EDUCAÇÃO EM TRANSFORMAÇÃO: METODOLOGIAS ATIVAS DIANTE DOS DESAFIOS E OPORTUNIDADES DIGITAIS
PDF: Clique aqui
REGISTRO DOI: 10.5281/zenodo.16998634
Maria de Lourdes Nogueira da Silva1
Márcia Cristina de Jesus2
Divina Reges3
RESUMO
Este artigo investiga os principais obstáculos enfrentados pelos docentes na implementação de metodologias ativas em ambientes educacionais diversificados. As metodologias ativas promovem a centralidade do aluno no processo de aprendizagem, porém sua aplicação ainda enfrenta desafios significativos em diversos contextos educacionais. A pergunta norteadora da pesquisa é: Quais são os principais obstáculos enfrentados por professores na implementação de metodologias ativas em ambientes educacionais diversificados? O objetivo geral é identificar e analisar essas barreiras, a fim de contribuir para a compreensão dos desafios que limitam a adoção de práticas pedagógicas mais inovadoras e centradas no aluno. A pesquisa foi desenvolvida por meio de uma metodologia bibliográfica de caráter exploratório e qualitativo, com a análise de estudos relevantes na área. Os principais obstáculos identificados incluem barreiras estruturais e logísticas, como a falta de infraestrutura e tecnologia adequadas; a formação docente insuficiente, que não prepara os professores para o uso dessas abordagens; e a sobrecarga de trabalho, que dificulta o planejamento e a implementação de práticas ativas. Conclui-se que a superação desses desafios requer um esforço conjunto entre políticas institucionais e governamentais, visando a criação de condições mais favoráveis para a adoção de metodologias ativas na educação.
Palavras-chave: Metodologias Ativas. Práticas Pedagógicas Inovadoras. Docentes. Personalização da Aprendizagem.
ABSTRACT
This article investigates the main obstacles faced by teachers in implementing active methodologies in diverse educational environments. Active methodologies promote the centrality of the student in the learning process, but their application still faces significant challenges in various educational contexts. The guiding question of the research is: What are the main obstacles faced by teachers in implementing active methodologies in diverse educational environments? The general objective is to identify and analyze these barriers in order to contribute to the understanding of the challenges that limit the adoption of more innovative and student-centered pedagogical practices. The research was developed through an exploratory and qualitative bibliographic methodology, with the analysis of relevant studies in the area. The main obstacles identified include structural and logistical barriers, such as the lack of adequate infrastructure and technology; insufficient teacher training, which does not prepare teachers for the use of these approaches; and work overload, which hinders the planning and implementation of active practices. It is concluded that overcoming these challenges requires a joint effort between institutional and governmental policies, aiming to create more favorable conditions for the adoption of active methodologies in education.
Keywords: Active Methodologies. Innovative Pedagogical Practices. Teachers. Personalization of Learning.
1 INTRODUÇÃO
A educação contemporânea enfrenta desafios significativos na tentativa de promover uma aprendizagem mais ativa, centrada no aluno e adaptada às demandas da sociedade do século XXI. Nesse contexto, as metodologias ativas emergem como uma abordagem pedagógica inovadora, que visa deslocar o foco do ensino tradicional, centrado no professor, para o protagonismo dos estudantes promovendo a participação ativa dos mesmos na construção do conhecimento. No entanto, apesar de seu potencial transformador, a implementação dessas metodologias enfrenta uma série de obstáculos, especialmente em ambientes educacionais diversificados.
A importância deste estudo reside na necessidade de compreender os desafios que limitam a aplicação eficaz das metodologias ativas. Diversos fatores, como a formação inadequada dos docentes, a falta de infraestrutura, a resistência cultural e institucional e a sobrecarga de trabalho, são identificados na literatura como barreiras que impedem a plena adoção dessas práticas em diferentes contextos educacionais. Diante disso, torna-se essencial investigar essas dificuldades para propor soluções que viabilizem a implementação de práticas pedagógicas mais dinâmicas e inclusivas, que favoreçam a aprendizagem significativa.
A pergunta norteadora deste estudo é: Quais são os principais obstáculos enfrentados por professores na implementação de metodologias ativas em ambientes educacionais diversificados? A investigação desta questão é fundamental, uma vez que os desafios identificados poderão subsidiar a formulação de políticas educacionais mais eficazes, além de direcionar a formação e o suporte necessários aos professores. Para conduzir esta pesquisa, adotou-se uma metodologia de caráter qualitativo, com base em uma pesquisa bibliográfica exploratória. Este estudo pretende contribuir para o debate sobre a eficácia e a viabilidade das metodologias ativas, destacando a importância de superar os desafios enfrentados pelos docentes e promovendo um ambiente de ensino mais equitativo e inovador.
