PROPOSTA EDUCACIONAL PARA MELHORAR O AMBIENTE EM SALA DE AULA: O BULLYING NA SALA DE AULA

EDUCATIONAL PROPOSAL TO IMPROVE THE CLASSROOM ENVIRONMENT: BULLYING IN THE CLASSROOM

REGISTRO DOI: 10.70773/revistatopicos/791863279

RESUMO
O projeto "Ambiente Escolar: O Bullying na Sala de Aula", desenvolvido por alunos do curso de Química da Universidade Estadual do Maranhão – Programa Ensinar, investigou o fenômeno do bullying no contexto escolar. O estudo teve como objetivos principais compreender as causas, formas de manifestação e impactos do bullying, além de propor estratégias preventivas e interventivas para minimizar sua ocorrência. A pesquisa foi realizada na Escola Manoel Soeiro, em Viana-MA, com alunos do 8º e 9º anos. Foram aplicados questionários para identificar experiências de bullying e promovidas palestras de conscientização conduzidas por especialistas, destacando os prejuízos emocionais, sociais e acadêmicos causados tanto às vítimas quanto aos agressores e espectadores. O projeto também discutiu formas de envolvimento da escola e das famílias no combate ao bullying, propondo ações como campanhas educativas, rodas de conversa e desenvolvimento de protocolos para identificar e lidar com casos. Entre os resultados esperados estão a redução de incidências, fortalecimento de valores como empatia e respeito, e melhorias no ambiente escolar, tornando-o mais acolhedor e inclusivo. A abordagem integrada sugere que, com a participação ativa de professores, alunos e famílias, é possível transformar a cultura escolar, promovendo respeito às diferenças e segurança emocional para todos.
Palavras-chave: Bullying; Sensibilização; Prevenção; Empatia.

ABSTRACT
The project "School Environment: Bullying in the Classroom," developed by Chemistry students from the State University of Maranhão, investigated the phenomenon of bullying within the school context. The study aimed to understand the causes, manifestations, and impacts of bullying, as well as to propose preventive and intervention strategies to minimize its occurrence. The research was conducted at the Manoel Soeiro School in Viana, Maranhão, involving 8th and 9th-grade students. Questionnaires were administered to identify experiences with bullying, and awareness-raising talks led by specialists were held, highlighting the emotional, social, and academic harm caused to victims, aggressors, and bystanders alike. The project also addressed ways for schools and families to get involved in combating bullying, proposing actions such as educational campaigns, discussion circles, and the development of protocols for identifying and handling cases. Expected outcomes include a reduction in incidents, the strengthening of values ​​such as empathy and respect, and improvements to the school environment, making it more welcoming and inclusive. This integrated approach suggests that, with the active participation of teachers, students, and families, it is possible to transform the school culture, fostering respect for differences and emotional safety for everyone.
Keywords: Bullying; Awareness-raising; Prevention; Empathy.

1. INTRODUÇÃO

O bullying é um problema grave e multifacetado que afeta milhões de crianças, adolescentes e até adultos em diversas partes do mundo. Esse tipo de violência, caracterizado por atos intencionais e repetitivos de intimidação, agressão e humilhação, ocorre em diferentes ambientes, mas é especialmente comum no contexto escolar. Para muitas vítimas, o bullying vai além de um desconforto temporário, deixando cicatrizes emocionais e psicológicas que perdurarão por toda a vida. Entre os tipos mais comuns de bullying estão o físico, o verbal, o psicológico e o cyberbullying, cada um com suas particularidades, mas todos com impactos profundos na saúde mental e emocional dos envolvidos (Olweus, 1993; Smith;PK;Brain, 2012).

Este projeto tem como objetivo principal aprofundar a compreensão sobre o bullying, suas causas e seus efeitos na vida dos indivíduos e das comunidades. Ao analisar o contexto histórico e cultural que contribui para sua ocorrência, bem como os fatores que incentivam ou desencorajam essa prática, esperamos oferecer um panorama amplo e atualizado da questão (Rigby, 2008). Nossa pesquisa também se concentra em aspectos como a identificação de sinais de bullying, tanto para vítimas quanto para agressores, e em estratégias de intervenção e prevenção que podem ser aplicadas no ambiente escolar, familiar e social (Fante, 2005; Reiss, 2007).

Sabemos que o bullying é uma questão complexa, que envolve diferentes atores: as vítimas, os agressores, os espectadores e as redes de apoio, como professores, familiares e colegas de escola. Nesse sentido, nosso projeto também propõe abordar o papel de cada um desses agentes no combate ao bullying. Através de estudos de caso, entrevistas com especialistas em psicologia e educação, e depoimentos de pessoas que passaram por essas situações, buscamos construir um material que não apenas sensibiliza, mas que também oferece caminhos concretos para a mudança (Coloroso, 2003).

Num mundo onde a comunicação e as relações estão cada vez mais migrando para o ambiente digital, o cyberbullying ganha destaque como uma das formas mais preocupantes de bullying. O anonimato e a facilidade com que as agressões são disseminadas nas redes sociais tornam a experiência das vítimas ainda mais intensa e estressante, afetando sua autoestima, seu rendimento escolar e sua capacidade de confiança em outras pessoas. Por isso, este projeto também aborda o papel das redes sociais e das plataformas digitais no combate ao bullying, propondo medidas educativas e preventivas que incentivam o uso seguro e responsável dessas ferramentas (Pereira & Silva, 2010; Hinduja & Patchin, 2015).

Com este trabalho, esperamos não apenas informar e sensibilizar sobre os danos causados ​​pelo bullying, mas também promover um ambiente onde a empatia e o respeito ao próximo sejam prioridades. É preciso que uma sociedade como um todo ,família, escola, amigos e instituições ,seja uma para combater esse problema, adotando posturas proativas de diálogo, conscientização e apoio às vítimas (Menesini & Salmivalli, 2017). Acreditamos que, com o conhecimento adequado e o compromisso de todos, é possível reduzir a incidência do bullying e construir uma sociedade mais acolhedora, onde cada indivíduo possa desenvolver-se plenamente sem medo de ser humilhado ou intimidado

2. REVISÃO DA LITERATURA

O bullying é um aspecto complexo que, embora restrito ao ambiente escolar, possui repercussões amplas e profundas na vida dos indivíduos, afetando seu desenvolvimento emocional, social e acadêmico. Reconhecido atualmente como um problema de saúde pública e de direitos humanos, o bullying possui impactos que podem durar ao longo da vida (Olweus, 1993; Smith et al., 2012). Este projeto busca investigar o bullying sob diferentes perspectivas, abordando suas formas, causas, efeitos e as estratégias mais eficazes de combate e prevenção. As questões norteadoras a seguir servirão de guia para a análise, fornecendo um caminho para identificar os aspectos centrais do problema e propor soluções práticas.

O que é o bullying e quais são suas principais formas de manifestação?

Definir o conceito de bullying e diferenciar outros tipos de conflito é essencial para a compreensão das características (Olweus, 1993). O bullying pode se manifestar de diversas formas, como o bullying físico, verbal, psicológico e o cyberbullying, cada um com suas particularidades e consequências específicas (Antunes & Zuin, 2008; Menesini & Salmivalli, 2017).

Quais são as principais causas do bullying e quais fatores importantes para sua ocorrência?

Estudos indicam que fatores como baixa autoestima, busca por status social e falta de empatia estão associados ao comportamento agressivo de quem pratica bullying (Menesini & Salmivalli, 2017; Lopes Neto, 2005). Compreender esses fatores pode ajudar na criação de estratégias de prevenção que abordam as raízes do problema.

Quais são os impactos do bullying na vida das vítimas e dos agressores?

O bullying impacta todos os envolvidos: vítimas, agressores e espectadores. As vítimas, por exemplo, podem desenvolver depressão, ansiedade e baixa autoestima, enquanto os agressores tendem a apresentar comportamentos antissociais (Salmivalli, 2010; Olweus, 1993). Estudar esses impactos reforça a necessidade de ações preventivas e de suporte psicológico.

Como o bullying afeta o ambiente escolar e o processo de aprendizagem?

O bullying interfere no desempenho acadêmico e no ambiente escolar como um todo. Vítimas de bullying geralmente apresentam dificuldades de concentração, baixo rendimento e absenteísmo (Lopes Neto, 2005). A criação de um ambiente escolar seguro é fundamental para o desenvolvimento saudável dos alunos.

De que forma o cyberbullying amplia os efeitos do bullying e quais são os desafios para combatê-lo?

Com o avanço das redes sociais, o cyberbullying tornou-se uma forma preocupante de agressão. Diferentemente do bullying presencial, o cyberbullying expõe as vítimas 24 horas por dia, intensificando os efeitos psicológicos do assédio (Menesini & Salmivalli, 2017).

Qual é o papel da escola, da família e dos colegas na prevenção e no enfrentamento do bullying?

Toda a comunidade de professores, familiares e colegas tem um papel importante na prevenção do bullying. As escolas devem criar políticas de prevenção, enquanto a família deve ensinar respeito e empatia. Essa colaboração pode reduzir a incidência de bullying (Salmivalli, 2010).

Quais estratégias e práticas de intervenção são mais eficazes na prevenção e no combate ao bullying?

Programas de conscientização e capacitação são ferramentas importantes para criar um ambiente de respeito e cooperação (Antunes & Zuin, 2008). Este projeto analisa práticas de intervenção propostas e propõe ações adaptáveis para diferentes contextos.

Como a legislação brasileira e internacional trata o bullying e quais são os direitos das vítimas?

Em muitos países, inclusive no Brasil, existem leis específicas para combater o bullying. Essas leis visam proteger as vítimas e responsabilizar os agressores, conforme previsto na Lei Brasileira nº 13.185, de 2015, que institui o Programa de Combate à Intimidação Sistemática (bullying) (Brasil, 2015).

De que forma o bullying afeta a autoestima e o desenvolvimento psicológico das vítimas a longo prazo?

As consequências do bullying podem se estender para a vida adulta, com danos psicológicos como ansiedade e dificuldades de relacionamento (Smith et al., 2012). Este projeto investiga as implicações a longo prazo e sugere abordagens de apoio emocional.

Quais são as características dos espectadores e como elas podem influenciar ou desencorajar a prática de bullying?

Os espectadores desempenham um papel importante, podendo tanto incentivar o bullying quanto agir de maneira a apoiar a vítima (Menesini & Salmivalli, 2017). Este projeto propõe formas de incentivo a uma postura ativa e solidária entre os colegas.

3. METODOLOGIA

Para atingir os objetivos foi feito o levantamento realizado pesquisa sobre o tema para saber o que se tem de conhecimento a respeito do tema, por se trata de uma realidade cada vez mais presente no nosso cotidiano que atinge nossas crianças.

Foi feito um questionário como os alunos do 8º e 9º ano da Escola Municipal Manoel Soeiro para saber o que os alunos sabiam e como eles comportavam com tema, é importante destaca que todas as informações foram preservadas com relação a ética.

Realizamos também uma palestra com a Psicóloga com objetivo de sensibilizar os alunos a respeito dos males que o Bullying pode trazer.

4. RESULTADOS E DISCUSSÕES OU ANÁLISE DOS DADOS

A análise dos dados coletados na Escola Manoel Soeiro revela um dado preocupante, porém esclarecedor, sobre a percepção e a vivencia do bullying no 8º e 9º ano. Assim, a pesquisa utilizou um questionário estruturado e uma palestra de sensibilização, permitindo uma maior compreensão acerca do assunto.

4.1. Pesquisa Realizada com os Alunos e Resultados

O Gráfico 1 e 2 mostram que a maioria dos respondentes tem entre 13 e 15 anos, distribuído igualmente entre os gêneros femininos e masculinos. Assim, é um público alvo crítico, pois a adolescência é um período em que a identidade está sendo consolidada e há uma maior incidência a pressões sociais e ao bullying.

Gráfico 1. Idade dos participantes.

Fonte: autor,2024

Gráfico 2. Gênero dos participantes.

Fonte: autor,2024

Assim, ao serem questionados sobre a frequência com que presenciam o bullying, foram obtidos dados nada animadores, apresentados no gráfico 3.

Gráfico 3. Presença de bullying na escola.

Fonte: autor,2024

Assim, os dados revelam que aproximadamente 78,2% já presenciaram algum tipo de situação de bullying na escola. Esse dado se torna relevante, pois indica que não é um evento isolado, mas uma realidade decorrente no cotidiano escolar corroborando a visão de Olweus (1993) de que o bullying é um problema que afeta toda a comunidade escolar e não apenas uma parcela dos envolvidos.

Assim, no gráfico 4 foi questionado sobre a prática do bullying, merecendo uma atenção especial.

Gráfico 4. Pratica de bullying contra alguém.

Fonte: autor,2024

Dessa forma, o gráfico 4 mostra que 36,4% dos alunos já praticaram bullying contra alguém, esse número é significativo e revela que uma parcela dos estudantes participa, de alguma forma das agressões, podendo assim estar associado a fatores como por exemplo, busca por status social, falta de empatia ou a reprodução de violência vista em outros ambientes, ao mesmo tempo é revelado que 63,6% não prática bullying, mostrando que ainda assim, a maioria não compactua com essa prática.

Dessa forma, o gráfico 5 apresenta dados acerca da vitimização, ou seja, se já sofreram bullying em algum lugar.

Gráfico 5. Já sofreu bullying.

Fonte: autor,2024

O gráfico 5 mais da metade dos alunos relatou já terem sofrido bullying de algum tipo de grau (frequentemente aas vezes ou algumas vezes). Assim, a alta incidência dos alunos que já sofreram bullying está em conformidade com estudos que apontam o brasil como um dos países com um alto índice de bullying, reforçando assim, a necessidade de politicas públicas e ações escolares mais efetivas.

Assim, no gráfico 6, foi detalhado pelos estudantes os tipos de bullying mais comuns. Compreender as diferentes formas de manifestação do bullying é fundamental para ações de prevenção.

Gráfico 6. Formas de bullying.

Fonte: autor,2024

A análise do gráfico 6 mostra o chamado bullying verbal foi a forma mais citada, predominando e afetando a maioria dos alunos, o que inclui xingamentos, ofensas e ridicularização, que embora não deixem marcas físicas, ainda causam danos para autoestima e a saúde mental das vítimas. O bullying psicológico, marcado pela exclusão social e a disseminação de boatos maldosos, é uma coisa que foi apontada pelos alunos de forma significativa, evidenciando a crueldade das agressões que isolam a vítima. Já o bullying físico, embora seja menos frequente que o verbal, ainda é uma realidade para alguns alunos. Por fim, o cyberbullying foi relatado de forma menos frequente, o que leva a refletir sobre o contexto socioeconômico da comunidade, quanto a uma possível subnotificação.

O gráfico 7 completa as analise quando apresenta a frequência com que os alunos presenciam o bullying em sala de aula.

Gráfico 7. Frequência que é presenciado bullying.

Fonte: autor,2024

Dessa forma, nota-se que os participantes presenciam situações de bullying na sala de aula, revelando um dado significativo. Assim, 45,5% dos participantes afirmam que sofrem bullying diariamente, sendo a maior parcela de respostas, esse resultado revela que, para uma parte expressiva dos participantes, as situações de bullying são uma parte da rotina, sendo muitas vezes tratada com algo normal e são ainda, observadas com muita frequência.

Além disso, 16,4% sofrem bullying uma vez por semana, enquanto 9,1%, sofreram bullying algumas vezes por mês. Assim, observando essas categorias, percebe-se que uma parcela dos alunos ainda presencia situações de bullying com regularidade, levando a acreditar que ainda há, nas escolas, muito pontos a se rever e melhorar.

Dessa forma, embora a frequência varie, os dados indicam que a grande, maioria já sofreu de alguma forma bullying, seja em um nível leve, alto ou de forma velada, ainda assim, menos de 10% dos participantes nunca sofreram bullying. Assim, esse resultado mostra a importância de discutir o bullying no contexto escolar, não apenas para os estudantes envolvidos, mas também aqueles que presenciam as situações.

Assim, o gráfico 8 vem exemplificando o que é de costume fazer quando é presenciado uma situação de bullying.

Gráfico 8. O que fazem quando presenciam bullying.

Fonte: autor,2024

Assim, os dados do gráfico nos permitem compreender não apenas a frequência com que o bullying ocorre, mas também como os participantes se posicionam nessas situações. Assim, a maior parte dos participantes, cerca de 50,95, afirma que ignora e não se envolve quando presencia uma situação dessas. Esse dado chama atenção pelo fato de que, a maioria das pessoas não intervém diretamente nas situações, assim, essa postura pode se relacionar com o receio de receber represálias, insegurança ou até mesmo a percepção de que não lhe diz respeito.

Desse modo, apenas 23,6% dos participantes tentam ajudar a pessoa que está sofrendo bullying, isso mostra que existem pessoas que assumem uma postura de apoio a vítima, contribuindo para que a vítima não fique só. Além disso, 16,4% dos participantes falam com u, adulto ou professor, indicando um senso de responsabilidade quanto ao meio de auxilio de alguém que possa intervir na situação.

Dessa maneira, os resultados do gráfico revelam um ponto muito importante, as vezes presenciar uma situação de bullying não significa que vão necessariamente ter intervenções. Assim, a predominância da opção “ignoro e não e me envolvo” mostra uma necessidade de protagonizar, no ambiente escolar, ações que conscientizem práticas corretas em relação ao bullying e que orientem o que os alunos devem fazer e a forma de agir.

Por fim, o gráfico demonstra que ainda existe uma distância entre o presenciar uma situação e o tomar uma atitude, já que, uma sua maioria, os participantes declararam não se envolver, enquanto alguns procuram formas de ajudar a vítima, mostram a existência de um comportamento ideal, que pode ser estimulado por meio de ações educativas. Dessa forma, o questionário foi aplicado, assim como mostra na figura 2.

Figura 1. Aplicação do questionário

Fonte: Autor Próprio,2024

Assim, foi realizado uma palestra para sensibilizar os alunos sobre o Bullying afim, de sensibilizar os alunos o quanto o Bullying prejudica os alunos e na sua vida familiar e na vida em sociedade.

Figura 2. Palestra de sensibilização

Fonte: autor próprio 2024.

5. CONCLUSÃO

O bullying é um problema sério e multifacetado que afeta a vida de milhões de crianças e adolescentes ao redor do mundo, causando impactos duradouros no desenvolvimento emocional, acadêmico e social das vítimas. Reconhecer a complexidade do bullying e atuar de forma abrangente e coordenada são passos fundamentais para construir ambientes mais seguros e inclusivos.

Este projeto, ao propor uma abordagem educativa e preventiva, destaca a importância da colaboração entre escola, família e comunidade na criação de um ambiente escolar que promova o respeito, a empatia e a solidariedade. A conscientização e a capacitação de todos os envolvidos, aliadas às práticas eficazes de intervenção, têm o potencial de reduzir significativamente as ocorrências de bullying e suas consequências negativa.

Com ações integradas e o compromisso de todos, é possível não apenas prevenir o bullying, mas também transformar a cultura escolar, valorizando as diferenças e garantindo que cada estudante possa se desenvolver plenamente em um espaço acolhedor e seguro. O investimento em programas de conscientização e apoio é, portanto, um passo crucial para formar uma sociedade mais justa, onde o respeito e a dignidade de cada indivíduo sejam preservados e elevados.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Antunes, E., & Zuin, AAS (2008). Bullying escolar: perguntas e respostas. Editora Contexto.

Brasil. (2015). Lei nº 13.185, de 6 de novembro de 2015. Institui o Programa de Combate à Intimidação Sistemática (bullying).

Coloroso, B. (2003). O valentão, o intimidado e o espectador. Nova York: Harper Resource.

Fante, C. (2005). Bullying Fenômeno: Como Prevenir a Violência nas Escolas e Educar para a Paz . Campinas: Verus Editora.

Hinduja, S., & Patchin, JW (2015). Bullying além do pátio da escola: prevenção e resposta ao cyberbullying . Thousand Oaks: SAGE Publications.

Lopes Neto, AA (2005). Bullying - comportamento agressivo entre estudantes. Jornal de Pediatria, 81(5), S164-S172.

Menesini, E., & Salmivalli, C. (2017). Bullying nas escolas: O estado do conhecimento e intervenções eficazes. Psicologia, Saúde e Medicina, 22(1), 240-253.

Menesini, E., & Salmivalli, C. (2017). Bullying nas escolas: O estado do conhecimento e intervenções eficazes. Psicologia, Saúde e Medicina, 22(sup1), 240-253.

Olweus, D. (1993). Bullying na escola: O que sabemos e o que podemos fazer. Blackwell Publishers.

Olweus, D. (1993). Bullying na Escola: O Que Sabemos e o Que Podemos Fazer. Oxford: Blackwell.

Pereira, F., & Silva, A. (2010). Cyberbullying e suas consequências psicológicas: Um desafio para as instituições educacionais . Porto Alegre: PUCRS.

Reiss, AJ (2007). Bullying: Como identificar e superar os desafios . São Paulo: Nova Cultural.

Rigby, K. (2008). Crianças e Bullying: Como Pais e Educadores Podem Reduzir o Bullying na Escola. Malden: Blackwell.

Salmivalli, C. (2010). Bullying e o grupo de pares: uma revisão. Agressão e comportamento violento, 15(2), 112-120.

Smith, PK (2011). Bullying nas escolas: Trinta anos de pesquisa. International Journal of Mental Health Promotion , 13(4), 14-16.

Smith, PK, & Brain, P. (2012). Bullying nas escolas: Lições de duas décadas de pesquisa. Aggressive Behavior, 38(1), 1-


1 Discente do Curso Superior de Química Licenciatura da Universidade Estadual do Maranhão - Programa Ensinar – Polo Viana. E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail

2 Discente do Curso Superior de Química Licenciatura da Universidade Estadual do Maranhão – Programa Ensinar – Polo Viana. E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail

3 Discente do Curso Superior de Química Licenciatura da Universidade Estadual do Maranhão – Programa Ensinar – Polo Viana. E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail

4 Discente do Curso Superior de Química Licenciatura da Universidade Estadual do Maranhão- Programa Ensinar- Polo Itapecuru Mirim. E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail

5 Discente do Curso Superior de Química Licenciatura da Universidade Estadual do Maranhão, Campus Paulo IV. E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail

6 Docente do Curso Superior de Química Licenciatura da Universidade Estadual do Maranhão Campus Paulo IV. E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail