REGISTRO DOI: 10.70773/revistatopicos/780805705
RESUMO
A cólica equina configura-se como uma das principais causas de morbidade e mortalidade na equinocultura, representando importante desafio para a Medicina Veterinária. Trata-se de uma síndrome multifatorial frequentemente associada a falhas no manejo alimentar, hídrico e sanitário. O presente trabalho tem como objetivo apresentar e analisar um guia prático voltado à alimentação de equinos, com foco na prevenção da cólica. A pesquisa caracteriza-se como aplicada, de abordagem qualitativa e delineamento descritivo-exploratório, sendo desenvolvida por meio de revisão bibliográfica e análise técnica do guia elaborado. Os resultados indicam que práticas como fornecimento adequado de volumoso, regularidade alimentar, adaptação gradual a mudanças na dieta e oferta contínua de água são fundamentais para a manutenção da saúde digestiva. O guia apresentou coerência com as evidências científicas, reunindo orientações aplicáveis ao manejo cotidiano. Conclui-se que a sistematização dessas informações em formato acessível pode contribuir para a adoção de práticas preventivas, favorecendo a redução da incidência de cólica equina.
Palavras-chave: Cólica equina; Manejo alimentar; Nutrição equina; Prevenção; Saúde digestiva.
ABSTRACT
Equine colic is one of the main causes of morbidity and mortality in horse production, representing a significant challenge for Veterinary Medicine. It is a multifactorial syndrome frequently associated with failures in feeding, water management, and sanitary practices. The present study aims to present and analyze a practical guide focused on equine feeding, with an emphasis on colic prevention. The research is characterized as applied, with a qualitative approach and a descriptive-exploratory design, developed through a literature review and technical analysis of the prepared guide. The results indicate that practices such as adequate forage provision, feeding regularity, gradual adaptation to dietary changes, and continuous water supply are fundamental for maintaining digestive health. The guide demonstrated consistency with scientific evidence, bringing together recommendations applicable to daily management. It is concluded that systematizing this information in an accessible format may contribute to the adoption of preventive practices, favoring the reduction of the incidence of equine colic.
Keywords: Digestive health; Equine colic; Equine nutrition; Feeding management; Prevention.
1. INTRODUÇÃO
Os equinos desempenham importante papel econômico, esportivo e social no Brasil, que possui um dos maiores rebanhos de equinos do mundo. Ao longo da história, esses animais foram amplamente utilizados como meio de transporte e como força de trabalho, mantendo, ainda hoje, grande relevância em atividades rurais, esportivas e de lazer (CAIRUS 2021; IBGE, 2023).
Do ponto de vista biológico, os equinos pertencem ao gênero Equus e apresentam características comportamentais próprias, destacando-se o hábito de pastejo contínuo, a elevada sociabilidade e a formação de grupos hierarquicamente organizados. Em condições naturais, os cavalos permanecem grande parte do tempo consumindo alimento e interagindo com outros indivíduos; esse comportamento contribui para seu equilíbrio físico e psicológico. Entretanto, práticas de manejo modernas, como o confinamento prolongado e a redução do contato social, podem gerar situações de estresse e favorecer o desenvolvimento de alterações comportamentais e fisiológicas que comprometem seu bem-estar (SANTOS; OLIVEIRA; COSTA, 2021).
Sob o aspecto fisiológico, os equinos são herbívoros não ruminantes, com sistema digestório especializado no consumo frequente de alimentos fibrosos. A digestão ocorre principalmente no intestino grosso, especialmente no ceco e no cólon, onde microrganismos realizam intensa fermentação das fibras vegetais consumidas (SILVA; TRAVASSOS, 2021).
Embora essa adaptação permita o aproveitamento eficiente de forragens, também torna a espécie particularmente sensível a alterações alimentares e de manejo. A introdução de dietas ricas em concentrados, associada à redução do tempo de pastejo e às exigências impostas pelas atividades esportivas e produtivas, pode comprometer o equilíbrio do trato gastrointestinal. Além disso, determinadas características anatômicas e fisiológicas dos equinos, como a incapacidade de vomitar, a extensão do trato intestinal e a intensa atividade fermentativa no intestino grosso, aumentam sua susceptibilidade a distúrbios gastrointestinais, especialmente à síndrome de cólica, considerada uma das principais emergências clínicas da medicina veterinária equina (CARVALHO et al., 2021; SILVA; TRAVASSOS, 2021).
Entre as enfermidades que acometem o sistema digestório dos equinos, a síndrome cólica destaca-se como uma das principais causas de atendimento veterinário emergencial, podendo comprometer significativamente a saúde, o desempenho e o bem-estar dos animais. Trata-se de uma condição multifatorial caracterizada por dor abdominal, cuja ocorrência está relacionada a fatores nutricionais, ambientais, sanitários e comportamentais. Considerando a sensibilidade do sistema digestório equino a alterações de manejo, práticas inadequadas de alimentação, períodos prolongados de jejum, mudanças bruscas na dieta e situações de estresse, estas podem desencadear alterações na motilidade intestinal e no equilíbrio da microbiota, favorecendo o desenvolvimento de distúrbios gastrointestinais (SILVA; TRAVASSOS, 2021; BASÍLIO; RIBEIRO, 2024).
A síndrome cólica não corresponde a uma enfermidade única, mas sim a um conjunto de manifestações clínicas associadas a diferentes alterações do trato gastrointestinal. Entre as formas mais frequentes destacam-se a cólica espasmódica, a cólica parasitária, a cólica por impactação, a cólica timpânica e os quadros decorrentes de deslocamentos ou torções intestinais. Cada uma dessas apresentações possui causas, mecanismos fisiopatológicos e níveis de gravidade distintos, exigindo diagnóstico precoce e abordagem terapêutica adequada. Nesse contexto, o conhecimento dos principais tipos de cólica e de seus fatores predisponentes torna-se fundamental para o desenvolvimento de estratégias preventivas eficientes, contribuindo para a redução da morbidade e da mortalidade associadas à enfermidade nos rebanhos equinos (MAIA et al., 2021; SILVA; TRAVASSOS, 2021).
A ocorrência da cólica equina está intimamente relacionada às práticas de manejo adotadas nas propriedades, especialmente aquelas ligadas à alimentação dos animais. Em condições naturais, os equinos permanecem grande parte do dia em atividade de pastejo, consumindo pequenas quantidades de alimento de forma contínua, o que favorece o equilíbrio da microbiota intestinal e o adequado funcionamento do trato digestório. Entretanto, os sistemas modernos de criação, frequentemente, modificam esse padrão, substituindo a alimentação baseada em volumosos por dietas com maior participação de concentrados e horários restritos de fornecimento. Essas alterações podem comprometer a fisiologia digestiva dos equinos, favorecendo fermentações anormais, produção excessiva de gases, alterações na motilidade intestinal e outros distúrbios que aumentam a predisposição à síndrome cólica (CARVALHO et al., 2021; ZUMACK; ARAÚJO, 2024).
Considerando que a síndrome cólica constitui uma das principais afecções do trato gastrointestinal dos equinos e que sua ocorrência está frequentemente associada a práticas inadequadas de manejo alimentar, este trabalho tem como objetivo apresentar um guia prático com estratégias nutricionais preventivas destinadas à redução da incidência dessa enfermidade, contribuindo para a manutenção da saúde digestiva, do bem-estar e da qualidade de vida dos animais.
2. METODOLOGIA
O presente Trabalho de Conclusão de Curso caracteriza-se como uma pesquisa aplicada, de abordagem qualitativa e de delineamento descritivo-exploratório, desenvolvida com o objetivo de reunir conhecimentos científicos sobre manejo alimentar de equinos e organizá-los em um material didático voltado à prevenção da cólica equina. Inicialmente, realizou-se um levantamento bibliográfico, incluindo artigos científicos, livros técnicos, manuais e materiais especializados na área de Medicina Veterinária, com enfoque na fisiologia digestiva dos equinos, no manejo nutricional, na hidratação e nos fatores de risco associados à cólica. As buscas foram realizadas em plataformas acadêmicas, como Google Acadêmico, Scielo, PubMed e ResearchGate, priorizando publicações recentes e relacionadas ao tema.
Após esse levantamento, as informações disponíveis nos trabalhos selecionados foram organizadas em categorias temáticas relacionadas à anatomia digestiva, manejo de pastagem, alimentação, hidratação, rotina alimentar, prevenção da cólica e identificação de sinais clínicos. Com base nesses temas, elaborou-se um guia prático direcionado a proprietários, criadores e manejadores de equinos, estruturado em capítulos temáticos progressivos e redigido em linguagem técnico-acessível, visando facilitar a aplicação prática das recomendações científicas no manejo cotidiano.
Para garantir a qualidade e a pertinência das informações utilizadas, foram incluídas publicações em português e inglês, publicadas entre 2020 e 2025, que abordassem diretamente a síndrome cólica, o manejo alimentar e a saúde digestiva de equinos. A seleção dos estudos considerou a relevância científica, a atualidade e a compatibilidade com os objetivos da pesquisa. Foram excluídos trabalhos duplicados, resumos simples, materiais com informações insuficientes para análise e publicações que não apresentavam relação direta com a temática proposta.
A elaboração do guia envolveu a utilização da plataforma Gamma AI, ferramenta de inteligência artificial voltada à criação automatizada de apresentações e ebooks. Após a produção textual, procedeu-se com a organização dos capítulos, a inserção de elementos gráficos, imagens ilustrativas, quadros explicativos e indicadores visuais, buscando tornar o material mais didático, visualmente acessível e aplicável à rotina de manejo alimentar de equinos. O guia foi estruturado em oito capítulos principais, abordando anatomia digestiva, manejo de pastagem, escolha da ração, hidratação, frequência das refeições, prevenção da cólica, sinais de emergência e orientações práticas de manejo (Apêndice A).
O processo de elaboração do guia prático foi desenvolvido de forma sistematizada, contemplando etapas de pesquisa, seleção, organização e validação das informações científicas utilizadas. As principais fases desse processo e os procedimentos realizados em cada uma delas estão sintetizados no Quadro 1.
Quadro 1: Etapas de elaboração do guia prático com estratégias para prevenção da incidência de casos de cólica em equinos.
Etapa | Procedimento realizado |
Levantamento bibliográfico |
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Seleção das referências |
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Organização temática |
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Produção textual |
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Desenvolvimento visual |
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Inserção de recursos didáticos |
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Revisão técnico-científica |
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Finalização do material |
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Fonte: Elaborado pelo autor (2026).
Após sua elaboração, o guia foi analisado de forma descritiva e interpretativa, buscando verificar a coerência entre suas recomendações e os fundamentos fisiológicos descritos na literatura científica, especialmente quanto à ingestão contínua de fibras, manutenção da motilidade gastrointestinal, hidratação adequada e prevenção de alterações fermentativas decorrentes de falhas alimentares. Dessa forma, a metodologia adotada permitiu integrar conhecimento científico e aplicação prática, possibilitando a elaboração de um material educativo voltado à promoção da saúde digestiva e à prevenção da cólica em equinos, conforme apresentado no Apêndice A.
3. RESULTADOS E DISCUSSÃO
A análise da literatura evidencia que a síndrome cólica possui caráter multifatorial, resultante da interação entre fatores nutricionais, sanitários, ambientais e de manejo. Embora os avanços da medicina veterinária tenham contribuído para o aperfeiçoamento dos métodos diagnósticos e terapêuticos, a enfermidade continua sendo uma das principais causas de morbidade e mortalidade em equinos. Nesse cenário, a adoção de medidas preventivas, assume papel fundamental, uma vez que reduz a ocorrência de episódios clínicos, minimiza a necessidade de intervenções invasivas e contribui para a manutenção da saúde e da capacidade produtiva dos animais. Além disso, a prevenção apresenta importante impacto econômico, reduzindo custos relacionados ao tratamento, à hospitalização e às perdas decorrentes da diminuição do desempenho esportivo ou reprodutivo dos equinos (BASÍLIO; RIBEIRO, 2024).
Ao relacionar esses fundamentos com o guia prático elaborado, observa-se que suas orientações apresentam coerência com as evidências científicas. O material recomenda, por exemplo, a limitação do concentrado por refeição, a oferta de volumoso antes do concentrado e a manutenção de rotina alimentar regular, conforme descrito no Apêndice A. Essas condutas estão diretamente relacionadas à necessidade de evitar uma sobrecarga fermentativa e de garantir a estabilidade do sistema digestivo, o que demonstra a consistência técnica do guia.
A prevenção da síndrome cólica deve ser compreendida como um conjunto de ações integradas voltadas à manutenção da saúde gastrointestinal e do bem-estar animal. Entre essas medidas destacam-se o monitoramento constante das condições clínicas dos equinos, a adoção de programas sanitários eficientes, o acompanhamento periódico da saúde bucal e a implementação de protocolos de manejo que respeitem as necessidades fisiológicas da espécie. A identificação precoce de alterações comportamentais ou digestivas também desempenha papel relevante, permitindo intervenções rápidas antes da evolução para quadros mais graves. Dessa forma, o desenvolvimento de estratégias preventivas, baseadas em evidências científicas, constitui uma ferramenta indispensável para reduzir a incidência da enfermidade e para promover a longevidade e a qualidade de vida dos equinos (CARVALHO et al., 2021; ANDRADE et al., 2024; ZUMACK; ARAÚJO, 2024).
De acordo com Santos, Oliveira e Costa (2021), outro fator importante relacionado com o manejo de equinos estabulados é a aerofagia. Esse comportamento consiste na ingestão repetitiva de ar, geralmente associada a situações de estresse, confinamento prolongado, restrição de contato social e limitação do comportamento natural de pastejo. Além dos prejuízos comportamentais, a aerofagia pode favorecer alterações no funcionamento do sistema digestório, aumentando a produção de gases e contribuindo para o desenvolvimento de distúrbios gastrointestinais, incluindo episódios de cólica. Dessa forma, a adoção de práticas que promovam maior enriquecimento ambiental, ampliação do tempo de pastejo, interação social e redução dos fatores estressantes constitui medida importante para a promoção do bem-estar animal e para a prevenção de enfermidades digestivas em equinos (ZUMACK; ARAÚJO, 2024).
Além disso, o material contempla a identificação precoce de sinais clínicos de cólica, o que amplia sua aplicabilidade prática. A observação de alterações comportamentais, como inquietação, olhar para o flanco e redução do apetite, permite intervenção mais rápida e pode evitar a progressão para quadros mais graves. Esse enfoque evidencia que o guia não se limita à prevenção, mas também contribui para a tomada de decisão no manejo cotidiano.
Por outro lado, destaca-se como limitação do presente estudo a ausência de validação prática do guia em condições reais de campo. Embora as recomendações estejam fundamentadas na literatura, não foi possível mensurar seu impacto direto na redução da incidência de cólica em diferentes sistemas de criação. Esse aspecto evidencia a importância de realizar estudos futuros voltados à avaliação da efetividade do material em condições práticas de manejo.
De modo geral, os resultados indicam que a sistematização de informações técnico-científicas em formato acessível, como proposto no guia apresentado no Apêndice A, constitui estratégia relevante para a prevenção da cólica equina. Em um cenário de ampla utilização de equinos no Brasil, a difusão de orientações práticas baseadas em evidências pode contribuir significativamente para a melhoria do manejo alimentar, refletindo diretamente na saúde digestiva e no bem-estar dos animais.
4. CONSIDERAÇÕES FINAIS
A elaboração deste trabalho permitiu reunir informações científicas sobre o manejo alimentar preventivo de equinos e organizá-las em um guia prático de fácil compreensão e aplicação. O material desenvolvido apresenta potencial para auxiliar proprietários, criadores e manejadores na adoção de práticas nutricionais adequadas, contribuindo para a redução dos fatores de risco associados à síndrome de cólica e para a promoção da saúde digestiva dos animais.
Além de seu caráter educativo, o guia constitui uma ferramenta de apoio ao manejo cotidiano nas propriedades, favorecendo a implementação de medidas preventivas capazes de melhorar o bem-estar, a qualidade de vida e o desempenho dos equinos. Dessa forma, espera-se que sua utilização contribua para a difusão de boas práticas de manejo alimentar e para a prevenção de distúrbios gastrointestinais, especialmente daqueles relacionados à cólica equina.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ANDRADE, A. C. O. et al. Cólica equina: uma síndrome que pode ser fatal. Revista FT, v. 28, n. 136, jul. 2024. Disponível em: https://revistaft.com.br/colica-equina-uma-sindrome-que-pode-ser-fatal/. Acesso em: 04 mai. 2026.
BASÍLIO, M. S.; RIBEIRO, L. F. Desafios gastrointestinais em equinos: cólica, desidratação e estratégias de fluidoterapia. Revista GETEC, v. 10, n. 2, p. 1–15, 2023. Disponível em: https://revistas.fucamp.edu.br/index.php/getec/article/view/3386/2104. Acesso em: 04 mai. 2026.
CAIRUS, C. E. História dos animais: domesticação e convivência. In: CAIRUS, Carlos Eduardo; SILVA, André Felipe da. (Org.). História dos animais: entre a natureza e a cultura. São Paulo: Editora Unesp, 2021. p. 125–150. Disponível em: https://books.scielo.org/id/9n2wg/pdf/cairus-9788575413753-05.pdf. Acesso em: 04 mai. 2026.
CARVALHO, G. M. et al. Influência da estabulação e alimentação no desenvolvimento da síndrome cólica em equinos. Uningá Review, v. 36, n. 4, p. 79-87, 2021. Disponível em: https://revista.uninga.br/uningareviews/article/download/4019/2655/15472. Acesso em: 04 mai. 2026.
IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Efetivo dos rebanhos: população de equinos no Brasil. Pesquisa da Pecuária Municipal – PPM. Rio de Janeiro: IBGE, 2023. Disponível em: https://www.ibge.gov.br. Acesso em: 04 mai. 2026.
SILVA, L. F. et al. Cólica equina: revisão de literatura. Diversitas Journal, v. 6, n. 1, 2021. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/349132524_Colica_Equina_revisao_de_literatura/fulltext/63dd5db864fc860638138502/Colica-Equina-revisao-de-literatura.pdf. Acesso em: 04 mai. 2026.
ZUMACK, R. P. G.; ARAÚJO, K. C. Manejo alimentar preventivo para síndrome de cólica equina. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, v. 10, n. 10, p. 2996–3003, 2024. DOI: 10.51891/rease.v10i10.14521.
APÊNDICE
APÊNDICE A
Guia prático de manejo alimentar para prevenção de cólica equina
Artigo científico apresentado como exigência da disciplina Trabalho de conclusão de curso do curso de Medicina do Centro Universitário Santo Agostinho, ministrada pela professora Dra. Patrícia Lima Ventura, como requisito obrigatório para a obtenção do título de Bacharel em Medicina Veterinária. Orientador(a): Profa. Dra. Rosianne Mendes de Andrade da Silva Moura.