A AVALIAÇÃO FORMATIVA COMO INSTRUMENTO DE APRENDIZAGEM: PRÁTICAS COTIDIANAS NA SALA DE AULA EM UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA
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REGISTRO DOI: 10.5281/zenodo.18204319
Edineusa da Conceição Arruda1
Gleybson Silva de Santana2
Tathiana Maria Camilo Guerra3
RESUMO
A avaliação formativa é um processo contínuo, processual e diagnóstico que ocorre durante todo o ciclo de ensino e aprendizagem. Seu propósito central é monitorar o progresso do aluno em tempo real e, simultaneamente, aprimorar as estratégias pedagógicas do professor. Neste tipo de avaliação, temos que ter um olhar reflexivo para a aprendizagem, onde constitui um elemento essencial no cotidiano da sala de aula, contudo, fundamentado nas contribuições de Benjamin Bloom, Jussara Hoffmann e Philippe Perrenoud, este artigo discute como a avaliação formativa se distancia do modelo tradicional, centrado na classificação e se consolida como instrumento pedagógico capaz de promover aprendizagens mais significativas e humanizadas. Segundo Bloom, a avaliação formativa auxilia o professor a compreender o desenvolvimento do aluno ao longo do processo, aproveitando o conhecimento prévio do aluno, incentivando a liderança, dando voz para suas ideias e valorizando os erros como oportunidades de intervenção e realinhamento da prática docente. Hoffmann reforça essa perspectiva ao defender uma avaliação dialógica, o bate papo e a troca de experiências. Todavia a avaliação diagnóstica e qualitativa é baseada na compreensão do percurso do estudante e no respeito às suas singularidades. Já Perrenoud destaca a avaliação como ferramenta para a regulação contínua das aprendizagens, onde o processo está em constante ajuste, na qual o professor assume o papel de mediador, ajustando estratégias de ensino conforme as evidências observadas. Assim, a avaliação formativa, ao favorecer a autonomia discente, a reflexão e o protagonismo, contribui para a construção de uma prática pedagógica mais inclusiva, equitativa e comprometida com o desenvolvimento integral do estudante.
Palavras-chave: Avaliação Formativa, Aprendizagem Significativa e Prática Pedagógica.
ABSTRACT
Formative assessment is a continuous, procedural, and diagnostic process that occurs throughout the teaching and learning cycle. Its central purpose is to monitor student progress in real time and, simultaneously, improve the teacher's pedagogical strategies.In this type of assessment, we must have a reflective view of learning, which constitutes an essential element in the daily life of the classroom. Based on the contributions of Benjamin Bloom, Jussara Hoffmann, and Philippe Perrenoud, this article discusses how formative assessment distances itself from the traditional model, centered on classification, and consolidates itself as a pedagogical instrument capable of promoting more meaningful and humanized learning. According to Bloom, formative assessment helps the teacher understand the student's development throughout the process, taking advantage of the student's prior knowledge, encouraging leadership, giving voice and opportunity to their ideas, and valuing mistakes as opportunities for intervention and realignment of teaching practice. Hoffmann reinforces this perspective by advocating for a dialogical assessment, the conversation, the exchange of experiences. However, diagnostic and qualitative assessment is based on understanding the student's learning path and respecting their individual characteristics. Perrenoud highlights assessment as a tool for the continuous regulation of learning, where the process is constantly being adjusted, and the teacher assumes the role of mediator, adjusting teaching strategies according to the observed evidence. Thus, formative assessment, by promoting student autonomy, reflection, and protagonism, contributes to the construction of a more inclusive, equitable, and committed pedagogical practice focused on the student's integral development.
Keywords: Formative Assessment, Meaningful Learning, and Pedagogical Practice.
INTRODUÇÃO
A avaliação é um componente essencial do processo de ensino e aprendizagem, pois permite ao professor compreender o desenvolvimento dos alunos e reorientar sua prática pedagógica, consequentemente no contexto educacional contemporâneo, a avaliação formativa ganha destaque por se constituir em um instrumento contínuo e reflexivo, capaz de promover aprendizagens significativas e o protagonismo do estudante, diferentemente da avaliação meramente classificatória.
A avaliação formativa busca acompanhar o percurso do aluno, valorizando seus avanços, dificuldades e potencialidades. Ao longo dos anos, tem-se observado que muitas práticas avaliativas ainda se concentram em mensurar resultados finais, desconsiderando o processo que conduz o estudante à construção do conhecimento. Nesse sentido, compreender a avaliação formativa no dia a dia da sala de aula é fundamental para que a escola cumpra seu papel de formar sujeitos críticos, autônomos e participativos, contudo essa abordagem implica uma mudança de postura tanto do professor quanto do aluno, transformando a avaliação em um momento de diálogo, reflexão e aprendizagem.
Diversos autores, como Hoffmann (2009), Luckesi (2011) e Perrenoud (1999), ressaltam que a avaliação formativa não deve ser entendida apenas como uma técnica, mas como uma atitude pedagógica comprometida com o desenvolvimento integral do aluno. Assim, refletir sobre sua aplicação cotidiana é essencial para aprimorar as práticas docentes e promover uma educação mais inclusiva e significativa.
DESENVOLVIMENTO
Segundo Benjamin Bloom (grande estudioso da avaliação educacional), foi um dos pioneiros a diferenciar com clareza a avaliação formativa da avaliação somativa. Segundo Bloom (1971), a avaliação formativa tem como objetivo principal melhorar a aprendizagem durante todo o processo de ensino e aprendizagem, e não focar em julgar o resultado final, entretanto, a avaliação formativa, conforme os princípios propostos por Bloom, ultrapassa a função meramente classificatória.
No contexto diário da sala de aula, essa abordagem favorece a retroalimentação contínua, a autonomia discente e o aperfeiçoamento da prática docente, consolidando-se como elemento essencial para o desenvolvimento integral do estudante.
Contudo a partir da análise das contribuições de Bloom, conclui-se que a avaliação formativa deve ser compreendida como um processo contínuo, participativo e intencional, que tem por objetivo não só a medição do resultado, mas também a promoção do avanço do conhecimento e o fortalecimento da relação do ensinar e o aprender.
Bloom em suas pesquisas defende que:
A avalição deve ser contínua e diagnóstica, ajudando o professor a compreender como aluno está aprendendo, está se relacionando como método de aprendizado do professor. Esta preocupação de Bloom coloca o aluno em posição privilegiada como centro do processo do ensino e aprendizagem, entretanto o erro para Bloom é a parte natural do processo de aprendizagem, servindo como ponto de partida para a novas estratégias de ensino.
Diante disso Bloom enfatiza que o professor deve utilizar o feedback constante, oferecendo orientações que auxiliem o aluno a avançar, por sua vez, o professor Bloom defende que a função principal da avaliação formativa é promover o crescimento, não classificar, ou rotular o aluno.
No entanto o processo avaliativo deve respeitar o ritmo e as diferenças individuais, favorecendo uma aprendizagem significativa e equitativa, em tese, Bloom considera a avaliação formativa uma grande e poderosa ferramenta pedagógica essencial, que liga o ensino a aprendizagem. Ela permite que o professor reflita sobre sua prática, replaneje suas ações e ofereça condições para que todos os alunos aprendam, dentro de suas possibilidades e potencialidades. Complementando o pensamento de Bloom, Jussara Hoffmann, enfatiza que a avaliação formativa no contexto do cotidiano escolar é um processo contínuo, ou seja, feita durante todo o tempo da aprendizagem, qualitativa – voltada para compreender como o aluno aprende, reflexivo – tanto o professor quanto o aluno analisam o processo e constroem juntos o conhecimento, consequentemente o docente ajuda o aluno a refletir e avançar.
Jussara Hoffmann propõe um rompimento com o modelo tradicional de avaliação, centrado em provas e classificações e defende uma prática de avaliação que se constitui como um processo contínuo, onde existe um diálogo humanizado, em que o docente assume o papel de mediador da aprendizagem. Este processo deve acontecer ao longo de todo o processo educativo, permitindo que o professor observe os avanços e dificuldades dos alunos.
Segundo Hoffman, avaliar não é apenas medir resultados ou aplicar provas, mas compreender o percurso do estudante, valorizando os seus avanços, dificuldades e possibilidades. A professora Jussara crítica o modelo classificatório e punitivo de avaliação, baseado nas notas e comparações entre alunos, por não entender que ele não contribui para a aprendizagem, causando desmotivação e ansiedade, além de incentivar a memorização e não o verdadeiro aprendizado.
Em vez disso, Hoffman propõe uma avaliação dialógica e diagnóstica, que se constrói na relação entre professor e aluno, considerando o contexto socioeconômico, as experiencias e o ritmo de cada um. Considerando as potencialidades, dificuldades e forma singulares de aprender. A nossa pesquisa trouxe também a contribuição de Philippe Perrenoud que de forma expressa observa a avaliação da aprendizagem, no contexto educacional contemporâneo.
Segundo Philippe Perrenoud a avaliação da aprendizagem tem sido discutida amplamente por diversos autores que buscam romper com o paradigma tradicional e classificatório. Entre esses estudiosos, destaca-se o Philippe Perrenoud (1999), que propõe uma visão de avaliação voltada a regulação das aprendizagens, centrada no processo e na promoção do desenvolvimento integral do aluno.
Para Perrenoud (1999), a avaliação formativa é uma arma fundamental para regulação contínua, que tem como finalidade acompanhar o percurso do estudante, toda a sua trajetória na vida educacional. Neste processo o professor atua como mediador fazendo intervenções pedagógicas que favoreça os avanços das aprendizagens, contudo, não podemos dizer a mesma coisa da avaliação formativa que só tem a preocupação de medir e classificar resultar e posteriormente comparar alunos em sala de aula, rotulando como (melhor, pior, considerável, ruim).
Para o autor, “avaliar para o aluno aprender”, é o verdadeiro propósito da prática avaliativa (Perrenoud,1999, p.45, assim a avaliação deixa de ser um meio de controle e passa a ser um meio de aprendizagem, possibilitando que o aluno se reconheça como sujeito ativo que tem voz e vez, capaz de intervir sobre o próprio processo de construção do conhecimento. Neste sentido Perrenoud (1998) afirma que a avaliação formativa exige que o professor mude o seu modo de pensar, dispensando uma postura tradicional e adquirindo um posicionamento que coloca o aluno como protagonista do aprendizado. Nesta mudança o professor atua como mediador e parceiro do aluno, interpretando as evidencias de aprendizagem e ajustando suas práticas pedagógicas de acordo com as necessidades observadas.
O docente, portanto, deve “ensinar menos para avaliar e avaliar melhor para ensinar melhor” (Perrenoud, 1999, p. 67), entendendo a avaliação como parte integrante e essencial do processo educativo.
REFERENCIAL TEÓRICO
A avaliação da aprendizagem: Histórico e conceito na visão de alguns teóricos e suas representações sociais.
Benjamin Bloom e o caráter regulador da avaliação formativa
Benjamin Bloom foi um dos pioneiros na diferenciação entre avaliação somativa e formativa. Para Bloom (1971), a avaliação formativa tem como finalidade principal melhorar a aprendizagem durante o processo, e não apenas verificar os resultados ao final. Esse tipo de avaliação possibilita ao professor monitorar o progresso do aluno, identificar dificuldades e aplicar intervenções pedagógicas imediatas. Nesse sentido, a avaliação deixa de ser um mecanismo de controle e passa a atuar como ferramenta de regulação e retroalimentação contínua.
Bloom também destaca que o erro é parte natural do processo de aprendizagem, devendo ser interpretado como oportunidade de intervenção e replanejamento. A partir desse entendimento, o aluno ocupa posição central no processo educativo — o que contribui para o desenvolvimento de autonomia e consciência sobre sua própria aprendizagem.
Assim, a avaliação formativa se constitui como um elo entre ensino e aprendizagem, promovendo condições mais equitativas e garantindo que todos os estudantes possam avançar de acordo com suas capacidades.
Embora Hoffmann foque na Avaliação Mediadora (processo contínuo e dialógico) e Bloom seja o pai da Taxonomia de Objetivos Educacionais, as ideias de ambos convergem em pontos fundamentais. Vejamos a seguir:
Jussara Hoffmann e a avaliação dialógica e humanizadora
Jussara Hoffmann é uma das principais referências brasileiras quando se trata de avaliação formativa. Para a autora, avaliar é acompanhar e compreender o percurso do aluno, e não medir resultados de forma punitiva ou classificatória (Hoffmann, 2009). Hoffmann critica veementemente o modelo de avaliação tradicional, que prioriza provas, notas e comparações, argumentando que tais práticas fragilizam o processo de aprendizagem, geram ansiedade e desmotivação e pouco revelam sobre o desenvolvimento real do estudante.
A autora propõe uma avaliação dialógica, diagnóstica e qualitativa, que deve ocorrer ao longo de toda a trajetória escolar. Nessa perspectiva, professor e aluno assumem papéis ativos na construção do conhecimento, estabelecendo uma relação de diálogo, confiança e reflexão.
Philippe Perrenoud e a regulação das aprendizagens
No campo da avaliação contemporânea, Philippe Perrenoud oferece importantes contribuições ao discutir a regulação contínua das aprendizagens como elemento central da avaliação formativa. Para o autor (1999), avaliar é, sobretudo, intervir pedagogicamente para favorecer o avanço do estudante, utilizando as evidências coletadas no processo para ajustar estratégias e práticas de ensino.
Perrenoud defende que a avaliação formativa exige uma transformação profunda na postura docente: o professor deixa de ser mero aplicador de provas e se torna mediador e parceiro do aluno, interpretando indícios de aprendizagem e propondo caminhos que promovam o desenvolvimento integral. Tal abordagem rompe com o paradigma tradicional de controle, abrindo espaço para uma escola mais democrática, reflexiva e centrada no estudante.
Jussara Hoffmann reforça e complementa diversas ideias de Philippe Perrenoud, especialmente no que tange à transição de uma avaliação seletiva para uma avaliação formativa e reguladora.
Embora Hoffmann utilize o termo Avaliação Mediadora, ela converge com Perrenoud em pontos centrais:
Regulação da Aprendizagem: Perrenoud defende a avaliação como uma ferramenta de "regulação" constante do processo de ensino. Hoffmann reforça isso ao propor que o professor deve intervir e mediar o conhecimento a partir do que observa no aluno, ajustando a rota pedagógica.
Superação da Lógica Classificatória: Ambos criticam severamente a avaliação usada apenas para dar notas, rotular ou excluir alunos. Para os dois autores, a avaliação deve servir para ajudar o aluno a progredir e não para "sentenciar" seu desempenho final.
Acompanhamento do Percurso: Perrenoud enfatiza a observação contínua para gerir as aprendizagens. Hoffmann traduz isso como o "acompanhamento passo a passo" do educando, transformando registros em ferramentas de reflexão.
O Erro como Indicador: Ambos veem o erro não como algo a ser punido, mas como uma pista valiosa sobre como o aluno está pensando, permitindo novas intervenções pedagógicas.
METODOLOGIA
O presente estudo caracteriza-se como uma pesquisa de natureza qualitativa, com abordagem bibliográfica e descritiva. A investigação foi desenvolvida por meio da análise de obras, artigos científicos, dissertações e teses que abordam a temática da avaliação formativa no contexto escolar, buscando compreender seus fundamentos teóricos, práticas e implicações pedagógicas no cotidiano da sala de aula.
Foram consultadas produções de autores que discutem a avaliação formativa sob diferentes perspectivas, como Perrenoud (1999), Hoffmann (2009), Benjamin Bloom (1971), entre outros estudiosos que contribuem para a compreensão da avaliação como processo contínuo, diagnóstico e participativo.
As fontes utilizadas foram selecionadas em bases acadêmicas e repositórios institucionais, tais como Google Acadêmico, SciELO e Biblioteca Digital de Teses e Dissertações (BDTD), priorizando publicações dos últimos anos, de forma a garantir a atualidade das discussões.
A análise dos materiais foi realizada por meio de leitura interpretativa e análise de conteúdo, buscando identificar os principais conceitos, práticas e desafios relacionados à aplicação da avaliação formativa no cotidiano escolar. Dessa forma, a metodologia adotada permitiu compreender como a avaliação formativa se concretiza na prática pedagógica e quais contribuições oferece para o processo
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A presente pesquisa permitiu entender que a avaliação formativa representa um dos alicerces mais importantes para a construção de práticas pedagógicas coerentes com uma educação participativa, inclusiva e centrada no desenvolvimento integral do estudante. Com base nas consolidações teóricas de Bloom, Hoffmann e Perrenoud, evidencia-se que avaliar não é apenas medir resultados apenas, mas acompanhar processos de evolução, reconhecer potencialidades dos alunos, compreender dificuldades e promover intervenções significativas que favoreçam o avanço contínuo da aprendizagem de cada indivíduos envolvidos nos processos de ensino e aprendizagem.
Os autores analisados reforçam que a avaliação formativa exige uma mudança cultural na escola, rompendo com o modelo tradicional, classificatório e punitivo, ainda presente em muitas práticas docentes. Tal transformação demanda intencionalidade, planejamento, sensibilidade e diálogo, para que o professor consiga estabelecer uma relação avaliativa humanizada, focada no feedback constante e no protagonismo do aluno. Além disso, entende-se que o erro, longe de ser motivo de punição, constitui-se como elemento essencial na construção do conhecimento, favorecendo reflexões e novas estratégias de ensino.
Contudo, a pesquisa também evidencia que ainda existem desafios significativos para a implementação efetiva da avaliação formativa, especialmente a falta de formação continuada voltada às práticas avaliativas, a cultura escolar ainda centrada em notas e a dificuldade de integração entre planejamento, ensino e avaliação. Assim, reforça-se a necessidade de investir em estudos e ações que auxiliem os professores a compreender e aplicar essa abordagem no cotidiano escolar.
Por fim, confirma-se que a avaliação formativa, quando entendida como processo contínuo, reflexivo e mediado, contribui de maneira decisiva para o aprimoramento da prática docente e para a promoção de aprendizagens significativas. Espera-se que esta pesquisa incentive novas discussões e inspire investigações futuras que explorem estratégias concretas de aplicação da avaliação formativa em diferentes realidades educacionais, fortalecendo uma cultura avaliativa comprometida com equidade, participação e desenvolvimento humano.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BLOOM, Benjamin S. Handbook on Formative and Summative Evaluation of Student Learning. New York: McGraw-Hill, 1971.
HOFFMANN, Jussara. Avaliação: mito e desafio – uma perspectiva construtivista. 36. ed. Porto Alegre: Mediação, 2009.
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e proposições. 22. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
PERRENOUD, Philippe. Avaliar para desenvolver competências. Porto Alegre: Artmed, 1999.
PERRENOUD, Philippe. Dez novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.
1 Mestranda em Ciências da Educação pela Universidad de la Integración de Las Américas – Unida -Py.
2 Mestrando em Ciências da Educação pela Universidad de la Integración de Las Américas – Unida -Py.
3 Mestranda em Ciências da Educação pela Universidad de la Integración de Las Américas – Unida -Py.