O FEMINISMO AFRO-LATINO-AMERICANO DE LÉLIA GONZALEZ E SUA ESSÊNCIA POÉTICA EM GALERIAS AFROEPISTÊMICAS

LÉLIA GONZALEZ'S AFRO-LATIN AMERICAN FEMINISM AND ITS POETIC ESSENCE IN AFRO-EPISTEMIC GALLERIES

REGISTRO DOI: 10.70773/revistatopicos/785278697

RESUMO
Este estudo discorre de forma poética sobre a produção intelectual de Lélia Gonzalez (1935 – 1994), com o objetivo de conhecer, analisar e evidenciar sua teorização acadêmica e sua forma de interpretar o mundo na sociedade brasileira. Em forma de poema são apresentadas sua atuação e militância, assim como as influências recebidas ao longo da sua carreira como intelectual engajada na causa do feminismo negro no Brasil, na África, nos Estados Unidos e países latinos. Possui uma abordagem metodológica inovadora nomeada de Galeria Afroepistêmica que vem sendo utilizada pela professora Raimunda Machado, desde 2016, como método de pesquisa e de ensino, privilegiando a escuta ativa, os saberes ancestrais, a oralidade, a experiência corporal, dentre outras características. A escrita poética tem por base a obra “Por um feminismo afro-latino-americano” (Gonzalez, 2020), sustentada nos estudos de: Asante (2009), Castiano (2013), Conceição Evaristo (2017), Francilene Silva (2022), Gonzalez (2020), Grada Kilomba (2019), Nah Dove (1998), entre outras.
Palavras-chave: Lélia Gonzalez; Feminismo negro; Arte poética; Galeria Afroepistêmica.

ABSTRACT
This study discusses in a poetic way the intellectual production of Lélia Gonzalez (1935-1994), with the objective of knowing, analyzing and highlighting her academic theorizing and her way of interpreting the world in Brazilian society. In the form of a poem, her performance and activism are presented, as well as the influences received throughout her career as an intellectual engaged in the cause of black feminism in Brazil, Africa, the United States and Latin countries. It has an innovative methodological approach called Afroepistemic Gallery that has been used by Professor Raimunda Machado since 2016 as a research and teaching method, privileging active listening, ancestral knowledge, orality, bodily experience, among other characteristics. The poetic writing is based on the work “For an Afro-Latin American feminism” (Gonzalez, 2020), supported by the studies of: Asante (2009), Castiano (2013), Conceição Evaristo (2017), Francilene Silva (2022), Gonzalez (2020), Grada Kilomba (2019), Nah Dove (1998), among others.
Keywords: Lélia Gonzalez; Racism; Black feminism; Poetic art.

INTRODUÇÃO

Por um Feminismo Afro-Latino-Americano é uma coletânea da intelectual e ativista Lélia Gonzalez (1935 – 1994) que reúne ensaios, artigos e entrevistas. São textos escritos entre as décadas de 1970 e 1990, organizados por Flávia Rios e Márcia Lima e publicados em 2020 pela editora Zahar.

Lélia Gonzalez é uma das vozes mais importantes do feminismo negro no Brasil e na América Latina. A obra abrange produções de um período marcado por lutas democráticas e reivindicações por igualdade racial. Está dividida em três partes principais: Ensaios, Intervenções e Diálogos.

Nos ensaios, Gonzalez (2020) apresenta reflexões aprofundadas sobre cultura, racismo, sexismo e identidade negra, introduzindo conceitos inovadores como "amefricanidade", que demonstra a forte presença africana na formação cultural do continente, argumentando que todos/as as/os brasileiras/os são ladino-amefricanos.

Na seção de intervenções, encontram-se artigos curtos, discursos e textos de posicionamento político, evidenciando a militância ativa da autora. Destaca-se a criação de grupos amefricanos, com o surgimento de vários coletivos de mulheres negras como movimentos de resistência, luta, libertação, de reflexão crítica das heranças coloniais e de resgate da cidadania, além de seu discurso na Constituinte, onde defendeu políticas contra o racismo e o sexismo.

