REGISTRO DOI: 10.70773/revistatopicos/787627645
RESUMO
Este trabalho apresenta uma análise crítica da atuação do psicólogo no contexto educacional, a partir de dois artigos científicos fundamentados na Psicologia Social crítica e sócio-histórica. O objetivo foi analisar produções que abordam o papel do psicólogo na educação contemporânea, com ênfase na inclusão, na formação docente e no compromisso social da Psicologia. Trata-se de um estudo analítico de abordagem qualitativa, baseado na análise de produções científicas. Os resultados indicam que a atuação do psicólogo escolar tem avançado de práticas predominantemente técnicas e individualizantes para ações colaborativas, preventivas e socialmente comprometidas, realizadas em parceria com professores. Observa-se, contudo, a permanência de demandas adaptativas que evidenciam tensões entre o modelo tradicional e o modelo crítico. Conclui-se que a Psicologia Escolar brasileira se encontra em processo de transformação, alinhando-se progressivamente a perspectivas emancipatórias que valorizam a educação como prática social e o psicólogo como agente de transformação da realidade educacional.
Palavras-chave: Psicologia Escolar; Educação; Compromisso Social; Psicologia Social.
ABSTRACT
This study presents a critical analysis of the psychologist’s role in the educational context, based on two scientific articles grounded in critical and socio-historical Social Psychology. The aim was to analyze studies addressing the psychologist’s role in contemporary education, with emphasis on inclusion, teacher training, and the social commitment of Psychology. This is an analytical study with a qualitative approach, based on the critical analysis of scientific publications. The results indicate that school psychologists’ practices have been shifting from predominantly technical and individual-centered approaches toward collaborative, preventive, and socially committed actions carried out in partnership with teachers. However, adaptive demands that reflect tensions between the traditional and critical models persist. It is concluded that Brazilian School Psychology is undergoing a process of transformation, progressively aligning with emancipatory perspectives that view education as a social practice and the psychologist as an agent of transformation in educational reality.
Keywords: School Psychology; Education; Social Commitment; Social Psychology.
1. INTRODUÇÃO
A atuação do psicólogo no contexto educacional tem sido historicamente marcada por práticas de caráter clínico, diagnóstico e individualizante, voltadas, em grande parte, à adaptação do aluno às exigências do sistema escolar. No entanto, nas últimas décadas, esse modelo vem sendo amplamente questionado por abordagens críticas da Psicologia, especialmente aquelas fundamentadas na Psicologia Social e na perspectiva sócio-histórica, que compreendem a educação como um fenômeno social, histórico e culturalmente constituído.
Nesse sentido, a Psicologia Escolar passa a ser concebida como uma prática social comprometida com a transformação das relações educativas e com a problematização das desigualdades presentes no cotidiano escolar. Autores como Lane (2000), Bock et al. (2007) e Ciampa (1986) defendem uma Psicologia orientada por um compromisso ético e político com a realidade social, que rompe com a lógica individualizante e considera o sujeito como produto e produtor das relações sociais. Essa perspectiva desloca o papel do psicólogo de um técnico especialista para um agente que atua de forma crítica e colaborativa no interior das instituições educacionais.
Diante dos desafios contemporâneos da educação, como a inclusão escolar, a diversidade e a democratização do ensino, torna-se fundamental refletir sobre as práticas e os referenciais teóricos que orientam a atuação do psicólogo na escola. Assim, a análise de produções científicas que abordam esse campo permite compreender os avanços, limites e tensões existentes entre modelos tradicionais e perspectivas críticas de atuação.
Dessa forma, o presente artigo propõe uma análise crítica de duas produções científicas que discutem a atuação do psicólogo na educação, buscando identificar em que medida essas práticas se aproximam de uma Psicologia Escolar comprometida com a transformação social, conforme os pressupostos da Psicologia contemporânea. O mesmo foi elaborado como exigência da disciplina Temas em Psicologia Social, cursada pelos autores do presente no curso de Psicologia da Unip, campus Assis-SP, no segundo semestre de 2025. A proposta da disciplina foi para que os acadêmicos realizassem pesquisas de textos que abordassem atuação na área social e a opção do grupo de autores foi pela realização de estudos na área educacional, tal como apresentaremos no decurso do texto.
2. MATERIAL E MÉTODO
Trata-se de um estudo analítico com delineamento qualitativo que busca analisar criticamente as informações de produções científicas acerca do trabalho do psicólogo inserido na educação. O presente artigo fundamenta-se em uma pesquisa de natureza teórica, também denominada pesquisa bibliográfica, cujo objetivo central consiste na análise, sistematização e problematização de produções acadêmicas relevantes para a compreensão do objeto de estudo. Segundo Gil (2008), a pesquisa bibliográfica é desenvolvida a partir de material já elaborado, constituído principalmente de livros e artigos científicos, sendo especialmente adequada para estudos cujo foco recai sobre fundamentos conceituais e teóricos.
A pesquisa teórica constitui-se como um método fundamental para o avanço do conhecimento científico, uma vez que possibilita a construção de quadros interpretativos, a revisão de pressupostos teóricos e o aprofundamento conceitual de fenômenos complexos (Severino, 2016). Ao reunir e confrontar diferentes autores e perspectivas, esse tipo de investigação favorece a identificação de convergências, divergências e lacunas na produção científica, contribuindo para o desenvolvimento de análises mais consistentes e fundamentadas.
Do ponto de vista metodológico, a pesquisa desenvolveu-se por meio do levantamento, seleção e análise criteriosa de obras clássicas e contemporâneas diretamente relacionadas ao tema investigado. Foram priorizados livros, capítulos de livros e artigos científicos publicados em periódicos reconhecidos, bem como produções consideradas referências no campo teórico em questão. Conforme Lakatos e Marconi (2017), a seleção das fontes deve obedecer a critérios de relevância, atualidade e confiabilidade, de modo a garantir rigor científico ao estudo.
A análise dos textos seguiu uma abordagem qualitativa e interpretativa, orientada pela leitura aprofundada das obras selecionadas, com atenção especial aos conceitos centrais, aos argumentos apresentados e ao contexto histórico e epistemológico em que foram produzidos. De acordo com Minayo (2014), a pesquisa qualitativa permite compreender significados, valores e construções teóricas, sendo particularmente adequada para estudos que buscam interpretar fenômenos sociais e humanos em sua complexidade.
Cabe destacar que a pesquisa teórica não se limita à reprodução de ideias já existentes, mas envolve um movimento ativo de interpretação e problematização do conhecimento. Nesse sentido, o pesquisador assume papel central na mediação entre os textos analisados e o objeto de estudo, buscando produzir novas compreensões a partir do material teórico revisitado. Severino (2016) ressalta que a reflexão teórica exige rigor conceitual, clareza metodológica e coerência lógica, elementos indispensáveis à construção do conhecimento científico.
Por fim, a opção por uma metodologia teórica justifica-se pela natureza do problema investigado, que demanda aprofundamento conceitual e reflexão crítica mais do que mensuração empírica. Assim, a pesquisa contribui para o fortalecimento do campo teórico ao qual se vincula, oferecendo subsídios para futuras investigações empíricas e para o aprimoramento das práticas acadêmicas e profissionais relacionadas ao tema.
3. RESULTADOS E DISCUSSÃO
O primeiro artigo, apresentado por Fonseca, et al., 2018, foi publicado na Revista Brasileira de Educação Especial e teve como objetivo analisar a atuação do psicólogo escolar em colaboração com os professores no contexto da educação inclusiva.
O estudo utilizou-se de uma abordagem qualitativa, exploratório-descritiva, com participação de dez psicólogos escolares de instituições privadas. A coleta de dados foi feita por meio de entrevistas semiestruturadas e os dados foram analisados por análise de conteúdo. Três categorias principais emergiram, demandas inclusivas encaminhadas ao psicólogo, atividades realizadas com os professores e os resultados dessa atuação. (Fonseca et al., 2018).
Constatou-se que os professores recorrem ao psicólogo para lidar com questões comportamentais, acadêmicas e familiares dos alunos. Os psicólogos desenvolvem práticas tanto preventivas quanto resolutivas. A atuação foi vista como positiva, contribuindo para o desenvolvimento dos alunos, mudança de atitude dos professores e redução de demandas ao serviço psicológico. Assim, “As atribuições do psicólogo escolar junto aos professores frente à Educação Inclusiva
foram percebidas de maneira benéfica tanto para o aluno como para o professor e para o próprio Serviço de Psicologia Escolar” (Fonseca et al., 2018).
Na primeira categoria, observou-se que os professores encaminham aos psicólogos demandas relacionadas principalmente ao manejo comportamental e acadêmico dos alunos neurodivergentes, além de questões de interação com as famílias. A dificuldade em lidar com a diversidade em sala de aula, especialmente em turmas numerosas, foi uma queixa recorrente. (Fonseca et al., 2018)
Na segunda categoria, as atividades desenvolvidas pelos psicólogos escolares incluíram orientações individuais e grupais aos professores, com abordagens tanto diretivas quanto colaborativas; intervenções diretas em sala de aula, como o uso de estratégias comportamentais e modelagem de condutas; projetos estruturados e pontuais, voltados à formação continuada de professores, abordando temas como bullying e estratégias inclusivas, envolvendo também alunos e famílias. Essas ações foram tanto resolutivas quanto preventivas, com foco no apoio ao professor e na promoção de práticas pedagógicas inclusivas. “As orientações
individuais foram referentes principalmente às demandas acadêmicas e também às demandas
comportamentais e ao manejo familiar” (Fonseca et al.,2018, p.08).
A atuação do psicólogo escolar foi, portanto, essencial para auxiliar os docentes no enfrentamento dos desafios da inclusão e na busca por estratégias adaptadas às necessidades dos alunos. (Fonseca et al., 2018)
O âmbito educacional engloba estudos nas variadas áreas da ciência. A inclusão escolar trouxe notoriedade ao aspecto atitudinal dos membros da comunidade escolar com o intuito de que, apesar dos frequentes desafios, as práticas inclusivas façam parte do cotidiano escolar. A realização desta pesquisa ressaltou a importância da interface Psicologia e Educação, permitindo o estudo da linha de atuação do psicólogo escolar que possui os professores como público-alvo. O contexto inclusivo vivenciado nas escolas regulares evidenciou a relevância dessa prática. (op. cit.,p. 12).
Dessa forma, pode-se concluir que a pesquisa serviu para análise da atuação do psicólogo escolar junto aos professores no contexto da educação inclusiva. O estudo destacou a importância da interface entre psicologia e educação, evidenciando práticas como escuta, orientação, intervenções e projetos, principalmente voltados à formação docente. As ações dos psicólogos foram percebidas como benéficas, contribuindo para a evolução dos alunos, mudanças nas atitudes dos professores e redução das demandas ao serviço psicológico. Constatou-se que essas práticas envolvem tanto aspectos resolutivos quanto preventivos. Apesar de ser uma atuação tradicional, a temática ainda é pouco explorada nas pesquisas, indicando a necessidade de estudos mais amplos e em diferentes contextos, como o ensino público ou como indicado:
O segundo artigo, publicado na Revista Psicologia da Educação por Souza et al,. 2014, analisou as publicações brasileiras entre 2000 e 2007 sobre a atuação do psicólogo na educação. O estudo, que teve como objetivo compreender o que vem sendo produzido nessa temática, identificou 36 obras, sendo seis livros completos e trinta coletâneas que continham capítulos sobre o tema, totalizando 131 capítulos relacionados à atuação do psicólogo escolar e educacional.
Considerou-se, ainda, a existência de um eixo transversal definido como “Perspectivas Emancipatórias em Psicologia e Educação”, compreendendo textos que revelavam o compromisso do psicólogo e do conhecimento psicológico com abordagens que inserem o fenômeno educativo sendo constituído socialmente, engendrado nas relações cotidianas estabelecidas na escola, as quais são determinadas sócio-histórico e culturalmente, com vistas à promoção de emancipação e transformação da realidade em questão. Nesse sentido, a partir da análise de conteúdo, realizada a partir dos moldes propostos por Bardin (1995) foram construídas dez categorias temáticas. (Souza et al., 2014).
Em relação ao número de publicações por categorias evidenciou a intervenção do psicólogo na Educação com 23 produções, Psicologia e Educação: novos rumos com 21 produções, 18 produções para Formação/Atuação do psicólogo escolar, entre 18 e 17 produções estão as categorias: Temas clássicos revisitados e Dimensões teóricas metodológicas da atuação do Psicólogo Escolar. Com número de produções menor ou igual a 10 temos: Políticas públicas em Educação (10 produções), Formação docente (8), Educação inclusiva (6), Psicologia Escolar em outros países (3) e Avaliação psicológica (3). (Souza et al., 2014).
Os estudos revelam um avanço na reflexão sobre o papel do psicólogo, mostrando a importância de abordagens que consideram o contexto social e político, com maior foco na inclusão, diversidade e transformação das relações escolares. Não há mais a predominância em prática antigas, pautadas na catalogação dos atendidos por meio de testes de avaliação psicométrica, por exemplo. Dessa forma:
O papel do psicólogo que atua neste contexto é entendido de forma diferente da anterior, que tinha na investigação psicométrica seu maior instrumental de trabalho. Nesta linha de pensamento, trata-se criticamente, indo às origens e raízes do processo de escolarização que abarca diferentes facetas, incluindo o aprendiz, os docentes, a família, a escola, a Educação como um todo e a sociedade em que está inserida (Souza et al., 2014, p.126).
O estudo ainda indica que há necessidade de aprofundamento, mas as publicações revelam sinalizando um caminho promissor para a Psicologia Escolar crítica, que valoriza práticas colaborativas e horizontais, sempre externas à promoção da cidadania e à democratização da Educação. (Souza et al., 2014). Ou conforme os autores indicam:
Por meio dessa análise pormenorizada e adensada, verificou-se que há uma tendência dos trabalhos de terem como propósito apresentar e discutir práticas pautadas em uma perspectiva crítica de Psicologia Escolar e Educacional à medida que procuram divulgar formas alternativas de atendimento à queixa escolar. Os autores, de um modo geral, trazem contribuições que buscam romper com os modelos tradicionais de intervenção e revelam uma preocupação em construir novos saberes sobre como atuar de forma efetiva no sentido de facilitar a dissolução dos problemas no processo de escolarização. Há ainda uma preocupação com a inclusão e inserção escolar das crianças advindas, principalmente, das instituições públicas de ensino que apresentam dificuldades no seu processo de escolarização. (op.cit.,p.131)
Segundo Bock, Ferreira, Gonçalves e Furtado (2007), inspirados por Silvia Lane, a Psicologia deve assumir um compromisso social voltado à transformação da realidade, compreendendo o sujeito como um ser histórico e social, constituído nas relações concretas que estabelece no mundo. A Psicologia, nessa perspectiva, rompe com o modelo tradicional e individualizante, buscando compreender o homem “em movimento” — isto é, em constante transformação nas interações sociais.
Portanto, o psicólogo deixa de ser apenas um técnico que intervém em problemas individuais e passa a ser um agente de transformação social, comprometido com a emancipação dos sujeitos e com a democratização das relações institucionais — inclusive nas escolas.
O estudo de Fonseca et al., 2018, mostra a atuação do psicólogo escolar em parceria com professores no contexto da inclusão. Essa atuação se caracteriza por práticas preventivas e resolutivas, como orientação, formação e intervenção nas dificuldades comportamentais e acadêmicas de alunos neurodivergentes.
A atuação descrita no artigo aproxima-se da perspectiva de Lane (2000), pois evidencia um psicólogo que atua dentro da instituição escolar, não como especialista isolado, mas em colaboração com os professores, valorizando o contexto social e a construção coletiva do conhecimento.
Contudo, há ainda um predomínio de práticas adaptativas e pontuais, centradas em demandas específicas (como comportamento e desempenho), o que demonstra uma tensão entre o modelo clínico tradicional e o modelo crítico e emancipador proposto por Lane.
De acordo com o projeto de compromisso social, o papel do psicólogo deveria ir além da resolução de queixas, deveria promover reflexão crítica nas relações escolares, ajudando a compreender as dificuldades como expressões das contradições sociais e institucionais.
Ciampa (1986) propõe a noção de identidade como metamorfose, um processo de constante transformação nas relações sociais. A prática colaborativa entre psicólogos e professores, descrita no artigo, pode ser vista como um processo de metamorfose identitária para ambos os grupos, os professores ampliam sua compreensão sobre os alunos e o psicólogo ressignifica seu papel profissional, transitando de técnico avaliador para mediador de processos coletivos. Essa mudança reflete o movimento dialético da identidade profissional e institucional, coerente com a perspectiva ciampiana.
Já o estudo de Souza e colaboradores faz um levantamento de publicações sobre a atuação do psicólogo escolar, evidenciando um movimento crescente de abordagens críticas e emancipatórias que situam a Psicologia no campo da Educação como prática social.
O artigo confirma o que Bock et al. (2007) denominam de “avanço do projeto de compromisso social”, pois identifica publicações que tratam da Psicologia Escolar como instrumento de transformação da realidade educacional, voltada à inclusão, à cidadania e à emancipação. Esse movimento reflete a influência da Psicologia Sócio-Histórica brasileira, de Lane, Codo e Ciampa, na constituição de uma Psicologia comprometida com a escola pública e com as desigualdades sociais.
Lane (2000) defende uma ética do conhecimento — ou seja, o compromisso ético e político do psicólogo com a realidade sócio-históricas produções mapeadas por Souza et al. (2014) evidenciam esse compromisso, pois mostram psicólogos que problematizam o papel da escola como espaço de reprodução social e buscam práticas que promovam autonomia e participação coletiva.
A ênfase na educação inclusiva, políticas públicas e formação docente mostra a ampliação do campo da Psicologia Escolar para além da clínica, alinhando-se à ética laneana de conhecimento transformador.
Ciampa (1986) ao reconhecer que o psicólogo está em constante (re)construção de sua identidade profissional, o artigo reforça a noção de identidade metamorfoseada. A ampliação da atuação — de interventor técnico para agente político e reflexivo — representa o processo de construção identitária crítica da Psicologia Escolar brasileira, como defende Ciampa.
4. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Os dois artigos analisados revelam que a Psicologia Escolar brasileira se encontra em movimento — transitando de uma prática adaptativa e técnica para uma prática crítica, colaborativa e socialmente comprometida.
Ainda que o estudo de Fonseca et al. (2018) demonstra traços de um modelo tradicional de atendimento, ele também sinaliza avanços em direção ao compromisso social, por meio do trabalho conjunto com professores.
Por sua vez, o levantamento de Souza et al. (2014) confirma a consolidação de uma Psicologia Escolar crítica, fundamentada na ética do conhecimento e na transformação das relações educativas — princípios centrais da Psicologia Social latino-americana defendida por Silvia Lane e colaboradores.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BOCK, A.M.B.;FERREIRA, M.R.; GONÇALVES, M.G.M.; FURTADO, O. Silvia Lane e o Projeto do Compromisso Social da Psicologia. Psicologia & Sociedade; v.9, Edição Especial 2, p 46-56,2007.
CIAMPA, A. C. Identidade. In LANE, S. M. T.; CODO, W. (Org.) Psicologia social: o homem em movimento. São Paulo: Brasiliense, 1986, pp. 58-75.
FONSECA, T. da S.; FREITAS, C. S. C.; NEGREIROS, F. Psicologia escolar e educação inclusiva: a atuação junto aos professores. Revista Brasileira de Educação Especial, Marília, v. 24, n. 3, p. 427-440, jul./set. 2018.
GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. de A. Fundamentos de metodologia científica. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2017.
LANE, S.M.T. A psicologia social na América Latina: por uma ética do conhecimento. In CAMPOS, R.H.F. e GUARESCHI, P. (Orgs.). Paradigmas em Psicologia Social. Petrópolis: Vozes: 2000, p.58-69.
MINAYO, M.C. de S. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 14. ed. São Paulo: Hucitec, 2014.
OLIVEIRA, M. K. Vygotsky. Aprendizado e Desenvolvimento um processo sócio-histórico. 4 ed. São Paulo: Scipione, 1997.
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 24. ed. São Paulo: Cortez, 2016.
SOUZA, M. P. R.; RAMOS, C. M. P.; LIMA, A.P.A.; BARBOSA, D.R.;CALADO, A.S.; YAMAMOTO, K. Produção científica sobre atuação do psicólogo na educação: um panorama brasileiro (2000-2007). Revista Psicologia da Educação, São Paulo, n. 38, p. 57-74, jan./jun. 2014.
1 Graduando em Psicologia pela Unip, campus Assis-SP. E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail
2 Graduanda em Psicologia pela Unip, campus Assis-SP. E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail
3 Graduanda em Psicologia pela Unip, campus Assis-SP. E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail
4 Graduanda em Psicologia pela Unip, campus Assis-SP. Mestre e Doutora em Enfermagem pela Unesp de Botucatu. E-mail:[clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail
5 Docente do Curso Superior de Psicologia do Instituto de Ciências Humanas da UNIP, Campus Assis. Mestre em Pedagogia e Psicologia pela Unesp de Assis, Mestre em História pela Unesp de Assis e Doutora em História pela Unesp de Assis. E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail