uma equidade aos alunos, preparando-os para todos os desafios do novo século, promovendo então uma educação que respeite as modificações, vivências e contextos de todo o seu público (Nascimento, 2021).

3. METODOLOGIA

A metodologia de uma pesquisa é o alicerce sobre o qual se constrói todo o processo investigativo, definindo os caminhos a serem percorridos para alcançar os objetivos propostos. No contexto deste estudo, que busca compreender os impactos das TICs na educação, são discutidos os desafios enfrentados pela EJA na era digital. A escolha metodológica assume um papel fundamental na orientação do olhar investigativo e na construção do conhecimento.

O percurso metodológico delineado neste artigo foi a pesquisa documental como método principal, a coleta de documentos como técnica para obtenção dos dados e a análise de conteúdo como estratégia para interpretação das informações coletadas. Esta estrutura metodológica foi cuidadosamente elaborada para proporcionar uma investigação rigorosa e sistemática, capaz de revelar nuances e particularidades das práticas estudadas, contribuindo, assim, para o avanço do conhecimento nesta área e para a reflexão sobre as práticas pedagógicas vigentes.

Para alcançar os objetivos estabelecidos no presente estudo, a pesquisa foi de natureza qualitativa (Minayo, 2000), com o objetivo de conhecer e interpretar o que foi coletado, sendo o procedimento metodológico uma análise documental. Alguns dos principais métodos desta abordagem são a análise de documentos e análise de imagens, em que a pesquisa qualitativa responde a questões muito particulares. Ela se preocupa, nas ciências sociais, com um nível de realidade que não pode ser quantificado. Ou seja, ela trabalha com o universo de significados, motivos, aspirações, crenças, valores e atitudes. Isso corresponde a um espaço mais profundo das relações, dos processos e dos fenômenos que não podem ser reduzidos à operacionalização de variáveis (Minayo, 1994).

Como técnica para análise dos documentos coletados foi utilizada a análise de conteúdo, conforme Bardin (2016), a qual ocorreu em observância às três etapas propostas pelo autor, que são as seguintes: A pré-análise, exploração do material e tratamento dos resultados, a inferência e a interpretação. Diante da importância do percurso metodológico, como base estruturante da sequência de ações do pesquisador, adotar-se-á a abordagem qualitativa, já enunciada no início desta escrita, que entende a realidade como socialmente construída, portanto não pode ser aprendida e reduzida a expressão de estudos quantitativos. A partir desta concepção, descrevem-se os instrumentos de coleta de dados, referentes ao lócus em que a pesquisa será desenvolvida.

Para a presente pesquisa, foram utilizados critérios de inclusão e exclusão, que são fundamentais para a criação de mecanismos que possam selecionar e discutir todos os materiais da pesquisa, focando especialmente em analisar os impactos das TICs na EJA. Para garantir a relevância das informações coletadas, foram considerados apenas artigos que estão disponíveis de forma gratuita, permitindo o acesso sem qualquer custo, o que é fundamental para a democratização da informação. Por sua vez, os textos foram disponibilizados em português, inglês e espanhol, com uma abrangência à diversidade e às perspectivas linguísticas.

O recorte temporal se constitui como um segundo ponto principal para a pesquisa, sendo incluídos os estudos que foram publicados nos últimos cinco anos (2020-2025), assegurando que todas as informações coletadas para a pesquisa possam refletir em uma atualização das informações. Foi fundamental que todos os artigos que serão utilizados possam abordar os impactos das TICs na educação de jovens e adultos, considerando questões relacionadas às práticas pedagógicas dos professores para a criação de políticas educacionais que são pertinentes à formação de uma educação digital.

Por sua vez, foram excluídos os artigos que necessitem de pagamento para seu acesso ou ainda de uma assinatura para seu alcance, assim como aqueles que não são escritos nos idiomas que foram selecionados para a pesquisa. Os artigos publicados em anos anteriores a 2019 não foram considerados na íntegra, a fim de manter a pesquisa focada nos anos mais recentes. Diante disso, trabalhos que não apresentavam as questões pertinentes para a pesquisa, assim como a natureza acadêmica, não fizeram parte dessa pesquisa.

A pesquisa adotou como aspectos éticos para a pesquisa bibliográfica os fundamentos que puderam garantir a integridade e credibilidade do estudo, sendo essencial o respeito aos direitos autorais e às normas para citação, na busca por assegurar que todas as fontes tivessem sua utilização devidamente creditada para uma pesquisa em viés acadêmico; assim, não valorizando apenas os trabalhos originais, mas também trazendo considerações que efetivem todas as formas de transparência para a presente pesquisa.

4. RESULTADOS E DISCUSSÕES

Inicialmente, vale destacar que o Brasil se forma como o primeiro país em desenvolvimento a promulgar políticas públicas direcionadas à informatização dos alunos. Leis como a Lei da Informática e a Lei das TICs, como podem ser evidenciadas na figura, determinam a iminência em uma formação para a era digital de todos os alunos.

Com A promoção destas leis para a formação de ambientes digitais, nota-se que há o desenvolvimento seguro de uma educação que também considera os espaços digitais para a construção de uma educação que se modernize perante todas as suas necessidades, criando principalmente a construção de novos espaços que comportem as tecnologias da educação digital, tais como laboratórios de informática e mais cursos universitários que possam ambientar novas perspectivas à educação digital, dentro e fora das escolas (Martins, 2021).

Ao fazer uma análise pertinente da figura 1, nota-se que, desde o ano de 1991, criou-se a chamada política pública de informática, chamada de Lei da Informática, sob o nº 8.248, voltada ao desenvolvimento de espaços seguros para que todas as pessoas, assim como empresas, pudessem ter uma visão e análise mais pertinentes para o uso da internet na economia nacional. Tais marcos foram propulsores para todas as modificações que se formaram nos anos posteriores para a informática no país. Por meio de um olhar atento para essa ilustração, nota-se a importância de uma discussão acerca dessas leis no que compete à inclusão digital, como mecanismos de estímulo à produção local e à tecnologia dentro da educação (Moreira, 2023).

Desse modo, observa-se que essa linha do tempo é relevante para compreender como as legislações foram elaboradas para atender às necessidades da educação digital, enfatizando a inclusão e reconhecendo a importância da democratização do acesso às tecnologias nas escolas, que é um mecanismo essencial para o desenvolvimento social e econômico. Junto a isso, ao longo dos anos, inúmeras modificações foram pertinentes, mas faz-se necessário criar mecanismos que possam adequar todas as diretrizes para ambientes cada vez mais eficientes na promoção de inovações na educação, criando e construindo uma infraestrutura adequada às escolas no que compete ao compromisso com os avanços tecnológicos na inclusão social dos alunos da EJA (Moreira, 2022).

Assim, compreende-se nas TICs, dentro das escolas, a possibilidade de que os alunos possam ter a oportunidade de uma transformação às experiências educacionais, criando ferramentas digitais e recursos online, para que a EJA possa se tornar cada vez mais acessível e atraente, possibilitando que os alunos possam criar habilidades essenciais para a era digital (Nascimento, 2024).

As TICs, desse modo, são meios para a facilitação do acesso a conteúdos diversificados. Elas podem promover uma aprendizagem mais colaborativa em caráter interativo de todos os seus alunos, entre eles, aqueles que estão na EJA. Essas tecnologias podem ser formadas mediante adaptações das metodologias já abordadas às necessidades de um aprendizado ao próprio ritmo, de acordo com seus interesses. Além disso, há a motivação e aprendizagem de forma igualitária nos caminhos digitais, tão evidentes na realidade atual (Pereira, 2024).

Estudar esse assunto é de fundamental importância, uma vez que os desafios são distintos e precisam ser considerados, onde a inclusão digital possa eliminar todas as barreiras de não familiaridade com as tecnologias; inserindo uma formação para as tecnologias de forma efetiva, necessitando de um maior investimento na formação continuada de todos os professores, podendo garantir que os mesmos estejam preparados para utilizar todas as ferramentas educacionais de maneira eficaz e metodologicamente coerente (Ribeiro, 2022).

É fundamental que políticas públicas sejam desenvolvidas na educação para promover uma infraestrutura que suporte a integração de equipamentos e conectividade para todos os alunos, abordando questões específicas da Educação de Jovens e Adultos (EJA) em prol de um aprimoramento educacional por meio da utilização das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs), contribuindo integralmente para que os alunos se sintam cada vez mais preparados para a atualidade digital do Brasil (Santos, 2020).

5. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Neste estudo, foi evidenciada a importância das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) na Educação de Jovens e Adultos (EJA), destacando tanto os impactos positivos quanto os desafios enfrentados na implementação dessas ferramentas. As TICs têm se mostrado cruciais na promoção de um ambiente educacional que favorece a inclusão digital. A pesquisa indica que, embora haja uma crescente integração das TICs nas práticas pedagógicas, ainda existem barreiras significativas que limitam o acesso e a eficácia desse processo.

Um dos principais achados revela que a utilização das TICs na EJA contribui para a melhoria na alfabetização digital dos alunos. Por meio de plataformas digitais, os educandos têm a oportunidade de desenvolver habilidades que são essenciais no contexto atual, como a busca e a avaliação crítica de informações online. No entanto, a falta de infraestrutura adequada e a escassez de formação continuada para os educadores ainda são obstáculos que precisam ser superados para garantir uma integração efetiva das TICs no currículo da EJA.

Além disso, a pesquisa aponta que a resistência à mudança por parte de alguns educadores e alunos representa um desafio considerável. A percepção de que as TICs são complicadas de usar ou desnecessárias para o ensino tradicional pode limitar a adoção dessas tecnologias. Portanto, é fundamental promover uma cultura de inovação dentro das instituições educacionais, incentivando tanto educadores quanto alunos a explorar as potencialidades das TICs.

Outro ponto relevante é a análise das metodologias de ensino utilizadas na EJA. As TICs oferecem uma variedade de recursos que podem tornar as aulas mais dinâmicas e atrativas. No entanto, a pesquisa indica que a efetividade dessas metodologias depende da formação dos professores, que devem estar capacitados para utilizar as ferramentas tecnológicas de maneira pedagógica, transformando-as em aliadas no processo de ensino-aprendizagem.

Assim, a inclusão de TICs na EJA não se limita apenas ao uso de dispositivos e softwares, mas também envolve a criação de um ambiente colaborativo em que os alunos possam compartilhar conhecimentos e experiências. A pesquisa preliminar sugere que a interação entre os alunos, mediada pelas novas tecnologias, pode criar um espaço de aprendizagem mais rico e significativo, promovendo um senso de comunidade e pertencimento.

As políticas públicas também desempenham um papel crucial na implementação das TICs na EJA. A pesquisa identifica que a falta de investimentos e de um planejamento estratégico para a formação de infraestrutura tecnológica nas escolas limita o potencial das TICs. Assim, recomenda-se que as políticas educacionais sejam revisadas para incluir diretrizes que incentivem a adoção de tecnologias digitais nas práticas pedagógicas da EJA.

Outro achado importante diz respeito à necessidade de personalização do ensino por meio das TICs. Os alunos da EJA, muitas vezes, vêm de contextos diversos e possuem diferentes ritmos de aprendizagem. As TICs podem ser utilizadas para adaptar o conteúdo e as metodologias às necessidades individuais de cada aluno, permitindo que cada um avance em seu próprio ritmo e adquira as competências necessárias para sua inserção no mercado de trabalho.

Assim, sugere-se que a integração das TICs na EJA não é apenas uma questão de modernização do ensino, mas sim uma questão de justiça social. A promoção do acesso às tecnologias digitais é fundamental para garantir que todos os indivíduos tenham a oportunidade de se desenvolver em um mundo cada vez mais digitalizado. A pesquisa conclui que a superação dos desafios identificados é essencial para garantir uma educação de qualidade para todos, especialmente para aqueles que mais necessitam de apoio e recursos, como os alunos da EJA.

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1 Ayne Andrade. Pedagoga (Universidade federal do Tocantins - UFT), Pós Graduada em Orientação Educacional (Universidade Gran) Pedagoga vinculada a Secretaria Regional de Ensino de Palmas -TO (SRE -TO) e Porfessora dos anos iniciais do Ensino Fundamental da Secretaria de Educação do Município de Porto Nacional TO (SEMED - Porto Nacional). E-mail: [email protected]. ORCID: 0009-0005-6340-527X