REGISTRO DOI: 10.70773/revistatopicos/790811965
RESUMO
As práticas pedagógicas na sala de aula ajudam o professor a desenvolver o conteúdo de forma assertiva, tornando o ensino acessível no ambiente educacional. A educação inclusiva possui como um dos objetivos, viabilizar que haja o processo interativo dos estudantes com e sem deficiências, além de promover a contemplação das habilidades e competências desses alunos no ambiente educacional. O objetivo geral contemplou-se explicar sobre a prática pedagógica na educação inclusiva, o método utilizado correspondeu a pesquisa bibliográfica, sendo incluso estudos científicos publicados no período de 2019 a 2025, excluindo artigos inferiores a 2019. Os resultados destacaram o quanto as práticas pedagógicas da educação inclusiva e acessibilidade são indispensáveis no ambiente educacional, por isso, os professores precisam estarem habilitados a estarem inserido práticas inclusivas na escola, visando contemplar a interação e socialização na sala de aula, e, fora dela. Além disso, possibilitar que os conteúdos sejam visuais e lúdicos, demonstram outra percepção dos docentes estarem planejamento suas aulas de forma que contemple ensino aprendizagem bem como a exploração das habilidades e competências dos estudantes. O estudo concluiu que torna-se essencial o desenvolvimento de novos estudos sobre educação inclusiva e acessível visando promover novos posicionamentos críticos e reflexivos acerca da temática, tendo em vista o quanto é imprescindível elencar não apenas o aspecto prático do professor, mas a cultura por traz desse sistema educacional a qual é rico em história, percepções etc.
Palavras-chave: Prática docente; Educação inclusiva; Recursos pedagógicos; Ludicidade.
ABSTRACT
Classroom teaching practices help teachers develop content effectively, making teaching accessible in the educational environment. Inclusive education aims, among other things, to enable the interactive process between students with and without disabilities, as well as to promote the consideration of these students' skills and competencies in the educational environment. The general objective was to explain the teaching practices in inclusive education. The method used was bibliographic research, including scientific studies published between 2019 and 2025, excluding articles published before 2019. The results highlighted how indispensable inclusive education and accessibility teaching practices are in the educational environment. Therefore, teachers need to be qualified to incorporate inclusive practices in schools, aiming to foster interaction and socialization both inside and outside the classroom. Furthermore, enabling visual and playful content demonstrates a different perspective among teachers, who are planning their lessons in a way that encompasses teaching and learning as well as the exploration of students' skills and competencies. The study concluded that it is essential to develop new studies on inclusive and accessible education in order to promote new critical and reflective positions on the subject, considering how crucial it is to consider not only the practical aspect of the teacher, but also the culture behind this educational system, which is rich in history, perceptions, etc.
Keywords: Teaching practice; Inclusive education; Pedagogical resources; Playfulness.
1. INTRODUÇÃO
Atualmente, verifica-se que o sistema educacional brasileiro possui um papel indispensável no desenvolvimento dos estudantes, e, principalmente para inserir recursos que possam promover a efetivação da educação de qualidade visando atender as demandas e necessidades de cada região do Brasil. Além disso, quando trata-se da educação inclusiva, é indispensável não elencar o quanto é preciso correlacionar que mesmo existindo políticas públicas inclusivas, ainda existem adversidades para acessibilidade na escola (Oliveira; Silva, 2020).
Assim, a implantação de recursos pedagógicos de maneira que ajude os alunos da educação inclusiva estarem mais ativos dentro e fora da escola, é imprescindível, principalmente pelo fato de existirem políticas públicas que fomenta na articulação entre escola; Estado; família em prol de beneficiar de maneira assertiva. principalmente em alunos que necessitam de recursos adaptados, a qual permita não apenas socializar com os demais colegas, mas, participar das aulas de maneira efetiva, agregando ainda mais seu conhecimento e ampliando suas percepções críticas e cognitivas.
O objetivo geral contemplou-se explicar sobre a prática pedagógica na educação inclusiva, seguindo dos objetivos específicos: explicar sobre a prática pedagógica; descrever acerca da prática pedagógica no processo de ensino inclusivo; refletir de que forma a prática docente contribui na educação inclusiva. O método utilizado correspondeu a pesquisa bibliográfica, sendo incluso estudos científicos publicados no período de 2019 a 2025, excluindo artigos inferiores a 2019.
A prática docente torna-se essencial para relacionar pontos importantes acerca da educação inclusiva, mas, os professores precisam estarem habilitados para desenvolverem um sistema educativo efetivo, deste modo, o problema de pesquisa contempla-se: De que forma a prática pedagógica contribui para a efetivação da educação inclusiva e acessível segundo a literatura?
O ensino inclusivo e acessível necessita não apenas da discussão teórica, mas destacar pontos importantes acerca do processo evolutivo no país, em que, os professores possam agregar mais conhecimento e percepções aos estudantes, por isso, a pesquisa torna-se relevante por contemplar a educação e a prática pedagógica de uma forma que instiga novos pesquisadores a problematizarem e conhecerem a respeito do assunto.
2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
2.1. Inclusão
A Educação inclusiva e a Acessibilidade requer a busca de novos caminhos e um sistema educacional renovado com abrangência de ações políticas estruturais, sociais e das relações de ensino e aprendizagem. O contexto da educação inclusiva possui como suporte básico em sala de aula à diversidade, respeito as diferenças e o incentivo da colaboração no processo de ensino, uma vez que esta deve atender o direito de todos à educação, os suportes econômicos e humanos necessários para promover um ensino que assegure estratégias pedagógicas e consequentemente uma aprendizagem de qualidade para os alunos (França et al., 2022).
Perante o exposto, são diversas as dimensões para a construção de práticas escolares inclusivas, em virtude que o acesso à Educação Inclusiva está condicionado a uma multiplicidade de fatores, entre os quais podemos citar: estrutura adequada, com observância na acessibilidade física e, principalmente ao acesso a recursos pedagógicos que contribuem na participação ativa dos alunos com deficiência escolar.
O estudo da Educação Inclusiva é complexo e abrangente, com uma diversidade de possibilidades que estão legalmente garantidos o direito à inclusão. No entanto, podemos perceber que em vários espaços educacionais, os recursos utilizados para operacionalizar ainda existem problemáticas que provocam a exclusão de alunos com necessidades especiais e que infelizmente muitas vezes são mascaradas pelos sistemas de ensino (Oliveira; Silva, 2020).
Logo, compreende-se que o desenvolvimento das competências dos educadores precisa passar pela ampliação do conhecimento, bem como a reflexão das suas práticas que desenvolve em sala de aula para que o mesmo se liberte de conceitos e perspectivas tradicionais ultrapassadas que corroboram a individualização do ensino e a exclusão.
Nessa perspectiva é importante salientar que a compreensão acerca de que a educação inclusiva não deve estar ligada somente ao público da educação especial fere a Constituição Federal de 1988, cuja esta assegura no Art. 205 - “a educação é um direito de todos e que deve ser garantido o pleno desenvolvimento da pessoa, o exercício da cidadania e o aprimoramento para o trabalho”, além do Art. 206 que estabelece “a igualdade de condições de acesso e permanência na escola”. Para tornar uma escola inclusiva é necessário a dedicação e empenho de políticas públicas, bases de estudos, formação qualificada de professores, com o propósito de garantir a permanência do educando no espaço escolar.
Cabe enfatizar, porém, que Educação Inclusiva não consiste apenas em matricular o aluno com deficiência em escola ou turma regular como um espaço de convivência para desenvolver sua ‘socialização’. A inclusão escolar só é significativa se proporcionar o ingresso e permanência do aluno na escola (Silveira et al., 2023, p.12).
As políticas inclusivas precisam ser colocadas em pauta, para que de fato transforme as realidades das instituições públicas do ensino regular, visto que a presente temática vem sendo discutida desde a década de 90 até a nossa sociedade contemporânea, constituindo-se como um paradigma, com diversos desafios a serem vencidos, tanto em aspectos de legislação quanto de práticas curriculares nos âmbitos escolares.
Dito isso, tanto as práticas pedagógicas são vistas como grandes possibilidades de inclusão escolar como “[...] formas de ensinar que podem incluir desde os arranjos dos espaços, organização do tempo, uso de tecnologias até a elaboração de recursos materiais, podendo ir do todo ao mais individualizado” (Oliveira; Silva, 2020, p.10 ). Assim, os educadores precisam estar se aperfeiçoando com tais práticas pedagógicas para mudar o cenário da educação, e, assim, promover subsídios às escolas públicas, que consequentemente irá garantir conforme as políticas públicas de educação inclusiva a equidade, a acessibilidade do espaço físico, adaptação de recursos e materiais para que sejam todos respeitados os direitos de todo estudante.
2.2. Inclusão e Acessibilidade na Prática Pedagógica
A inclusão e acessibilidade são fatores essenciais para o processo de ensino aprendizagem dos estudantes, principalmente quando os professores buscam metodologias das quais viabilize melhor assertividade nos conteúdos abordados na sala de aula, visando reduzir as barreiras enfrentadas por esse público. Assim, a implantação de recursos pedagógicos de maneira que ajude os alunos da educação inclusiva estarem mais ativos dentro e fora da escola, é imprescindível, principalmente pelo fato de existirem políticas públicas da inclusão (Oliveira; Silva, 2020).
Por isso, a educação inclusiva atende estudantes com deficiências; transtornos globais do desenvolvimento; altas habilidades/superdotação, tem sido essencial nas escolas do ensino regular da rede pública, para viabilizar a implantação de recursos pedagógicos, voltados a participação pois, de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA):
É dever de o Estado assegurar à criança e ao adolescente: [...] III - atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino; V - acesso aos níveis mais elevados do ensino, da pesquisa e da criação artística, segundo a capacidade de cada um; [...] (ECA, 1990 apud Santinello et al., 2020).
Com base ao elencado acima, esse direito previsto pelo ECA correlaciona o atendimento proporcionado pelo ensino inclusivo e acessível, visando não apenas o ensino-aprendizagem, mas, viabilizar a participação de todos nesse processo, sejam os responsáveis pelas crianças e adolescentes, assim como o próprio Estado de assegurar a efetivação de investimentos em prol do desenvolvimento dos alunos da educação inclusiva e especial (França et al., 2022).
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB de 1996 estabelece o marco da educação inclusiva no Brasil, onde, em seu artigo 3º, inciso I do Título II, expressa o princípio da “igualdade de condições para o acesso e permanência na escola”, e em seu artigo 4º, inciso III do Título III, o “atendimento educacional especializado gratuito aos educandos com necessidades especiais, preferencialmente na rede regular de ensino”. os princípios norteadores da inclusão dos portadores de deficiência na rede regular de ensino emergiram, em âmbito mundial, na década de 1980, onde em 1981 ocorreu a promulgação do Ano Internacional das Pessoas Deficientes. E na década de 1990, mais exatamente no ano de 1994, foi assinada a Declaração de Salamanca (Salamanca – Espanha), constituindo o marco histórico internacional mais significativo visando à inclusão social, fortalecendo essa idéia em vários países, inclusive no Brasil (Silveira et al., 2023, p.12).
Além disso, é preciso destacar também a formação do profissional, a qual deve conhecer meios interventivos em prol de minimizar as dificuldades de aprendizagem desse público, fornecendo apoio; motivação; diálogo humanizado dentre outros meios interventivos para a redução dos desafios e promover possibilidades na qualidade do atendimento do ensino. Dentro dessa pragmática, o processo educativo, em que, os docentes devem implementar recursos didáticos mais acessíveis, requer estratégias de mediação, bem como, formação pedagógica assertiva.
Segundo os estudos de Cordeiro; Souza; Paiva (2025) apontam que as ações voltadas para acessibilidade na prática pedagógica como fator essencial no desenvolvimento de ações estratégicas para a mediação e aprendizado docente, levando em consideração ao direito à participação educacional bem como a pluralidade cognitiva.
3. METODOLOGIA
A presente investigação caracteriza-se como uma pesquisa bibliográfica aliada ao estudo qualitativo, de caráter descritivo, tendo como base a pesquisa bibliográfica, que segundo Gil (2016, p. 44), este tipo de pesquisa “[...] é desenvolvida com base em material já elaborado, constituído principalmente de livros e artigos científicos”. Visando promover melhor assertividade no processo de elaboração e conclusão do estudo, além disso, foi analisado através de leituras de artigos, revistas e demais trabalhos científicos com o viés de fortalecer as respostas dos objetivos bem como promover familiaridade do pesquisador com o objeto de investigação.
Fluxograma 1. Metodologia do processo de seleção dos estudos encontrados na presente pesquisa.
O fluxograma acima, apresenta o resultado da catalogação de artigos científicos das quais elencam sobre a temática, dessa forma, obteve-se 10 estudos, sendo que, apenas 8 apresentavam informações condizentes com a proposta do estudo, além disso, 02 não contemplavam os objetivos, o que tornou a inserção de 06 pesquisas estarem dentro do proposto, sendo tabulado e discutido posteriormente.
Além disso, o estudo pleiteou o método qualitativo, que segundo Gil (2016) trata-se de uma forma de promover o entendimento acerca do objeto de estudo investigado, permitindo analisar como os autores e demais pesquisadores relacionam sobre o assunto, tendo em vista que trata-se de um assunto atualizado. Sendo inserido estudos das quais contemplem a temática investigada no período de 2019 a 2025, excluindo pesquisas cientificas inferiores a 2019, por isso, foi utilizado diferentes fontes bibliográficas, como livros, artigos acadêmicos, documentos e outros materiais de relevância, priorizando publicações que discutem diretamente sobre a educação inclusiva.
A execução desta pesquisa iniciou com um levantamento de fontes bibliográficas, onde as obras foram lidas e tiveram as principais ideias selecionadas, buscando identificar os temas relevantes para a análise. Ao final deste trabalho, foram realizados os ajustes finais e apresentados os resultados obtidos ao decorrer da investigação.
4. RESULTADOS E DISCUSSÕES OU ANÁLISE DOS DADOS
Com o intuito de analisar de forma detalhada sobre a temática, cerca de cinco pesquisas científicas foram inseridas no presente resultados e discussões, coletada nas bases de dados da Scielo e Google Acadêmico, levando em consideração ao objetivo geral e o campo do conhecimento investigado.
Quadro 1. Classificação do acervo selecionado de acordo com: título, autores, resumo.
Autor/ano | Título | Objetivo | Resultados |
Cardoso; Nunes (2020) | Educação Inclusiva: desafios e percepções na contemporaneidade | Analisar como a educação inclusiva torna-se importante frente as demandas contemporâneas. | “Para o processo de inclusão escolar, é preciso que haja uma transformação no sistema de ensino que venha beneficiar toda e qualquer pessoa, levando em conta a especificidade do sujeito, e não mais as suas deficiências e limitações.” |
Machado; Bonfim (2020) | Práticas pedagógicas diante da inclusão escolar | Compreender acerca da inclusão escolar e das práticas pedagógicas diante a inclusão | “A escola precisa adaptar o seu currículo para atender a diversidade de alunos na escola”. |
Benicio et al., (2023) | O diálogo entre práticas pedagógicas e educação inclusiva: uma perspectiva atual | explora a interseção entre práticas pedagógicas e educação inclusiva no Brasil, abordando dados demográficos, legislação e desafios. | “Há um vasto campo de pesquisa para melhorar continuamente as práticas inclusivas e transformar positivamente o ambiente educacional para todos os alunos”. |
Marques; Nunes (2024) | Educação inclusiva e a prática pedagógica no ambiente escolar | Discutir a importância da Educação Inclusiva na prática pedagógica | “As práticas pedagógicas inclusivas são essenciais para promover ambientes escolares que valorizem a diversidade, criem oportunidades de aprendizado significativo para todos os estudantes e preparem os educadores para atuar de maneira eficaz diante de desafios multifacetados no âmbito educacional”. |
Dias et al., (2025) | Educação inclusiva no contexto atual: desafios e perspectivas. | Explorar a educação inclusiva como um imperativo social no processo de ensino aprendizagem | “A educação inclusiva como um compromisso coletivo contínuo, fundamental para um futuro aonde a diversidade seja celebrada e o direito de aprender e pertencer seja universal.” |
Pantoja; leão; Bastos (2025) | Prática pedagógica inclusiva na educação básica | Analisar as práticas pedagógicas na perspectiva da inclusão, com destaque para o ensino fundamental. | “É necessário ampliar estudos e debates em torno da ação do professor no contexto da sala de aula, no sentido de proporcionar formação para todos os alunos sem distinção de qualquer natureza”. |
A prática docente na atualidade demonstra grandes desafios devido nem sempre os professores disporem de conhecimentos, recursos e planejamentos das quais possam agregar e aliar a teoria com a prática, gerando interação na sala de aula. O processo educativo que permite utilizar uma ferramenta importante para as práticas didáticas tem sido extremamente importante para o ensino e aprendizagem dos alunos, pois, Batista; Cardoso (2020) explana acerca do quanto torna-se indispensável a inserção de recursos didáticas das quais viabilize a teoria e prática no processo de ensino, que está voltada ao cotidiano dos alunos, promovendo assim a independência e consciência do mundo a sua volta, por isso, atividades lúdicas por exemplo, ajuda a preservar o aprendizado, respeito, dentre outras habilidades das quais são importantes na escola.
Os instrumentos pedagógicos que são essenciais, e, adaptáveis conforme a realidade vivenciada pelo docente, tornando o princípio da equidade como uma forma de oportunizar a relação teoria-prática sob uma perspectiva que pode ser desenvolvida fora da escola e socializada na instituição. Para Machado; Bonfim (2020) a forma como articular por meio da prática pedagógica ferramentas que agreguem ao ensino-aprendizagem dos estudantes, principalmente quando a instituição de ensino possui adaptações na estrutura, recursos inclusivos em prol de efetivar acessibilidade no ambiente educacional.
A prática pedagógica na educação inclusiva visa possibilitar acessibilidade nesse processo, principalmente quando trata-se da rede pública de ensino, a qual requer métodos lúdicos, por isso, Benicio et al., (2023) apresenta em sua pesquisa o quanto é essencial os docentes tornarem suas aulas acessíveis, tendo em vista que a inclusão devem englobar o ensino-aprendizagem efetivo das competências e habilidades dos estudantes.
Corroborando com os demais autores, Marques; Nunes (2024) elucida que as práticas pedagógicas ajudam no processo educativo inclusivo, principalmente quando os professores inserem aulas inovadores como uso de tecnologias com o viés de fortalecer a interação, autonomia e demais perspectivas no ensino-aprendizagem, além disso, é reforçado também acerca do quanto o ambiente escolar precisa ser acolhedor aos estudantes.
Ademais, Dias et al., (2025) menciona a educação inclusiva sendo uma importante ferramenta para o processo de ensino, em que, as legislações brasileiras destacam o quanto os professores precisam criar ambientes acolhedores, além de inserir a prática pedagógica efetiva, quanto o protagonismo dos estudantes a partir da prática pedagógica dos docentes são essenciais para explorar o conhecimento teórico e ampliar os aspectos cognitivos, intelectuais e sociais.
Corroborando com os demais autores, Pantoja; Leão; bastos (2025) vem fomentar sobre o quanto a prática pedagógica na sala de aula, influencia de forma direta no processo do ensino-aprendizagem dos estudantes, principalmente quando trata-se de educação inclusiva, em que, requer materiais pedagógicos lúdicos, para fomentar a interação e inclusão na sala de aula. Outro ponto observado, estar nos desafios enfrentados pelos professores, de tornar acessibilidade na escola como fator assertivo, em que, na maioria das vezes, a instituição não dispõem de apoio, estrutura e formações voltadas para agregar e minimizar as adversidades enfrentadas pelos professores.
De modo geral, verifica-se o quanto as práticas pedagógicas da educação inclusiva e acessibilidade são indispensáveis no ambiente educacional, por isso, os professores precisam estarem habilitados a estarem inserido práticas inclusivas na escola, visando contemplar a interação e socialização na sala de aula, e, fora dela. Além disso, possibilitar que os conteúdos sejam visuais e lúdicos, demonstram outra percepção dos docentes estarem planejamento suas aulas de forma que contemple ensino-aprendizagem bem como a exploração das habilidades e competências dos estudantes.
5. CONCLUSÃO
O sistema educacional além de promover articulação de histórias, culturas e demais concepções que visam articular conhecimento acerca de assuntos pertinentes, apresenta também o quanto os professores precisam conhecer a realidade e vivências em prol de tornar uma prática pedagógica efetiva, seja implementando recursos lúdicos, ou organizando aulas de campo. Nesse sentido, o referido estudo elencou também acerca do quanto é preciso aliar teoria e prática no processo educativo.
Assim, os recursos servem como forma de avaliar o desempenho e interação de cada um, porém é necessário sempre enfatizar o papel da formação docente para saber lidar com as adversidades na sala de aula, gerando autonomia dos estudantes. O estudo concluiu destacando que apesar das adversidades enfrentadas no ambiente educacional, os docentes conseguem criar uma prática pedagógica que promove a contemplação da educação inclusiva e acessível aos estudantes, principalmente quando ocorre a inserção de recursos lúdicos das quais trabalham as habilidades e competências, respeitando as subjetividades e cultura de cada pessoa, em que, a escola torna-se um ambiente inovador frente a esse processo de ensino.
Dada a relevância, torna-se essencial o desenvolvimento de novos estudos sobre educação inclusiva e acessível visando promover novos posicionamentos críticos e reflexivos acerca da temática, tendo em vista o quanto é imprescindível elencar não apenas o aspecto prático do professor, mas a cultura por traz desse sistema educacional a qual é rico em história, percepções etc.
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1 Doutorando em Educação pela Universidade de La Empresa-UDE Uruguai, Mestre em Tecnologias Emergentes na Educação pela Must University Flórita EUA, Psicopedagogo, Pedagogo e Professor de Língua Portuguesa e Inglesa desde 2004 no Estado de São Paulo pela Universidade Paulista-UNIP. E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail
2 Graduado em Letras, com habilitação em Língua Portuguesa, pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Atualmente é mestrando em Letras no Programa de Pós-Graduação em Letras (PPGL/UFPB), vinculado à linha de pesquisa Estudos Africanos e Afro-Brasileiros. Paralelamente, cursa especialização em Educação em Direitos Humanos pela UFPB, com formação voltada para os debates sobre educação, relações étnico-raciais e políticas de ações afirmativas no Brasil. Também realiza especialização em Ensino de Literatura e Língua Portuguesa na Educação Básica pelo Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG - Campus Sabará), com ênfase em práticas pedagógicas, formação de leitores e ensino de literatura e língua portuguesa na educação básica. Seus principais interesses de pesquisa concentram-se em Literatura Negro-Brasileira, Literaturas Africanas de Língua Portuguesa, Literatura Comparada em Língua Portuguesa, Branquitude, Autoria Negra e LGBTQIAPN+, Literatura e ensino, Literatura e Educação das Relações Étnico-raciais. E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail
3 Graduada em Pedagogia pela Faculdade Piauiense (2007). Atualmente é diretora/professora responsável da Escola Municipal São Francisco, docente do ensino superior do Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia, docente do ensino superior do Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia, docente do ensino superior da Faculdade Latino Americana de Educação, efetivo - Secretaria Municipal De Educação de Passagem Franca, professor - Secretaria Municipal de Educação de Timon, psicopedagoga - Secretaria Do Estado De Educação Do Piauí, docente da Faculdade Evangélica do Meio Norte, presidente - Espaço Psicopedagógico Anarleth Aguiar, supervisora - Secretaria Municipal de Educação, psicopedagoga do Centro de Habilitação Ana Cordeiro, psicopedagoga da Escola Antônio Pereira da Silva, psicopedagoga - Marcia Denise Consultoria e Assessoria Pedagógica, tutora ação escola da terra da Universidade Federal do Maranhão , supervisora do pronatec do Instituto Federal do Piauí, supervisor pedagógico - Unidade Escolar Dona Sinhara e coordenadora de polo – Organização dos Estados Ibero Americanos Para a Educação Ciencia e a Cultura-. , atuando principalmente no seguinte tema: educação,educadores,jovens ,adultos. Psicopedagoga tanto do Estado(SEDUC)quanto da SEMED de Passagem Franca -PI(Efetiva).Professora de AEE(Centro de Atendimento de Educacional Especializado-CAEE) de Monsenhor Gil. Experiência no Presidio Irmão Guido (Acad.Assistente Social).CEO do Espaço Psiocopedagógico Anarleth Aguiar. E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail
4 Especialista em História do Brasil pela Faculdade Internacional do Delta-FID. Graduada em Licenciatura Plena em História pela Faculdade Internacional do Delta-FID, Graduada em Licenciatura Plena em Pedagogia pela Universidade Federal do Delta do Parnaíba-UFDPar. Atualmente é professora de História e Cultura Geral no Seminário Propedêutico São João Paulo II em Parnaíba, atua como Analista de Responsabilidade Social na AEGEA, é Pesquisadora na área de Ludicidade, Jogos e Brincadeiras, atua como professora de História para Concursos. E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail