FATORES MOTIVACIONAIS PARA A PRÁTICA DE EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO PARA JOVENS E ADULTOS. UM ESTUDO COM ALUNOS DE UMA ESCOLA PÚBLICA ESTADUAL

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REGISTRO DOI: 10.5281/zenodo.15015995


Uiliam Marcelo Mença
José Luís Freitas1


RESUMO
O presente estudo surgiu a partir de um relato sendo enfatizadas as dificuldades existentes no ensino da educação física das series da Educação para Jovens e adultos do turno da noite.
A educação para jovens e adultos atende pessoas que não tiveram escolarização na idade regular. Sobre esse assunto, a Carta Magna prevê o dever do Estado para com a Educação, efetivado mediante a garantia de “ensino fundamental obrigatório e gratuito, assegurada, sua oferta para todos os que a ele não tiveram acesso na idade própria” (art.208, I)
Palavras-chave: Qualidade de vida. Saúde. Lazer

ABSTRACT
The present study arose from a report emphasizing the difficulties that exist in teaching physical education in the Education for Young People and adults series in the night shift.
Education for young people and adults serves people who did not have schooling at a regular age. On this subject, the Magna Carta provides for the State's duty towards Education, carried out through the guarantee of “compulsory and free fundamental education, guaranteed, and its provision for all those who did not have access to it at their appropriate age” (art.208, I)
Keywords: Quality of life. Health. Leisure

1. INTRODUÇÃO

Desde antes de nascer o movimento já é a principal forma de comunicação da criança, com o meio externo, movimento esse, que influenciará no seu desenvolvimento físico, afetivo, cognitivo e social. As brincadeiras, os esportes, as danças, as ginásticas e os jogos são atividades motoras que promovem a socialização, a emancipação e o espírito de liderança, entre elementos, são capazes de formar um cidadão com reflexivo e com identidade própria. Desta forma, de acordo com o Referencial Curricular Nacional Para Educação Infantil, podemos dizer que: O movimento humano, portanto, é mais do que simples deslocamento do corpo no espaço: constitui-se em uma linguagem que permite que às crianças agirem sobre o meio físico e atuarem sobre o ambiente humano, mobilizando as pessoas por meio de seu teor expressivo. (BRASIL 1998, p. 15). O desenvolvimento do ser humano e continuo e reflete na sua capacidade de interagir com o mundo de forma dinâmica, interação essa que se dá, através da cultura corporal, ou seja, de um movimento carregado de historicidade e objetividade.

A Educação Física escolar na Educação Infantil é de grande importância para os alunos desenvolverem suas habilidades cognitivas, afetivas, e coordenação motora. Na aula de Educação Física as atividades planejadas pelo professor são para melhor desempenho e absorção dos alunos, e fazem toda diferença nessa etapa de ensino, não podendo ser interpretada como apenas uma recreação. Para Xavier Neto e Assunção (2005, p. 14):

2. TEMA E OBJETO DE ESTUDO

Fatores motivacionais para a prática de educação física na Educação para jovens e adultos. Um estudo com alunos de uma escola pública estadual.

3. OBJETIVOS

3.1 OBJETIVO GERAL

Investigar os fatores motivacionais para a prática de Educação física no Educação para Jovens e Adultos

3.2 OBJETIVOS ESPECIFICOS

  • Verificar a rotina diurna dos alunos;

  • Verificar o relato das aulas praticadas;

  • Verificar o conhecimento da educação física para a saúde;

  • Identificar as dificuldades percebidas pelo professor da Educação para jovens e adultos noturno, referentes a participação dos seus alunos.

4. REVISÃO DE LITERATURA

O rejuvenescimento da população que frequenta a educação de Jovens e Adultos (EJA) é um fato que vem progressivamente ocupando a atenção de educadores e pesquisadores na área da educação. Os jovens quando chegam nessa modalidade, em geral estão desmotivados, desencantados com a escola regular, com o histórico de repetência de um, dois três ou mais. Muito deles sentem-se perdidos no contexto atual, principalmente em relação ao emprego e á importância do estudo para sua vida e inserção no mercado de trabalho.

Este panorama, pouco a pouco, foi modificando o ambiente escolar, exigindo dos professores uma nova postura e um jeito novo de conviver com estes alunos, cada dia mais jovens. Atualmente, os alunos são mais jovens, muitos pararam a há pouco tempo de estudar, são recém-egressos do ensino regular, e a maioria possui um histórico de várias repetências. Este fato, em alguns casos faz com que o aluno perca o desejo de continuar na escola.

Para Freire (1974), a escola é um local de troca de saberes e de afetividade, onde educadores e educandos se encontram para uma tarefa conjunta e nos alerta, também, para a necessidade do diálogo e da reflexão entre os sujeitos que ocupam este espaço.

Sobre o assunto Morin (1991), nos cita que é preciso um entrelaçamento de ideias, pensamento mais complexo no modo de entender a sala de aula da EJA já que umas das suas características básicas é a diversidade dos sujeitos que ali se encontram.

Segundo a autora Sposito (2013), que historicamente desenvolve programas na área devemos entender as inquietudes e os anseios desta camada da população que frequentemente, é citada como categoria-problema. Sabemos que existem alunos que não correspondem satisfatoriamente a certos saberes e competências que lhe são exigidos na escola e, muitas vezes, são classificados como fracassados, sem uma análise mais detalhada de seu histórico ou de seu entorno.

Apesar da constatação do rejuvenescimento desta população, ainda encontramos muitos adultos nesta modalidade, principalmente no noturno, encontramos policiais civis e militares, funcionários públicos, profissionais liberais ou assalariados, garotas de programa, jovens em busca de emprego.

Nos três turnos, encontramos jovens com dificuldades graves de aprendizagem (alunos que provavelmente seriam classificados em outras escolas como alunos especiais); alunos com deficiência visual e de locomoção e também jovens e adolescentes com históricos de violência e passagem por instituições para menores infratores (BRUNEL, 2002).

O fracasso escolar não existe; o que existe são alunos em situação de fracasso (CHARLOT, 2000).

4.1 A importância da flexibilidade durante as fases da vida

Primeira infância

Nas crianças desse nível de idade. O aparelho motor ativo e passivo acusa uma elasticidade elevada, e o sistema ósseo articular está apenas fracamente consolidado, relacionando que a flexibilidade das crianças em idade pré-escolar é, portanto, em geral, tão boa que os exercícios específicos não são ainda necessários, ou servem apenas para responder as exigências especiais do treinamento, o treinamento de flexibilidade não deverá ser praticado, a não ser na medida que se insira no plano de um treinamento polivalente, enfatizando uma preparação geral. (MONTENEGRO, 1987)

Segunda infância

Nesta faixa etária, que se prolonga dos três até os seis, sete anos, já se pode falar em treinamento específico de flexibilidade, a forma mais conveniente de realizar trabalho de exercícios de flexionamento em pequenos jogos ou sessões de ginástica utilitária com alto componente lúdico .no desenvolvimento da flexibilidade, esta idade revela tendências contraditórias. Por outro lado, a capacidade de flexão não só das articulações coxofemoral e escapular. Como também da coluna vertebral que continua a crescer- a coluna vertebral atingirá apenas pelos oito ou nove anos o máximo de sua mobilidade. Por outro lado, pode-se já observar uma redução principalmente da capacidade de abdução das pernas na articulação coxofemoral e da mobilidade dorsal escapular (CEAS,1987)

Terceira infância

A terceira infância é a fase que vai dos seis, sete anos até o início da puberdade. Nesta fase é que, por excelência, são adquiridos os níveis de flexibilidade que se possuirá ao longo da vida. O treinamento de flexibilidade adquire importância fundamental e, embora o componente geral seja mantido obrigatoriamente, inicia o crescimento do componente específico. O treinamento com finalidade desportiva exige a realização de exercícios específicos, conforme a modalidade considerada, que necessariamente serão incluídos nos trabalho executado; no entanto deve-se atentar para o fato de que o carácter geral do treinamento deve-se atentar para o fato de que o carácter geral do treinamento deve preponderar sobre a vocação específica de alguns exercícios.(DANTAS, 1995)

Puberdade

Modificações hormonais acarretam uma diminuição da capacidade de resistência mecânica do aparelho motor passivo, o enorme crescimento em altura, por um lado, e, por outro lado, a suscetibilidade mecânica diminuída diversas consequências: primeiramente, pode-se constatar nesta fase uma deterioração da flexibilidade cuja a causa encontra-se de modo verossímil no fato de que o estiramento dos músculos e ligamentos responde tardiamente ao crescimento acelerado em estatura.

É preciso cuidar que haja uma relação equilibrada entre carga e capacidade de carga. Além disso, deveriam ser suprimidos os exercícios passivos de estiramento, sobretudo com ajuda de parceiros e outros unilaterais intensivos ou muito amplo (CEAS, 1987)

Embora o desenvolvimento do treinamento da flexibilidade tenha sido obtido graças à motivação do desporto de alto rendimento é certamente para o não-atleta que encontra sua aplicação mais nobre. Já se afirmo, anteriormente, que uma boa flexibilidade permite a execução de gestos impossíveis nas pessoas que não a possuem. Além de permitir a realização movimentos elegante, harmônicos e com menor consumo energético.

No entanto a capacidade de conferir a consciência ao seu praticante é uma possibilidade dos exercícios de alongamento e flexionamento pouco explorada. O despertar da consciência muscular pode, a bem da verdade, ser obtido por meio de qualquer atividade física, mas de forma bem menos acentuada do que por meio da flexibilidade.

Na prática desportiva, por exemplo, embora o nível subconsciente esteja presente à percepção do movimento, o consciente do praticante, sua atenção está certa mente concentrada no objetivo da disputa: na bola, no adversário, no dardo, no peso, na distância a ser percorrida, no sarrafo a ser ultrapassado etc.

Na ginástica da academia, a atenção também está focada em fatores extrínsecos: a música, o professor, a sequência de exercícios, o ritmo da turma etc. (CEAS, 1987)

Falar em flexibilidade é, portanto, se referir aos maiores arcos de movimentos possíveis nas articulações envolvidas, quanto mais alta for a exigência de performance, mais atenção deve ser dada à flexibilidade. Ressalta-se que isso não significa alcançar o máximo possível de mobilidade. A flexibilidade, ao contrário de todas as outras qualidades físicas, não é melhor quanto maior for. Existe um nível ótimo de flexibilidade para cada desporto e para cada pessoa, em função das exigências que a prática exercerá sobre o aparelho locomotor e a estrutura dos seus componentes (ligamentos, articulações, músculos e outras estruturas envolvidas). (Dantas, 1995)

4.2 Ginástica laboral

Atualmente percebe-se no mundo do trabalho a necessidade de prevenção e promoção de saúde do trabalhador - que está inserido num cenário em que ocorrem afastamentos oriundos de Lesões por Esforços Repetitivos e Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (LER/DORT), casos crescentes de Transtornos Mentais, acidentes de trabalho, envelhecimento da população e mudanças no perfil epidemiológico brasileiro, com ênfase nas Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT), bem como nas exigências cada vez maiores relacionadas à produtividade e à qualidade de vida das pessoas.

A partir da constatação de Da Costa (2015) quanto à tipologia de expansão e desenvolvimento da atividade física na empresa, pode-se então conceituá-la como o conjunto de estratégias relacionadas ao universo do lazer ativo (clubes, equipes, promoções recreativas) e da saúde ocupacional (GL, exercícios corretivos e melhoria da forma física, atividades esportivas de competição e de lazer ativo) com vistas a realizar propósitos da empresa no âmbito de melhoria das relações de trabalho, proteção psicossomática dos empregados, aperfeiçoamento da segurança no trabalho, aumento da produtividade por melhores condições de saúde, redução do absenteísmo e da rotatividade do pessoal, entre outros meios gerenciais.

Os Programas de Ginástica Laboral (PGL) são atualmente estruturados na tentativa de minimizar os fatores de risco existentes nas empresas para que possam contribuir sobre o objetivo macro da promoção da saúde no ambiente de trabalho, mantendo e promovendo a saúde do trabalhador por meio da prática de exercícios e dicas de saúde (PEREIRA; LOPEZ; VILARTA, 2013).

A Ginástica Laboral (GL) é um programa de exercícios físicos, planejados e dinamizados por Profissionais de Educação Física, realizados no próprio local de trabalho, durante o horário de expediente, de acordo com as características da atividade desempenhada em cada função.

Para Lima (2007) corrobora, afirmando que essas práticas devem ser complementadas com ações educativas que possibilitem um maior acesso às informações sobre promoção de saúde, dinâmicas lúdicas e de integração. Visando promover maior descontração e resgate do equilíbrio bem-estar do trabalhador.

Educação Física no turno noite e suas dificuldade

Segundo Carneiro (2006) escreve na sua pesquisa sobre o decreto da lei que sanciona a educação física como componente curricular obrigatório na educação básica, sendo sua prática facultativa ao aluno. Mas, liberado ao aluno que exercer carga horária igual ou superior a seis horas de trabalho, maior de trinta anos de idade, prestando serviço militar ou com prole. Neste sentido, que esta lei atende, o mesmo autor salienta que, a grande maioria dos alunos estudantes do turno da noite preenche um ou mais destes requisitos. Com isto, fica claro que a educação física noturna segue conhecida como disciplina, visando apenas o condicionamento físico e aptidão, deixando de lado todos os conteúdos importantes para formação que esta é capaz de propor.

Sabe-se que estes fatores influenciam muito para desmotivação dos alunos, e que também existe uma série de outros fatores que dificultam a motivação na parte do aluno em participar, como a falta de recursos materiais, infraestrutura, entre outros. De fato, vale salientar de que o próprio turno de estudo do aluno já o desmotiva, pois muitos que participam das aulas carregam um desgaste físico e psicológico do dia inteiro (família, trabalho, etc.).  

Partindo desde ponto, estes fatores não podem ser “desculpas” para que os alunos presentes em sala de aula se encontrem desmotivados para participação no conteúdo. Conforme Betti (1999) realiza uma pequena crítica aos professores, de que, o esporte tem se tornado o único veículo de difusão do movimento corporal, deixando de lado os conteúdos de extrema importância que fazem parte da grade curricular do curso de Educação Física, assim como; o atletismo, a dança, a ginástica, as lutas e etc.

Portanto, quando ministrado apenas os desportos do esporte, como; basquetebol, voleibol, handebol e futebol, o aluno acaba se desmotivando em participar das aulas, pois, além de estar em turno noturno, há uma desmotivação por não experimentar atividades inovadoras e nunca vivenciadas no ambiente escolar, assim como também vivenciar a importância do exercício físico para seu próprio corpo. O professor de Educação Física também tem o dever de possibilitar que o aluno vivencie diversas atividades nas aulas de Educação Física, seja com material escasso ou auxilio de material (CABELEIRA E FREITAS, 2012).

Quando uma criança ou adolescente inicia um cronograma de atividades ou modalidade esportiva, uma das grandes dificuldades é na aderência desta atividade em longo prazo, então, a motivação se torna bastante responsável para que o indivíduo venha realizar as atividades ou não (MALAVASI E BOTH, 2005).

Definição de motivação e sua relação com a Educação Física escolar:

O termo motivação foi conceituado por Cratty (1984) como um processo que leva as pessoas a uma ação ou inércia de diversas situações. Entretanto, segundo a teoria de Maslow (1954) para que a motivação ocorra, depende de um estímulo externo.

Nas aulas de Educação Física – EJA das séries finais do fundamental é difícil encontrar motivação da parte dos alunos em realizar atividades propostas pelo educador. Para Rosa (2011) a falta de espaço, o conteúdo das outras matérias curriculares, e a estrutura são as causas para falta de motivação dos alunos. No meio escolar, é preciso que a educação física apareça como um trabalho inovador para os alunos, possibilitando que o mesmo encontre algo sólido para sua aprendizagem e acima de tudo que seja algo lúdico e prazeroso. Nas aulas do EJA, o educando já chega à escola muitas vezes com uma série de atividades profissionais realizadas ao longo do dia, como referido anteriormente, para isso, o professor torna-se o mediador para que toda carga excessiva de tarefas do aluno não prejudique no processo de aprendizagem nas aulas de educação física escolar.

Para Fontoura (2008) ao pesquisar sobre a desmotivação tanto na parte dos alunos, quanto dos profissionais no que diz respeito à disciplina de Educação Física, questiona: “O que falta ainda para a Educação Física ser uma disciplina respeitada na educação escolar?”. A mesma autora responde dizendo que este problema com a valorização da Educação Física noturna só pode ser superado através do próprio professor.

Função do professor em motivar os alunos

Um professor precisa estar motivado para exercer sua função, como consequência os alunos estarão motivados é sem dúvida é necessário também que o profissional independente da sua área de atuação, precisa fazer a diferença, proporcionando o maior número de possibilidades de aprendizagem para o aluno.

A preocupação do professor de matemática com os cálculos, frações e números, deve ser a mesma preocupação do professor de educação física com seu aluno, pois o mesmo além de estar lidando com o desenvolvimento intelectual da criança, está como um dos responsáveis do desenvolvimento do corpo humano como um todo. Com isso, a atenção do professor no planejar, executar e intervir se torna muito importante. (FONTOURA, 2008)

5. METODOLOGIA

Para realização da pesquisa de campo o instrumento a ser utilizado será um questionário, onde serão respondidos por cinco alunos na idade de quinze a 20 anos de idade, de uma escola estadual do Rio Grande do Sul. Nas perguntas os alunos colocam a importâncias das aulas de educação física, suas dificuldades, o papel do professor, infraestrutura, e forma de motivá-los. Após a coleta de dados, os mesmos serão analisados conforme Lakatos (2011).

6. CRONOGRAMA

PERÍODO/AÇÕES

OUTUBRO 2019

NOVEMBRO 2020

DEZEMBRO 2019

JANEIRO 2020

FEVEREIRO 2020

Obtenção da carta de apresentação

     

Coleta dos dados

     

Análise dos dados

     

Construção de Artigo

 

x

   

Entrega do Artigo

     

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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1 Professor orientador.