INTEGRAÇÃO ENTRE SUSTENTABILIDADE, SAÚDE ÚNICA E FORMAÇÃO VETERINÁRIA POR MEIO DE INICIATIVAS DE ADOÇÃO DE CÃES E GATOS: RELATO DE EXPERIÊNCIA

INTEGRATION OF SUSTAINABILITY, ONE HEALTH, AND VETERINARY EDUCATION THROUGH DOG AND CAT ADOPTION INITIATIVES: AN EXPERIENCE REPORT

REGISTRO DOI: 10.70773/revistatopicos/776733175

RESUMO
Este relato apresenta a análise dos resultados de um evento de adoção de cães e gatos, com foco na disponibilidade de animais e na taxa de adoção alcançada. Foram disponibilizados 21 animais, sendo 14 cães e 7 gatos. Ao final da ação, 19 animais foram adotados, resultando em uma taxa de adoção de 90,5%. Os dados evidenciam alta efetividade da iniciativa, sugerindo que estratégias de sensibilização, organização logística adequada e promoção da guarda responsável contribuem significativamente para o sucesso de eventos dessa natureza. Além disso, ações de adoção desempenham papel fundamental na redução da população de animais abandonados e na promoção do bem-estar animal, alinhando-se às políticas públicas de controle populacional e saúde única. Conclui-se que eventos organizados de adoção constituem ferramenta eficaz para mitigação de problemas relacionados ao abandono animal, além de fortalecerem o vínculo entre comunidade e práticas de responsabilidade socioambiental.
Palavras-chave: Adoção animal; Bem-estar animal; Guarda responsável; Saúde única; Controle populacional.

ABSTRACT.
This study presents an analysis of the outcomes of a dog and cat adoption event, focusing on animal availability and adoption rates. A total of 21 animals were made available, including 14 dogs and 7 cats. By the end of the event, 19 animals had been adopted, resulting in an adoption rate of 90.5%. The data demonstrate the high effectiveness of the initiative, suggesting that awareness strategies, proper logistical organization, and the promotion of responsible pet ownership significantly contribute to the success of such events. Furthermore, adoption initiatives play a crucial role in reducing stray animal populations and promoting animal welfare, aligning with public policies on population control and the One Health approach. It is concluded that organized adoption events are effective tools for mitigating issues related to animal abandonment while strengthening community engagement and socio environmental responsibility.
Keywords: Animal adoption; Animal welfare; Responsible ownership; One Health; Population control.

1. INTRODUÇÃO

O abandono de cães e gatos constitui um problema multifatorial que impacta diretamente a saúde pública, o equilíbrio ambiental e o bem-estar animal. Animais em situação de rua estão associados à transmissão de zoonoses, acidentes urbanos e degradação ambiental, especialmente em centros urbanos (FAO, 2014; WHO, 2023).

Sob a perspectiva da sustentabilidade, o abandono animal contribui para desequilíbrios ecológicos, incluindo aumento da predação de fauna silvestre, dispersão de resíduos e sobrecarga de serviços públicos. Nesse cenário, a Medicina Veterinária assume papel estratégico na promoção da Saúde Única (One Health), integrando saúde animal, humana e ambiental (GIBBS, 2014).

As feiras de adoção representam uma alternativa sustentável ao comércio de animais, promovendo o reaproveitamento social de indivíduos abandonados, reduzindo a pressão sobre abrigos e contribuindo para o controle populacional (DIAS et al., 2004).

Além disso, tais ações estão alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), com destaque para:ODS 3: Saúde e bem-estar; ODS 11: Cidades sustentáveis ;ODS 12: Consumo responsável e ODS 13: Ação contra a mudança climática (UNITED NATIONS, 2015).

2. METODOLOGIA

A feira de adoção foi organizada por alunos do curso de Medicina Veterinária da Universidade de Marília, com apoio de docentes e parcerias com protetores independentes e organizações prestadoras de serviço médico veterinário para prefeitura de Marília. O planejamento incluiu a seleção criteriosa dos animais, avaliação clínica prévia, organização do espaço físico e divulgação junto à comunidade.

Fonte: próprio autor
Fonte: próprio autor

“MatchPet: Encontre seu melhor amigo”

Fonte: Autor próprio.

A feira de adoção MatchPet, idealizada por alunos do curso de Medicina Veterinária da Universidade de Marília (UNIMAR), foi considerada altamente exitosa durante o evento “Domingo da Família”. Ao todo, foram disponibilizados 21 animais, sendo 12 cães e nove gatos, dos quais 19 foram efetivamente adotados, evidenciando elevada taxa de sucesso da iniciativa. Os animais foram disponibilizados por meio de parceria com a empresa BG Zangrossi, vinculada à Prefeitura de Marília.

A empresa BG Zangrossi, contratada pela Prefeitura de Marília, fornece um serviço especializado de captura, apreensão, recolhimento, transporte, guarda temporária (alojamento), de isolamento e tratamento veterinário, incluindo urgência/emergência, medicação, procedimentos clínicos e cirúrgicos necessários para os animais.

Foram adotadas estratégias alinhadas à sustentabilidade como o incentivo à adoção em vez da compra e integração com a comunidade local

O processo de adoção incluiu triagem dos interessados, com preenchimento de ficha cadastral e orientações sobre adaptação e cuidados básicos com os animais. Além disso, foi estabelecido acompanhamento pós-adoção por um período de até 30 dias, durante o qual os adotantes puderam entrar em contato com a equipe responsável para esclarecimento de dúvidas ou relato do processo de adaptação. Em casos específicos, foi prevista a possibilidade de devolução responsável do animal.

Todos os animais disponibilizados encontravam-se vermifugados, e aqueles com idade superior a seis meses já haviam sido submetidos à castração. No caso dos filhotes, os adotantes assinaram termo de compromisso para realização do procedimento de esterilização gratuita ao atingirem a idade adequada, conforme orientação da equipe responsável.

Durante o evento, os alunos atuaram diretamente na recepção dos interessados, avaliação do perfil dos adotantes e orientação quanto à posse responsável, incluindo aspectos de nutrição, manejo e cuidados preventivos.

Fonte: Próprio autor. 

A adoção responsável foi reforçada por meio da assinatura de termos de compromisso, prática recomendada como estratégia de redução de abandono e promoção do bem-estar animal (FAO, 2014).

Fonte: próprio autor

3. RESULTADOS E DISCUSSÕES

A feira resultou em número expressivo de adoções, além de aumento da conscientização da população sobre a importância da guarda responsável. (tabela 1)

Tabela 1 - indicadores de Disponibilidade e Adoção de Animais no Evento de Adoção

Indicador

Resultado

Cães disponíveis

14

Gatos disponíveis

7

Total de animais

21

Animais adotados

19

Taxa de adoção

90,5 %

Fonte: próprio autor

Observou-se também redução da sobrecarga de protetores independentes e fortalecimento da relação entre universidade e comunidade, evidenciando o impacto social das ações extensionistas (BRASIL, 2018).

A participação dos estudantes proporcionou o desenvolvimento de habilidades clínicas, comunicação interpessoal e tomada de decisão, aspectos fundamentais na formação do médico veterinário contemporâneo (FRENK et al., 2010).

A atividade promove aprendizagem significativa, alinhada à educação baseada em competências, fortalecendo a responsabilidade ética, pensamento crítico e consciência socioambiental.

Além disso, a vivência contribuiu para a compreensão prática do conceito de Saúde Única, integrando aspectos de saúde animal, humana e ambiental (GIBBS, 2014).

Fonte: próprio autor

Feiras de adoção configuram-se como estratégias eficazes para controle populacional de cães e gatos, especialmente quando associadas a ações educativas e políticas públicas (DIAS et al., 2004).

Essas iniciativas também promovem benefícios diretos à saúde pública, ao reduzir riscos de zoonoses e melhorar a convivência entre humanos e animais (CDC, 2022).

Os efeitos das feiras de adoção na sustentabilidade e na Saúde Única podem ser compreendidos de forma integrada, conforme ilustrado na Figura 1.

Figura 1: Modelo conceitual do impacto das feiras de adoção de cães e gatos na sustentabilidade urbana e na Saúde Única. O esquema ilustra a relação entre o abandono animal, seus impactos ambientais e sanitários (zoonoses, contaminação e desequilíbrio ecológico), e a atuação das feiras de adoção como estratégia de intervenção. A adoção responsável contribui para a redução desses impactos, promovendo bem-estar animal, saúde pública e sustentabilidade.

A ação resultou na disponibilização de 21 animais, sendo 14 cães e 7 gatos, quase todos adotados ao longo do evento, correspondendo a uma taxa de adoção de 90,5 %. A taxa de adoção de aproximadamente 90 % observada neste estudo evidencia o potencial das feiras de adoção como estratégias altamente eficazes de intervenção socioambiental, contribuindo simultaneamente para o bem-estar animal, redução de impactos ambientais e fortalecimento da consciência coletiva sobre sustentabilidade.

Baldan & Garcia em 2024, aplicaram pela primeira vez no Brasil dois programas internacionais adaptados: o "Passeio para Adoção" (PA) e o "Lar Adotivo" (LA), em Curitiba/PR. No PA, famílias pré-cadastrados levam cães do abrigo para passeios em parques, lojas e restaurantes; no LA, passam uma ou mais noites com o animal em casa. Dos 22 cães participantes, 17 foram adotados pelo PA e 9 pelo LA notavelmente, 7 dos 9 adotados no LA foram adotados pela própria família voluntária, o que reforça que a convivência domiciliar é muito eficaz para gerar vínculo.

Sobre a questão de taxas de adoção gratuita (comum em feiras/mutirões), Crawford et al. (2017) avaliaram um evento com adoção gratuita de gatos adultos na Austrália. As adoções semanais aumentaram mais de 5 vezes durante o evento, e pesquisas pós-adoção não encontraram diferenças entre adotantes gratuitos e pagantes quanto a cuidados, retenção do animal ou conformidade com legislação. O evento também atraiu mais adotantes de primeira viagem. Uma modelagem econômica de Lord et al. (2014) alertou, porém, que adoções gratuitas podem aumentar os custos operacionais do abrigo se não forem compensadas por arrecadação de fundos adequado.

Gunter et al. (2023) mostraram que saídas temporárias e estadias em lares temporários antes da adoção aumentam a probabilidade de adoção em 5 e 14 vezes, respectivamente.

A evidência mais direta que encontrei vem de um estudo brasileiro de Osasco/SP (Mazzei et al., 2015) que avaliou feiras itinerantes realizadas em parceria com um shopping e praças públicas. O resultado é impressionante: 90% de todas as doações do Centro de Controle de Zoonoses aconteceram nas feiras itinerantes, contra apenas 10% no próprio núcleo. Isso reforça um achado consistente na literatura: levar os animais até onde as pessoas já circulam aumenta dramaticamente a adoção.

Sobre o perfil de quem adota em feiras, Ishikura et al. (2015) entrevistaram 137 pessoas na feira "Amigo Bicho" da Rede de Proteção Animal em Curitiba. Apenas 19% adotaram algum animal; o fator que mais influenciou a adoção foi estar acompanhado de crianças (54% dos adotantes tinham crianças junto). Muitos visitantes (35%) foram à feira apenas para passear, e 47% dos entrevistados não sabiam o que são zoonoses, um achado que reforça a necessidade de educação em saúde pública nesses eventos.

A atividade contribuiu para redução imediata do número de animais em situação de vulnerabilidade, diminuição da sobrecarga de protetores independentes, promoção da conscientização sobre guarda responsável, fortalecimento da relação entre universidade e comunidade

No âmbito jurídico, destaca-se como marco normativo a Lei nº 14.228/2021, que proibiu, em todo o território nacional, o extermínio de cães e gatos como método de controle populacional, prática já considerada ineficaz pela Organização Mundial da Saúde, mas ainda adotada anteriormente em diversos municípios. Ademais, a Lei Federal nº 13.426/2017 instituiu diretrizes voltadas ao controle da natalidade de cães e gatos, bem como à promoção da guarda responsável.

