CONTRIBUIÇÕES DO E-SUS APS PARA A SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM

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REGISTRO DOI: 10.5281/zenodo.18776388


Mateus Henrique Dias Guimarães1


RESUMO
Introdução: A implementação de sistemas de informação na saúde, como o e-SUS Atenção Primária à Saúde, tem promovido mudanças na qualificação da assistência, especialmente na Sistematização da Assistência de Enfermagem, ao otimizar registros, padronizar linguagens e favorecer a continuidade do cuidado. A informatização fortalece o Processo de Enfermagem, amplia a autonomia profissional e contribui para a produção de indicadores assistenciais. Objetivo: Analisar as contribuições do e-SUS Atenção Primária à Saúde para a Sistematização da Assistência de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde. Metodologia: Revisão narrativa exploratória, de caráter crítico, com busca nas bases PubMed, Scopus, Web of Science, SciELO e Biblioteca Virtual em Saúde. Incluíram-se artigos publicados entre 2015 e 2025, em português, inglês ou espanhol. A análise foi interpretativa e temática, organizada nos eixos organização do trabalho do enfermeiro, continuidade do cuidado, segurança do paciente, produção de indicadores assistenciais e limitações estruturais e operacionais. Resultados: Os estudos indicam que o uso de prontuários eletrônicos aprimora a qualidade e a integridade dos registros, amplia a rastreabilidade das intervenções e fortalece a segurança do paciente por meio de alertas clínicos e redução de erros de medicação. Observou-se melhoria na organização do trabalho, maior acesso longitudinal às informações e apoio à construção de indicadores. Persistem desafios relacionados à infraestrutura, conectividade, capacitação digital e resistência ao uso das tecnologias. Conclusão: O e-SUS APS contribui para qualificar a Sistematização da Assistência de Enfermagem, embora sua efetividade dependa de investimento contínuo em infraestrutura, suporte técnico e educação permanente.
Palavras-chave: Atenção Primária à Saúde. Processo de Enfermagem. Registros Eletrônicos de Saúde. Qualidade da Assistência à Saúde.

ABSTRACT
Introduction: The implementation of health information systems such as e-SUS Primary Health Care has led to changes in the qualification of care, particularly in the Systematization of Nursing Care, by optimizing records, standardizing terminology, and supporting continuity of care. Digitalization strengthens the Nursing Process, expands professional autonomy, and supports the development of care indicators. Objective: To analyze the contributions of e-SUS Primary Health Care to the Systematization of Nursing Care in Primary Health Care. Methodology: Exploratory narrative review with a critical approach, based on searches in PubMed, Scopus, Web of Science, SciELO, and the Virtual Health Library. Articles published between 2015 and 2025 in Portuguese, English, or Spanish were included. The analysis followed an interpretative and thematic framework, organized around the following axes: organization of nurses’ work, continuity of care, patient safety, production of care indicators, and structural and operational limitations. Results: The studies indicate that the use of electronic health records improves the quality and completeness of documentation, enhances traceability of interventions, and strengthens patient safety through clinical alerts and reduced medication errors. Improvements were identified in work organization, longitudinal access to information, and support for the development of indicators. Challenges remain regarding infrastructure, connectivity, digital training, and resistance to the use of technologies. Conclusion: e-SUS Primary Health Care contributes to strengthening the Systematization of Nursing Care, although its effectiveness depends on ongoing investment in infrastructure, technical support, and continuing education.
Keywords: Primary Health Care. Nursing Process. Electronic Health Records. Quality of Health Care.

1. INTRODUÇÃO

A implementação de sistemas de informação na saúde, como o e-SUS Atenção Primária à Saúde, representa um avanço significativo na qualificação da assistência, especialmente no contexto da Sistematização da Assistência de Enfermagem, ao otimizar o registro e a gestão dos dados do paciente (Freitas et al., 2022).

Essa integração tecnológica facilita a coleta e o armazenamento de informações detalhadas, minimizando perdas de dados e aprimorando a continuidade do cuidado (Oliveira et al., 2021; Silva et al., 2023). Ao padronizar as linguagens de dados e permitir o cruzamento de informações, esses sistemas conferem subsídios para a individualização do cuidado e a tomada de decisões clínicas mais assertivas, resultando na obtenção de indicadores valiosos para a avaliação da assistência (Silva et al., 2021).