Por fim, os diálogos reúnem entrevistas em que Gonzalez (2020) compartilha sua trajetória e pensamento, abordando sua crítica ao eurocentrismo e sua defesa por um feminismo que atenda às especificidades das mulheres negras e latino-americanas, inclusive, aquelas de concepções mais progressistas que minimizam as opressões raciais.

Com essa estrutura a obra possui uma abordagem interdisciplinar, que envolve história, sociologia, psicanálise e filosofia para abordar temáticas relevantes como: a luta contra o racismo e o imperialismo; a questão da mulher negra, a “mulata brasileira”; a questão da juventude negra; os anseios democráticos do Brasil e de outros países da América Latina e do Caribe; as lutas por independência dos países africanos; as reivindicações por igualdade racial nos Estados Unidos; racismo e sexismo na cultura brasileira; a mulher negra na sociedade brasileira, e outras assuntos ligados à temática do movimento negro no Brasil.

O estudo dessa obra foi realizado por meio da escrita poética. Uma maneira de narrar algo, questionando as estruturas de poder, denunciando opressões e reivindicando as epistemologias negras. Seu uso no artigo científico/acadêmico desafia a norma acadêmica ocidental, mostrando que há outros lugares de reflexão para subjetividades historicamente silenciadas, além de se alinhar profundamente à essência do pensamento de Lélia Gonzalez, tornando-se um gesto político e epistemológico poderoso.

Assim, fizemos uma escolha teórico-metodológica por apresentar a obra “Por um feminismo afro-latino-americano” e seus desdobramentos em forma de poema, trazendo cada conceito em versos e rimas, adornando-os com o lirismo e a melodia da escrita poética, como possibilidade de estudo da obra tanto no currículo da Educação Básica quanto na Educação Superior, incluindo a Pós-Graduação.

Trata-se de uma metodologia que é sistematizada em Galerias Afroepistêmicas, por meio do uso das múltiplas linguagens na escuta e escrita de si. Tem sido muito utilizada nas disciplinas ministradas pela Professora Raimunda Machado, obtendo a aceitação e o envolvimento das/os estudantes. É, também, uma maneira de convidar a/o leitora/or a mergulhar nas construções, reconstruções e reformulações da brilhante intelectual afro-brasileira Lélia Gonzalez, em forma de viagem literária.

É importante ressaltar, o porquê deste estudo trazer uma estrutura em forma de poesia, o que se torna compreensível quando entende-se que a autora é uma poeta maranhense que já possui quatro obras publicadas em poesias, contos e crônicas, logo, suas experiências de escrita possuem uma profunda conexão com a metodologia de uso das Galerias Afroepistêmicas, despertando-lhe o interesse pela reflexão poética de obras acadêmicas. Afinal, o poema é um mecanismo de reflexão crítica mais atraente e ao mesmo tempo de fácil entendimento.

As Galerias Afroepistêmicas têm sido utilizadas nas disciplinas da Graduação e Pós-Graduação em substituição aos seminários tradicionais de apresentação de trabalhos. Com base em epistemologias afrocentradas descoloniais e contracoloniais funcionam como método de pesquisa e de ensino, privilegiando a escuta ativa, os saberes ancestrais, a oralidade, a experiência corporal. Assim, professoras/es podem recriar práticas de pesquisa e continuar valorizando as entrevistas, histórias de vida, etnografias, mas de modo afrocentrado, sensível e com oralimagens (Silva, 2022) que assumem epistemologias próprias, sensoriais, coletivas e ancestrais. Nas práticas curriculares seu caráter de educação transdisciplinar, coletiva, sensorial e de corporeidade, utiliza-se de projetos com intervenções pedagógicas artísticas, rodas de conversa, estudo coletivo e experiências sensoriais para aprender/ensinar/aprender conteúdos históricos e culturais ladino-amefricanos, cocriando lugares interculturais para todas as pessoas.