No campo doutrinário e jurisprudencial, Almeida et al. (2024) analisaram a forma pela qual a Constituição Federal de 1988 e decisões judiciais, como a ADPF 640, vêm contribuindo para a consolidação do conceito de dignidade animal no Brasil, destacando que organizações não governamentais continuam exercendo papel central no acolhimento e cuidado de animais, em razão da limitada capacidade estatal de absorver essa demanda. De modo convergente, Lisboa et al. (2024) revisaram a trajetória histórica da proteção animal no país desde a primeira norma específica, datada de 1924, evidenciando que a Constituição de 1988 representou um ponto de inflexão ao reconhecer a relevância jurídica da proteção animal e ao reforçar a vedação à crueldade e aos maus-tratos.

Estudos de caso em nível municipal demonstram que, embora existam iniciativas locais promissoras, a implementação das políticas públicas de proteção animal ainda se mostra fragilizada. Em Porto Velho/RO, Ferreira et al. (2024) identificaram a adoção de estratégias como castração móvel, feiras de adoção e parcerias com organizações da sociedade civil; entretanto, persistem limitações relacionadas à fiscalização, à educação ambiental e à transparência dessas parcerias. Em Porto Alegre, Bispo et al. (2022) observaram que a formulação de políticas públicas voltadas aos animais domésticos apresentou maior sensibilidade ao contexto político e ao alinhamento dos gestores com a pauta da causa animal do que propriamente aos problemas objetivos do município. De forma semelhante, nos municípios do Cariri Paraibano, Brito constatou a ausência de ações voltadas ao incentivo à adoção de animais adultos, bem como a insuficiência de medidas educativas relacionadas à guarda responsável.

Adicionalmente, observa-se o surgimento de desafios e oportunidades no campo tecnológico. Nesse sentido, Lima e Lobo (2025) desenvolveram o software “AbraçoPet”, baseado em algoritmos de matching, com a finalidade de conectar potenciais adotantes a animais acolhidos por organizações não governamentais, incluindo ainda alternativas de apadrinhamento para indivíduos impossibilitados de realizar a adoção direta.

Em síntese, o contexto brasileiro evidencia que as feiras de adoção constituem estratégias potencialmente efetivas, sobretudo quando estruturadas com suporte técnico-veterinário, formalização por meio de termos de responsabilidade e ações de educação em saúde pública. Contudo, tais iniciativas ainda se desenvolvem em um cenário marcado por avanços legislativos relevantes, mas também por fragilidades na implementação das políticas públicas, o que resulta na sobrecarga das organizações não governamentais no acolhimento e cuidado de animais em situação de vulnerabilidade.

Do ponto de vista da sustentabilidade, a adoção integral dos animais representa impacto positivo direto, reduzindo potenciais riscos ambientais e sanitários associados ao abandono, como disseminação de zoonoses e desequilíbrios ecológicos.

Do ponto de vista acadêmico, atividades extensionistas fortalecem a formação baseada em competências e contribuem para o desenvolvimento de profissionais mais críticos, éticos e socialmente responsáveis (Freire, 1983).

Além disso, tais ações estão alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente aqueles relacionados à saúde, bem-estar e cidades sustentáveis (UNITED NATIONS, 2015).

4. CONCLUSÃO

A realização da feira de adoção demonstrou ser uma estratégia eficiente na promoção do bem-estar animal, controle populacional e educação em saúde pública. A atividade contribuiu significativamente para a formação acadêmica dos estudantes de Medicina Veterinária, ao proporcionar vivência prática e desenvolvimento de competências profissionais.

Reforça-se, portanto, a importância de iniciativas extensionistas como ferramentas fundamentais na construção de uma sociedade mais consciente, sustentável e alinhada aos princípios da Saúde Única

5. LIMITAÇÕES DO ESTUDO

O presente estudo, por se tratar de um relato de experiência, apresenta limitações inerentes ao seu delineamento metodológico, uma vez que não permite estabelecer relações de causalidade, restringindo-se à descrição e análise contextual da intervenção realizada.

Adicionalmente, a experiência foi conduzida em um único evento, em contexto específico (município de Marília/SP), o que limita a generalização dos resultados para outras realidades

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