A Sistematização da Assistência de Enfermagem, fundamentada no Processo de Enfermagem, é um sistema de raciocínio que capacita o enfermeiro a compreender o contexto de atuação e as condições do indivíduo, guiando o cuidado e descrevendo as intervenções necessárias (Amaral et al., 2021).

A formalização desse processo, através de sistemas informatizados, aprimora o fluxo de trabalho do enfermeiro, confere autonomia profissional e facilita a evolução do registro de enfermagem (Bezerra & Mendonça, 2021). A transição para prontuários eletrônicos, como os proporcionados pelo e-SUS APS, otimiza processos de trabalho, rastreia atividades para avaliação, e padroniza a assistência, eliminando práticas baseadas em papel e fornecendo dados essenciais para atestações e avaliações de qualidade (Taneva et al., 2024).

2. REVISÃO DA LITERATURA

A relevância da informatização no setor de saúde pública é corroborada por estudos que demonstram como a utilização de prontuários eletrônicos, a exemplo do e-SUS AB, otimiza o atendimento, agiliza a coleta de informações e reduz a burocracia, propiciando uma avaliação sistemática e integral do estado de saúde do usuário (Cavalheiri & Silva, 2021).

Essa modernização contribui para a qualificação da assistência, permitindo que os profissionais de enfermagem dediquem mais tempo ao cuidado direto e menos a tarefas administrativas, o que impacta positivamente a qualidade de vida dos pacientes (Ramos et al., 2024). A integração de tecnologias digitais, como softwares assistenciais, otimiza a gestão de dados e fomenta o desenvolvimento de habilidades científicas e competências da equipe de enfermagem, garantindo maior segurança e comunicação durante o processo assistencial (Goncalves et al., 2021; Silva et al., 2021).

A documentação eletrônica das fases do processo de enfermagem é crucial para assegurar a continuidade do cuidado e a avaliação da qualidade da assistência (Igarashi et al., 2022). Tais sistemas facilitam a identificação e o planejamento de intervenções adequadas, assegurando que o cuidado seja holístico e baseado em evidências (Alban et al., 2022).

A utilização de prontuários eletrônicos, como o e-SUS APS, facilita o registro das intervenções de enfermagem e permite a avaliação contínua dos parâmetros do paciente, garantindo respaldo legal e promovendo a segurança no cuidado (Igarashi et al., 2022). A segurança no cuidado é ainda mais ampliada pela redução de erros na prescrição e administração de medicamentos, uma vez que a informatização minimiza a chance de falhas humanas inerentes aos registros manuais (Oliveira et al., 2021).

A transição do prontuário em papel para o eletrônico no contexto da Atenção Primária à Saúde é um avanço tecnológico que, além de promover a segurança do paciente, também contribui para a sustentabilidade ambiental ao reduzir o consumo de papel (Cavalheiri & Silva, 2021).

A implementação de prontuários eletrônicos oferece um potencial significativo para aprimorar os fluxos de trabalho, otimizar a organização institucional e apoiar decisões clínicas, conforme evidenciado pela redução de riscos de erros de medicação e a padronização dos cuidados (Igarashi et al., 2022). Essa padronização não só facilita a auditoria dos registros de enfermagem, transformando-os em ferramentas educativas e não punitivas, mas também melhora a comunicação inter e multidisciplinar, elevando a segurança e satisfação do paciente (Igarashi et al., 2022).

3. METODOLOGIA

Trata-se de revisão narrativa exploratória, de caráter crítico, orientada à análise das contribuições do e-SUS Atenção Primária à Saúde para a Sistematização da Assistência de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde.

A revisão narrativa foi escolhida por possibilitar interpretação analítica da produção científica, com ênfase na problematização conceitual, nas lacunas do conhecimento e nas implicações para o trabalho do enfermeiro no contexto da informatização da atenção primária. O enfoque crítico permitiu examinar avanços, limites estruturais e tensionamentos relacionados à implementação e uso do sistema na prática cotidiana.

A busca foi realizada nas bases PubMed, Scopus, Web of Science, SciELO e Biblioteca Virtual em Saúde, contemplando publicações nacionais e internacionais. Utilizaram-se descritores e termos livres relacionados a prontuário eletrônico, registros eletrônicos em saúde, processo de enfermagem, Sistematização da Assistência de Enfermagem, atenção primária e tecnologias da informação em saúde, combinados por operadores booleanos AND e OR.

Foram incluídos artigos publicados entre 2015 e 2025, disponíveis na íntegra, em português, inglês ou espanhol, que abordassem registros eletrônicos em saúde, organização do trabalho da enfermagem, continuidade do cuidado, segurança do paciente ou produção de indicadores assistenciais. Excluíram-se editoriais, cartas ao leitor, resumos simples e estudos sem relação direta com a prática de enfermagem ou com a atenção primária.

A análise ocorreu de forma interpretativa e temática. Após leitura exploratória e leitura aprofundada dos textos selecionados, os achados foram organizados em eixos analíticos relacionados

  1. organização do trabalho do enfermeiro

  2. continuidade do cuidado

  3. segurança do paciente

  4. produção de indicadores assistenciais

  5. limitações estruturais e operacionais

A discussão foi construída a partir do confronto entre resultados empíricos, referenciais sobre o Processo de Enfermagem e a realidade da Atenção Primária à Saúde no Brasil, buscando evidenciar convergências, inconsistências e desafios para a consolidação da Sistematização da Assistência de Enfermagem mediada por sistemas eletrônicos.

4. RESULTADOS E DISCUSSÕES

A adoção de sistemas informatizados permite uma organização mais eficiente das etapas do processo de enfermagem, desde a coleta de dados até a avaliação das intervenções, promovendo uma documentação completa e acessível (Taneva et al., 2024). Essa transição para registros eletrônicos, como o e-SUS APS, aprimora a qualidade do cuidado de enfermagem, aumenta a segurança do paciente e fortalece a autonomia profissional (Taneva et al., 2024).

A padronização e o acesso remoto aos dados do paciente, viabilizados pelo prontuário eletrônico, são identificados como vantagens significativas pelos profissionais de enfermagem, embora falhas no sistema ainda representem um desafio (Cabral et al., 2024).

Contudo, a superação desses obstáculos e a otimização contínua da usabilidade dos sistemas são cruciais para a plena realização dos benefícios da informatização na enfermagem (Al-Shammari et al., 2024).

A análise da frequência de utilização desses campos estruturados permite identificar a aderência dos profissionais aos protocolos estabelecidos e a completude do registro de enfermagem, elementos cruciais para a avaliação da qualidade da assistência (Taneva et al., 2024). A implementação de tecnologias digitais, como os prontuários eletrônicos e sistemas de informação do cliente, têm transformado a prática de enfermagem, permitindo uma transmissão eficiente de informações clínicas (Paatela et al., 2024).

Essa mudança para o formato digital tem demonstrado um aumento na qualidade e integridade da documentação de enfermagem, superando os métodos manuais (Shafiee et al., 2022).

A integração de terminologias padronizadas e frameworks de avaliação estruturados nos prontuários eletrônicos é crescente, embora ainda inconsistente, e é fundamental para fortalecer a visibilidade da enfermagem, apoiar a melhoria da qualidade e aprimorar a medição de resultados clínicos e de pesquisa (Bertocchi et al., 2025).

Essa padronização da linguagem diagnóstica e das intervenções de enfermagem, por meio de sistemas eletrônicos, contribui para uma documentação mais consistente e unificada, essencial para a continuidade do cuidado (Shafiee et al., 2022).

A garantia da qualidade e completude dos registros eletrônicos é fundamental para assegurar a efetividade do cuidado prestado, promovendo a segurança do paciente e fornecendo dados confiáveis para análises epidemiológicas e pesquisas (Taneva et al., 2024).

A transição para o prontuário eletrônico oferece vantagens substanciais em relação ao registro manual em papel, incluindo maior acessibilidade aos dados do paciente e a capacidade de integrar informações de diferentes fontes, o que antes era um desafio significativo (Moore et al., 2025). Essa interoperabilidade dos sistemas digitais permite uma visão mais abrangente do histórico de saúde do paciente, facilitando a tomada de decisões clínicas mais precisas e informadas (Al-Shammari et al., 2024).

A digitalização dos registros médicos minimiza a ocorrência de informações incompletas ou ilegíveis, um problema comum nos prontuários em papel, garantindo maior fidedignidade e coerência aos dados clínicos (Han et al., 2023).

Avanços em sistemas de informação em saúde, como os registros eletrônicos, otimizam o acesso à informação e a comunicação entre os profissionais, aprimorando a qualidade do cuidado e a segurança do paciente (Taneva et al., 2024).

A legibilidade e rastreabilidade aprimoradas das evoluções de enfermagem em prontuários eletrônicos contribuem para uma documentação mais clara e concisa, facilitando o acompanhamento da progressão do paciente e a avaliação da eficácia das intervenções. A maior visibilidade da contribuição da enfermagem para o cuidado do paciente, que antes era subvalorizada, é agora enfatizada pela documentação padronizada (Fennelly et al., 2021).

Isso também permite uma análise retrospectiva mais eficiente dos dados para fins de pesquisa e melhoria contínua dos processos assistenciais (Bertocchi et al., 2025). A integração de terminologias de enfermagem padronizadas em sistemas eletrônicos é crucial para quantificar as contribuições da enfermagem e avaliar o impacto nos resultados do paciente (Bertocchi et al., 2025).

4.1. Continuidade do Cuidado

A continuidade do cuidado é substancialmente aprimorada com o uso de prontuários eletrônicos, pois estes facilitam o acesso rápido e integral às informações do paciente por todos os membros da equipe de saúde, independentemente de sua localização (Adeniyi et al., 2024). Essa capacidade de compartilhamento de dados em tempo real assegura que as intervenções sejam consistentes e baseadas nas informações mais recentes, evitando duplicação de exames e otimizando o plano terapêutico (Enahoro et al., 2023; Harerimana et al., 2025).

O acesso longitudinal às informações do paciente, proporcionado pelos prontuários eletrônicos, permite que os profissionais de enfermagem visualizem todo o histórico clínico, procedimentos realizados e evolução do tratamento ao longo do tempo, contribuindo para decisões mais embasadas e uma compreensão aprofundada das necessidades individuais (Upadhyay & Chen, 2022).

Tal acesso contínuo e abrangente ao prontuário eletrônico também assegura a segurança dos dados e melhora a legibilidade das anotações, reduzindo erros de interpretação e otimizando a coordenação do cuidado entre as equipes multidisciplinares (Costa et al., 2021). A utilização de registros eletrônicos de saúde tem sido fundamental para aprimorar a documentação clínica, oferecendo uma plataforma integral que melhora a qualidade da atenção ao paciente e facilita o acesso rápido e seguro à informação (Huera et al., 2024).

A integração entre atendimentos individuais e coletivos, facilitada pelos sistemas eletrônicos, permite uma visão holística da saúde do paciente, conectando dados de consultas clínicas, acompanhamentos domiciliares e programas de saúde pública, o que é essencial para um planejamento de cuidado mais eficaz e abrangente (Pérez-Martí et al., 2021).

A centralização desses dados em um prontuário eletrônico possibilita a avaliação contínua do estado de saúde do indivíduo e da comunidade, embasando ações de promoção da saúde e prevenção de doenças (Costa et al., 2021). A otimização do registro eletrônico de enfermagem, por meio da capacitação adequada dos profissionais e a implementação de sistemas intuitivos, melhora a qualidade da assistência e a satisfação do paciente (Amaral et al., 2021).

O acompanhamento de condições crônicas é substancialmente otimizado pela utilização de prontuários eletrônicos, que permitem o registro sistemático e o acesso rápido a dados importantes, como histórico de medicações, resultados de exames e planos de cuidado, facilitando a gestão contínua e personalizada do paciente (Enahoro et al., 2023). Esta ferramenta digital auxilia na identificação de tendências, na avaliação da adesão ao tratamento e na personalização das intervenções de enfermagem, resultando em um gerenciamento mais eficaz e preditivo das condições de saúde a longo prazo (Uslu & Stausberg, 2021).

A implementação de registros eletrônicos de saúde tem sido uma revolução na prestação de cuidados, oferecendo benefícios significativos para a segurança do paciente e a qualidade dos resultados, além de aumentar a acessibilidade e a precisão das informações do paciente (Adeniyi et al., 2024).

Os prontuários eletrônicos promovem a eficiência dos fluxos de trabalho e a redução de erros médicos, contribuindo para uma melhor gestão dos recursos de saúde e uma experiência aprimorada tanto para os profissionais quanto para os pacientes (Enahoro et al., 2023; Motsi, 2024).

4.2. Segurança do Paciente

A segurança do paciente é uma dimensão crítica na assistência à saúde, e a implementação de prontuários eletrônicos desempenha um papel fundamental na minimização de riscos e na promoção de um ambiente de cuidado mais seguro (Adeniyi et al., 2024).

Estes sistemas digitais, ao centralizarem e padronizarem as informações, reduzem a ocorrência de erros de medicação, identificação do paciente e comunicação entre equipes, que são frequentemente associados a falhas em registros manuais (Enahoro et al., 2023).

A adoção de prontuários eletrônicos diminui significativamente a incidência de erros na prescrição e no registro de medicamentos, pois incorporam sistemas de alerta para interações medicamentosas e dosagens inadequadas, protegendo o paciente de potenciais danos iatrogênicos (Igarashi et al., 2022).

Esses sistemas também garantem maior clareza e legibilidade nas informações, o que é crucial para evitar interpretações errôneas que poderiam comprometer a segurança do paciente (Adeniyi et al., 2024).

A padronização e o aumento da qualidade dos dados advindos do uso de prontuários eletrônicos também são relevantes para aprimorar a segurança do paciente (Cabral et al., 2024; Igarashi et al., 2022).

Os alertas e mecanismos de apoio à decisão clínica integrados nos prontuários eletrônicos representam uma ferramenta essencial para a segurança do paciente, fornecendo aos profissionais de enfermagem e médicos avisos em tempo real sobre alergias, resultados críticos de exames e possíveis interações medicamentosas (Enahoro et al., 2023).

Isso melhora a capacidade de tomada de decisão clínica, prevenindo erros e otimizando a qualidade do cuidado prestado (Igarashi et al., 2022).

A eficiência desses sistemas em prevenir eventos adversos é crucial para a proteção do paciente, contribuindo para uma prática assistencial mais segura e baseada em evidências (Enahoro et al., 2023).

O registro eletrônico detalhado de medicamentos e procedimentos facilita a rastreabilidade e a administração segura, promovendo a identificação correta do paciente, a comunicação eficaz entre a equipe de saúde e a administração segura de medicamentos, conforme as metas internacionais de segurança do paciente estabelecidas pela OMS (Costa et al., 2021).

Esta documentação precisa e acessível aprimora a qualidade do serviço prestado e minimiza as chances de ocorrência de eventos adversos relacionados à medicação (Alqadi et al., 2022).

Além disso, a uniformidade e a completude do conteúdo dos prontuários eletrônicos promovem uma revisão rápida e uma auditoria eficiente, assegurando a conformidade e a melhoria contínua dos processos assistenciais (Igarashi et al., 2022).

4.3. Organização do Trabalho do Enfermeiro

A transição de prontuários físicos para eletrônicos tem demonstrado um impacto positivo na segurança do paciente e da equipe, com profissionais relatando maior satisfação com a segurança proporcionada pelos sistemas digitais em comparação com os registros manuais (Costa et al., 2021). Essa evolução tecnológica não só otimiza os fluxos de trabalho, como também fortalece a confiança na partilha de informações, aprimorando a tomada de decisões clínicas e a coordenação do cuidado (Igarashi et al., 2022).

A otimização de registros de enfermagem por meio de sistemas eletrônicos contribui significativamente para a melhoria da qualidade do cuidado e a segurança do paciente, refletindo positivamente na autonomia profissional e na satisfação dos enfermeiros (Taneva et al., 2024).

A redução do tempo dedicado a tarefas administrativas repetitivas é um dos benefícios mais evidentes da digitalização dos registros, permitindo que o enfermeiro dedique mais atenção ao cuidado direto e à interação com o paciente (Johnson et al., 2025).

Esta eficiência no registro eletrônico pode liberar tempo valioso para que os enfermeiros se concentrem em atividades de maior valor agregado, como a educação em saúde e o apoio psicossocial (Paatela et al., 2024). A tecnologia tem melhorado a eficiência e a qualidade do cuidado, tornando essencial que os profissionais de enfermagem se adaptem a essas mudanças para permanecerem na vanguarda dos avanços da saúde (Olorunfemi & Akinyemi, 2024).

A implementação de prontuários eletrônicos transforma a execução das atividades administrativas, reduzindo a necessidade de preenchimento manual de formulários e a busca por informações dispersas, resultando em uma otimização substancial do tempo de trabalho do enfermeiro (Lindsay & Lytle, 2022).

Isso permite que o profissional se concentre mais nas interações diretas com os pacientes e em atividades que exigem julgamento clínico, elevando a qualidade do cuidado prestado (Alnasser et al., 2024). Ainteroperabilidade dos sistemas eletrônicos de saúde facilita o compartilhamento de informações entre diferentes serviços e profissionais, promovendo uma abordagem integrada e coordenada no cuidado ao paciente (Igarashi et al., 2022).

A autonomia profissional dos enfermeiros é ampliada pela disponibilidade de dados completos e atualizados em tempo real nos prontuários eletrônicos, o que fortalece a capacidade de tomar decisões clínicas informadas e baseadas em evidências (Setyowati et al., 2022). A integração de sistemas de informação e gestão hospitalar também possibilita um aumento no tempo dedicado ao cuidado direto ao paciente, diminuindo as horas gastas com processos de papelaria e burocracia (Volkan et al., 2024).

Esta mudança otimiza a alocação de recursos e melhora a satisfação do paciente através de uma maior participação nas decisões de cuidado (Al-Shammari et al., 2024; Volkan et al., 2024).

A flexibilidade e o acesso remoto que a tecnologia proporciona, aprimorados por plataformas de telemedicina e monitoramento à distância, permitem que os enfermeiros ajustem seus planos de cuidado de maneira ágil, adaptando-se às necessidades dinâmicas dos pacientes e às mudanças nas condições de saúde (Pradhan, 2023).

4.4. Produção de Indicadores Assistenciais

A análise de dados provenientes dos prontuários eletrônicos oferece uma base sólida para a construção de indicadores assistenciais robustos, essenciais para a avaliação da qualidade do cuidado, a identificação de áreas para melhoria e o embasamento de decisões estratégicas em saúde (Olorunfemi & Akinyemi, 2024).

Estes dados, quando processados e interpretados corretamente, facilitam a implementação de intervenções baseadas em evidências e a monitorização contínua dos resultados de saúde. A utilização de tecnologias de informação e comunicação tem impulsionado a criação de sistemas de gestão em saúde mais eficientes, permitindo a análise de grandes volumes de dados para gerar insights valiosos sobre o desempenho dos serviços de enfermagem e a adesão terapêutica (Jayousi et al., 2024).

A geração automatizada de relatórios a partir desses sistemas agiliza a disseminação de informações cruciais para a gestão e as equipes clínicas, facilitando a identificação de tendências e a avaliação do impacto das intervenções. Essa capacidade de gerar relatórios detalhados e personalizados otimiza o monitoramento da qualidade do cuidado, a gestão de recursos e a formulação de políticas de saúde mais eficazes (Jayousi et al., 2024).

Isso é fundamental para o planejamento estratégico em saúde, permitindo que as instituições reajam proativamente às demandas e otimizem a alocação de recursos (Cachata et al., 2024).

A utilização de tecnologias da informação e comunicação permite uma gestão mais transparente e responsável, tornando os dados acessíveis para auditorias e avaliações externas (Rashid, 2024).

A integração de sistemas digitais nos cuidados de enfermagem fomenta a adoção de novas tecnologias, o que é particularmente atraente para profissionais mais jovens e promove um ambiente de saúde progressista e tecnologicamente avançado (Jayousi et al., 2024).

A integração dessas tecnologias permite um monitoramento mais preciso e em tempo real do cumprimento das metas da Atenção Primária à Saúde, fornecendo subsídios para ajustes rápidos e melhoria contínua dos serviços prestados (Rashid, 2024). Essa capacidade de acompanhamento detalhado e dinâmico é crucial para identificar lacunas no atendimento e otimizar a alocação de recursos, garantindo uma cobertura assistencial mais equitativa e eficaz (Barreto et al., 2023; Cavalheiri & Silva, 2021).

A incorporação dessas tecnologias nos sistemas gestores de saúde municipais, por exemplo, permite que informações sobre a vulnerabilidade familiar sejam amplamente acessadas por diversas áreas, qualificando o cuidado e facilitando a comunicação entre os serviços de saúde (Leandrini & Camillo, 2022). A informatização da Atenção Primária à Saúde tem sido reconhecida por promover a economia de tempo, reduzir o uso de papel, agilizar a busca por informações e ampliar a comunicação entre as equipes, além de diminuir erros de prescrição, aumentando a segurança do paciente e fortalecendo o vínculo com o serviço de saúde (Sartoretto et al., 2024).

Essa otimização do fluxo de trabalho e aprimoramento da comunicação entre as equipes de saúde contribuem significativamente para a adesão terapêutica de pessoas vivendo com HIV/AIDS, ao facilitar o acesso a informações essenciais e promover um acompanhamento mais integrado (Oliveira et al., 2023).

A utilização de tecnologias digitais e ferramentas de comunicação na Atenção Primária à Saúde tem se mostrado promissora para o engajamento dos pacientes no autocuidado, fortalecendo a adesão ao tratamento e a promoção da saúde (Almeida et al., 2022). A incorporação de tecnologias leves, duras e leve-duras no processo de trabalho da Atenção Primária à Saúde pode, portanto, melhorar a qualidade da assistência, tornando-a mais humanizada e menos mecanizada (Galvan et al., 2022).

A inclusão de sistemas eletrônicos de registro e prontuários digitais facilita o acesso rápido e preciso às informações dos pacientes, otimizando a tomada de decisões e o compartilhamento de dados entre profissionais de saúde (Secundo et al., 2023).

Esses sistemas permitem a criação de estratégias mais eficazes na prestação de cuidados de saúde, por meio de relatórios detalhados que apoiam a decisão clínica e melhoram os processos assistenciais (Ferreira et al., 2023).

A análise de dados coletados por meio dessas tecnologias digitais também oferece subsídios valiosos para o planejamento local em saúde, permitindo uma alocação de recursos mais eficiente e o desenvolvimento de programas de intervenção direcionados (Dzinamarira et al., 2025).

4.5. Limitações Identificadas

Apesar dos notáveis avanços proporcionados pelas tecnologias na enfermagem, é fundamental reconhecer as limitações inerentes à sua implementação e uso, que podem impactar diretamente a qualidade do cuidado e a adesão terapêutica (Souza et al., 2025). Entre as principais barreiras, destaca-se a necessidade de educação continuada para os profissionais de enfermagem, que deve abranger não apenas os aspectos técnicos do uso das ferramentas, mas também a importância de um atendimento ético e profissional, garantindo a confidencialidade e o sigilo das informações (Cavalheiri & Silva, 2021).

Apesar dos benefícios evidentes, a adoção de tecnologias de informação e comunicação pelos enfermeiros na Atenção Primária à Saúde ainda enfrenta desafios significativos, especialmente no que tange à infraestrutura tecnológica e à capacitação profissional (Oliveira et al., 2023). Dentre esses desafios, a dificuldade de acesso à internet de qualidade em determinadas regiões e a falta de equipamentos adequados são obstáculos que podem comprometer a eficácia da implementação dessas ferramentas (Oliveira et al., 2023).

Ademais, a ausência de acesso adequado ou insuficiente à internet constitui uma fragilidade notável na utilização das Tecnologias da Informação e Comunicação, comprometendo seu potencial transformador nos serviços de saúde (Oliveira et al., 2023).

Essa carência de infraestrutura tecnológica é frequentemente agravada pela escassez de recursos financeiros para investimento em melhorias, perpetuando um ciclo de defasagem tecnológica que afeta diretamente a qualidade e a abrangência dos serviços de saúde oferecidos (Silva et al., 2023).

A falta de capacitação digital tanto para os pacientes quanto para os profissionais de saúde também emerge como um fator limitante crucial, impedindo a plena exploração das funcionalidades e benefícios que a teleenfermagem e outras inovações tecnológicas poderiam oferecer (Martínez et al., 2024).

A ausência de conectividade robusta e de uma infraestrutura tecnológica apropriada impõe sérias restrições à expansão e eficácia da teleenfermagem e outras modalidades de cuidado remoto (Oliveira et al., 2023). Essa lacuna tecnológica pode aprofundar as desigualdades em saúde, especialmente em áreas remotas ou de baixa renda, onde o acesso a dispositivos e à internet é limitado (Alvarenga et al., 2023; Vasconcelos et al., 2024).

A obsolescência de equipamentos e a ausência de manutenção adequada dificultam a operação eficiente desses sistemas, gerando frustrações e impactando a qualidade dos dados (Cavalheiri & Silva, 2021; Martínez et al., 2024). A precariedade ou inexistência de internet e a resistência tanto de profissionais quanto de pacientes frente à tecnologia são desafios primordiais para a efetiva implementação da teleenfermagem no contexto brasileiro (Vasconcelos et al., 2024).

A falta de treinamento adequado e a dificuldade de acesso à internet, por exemplo, são barreiras frequentemente citadas por profissionais de enfermagem que se recusam a registrar informações eletronicamente (Cavalheiri & Silva, 2021). Essa resistência é exacerbada pela percepção de aumento da carga horária de trabalho e pela ausência de contato presencial, aspectos que podem gerar insegurança e dificultar a adesão às novas metodologias de atendimento (Vasconcelos et al., 2024). Tais fatores contribuem para a resistência dos profissionais ao uso da tecnologia, muitas vezes associada à falta de conhecimento e segurança com as Tecnologias da Informação e Comunicação (Strey & Toassi, 2024).

A baixa familiaridade com tecnologias digitais e a desconfiança sobre a qualidade dos serviços ofertados remotamente representam desafios significativos que impactam diretamente a aceitação e o engajamento tanto de profissionais quanto de pacientes no contexto da telessaúde (Vasconcelos et al., 2024).

A capacitação contínua e o fornecimento de suporte técnico são, portanto, elementos cruciais para superar essa barreira e garantir a plena utilização das ferramentas digitais (Souza et al., 2025).

A superação desses desafios exige um investimento contínuo em infraestrutura, conectividade e programas de capacitação digital, visando a inclusão de todos os envolvidos no processo de cuidado (Nakayama et al., 2023).

Essa abordagem multifacetada é essencial para que a enfermagem possa maximizar o potencial das inovações tecnológicas, assegurando um atendimento de saúde equitativo e de alta qualidade (Booth et al., 2021).

CONCLUSÃO

A incorporação do e-SUS Atenção Primária à Saúde na Atenção Primária à Saúde modifica a operacionalização da Sistematização da Assistência de Enfermagem ao estruturar o registro das etapas do Processo de Enfermagem em ambiente digital. A organização padronizada das informações favorece maior completude documental, rastreabilidade das intervenções e acesso longitudinal ao histórico do usuário, com repercussões diretas na continuidade do cuidado.

A documentação eletrônica amplia a visibilidade das ações de enfermagem, fortalece a autonomia profissional e qualifica a tomada de decisão clínica por meio da disponibilidade de dados atualizados. A possibilidade de integrar informações assistenciais, epidemiológicas e gerenciais contribui para a produção de indicadores, monitoramento de metas e planejamento local em saúde.

No campo da segurança do paciente, a padronização de registros, a legibilidade das informações e os mecanismos de apoio à decisão clínica reduzem falhas associadas a registros manuais, especialmente no que se refere à administração de medicamentos, identificação do usuário e comunicação entre equipes.

Persistem, contudo, limitações relacionadas à infraestrutura tecnológica, conectividade, manutenção de equipamentos e capacitação digital dos profissionais. A resistência ao uso das ferramentas, associada à sobrecarga de trabalho e à insegurança frente às tecnologias, também interfere na consolidação do sistema como suporte efetivo à SAE.

A análise crítica da literatura indica que o e-SUS APS apresenta contribuições consistentes para a qualificação da Sistematização da Assistência de Enfermagem, embora sua efetividade dependa de investimento contínuo em suporte técnico, educação permanente e aprimoramento da usabilidade do sistema. O fortalecimento dessas condições pode ampliar o alcance da informatização na organização do trabalho do enfermeiro e na melhoria da qualidade do cuidado na Atenção Primária à Saúde.

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1 Mestre em Enfermagem na Atenção Primária à Saúde. Membro da International Epidemiological Association (IEA), 2025-2031. Membro Trainee da International Society of Hypertension (ISH), 2025-2026. Enfermeiro. ORCID: https://orcid.org/0009-0008-0206-0011