Esta pesquisa está organizada iniciando por uma breve conceituação de metodologias ativas e sua aplicação na educação. Posteriormente, serão apresentados argumentos para a implementação das metodologias ativas bem como alguns obstáculos que passam por barreiras físicas, formação continuada e condições emocionais causadas por sobrecarga de trabalho.
2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
Este trabalho está fundamentado nos estudos de Moran (2015) ao apresentar as metodologias ativas como estratégias pedagógicas que envolvem diretamente os estudantes no processo de construção do conhecimento, por meio de interação, colaboração e resolução de problemas reais. Essa abordagem desloca o protagonismo do professor para o aluno, ativando seu protagonismo. Araújo (2015, p. 2) afirma que “a metodologia ativa está centrada na aprendizagem, o que significa uma hegemonia do aluno sobre o professor, dispensando, de certa forma, o mesmo. O aluno seria um autoaprendiz.” Essas metodologias visam não apenas aprimorar habilidades cognitivas, mas promover competências socioemocionais, um requisito essencial diante da crescente complexidade e diversidade dos contextos educacionais contemporâneos (MORAN, 2015).
Bacich (2017) observa que a aplicação das metodologias ativas enfrenta desafios que variam conforme cada contexto escolar. Andrioli (2018) reforça que muitos ambientes — desde zonas rurais com poucos recursos até instituições de ensino superior com boa infraestrutura — não estão efetivamente preparados para sustentar tais práticas. Abreu (2009) destaca que a escassez de tecnologia adequada, de equipamentos e de conexão à internet dificulta a adoção de abordagens como sala de aula invertida ou ensino baseado em projetos, especialmente em instituições públicas. Além disso, Moran (2015) chama atenção para o desajuste entre o layout tradicional das salas de aula, geralmente voltado para o ensino expositivo, e os requerimentos das metodologias ativas, que demandam espaços que favoreçam agrupamentos, movimentação e trocas dinâmicas entre os alunos (MORAN, 2015, p. 19).
Saviani (2011) aponta que a formação inicial e continuada dos professores no Brasil carece de preparação adequada para o uso de metodologias ativas em sala de aula. Muitas licenciaturas ainda se baseiam em métodos tradicionais centrados na transmissão de conteúdo, deixando os docentes despreparados para lidar com práticas centradas no aluno. Nessa direção, Borges e Alencar (2014, p. 120) defendem que as metodologias ativas são formas de fomentar um processo de aprendizagem crítico, que estimula autonomia, curiosidade e decisões individuais e coletivas, situadas nos contextos reais dos estudantes.
Schön (1995) enfatiza o papel do professor reflexivo que, em uma postura de “reflexão-na-ação”, valoriza as contribuições dos estudantes, permite-se ser surpreendido por eles, reflete sobre essas situações, reconstrói o problema e adota novas abordagens pedagógicas. Esse ciclo de ação-reflexão permite que o professor aprimore sua prática em tempo real, aproveitando o conhecimento tácito revelado pelos alunos (SCHÖN, 1995). Portanto, a adoção de metodologias ativas requer uma postura docente aberta, crítica e orientada ao constante aperfeiçoamento.
Viegas (2022) destaca que metodologias ativas demandam planejamento extensivo e acompanhamento individualizado, o que compromete o tempo e a energia dos professores. Essa sobrecarga se intensifica quando há múltiplas responsabilidades administrativas e ausência de apoio institucional. Ferreira (2019, p. 2) descreve como “um trabalho sem limites”: os docentes planejam antes das aulas, continuam a avaliar e prestar contas depois; atividades como preenchimento de registros e participação em reuniões invadem sua vida pessoal, gerando esforço físico e emocional considerável.
A partir dessa análise, percebe-se que três grandes desafios interconectados dificultam a efetivação das metodologias ativas: a precariedade estrutural, a formação docente deficiente e a sobrecarga de trabalho sem suporte institucional. Essa constatação evidencia a necessidade de políticas públicas e ações formativas que articulem investimento em infraestrutura, formação crítica e condições de trabalho viáveis. Somente a partir dessa articulação será possível assegurar o uso efetivo das metodologias ativas, tornando-as práticas pedagógicas dinâmicas, equitativas e capazes de promover aprendizagem significativa.
3 RESULTADOS E DISCUSSÕES
Sob a forma de explicar melhor as metodologias ativas, Moran (2015) explica que são estratégias pedagógicas que envolvem os estudantes de forma direta no processo de aprendizagem, permitindo que eles construam conhecimento por meio da interação, colaboração e resolução de problemas reais. De acordo com o que define Araújo (2015, p.2), a metodologia ativa “está centrada na aprendizagem, o que significa uma hegemonia do aluno sobre o professor, dispensando, de certa forma, o mesmo. O aluno seria um autoaprendiz.”
Segundo os estudos de Moran (2015), diferentemente das abordagens tradicionais, centradas no professor como o transmissor de conhecimento, as metodologias ativas colocam o aluno no centro do processo, promovendo um papel mais autônomo e participativo. Ainda segundo o autor, essas práticas visam desenvolver não apenas habilidades cognitivas, mas também competências socioemocionais, preparando os alunos para lidar com a complexidade e os desafios do mundo contemporâneo. O autor acrescenta que, em ambientes educacionais diversificados, onde convivem diferentes realidades socioeconômicas e culturais, a aplicação dessas metodologias tem o potencial de tornar o aprendizado mais inclusivo, adaptando-se às necessidades de cada estudante.
Contudo, a implementação das metodologias ativas encontra uma série de obstáculos, o que, segundo Bacich (2017) podem variar conforme o contexto educacional. A autora explica que esses obstáculos ocorrem especialmente em ambientes educacionais diversificados, que incluem desde escolas de zonas rurais com recursos limitados até instituições de ensino superior com infraestrutura avançada, apresentam desafios específicos. O que se observa, conforme aponta Andrioli (2018), é que as condições materiais, a formação dos professores e a própria organização escolar nem sempre estão preparadas para sustentar tais metodologias de forma eficaz.
Um dos maiores obstáculos enfrentados pelos docentes ao implementar metodologias ativas está relacionado às barreiras estruturais, como a falta de recursos e infraestrutura adequada. Em um estudo de Abreu (2009), o autor examina como a falta de tecnologia apropriada e ambientes de aprendizagem inadequados dificultam a adoção de metodologias ativas. Esse estudo sugere que a implementação dessas metodologias exige um investimento significativo em infraestrutura, especialmente em instituições públicas. O autor acrescenta que as instituições que carecem de equipamentos tecnológicos, como computadores, projetores e acesso à internet, enfrentam grandes dificuldades para implementar práticas que demandam interação digital e colaboração online, como as aulas invertidas e o ensino baseado em projetos.
Além disso, de acordo com Moran (2015), o layout físico das salas de aula, geralmente projetado para o ensino expositivo tradicional, pode não ser adequado para atividades colaborativas e interativas. Segundo o que o autor aponta, a organização dos espaços educativos é um fator crucial para o sucesso das metodologias ativas, pois elas exigem um ambiente que favoreça o trabalho em grupo, a movimentação e a interação entre os estudantes. O autor ensina que sem a adaptação dos espaços e a disponibilização de recursos adequados, os professores se deparam com dificuldades práticas que comprometem a adoção dessas estratégias.
As escolas como um todo precisam repensar esses espaços tão quadrados para espaços mais abertos, onde lazer e estudo estejam mais integrados. O que impressiona nas escolas com desenhos arquitetônicos e pedagógicos mais avançados é que os espaços são mais amplos, agradáveis. Há escolas mais em contato com a natureza, que têm vantagens inegáveis para projetos de ecologia de aprendizagem mais integral, mas também há projetos urbanos muito estimulantes. (Moran, 2015, p.19)
A formação inadequada dos docentes é um desafio significativo para a implementação eficaz das metodologias ativas. Saviani (2011) apresenta um estudo robusto sobre a insuficiência da formação inicial e continuada dos professores, destacando como a falta de treinamento pedagógico voltado para metodologias ativas limita a capacidade de adaptação do professor em sala de aula. O autor argumenta que, sem um apoio institucional para a capacitação, os docentes enfrentam dificuldades em aplicar novas metodologias.
Ainda segundo Saviani (2011), muitos docentes não recebem a preparação adequada, seja durante sua formação inicial ou nos cursos de formação continuada, para aplicar metodologias ativas de forma eficaz. O autor argumenta que a maioria dos cursos de licenciatura no Brasil ainda se baseia em métodos tradicionais de ensino, focados na transmissão de conteúdo, deixando os futuros professores despreparados para lidar com as demandas das práticas centradas no aluno. No entanto, Borges e Alencar (2014) apresentam um caminho de quebra de paradigmas para que ocorram mudanças significativas na aplicação das metodologias ativas na educação.
Podemos entender Metodologias Ativas como formas de desenvolver o processo do aprender que os professores utilizam na busca de conduzir a formação crítica de futuros profissionais nas mais diversas áreas. A utilização dessas metodologias pode favorecer a autonomia do educando, despertando a curiosidade, estimulando tomadas de decisões individuais e coletivas, advindos das atividades essenciais da prática social e em contextos do estudante (Borges & Alencar, 2014, p. 120).
Nessa mesma perspectiva, Schön (1995) sustenta que a prática pedagógica fundamentada na reflexão-na-ação, em que o professor valoriza as contribuições do aluno, ocorre em etapas distintas: primeiramente, o docente permite-se ser surpreendido pelo aluno; em seguida, reflete sobre o ocorrido e busca compreender as implicações do aspecto levantado; posteriormente, reformula o problema com base nessa reflexão; e, por fim, implementa uma nova abordagem pedagógica. O autor argumenta que um professor reflexivo deve possuir uma postura atenta em relação ao aluno. Além disso, deve proporcionar ao aluno a oportunidade de expressar-se, utilizando essas manifestações para planejar suas aulas com base no conhecimento tácito revelado pelo aprendiz.
Um outro desafio é a sobrecarga de trabalho docente e o tempo insuficiente para planejar e implementar metodologias ativas. Viegas (2022) discute como o planejamento e a execução de metodologias ativas demandam mais tempo e energia dos docentes em comparação com métodos tradicionais, levando a uma sobrecarga de trabalho que desincentiva a adoção de tais práticas. De acordo com o autor, professores que já estão sobrecarregados com uma carga horária extensa e com diversas responsabilidades administrativas podem não ter condições de investir o tempo necessário para planejar atividades interativas, propor projetos e acompanhar o progresso individual dos alunos.
De acordo com Moran (2015), o acompanhamento contínuo que as metodologias ativas exigem – como feedbacks constantes e a personalização do ensino – pode aumentar ainda mais a carga de trabalho dos docentes. Na mesma esteira, Ferreira (2019) observa que a falta de apoio institucional agrava esse problema, pois muitos professores acabam assumindo sozinhos a responsabilidade pela inovação em suas práticas, sem o suporte adequado de suas instituições. Segundo a autora, o resultado é uma sobrecarga física e emocional, isso porque o trabalho do professor está envolvido em muito mais do que dar aulas.
Eles começavam a trabalhar muito antes das aulas (porque tinham de planejá-las e prepará-las) e terminavam muito depois (porque tinham de fazer avaliações e prestar contas do que tinham feito, para as escolas ou para os pais/responsáveis dos alunos, sob a forma de preenchimento de registros, formulários, cadernetas, e porque tinham de participar de reuniões e outras programações, muitas vezes fora do horário de trabalho). Essas atividades tomavam tempo, obrigando os professores a fazer trabalhos em casa. Era um trabalho sem limites: não terminava ao fim da jornada, mas invadia toda a vida deles. (Ferreira, 2019, p.2)
As metodologias ativas no ambiente digital representam uma das maiores transformações da educação contemporânea, pois deslocam o estudante da posição de mero receptor para protagonista de sua própria aprendizagem. Recursos como a sala de aula invertida, o uso de plataformas interativas e a gamificação abrem possibilidades para práticas pedagógicas mais dinâmicas, colaborativas e contextualizadas. Entretanto, essa mudança não ocorre sem obstáculos: a desigualdade no acesso às tecnologias, a resistência de parte do corpo docente e a necessidade de formação continuada são barreiras que ainda precisam ser enfrentadas. Apesar dos desafios, a incorporação das metodologias ativas em ambientes digitais mostra-se como um caminho promissor para tornar o processo educativo mais inclusivo, significativo e alinhado às demandas do século XXI.
4 CONSIDERAÇÕES FINAIS
As metodologias ativas representam uma oportunidade significativa para transformar a educação, promovendo um aprendizado mais dinâmico e centrado no aluno. No entanto, a sua implementação eficaz enfrenta desafios consideráveis, especialmente em ambientes educacionais diversificados. Os obstáculos estruturais, como a falta de recursos tecnológicos e a inadequação dos espaços físicos, somam-se à formação insuficiente dos professores e à sobrecarga de trabalho, criando barreiras que dificultam a adoção dessas práticas pedagógicas inovadoras. Apesar de seu potencial para promover o protagonismo estudantil, é evidente que a infraestrutura limitada e o treinamento inadequado comprometem a aplicação e o impacto dessas metodologias.
Diante desse cenário, é necessário que instituições educacionais, gestores e políticas públicas trabalhem em conjunto para remover os obstáculos que impedem a plena integração das metodologias ativas. Investir em infraestrutura e capacitação docente, além de repensar a carga de trabalho dos professores, são ações essenciais para garantir que essas práticas possam ser aplicadas de forma efetiva. Somente com uma abordagem sistemática e colaborativa será possível superar os desafios identificados e criar um ambiente de ensino que promova a aprendizagem significativa, equitativa e alinhada às demandas do século XXI.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Abreu, J. R. P. de. Contexto Atual do Ensino Médico: Metodologias Tradicionais e Ativas -Necessidades Pedagógicas dos Professores e da Estrutura das Escolas. [Dissertação de Mestrado, Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde]. 2009. Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Disponível em: http://hdl.handle.net/10183/18510
Andrioli, S. Metodologias ativas: um estudo de caso em uma instituição de ensino do Vale do Caí. [Especialização, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul]. 2018. Campus Feliz. Disponível em: https://dspace.ifrs.edu.br/xmlui/bitstream/handle/123456789/284/123456789284.pdf?sequence=1&isAllowed=y
Araújo, J. C. S. Fundamentos da metodologia de ensino ativa (1890-1931) UNIUBE/UFU. 37ª Reunião Nacional da ANPEd – 04 a 08 de outubro de 2015, UFSC – Florianópolis. Disponível em: https://anais.anped.org.br/sites/default/files/trabalho-gt02-4216.pdf
Bacich, L. Desafios e possibilidades de integração das tecnologias digitais. Revista Pátio, v. 81, n. 2. Pp. 37-39, 2017. Disponível em: https://lilianbacich.com/wp-content/uploads/2017/03/desafios-e-possibilidades-de-integrac3a7c3a3o-das-tecnologias-digitais.pdf
Borges, T. S. & Alencar, G. Metodologias ativas na promoção da formação crítica do estudante: o uso das metodologias ativas como recurso didático na formação crítica do estudante do ensino superior. Cairu em Revista, v. 3, n. 4, pp. 119-143, 2014. Disponível em: https://www.scirp.org/reference/referencespapers?referenceid=2917357
Ferreira, L. L. Lições de professores sobre suas alegrias e dores no trabalho. Cadernos de Saúde Pública, v. 35, n. 1, 2019. Rio de Janeiro. Disponível em: https://doi.org/10.1590/0102-311X00049018
Moran, J. M. Metodologias ativas para uma aprendizagem mais profunda. In: Perrenoud, P. & Moran, J. M. (Orgs.). Metodologias ativas para uma aprendizagem mais profunda: por uma revolução no ensino superior. 13-34. São Paulo: Loyola, 2015. Disponível em: https://moran.eca.usp.br/wp-content/uploads/2013/12/metodologias_moran1.pdf
Saviani, D. (2011) Formação de professores no Brasil: Dilema e Perspectivas. Poíesis Pedagógica, v. 9, n. 1. pp. 07-19, 2011. Disponível em: http://www.revistas.ufg.br/index.php/poiesis/article/view/15667.
Schön, D. A. Formar professores como profissionais reflexivos. In: Nóvoa, A. (Coord). Os professores e a sua formação (2. ed.). Lisboa: Dom Quixote, 1995.
Viegas, M. F. Trabalhando todo o tempo: sobrecarga e intensificação no trabalho de professoras da educação básica. Educação e Pesquisa, v. 48, 2022. Brasil: Universidade de Santa Cruz do Sul, RS. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1678-4634202248244193
1 Mestranda em Tecnologias Emergentes em Educação pela Must University. E-mail: [email protected].
2 Mestranda em Tecnologias Emergentes em Educação pela Must University. E-mail: [email protected].
3 Mestranda em Tecnologias Emergentes em Educação pela Must University. E-mail. [email protected].