Na pesquisa, no ensino e na extensão, as Galerias Afroepistêmicas, não se baseiam apenas em textos escritos, pois valoriza a música, dança, grafismos, corporeidade, audiovisual e performance como formas de produção e partilha do saber, fortalecendo as interações mais horizontais e respeitosas entre as pessoas em diálogo na pesquisa. Nesse sentido, os lugares de aprendizagem são imaginados e sentidos como quilombo acadêmico, onde o conhecimento é vivo e suas descobertas emocionam. Os processos de reinvenção das práticas curriculares baseadas nessa abordagem das Galerias Afroepistêmicas articulam saberes acadêmicos e saberes locais (Castiano, 2013).

Os estudos sobre as tecituras epistêmicas de gênero e raça em Machado (2018), a violência epistemológica em Kilomba (2019), a epistemologia afrocêntrica que reposiciona a mulher africana no centro de sua própria história (Dove, 1998) e a voz poética e autêntica de Evaristo (2017) e Lucinda (2016), são algumas das obras que impulsionaram a recriação de métodos de ensino, pesquisa e extensão comprometidos com a ressignificação da história e cultura africana e afro-brasileira. Esses trabalhos contribuem na produção de conhecimentos, valorizando a oralidade, a memória e a luta por justiça sociocultural e cognitiva.

Ao articular poesia, teoria, empiria episódios do cotidiano, essas e outras obras afrocentradas sustentam uma produção estética descolonizadora, fundamental na compreensão das experiências raciais contemporâneas. Portanto, compreendemos ser de suma relevância trazer para o debate uma possibilidade poética de explorar a riqueza das contribuições de Lélia Gonzalez para o palco das questões relacionadas ao feminismo negro, assim como, alimentar discussões em torno de suas reflexões sobre gênero, raça e classe na formação econômica-social brasileira e latino-americana, ou como ela mesma denominou, “afro-latino-americano” ou “Ladino-Amefricano”.

A seguir, o poema de Maura Luza Frazão, produzido na disciplina Mulheres e Relações de Gênero, ministrada pela professora Raimunda Machado no Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE), exemplifica como os conceitos acadêmicos podem se transformar em relatos de profunda crítica, mantendo-se acessíveis. Além disso, em outra ocasião de estudo, na disciplina Epistemologia das Ciências Humanas, analisamos e debatemos a obra Memórias da Plantação: episódios de Racismo Cotidiano, de Grada Kilomba, à luz da teoria da forma poética Spina.

A LÉLIA EM TODAS NÓS

(Maura Luza Frazão)

“Eu sinto que estou sendo escolhida
para representar o feminismo negro.
E por que aqui no Brasil vocês precisam
buscar essa referência nos Estados Unidos?
Acho que aprendi mais com Lélia Gonzalez
do que vocês aprenderão comigo.”
Angela Davis

A intelectual negra e feminista
Mais expressiva do Brasil no século XX
Ensaios, intervenções, diálogos
Em ordem cronológica, seus anseios democráticos
Desmistificando um país autocrático
Implícitos explícitos à nação brasileira
E a outros países também
Da América Latina e Caribe, nos Estados Unidos, e além
Reinvindicações por igualdade racial amefricana
E na luta pela indenização dos países africanos.
Garimpados em várias fontes
Reconstruindo pontes
Uma gama de valores em escritos compilados

Físicos ou virtuais
Em inúmeros sebos encontrados
De artigos a entrevistas
Nos periódicos da chamada imprensa alternativa
Celeiros de ideias progressistas
Contraculturais e democráticas
Invadindo bancas, sob pretensa bandeira
Tempos sombrios, incertos,
Ditadura militar brasileira.

Nos ensaios de Lélia Gonzalez
Representações mais aprofundadas
A insubmissão feminina
Pela ciência cuidadosamente adornada
Intenso debate intelectual
Vasto conhecimento humanista
Desmistificando a escrita truncada
Ortografia formal versus língua falada
Um misto de coloquialismo
Reformulando a erudição
Do latim ao banto
Originando o “pretuguês”
Africanização ou crioulização.

Referências à filosofia ocidental
Marcando sua formação acadêmica
Juntando ditos populares
Às elaborações dos mestres de escolas de samba
Gerando polifonia, escuta de múltiplas vozes
Nos ensaios de Lélia Gonzalez
Originalidade personalizada
Desmascarando algozes
Perceptíveis em seus ensaios, artigos, diálogos
Apresentados em Congressos Internacionais
E em Universidades estrangeiras
Reações, intervenções, polêmicas
Controvérsias na vida e na política brasileira.

Atuante crítica à persistência do racismo
E sexismo na cultura brasileira
Posições firmes
Desmistificando saberes
Descolonizando
Perspectivas interseccionais
Em textos inéditos
Papel concreto da mulher negra ativista
Na construção do Pacto constitucional
Balizando convivência política feminina negra
De outrora e agora
De forma integral.

Relevante destacar
Um apêndice sobre a filosofia lacaniana
Facilitando a compreensão
Do interesse de Lélia pela psicanálise
Aspectos biográficos da autora
Autoanálise articulada às interpretações
Em “Por um feminismo afro-latino-americano”
Reflexões sobre as formas de dominação
Resistência às fronteiras hemisféricas
Linguísticas e nacionais
Dando acesso a ensaios desconhecidos do público
Concentrados nas línguas internacionais.

Crítica radical aos chamados intérpretes do Brasil
Reagindo ao arianismo de Oliveira Vianna
Ao Elogio à mestiçagem de Gilberto Freyre
Às tintas patriarcais de Caio Prado Junior
Em seu famoso “A formação do Brasil contemporâneo”
Entre outros…
Crítica a escola paulista de sociologia
Apontando equívocos no entendimento
Nas interpretações das relações raciais
Liderados por Florestan Fernandes
Referenciadas por Fernando Henrique Cardoso
Gerando conflitos e descontentamento.

No campo da antropologia
Leitora aficionada das formulações culturalistas
De Arthur Ramos
Reflexões estruturalistas de Roberto DaMatta
DaMatta por suas análises
Do comportamento ritualista
Representações sociais
E hipóteses de inversão das hierarquias sócio-ocupacionais
Em contextos em que as regras
São temporariamente suspensas
O sexismo exaltado, ovacionado, exacerbado
Como nas festas de carnaval.

Suas influências da Europa
Simone de Beauvoir - em seu “O segundo sexo”
O marxismo – principalmente da escola francesa
A psicanálise – a filosofia lacaniana
Lélia Gonzalez em cenário africano
Recebendo Influência do anticolonialismo – Amilcar Cabral
Aprofundamento dos conhecimentos
Civilizações africanas – Cheikh Anta Diop
Disseminação do legado de Diop em minicursos
A história da África antes da colonização
Gênero na África Ocidental – Filomina Chioma Stead
“The Black Woman Cross-Culturally, de 1981”.

Todas essas interlocuções acadêmicas
Revelando o vigor do pensamento de Lélia Gonzalez
Não ofuscaram o brilho, expansão
E difusão do Feminismo negro no Brasil
Nos demais países americanos
O pensamento de Lélia Gonzalez
Um processo de valorização
E reconhecimento da trajetória da produção intelectual
De ativistas negras brasileira.

No campo da política
Em termos de representação
Um forte protagonismo de mulheres negras
Fortalecimento, engajamento intelectual
Crescimento da atuação
De uma nova geração de feministas negras
Acionando diferentes recursos e ferramentas
Em frentes de mobilização.

Conhecimento e reconhecimento
Distintas homenagens
Iniciativas de múltiplas, divulgação das suas obras
Em destaque, o Memorial Lélia Gonzalez
Sob a batuta de Ana Maria Felippe
Difusão do pensamento, concepção de memórias
Lélia Gonzalez: Feminismo negro no Palco da História.
No campo acadêmico
Ampliação de oportunidades
Negras e negros nas universidades
Abrindo um leque de possiblidades
Políticas de acesso fortalecidas
Revestimento na abordagem
Revigorando o debate
Agendas de pesquisa redefinidas
Envolvendo raça, gênero, sexualidade
Corpo, classe, território
Políticas públicas voltadas para a diversidade.

Um processo árduo e longínquo
Resultado de acúmulos
Lutas
Movimentos internacionais
Engajamentos com autoras
Como Angela Davis
Patrícia Hill Collins
Kimberlé Crenshaw
Ocorridos em múltiplos campos
Nas atuações de Lélia Gonzalez
Encontraram forças vitais
Avanço das pautas feministas
Deixando vasto legado
Por um feminismo afro-latino-americano: Amefricanidade.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O uso de Galerias Afroepistêmicas como método de pesquisa e ensino é uma abordagem em construção, que vem sendo realizada, desde 2016, em sala de aula e em projetos de pesquisa e extensão do MAfroEduc Olùkọ́ (Grupo de Estudos e Pesquisa em Educação Afrocentrada), coordenado pela Professora Doutora Raimunda Machado. As reflexões apresentadas neste artigo são fruto da aceitação e do interesse demonstrados pelas/os estudantes têm ao vivenciarem práticas de ensino com as galerias.

O estudo da obra Por um Feminismo Afro-Latino-Americano, traduzida em poesia de autoria de Maura Luza Frazão, revela possibilidades metodológicas criativas/inovadoras na abordagem de pesquisa qualitativa, transgredindo os modelos coloniais de ensino e pesquisa. As Galerias Afroepistêmicas, com sua essência poética, valorizam a oralidade, a corporeidade, a coletividade e os saberes ancestrais. Como lugar que reúnem oralimagens (Silva, 2022), essas galerias possibilitam a descoberta de si e uma aprendizagem mais significativa e afetiva, pois, ao narrar-se, as/os estudantes se reconhecem nos conteúdos estudados.

Em projetos de pesquisa e extensão valoriza a cocriação e o comunitarismo inerente às comunidades tradicionais, como quilombos e terreiros, privilegiando a continuidade do diálogo por meio de devolutivas epistêmicas circulares realizadas nas próprias Galerias Afroepistêmicas.

A partir do diálogo com outras autoras sobre a temática abordada por Lélia Gonzalez (2020), percebemos a relevância da poesia no aprofundamento dos conceitos abordados pela intelectual do feminismo ladino-amefricano, deslocando o protagonismo feminino negro das margens para o centro, de maneira múltipla e plural. É importante ressaltar que Lélia Gonzalez (2010) foi uma das intelectuais mais relevantes da história do movimento negro no Brasil, tornando-se referência internacional na defesa dos direitos das mulheres e da população negra.

Dessa forma, este estudo convida o leitor a um mergulho no universo da poesia, entrelaçando-a aos desdobramentos do meio acadêmico e evidenciando seu potencial como ferramenta de transformação no ensino, na pesquisa e na extensão universitária e, por conseguinte na educação básica.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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KILOMBA, Grada. Memórias da Plantação: episódios de Racismo Cotidiano. Rio de Janeiro: Cobogó, 2019.

LUCINDA, Elisa. Vozes Guardadas. RJ: Editorial Editora Record Ltda, 2016.

SILVA, Francilene Brito da. Arte Afrodescendente a partir de três olhares de educadoras em Teresina. Teresina: EDUFPI, 2022.


1 Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE) da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail.

2 Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE) da Universidade Federal do Maranhão (UFMA). [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail.

3 Doutora em Educação pela Universidade Federal do Piauí (UFPI). Docente do Departamento de Educação II, do Curso de Pedagogia da Universidade Federal do Maranhão (UFMA). Coordenadora do Grupo de Estudos e Pesquisa em Educação Afrocentrada (MafroEduc Olùkọ́). [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail.