REGISTRO DOI: 10.70773/revistatopicos/778363435
RESUMO
O respectivo trabalho possui por objetivo maior o de desenvolver a compreensão e reflexão sobre a relevância que há do uso de metodologias ativas para promover a diversidade cultural em sala de aula. Inúmeras são inúmeras as vertentes que norteiam e buscam abranger conceitos ligados as variantes linguísticas ligadas a Cultura, tema este interligado a pluralidade da cultura, tornando-se de grande proveito desenvolver a variedade cultural no mundo pós-moderno. O Objetivo geral desse trabalho culminou em refletir sobre a importância da pluralidade cultural e o uso das metodologias ativas, na construção de uma escola mais justa e democrática. A metodologia empregada para a sustentação e base desse trabalho é a exploratório-bibliográfica e expositivo-qualitativa, em que se utilizam algumas das principais referências bibliográficas que comportam essa temática. Os resultados constataram o quão se torna importante que haja uma maior reflexão sobre este desafio torna-se ferramenta crucial para promover uma prática docente que seja tanto enraizada em valores fundamentais quanto capaz de inspirar e capacitar os estudantes para os desafios complexos do mundo contemporâneo. Conclui-se que o uso das metodologias ativas junto aos professores e estudantes, de forma a completar o ciclo de aprendizagem poderá contribuir significadamente e democraticamente o ensino-aprendizagem, perante a busca de conquistar melhores resultados de saberes, beneficiando-se assim os educandos, no processo de aprendizagem como interventora e viabilizadora da participação de todos os estudantes, de maneira coletiva, participativa e sociocultural.
Palavras-chave: Diversidade cultural; Sala de aula; Prática docente; Estudantes.
ABSTRACT
The main objective of this work is to develop understanding and reflection on the relevance of using active methodologies to promote cultural diversity in the classroom. Numerous approaches guide and seek to encompass concepts related to linguistic variations linked to culture, a theme intertwined with cultural plurality, making it highly beneficial to develop cultural variety in the postmodern world. The overall objective of this work culminated in reflecting on the importance of cultural plurality and the use of active methodologies in building a more just and democratic school. The methodology employed to support and base this work is exploratory-bibliographical and expository-qualitative, using some of the main bibliographic references that encompass this theme. The results confirmed how important it is to reflect more deeply on this challenge, which becomes a crucial tool for promoting a teaching practice that is both rooted in fundamental values and capable of inspiring and empowering students for the complex challenges of the contemporary world. It is concluded that the use of active methodologies with teachers and students, in order to complete the learning cycle, can significantly and democratically contribute to teaching and learning, in the pursuit of achieving better knowledge outcomes, thus benefiting students in the learning process as an intervening and enabling agent for the participation of all students in a collective, participatory, and sociocultural way.
Keywords: Active methodologies; Cultural diversity; Classroom; Teaching practice; Students.
1. INTRODUÇÃO
O respectivo trabalho possui por objetivo maior o de desenvolver a compreensão e reflexão sobre a relevância que há do uso de metodologias ativas para promover a diversidade cultural em sala de aula, sob uma ótica que também se volte para a construção da identidade docente, reconhecendo a importância das experiências pessoais e profissionais na formação da prática didático-pedagógica.
Desta forma torna-se de suma importância fomentar que são inúmeras as vertentes que norteiam e buscam abranger conceitos ligados as variantes linguísticas ligadas a Cultura, tema este interligado a pluralidade da cultura, tornando-se de grande proveito desenvolver a variedade cultural no mundo pós-moderno, sob uma ótica voltada à compreensão da lógica interna e seus aspectos identificadores de expor e identificar no conhecimento científico a exposição de diferentes culturas, mostrando-se assim que se pode partindo dessas inserções gerarem aquisição de experiências grandiosas, bem como algumas técnicas específicas que possibilitam uma melhor complexidade sobre a convivência entre todos os povos e sua relação dessa diversidade com a própria educação, ofertando-se assim a possibilidade de aumentar com excelência esses conceitos e que, por conseguinte buscar uma significativa transformação positiva da sociedade.
Para Backes (2006, p.26), “a cultura atravessa tudo, ou seja, significa desta maneira afirmar que todos os seres humanos são produtores de cultura e ao mesmo tempo um produto da cultura”.
Desta forma, constitui-se necessário conceituar alguns aspectos das variantes linguísticas ligadas a Cultura, onde esta realça o sujeito epistemológico como objeto de conhecimento através de esferas voltadas ao campo da força, parâmetro, aplicabilidade e capacidade, abrindo assim caminhos para refletir o que realmente é um ser multicultural, bem como os processos que o diferenciam na articulação do hibridismo e não na excentricidade da diversidade de culturas que discrimina, diverge e aprisiona pensamentos e conceitos de etnocêntricos.
Portanto, acredita-se que juntar os elementos do vocábulo “Multicultural” poderá advir uma significativa união entre duas palavras Múltiplas e Cultura, e assim a interligação desses dois termos remete-se a uma singela definição de Diversidade e da afluência de culturas múltiplas.
Para Bhabha (1998, p.24), “Os próprios conceitos de culturas nacionais homogêneas, a transmissão consensual ou contígua de tradições históricas, ou comunidades étnicas orgânicas – enquanto base do comparativismo cultural,estão em profundo processo de redefinição”.
O problema do respectivo trabalho foi de encontro a buscar responder ao seeguinte questionamento: “Como a escola de fato desempenha suas prática pedagógicas para trabalhar a pluralidade da cultura, sob o víeis do uso das diversas metodologias ativas no ambiente escolar?”
Tendo ciência acerca das definições de culturas nacionais advém de alicerces galgados no decorrer dos tempos, podendo ser notada defronte o grande descompasso na formação dessas concepções, visto que há uma ampla parte de grupos sociais que se deparam com vários obstáculos para a compreensão de tais argumentos/compreensões, onde em muitos casos isso se deve á formação individual/singular e social onde o sujeito é/está inserido nesse contexto.
Assim, o Objetivo geral desse trabalho culminou em refletir sobre a importância da pluralidade cultural e o uso das metodologias ativas, na construção de uma escola mais justa e democrática. Já os objetivos específicos foram de encontro a: Contribuir com compreensões que permitam que os alunos se respeitem e convivam de forma pacífica, respeitando a diversidade; Promover a compreensão entre os diferentes grupos étnicos, culturais, religiosos e sociais, reduzindo preconceitos e estereótipos; Repensar em propostas que além de discutir sobre a respectiva temática, possa ser fontes para outros trabalhos.
Este estudo se justifica frente à intenção de acreditar na importância de ser ter um novo olhar voltado á construção horizontal e homogênea na maneira dos indivíduos sustentarem seus pensamentos, onde a diferença social sobe o processo de ambiguidade central do estereótipo, que molda quando constrói uma teoria do discurso colonial é levado á força da ambivalência, cuja sua principal estratégia é a de exercer um poder discursivo-psíquico que mapeia e determina conceitos discriminatórios, racistas, periféricos, dentre tantos outros, devem ser rearticuladas, repensadas e reescritas como signos emergentes de identidade culturais e sociais legitimas a que cada indivíduo pertence e merece ser valorizado.
2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA OU REVISÃO DA LITERATURA
2.1. O Que é Cultura? Novos Olhares
A Antropologia bem buscar igualdade das raças, pois geneticamente somo iguais, porém as culturas são diferentes. Portanto, os costumes/hábitos/comportamentos de um conjunto de pessoas está correlacionado as práticas que contemplam á sua educação, visto que tudo e todo lugar é um meio/tipo de aprendizado, e assim sendo, essas competências pré-adquiridas estão interligadas á formação cultural de cada sujeito.
A junção entre os elementos do vocábulo “Multicultural” advém da união de duas palavras Múltiplo e Cultura, onde a ligação desses dois termos remete-se a uma singela definição de Diversidade e da afluência de culturas múltiplas (SOUZA e WITTMANN, 2016). Para Bhabha (1998, p.24), “Os próprios conceitos de culturas nacionais homogêneas, a transmissão consensual ou contígua de tradições históricas, ou comunidades étnicas orgânicas – enquanto base do comparativismo cultural estão em profundo processo de redefinição”.
Portanto, é sabido que as definições de culturas nacionais advêm de alicerces galgados no decorrer dos tempos, podendo ser notada defronte o grande descompasso na formação dessas concepções, visto que há uma ampla parte de grupos sociais que se deparam com vários obstáculos para a compreensão de tais argumentos/compreensões, onde em muitos casos isso se deve á formação individual/singular e social onde o sujeito é/está inserido nesse contexto (CANDAU e OLIVEIRA, 2010).
Para dizer de forma simples: Não importa quão diferentes seus membros possam ser em termos de classe, gênero ou raça, uma cultura nacional busca unificá-los numa identidade cultural, para representá-los todos como pertencendo à mesma e grande família nacional (HALL, 2006, p.59).
Um ambiente multicultural tem por objetivo/força maior, estabelecer e criar meios de renovação constante de pensamentos, bem como a exclusão de qualquer tipo de preconceito com as pessoas que nele convivam, todavia para que isto aconteça, faz-se necessário a valores morais comportamentais, respaldados frente á aceitação das diferenças, que recusem e contestem qualquer tipo de desigualdade social (CANDAU e OLIVEIRA, 2010).
A fixidez, como signo da diferença cultural/histórica/racial no discurso do colonialismo, é um modo de representação paradoxal: conota rigidez e ordem imutável como também desordem, degeneração e repetição demoníaca. Do mesmo modo, o estereótipo, que é sua principal estratégia discursiva, é uma forma de conhecimento e identificação que vacila entre o que está sempre no lugar, já conhecido, e algo que deve ser ansiosamente repetido. (BHABHA, 2005, p. 106).
Contudo Bhabha (2005) sugere uma nova ótica voltada a ser horizontal e homogênea na maneira dos indivíduos sustentarem seus pensamentos, onde as diferenças sociais sobe o processo de ambiguidade central do estereótipo, que molda quando constrói uma teoria do discurso colonial é levado á força da ambivalência, cuja sua principal estratégia é a de exercer um poder discursivo-psíquico que mapeia e determina conceitos discriminatórios, racistas, periféricos, dentre tantos outros, devem ser rearticuladas, repensadas e reescritas como signos emergentes de identidade culturais e sociais legitimas a que cada indivíduo pertence e merece ser valorizado.
Dessa forma, constatar, reconhecer, distinguir, assinalar, diferençar e rever/reparar a ideologia, buscando estratégias tendo como embasamento teorias e práticas discursivas apontem que o “diferente” pode ser belo, vultoso, bonito, etc., e que a diversidade é sinônima de riqueza e avidez, nunca devendo ser relacionada á desigualdade, disparidade e/ou distinção, já por si só é um grande passo para a elevação/edificação da autoestima, dignidade, honradez da cidadania e do princípio concreto e belo para resguardar e proteger valores presentes nas várias culturas existentes (CANDAU e OLIVEIRA, 2010).
2.2 A Epistemologia entre o Sujeito da Cultura e os Processos e Efeitos de sua Identificação
Buscar novas propostas e formas de repensar a nação, concedendo aos outros privilégios de relações, transformações sociais, identidades e legitimidades ligadas a diversidade cultural, tendo como critério que ela não deve ser apenas vista como concepções advindas de teorias/palavras e/ou idealizações, mas que sejam elementos que se concretizem diariamente, e desta forma ela pode e necessita ser instrumento que garanta a homogeneidade e aceitação entre todos os povos (CANDAU e OLIVEIRA, 2010).
Para Hall (2006, p. 22), o próprio processo de identificação torna-se provisório, instável e problemático e a identidade torna-se um ritual flexível que é definido historicamente e não biologicamente, onde frente a esse processo, o sujeito pós-moderno é visto como não tendo uma identidade estável, vital e/ou essencial/duradoura [...].
Portanto, o surgimento e perecimento do sujeito moderno, aquele que percorre na direção de demonstrar que a identidade do sujeito na modernidade extemporânea, está sendo descentrada sobre conceitos centrais de tempos históricos, que marcaram as grandes rupturas, distinguidas em cinco descentramentos do sujeito na sua edificação histórico-social, onde os grandes saltos qualitativos na visão e interpretação do sujeito na história, assim como, o nascimento do sujeito supremo estão ligados a interrupção com o passado (HALL, 2006).
Contudo, um universo multicultural do homem moderno não deve ser somente aquele que se afigura na aplicação/inserção/imposição de culturas, mas principalmente aquele lugar onde o direito e o respeito são tidos como ferramentas que libertem e renovem as ideias de uma convivência diária harmoniosa, combatendo atos de discriminação e, por conseguinte vencendo no decorrer dos tempos históricos todos e quaisquer tipos de preconceitos, alicerçando-se assim no víeis do respeito mútuo a diversidade (CANDAU e OLIVEIRA, 2010).
Segundo Hall, (1997, p.27), [...]Assiste-se hoje a uma verdadeira virada cultural, que pode ser resumida como o entendimento de que a cultura é central não porque ocupe um centro, uma posição única e privilegiada, mas porque perpassa tudo o que acontece nas nossas vidas e todas as representações que fazemos desses acontecimentos.
Segundo Backes (2005, p.9):
As identidades são acionadas de acordo com os interesses que estão em jogo. O que afeta uma identidade não é necessariamente motivo de contestação ou perturbação para a outra identidade. É nesse jogo de negociação que as identidades se constroem, borrando as fronteiras. As meninas podem se sentir perturbadas por serem consideradas “atiradas”, mas, na produção do discurso de que não são, acabam produzindo concepções em que as diferenças regionais são apontadas como responsáveis pela característica indesejável, não fazendo, aí, uma aliança de gênero, como poderia se supor [...]. (BACKES, 2005, p.9).
As reflexões advindas sobre os conceitos de identidade do sujeito racional e moderno necessitam levar a uma significativa imprescindibilidade de ter-se um olhar voltado á compreensão da realidade por meio de concepções agregadas e entrelaçadas, influenciando-se assim o impacto da globalização sobre a semelhança ao qual tempo e espaço encontram-se envolvidos no sistema de representação (RAMOS e BALL, 2019).
Ainda, para Backes, (2005, p.11):
Cada cultura produz sua classificação de comportamentos desejáveis e indesejáveis, e tal classificação é muito importante no processo da construção das identidades e das diferenças. Quando os sujeitos de uma cultura produzem a representação de que “ser uma mulher atirada” é algo reprovável, estão produzindo determinadas formas de conduta, atitudes, comportamentos. (BACKES, 2005, p.11).
Contudo, na atualidade o tema Diversidade Cultural encontra-se em constantes discussões em nossa sociedade, visto ser uma temática bem ampla e complexa, remetendo a compreensões sobre a convivência entre os sujeitos e sua ligação com os processos de constituição de comunidades, por diversas classes sociais e vários povos étnicos, sociais e de gênero (PETRIS, 2016).
2.3. A Pedagogia da Escola Moderna Versus à Criação Invenção do Conceito de Cultura
O papel concedido ao termo “Educação” enquanto Pedagogia modificou o campo dos saberes, atribuindo-se assim um grande aumento no interesse em torno dos inúmeros itens voltados a questões culturais, onde tais impasses norteiam teses, argumentos, procedimentos e estratégias que transbordam o planejamento exclusivamente intelectual (SAVIANI, 2009).
Veiga-Neto (2002, p.3) corrobora em afirmar que:
De modo um tanto resumido, pode-se dizer que ao longo dos últimos dois ou três séculos as discussões sobre Cultura e educação restringiram-se quase que apenas a questões de superfície. Com isso não quero dizer que as discussões tenham sido superficiais, mas sim que, por um bom tempo, a Modernidade não questionou seriamente os conceitos de Cultura e de educação; quase nunca esteve em pauta problematizar seus significados modernos. Ao contrário, o que se fez foi centrar as discussões a partir de uma base conceitual assumidamente comum para, a partir daí, analisar, propor, debater, pensar no âmbito da Cultura e da educação. (VEIGA-NETO, 2002, p.3).
Nesse contexto, o próprio papel atribuído à educação acabou transformando a pedagogia, enquanto áreas do conhecimento, e a escola enquanto âmbito educacional, em terrenos privilegiados, atribui ferozes colisões teóricas e práticas em volta de inúmeras questões culturais. E, como é sabido, tais embates envolvem argumentos, ações e estratégias que extravasam largamente o plano puramente intelectual (SMITH, 2018).
Para Hall (1997, citado por VEIGA-NETO, 2005, p.6):
Crescer a centralidade da cultura para pensar o mundo, não significa necessariamente tomar a cultura como uma instância epistemologicamente superior às demais instâncias sociais, como a política, a econômica, a educacional; significa, sim, tomá-la como atravessando tudo aquilo que é do social. Assim, assiste-se hoje a uma verdadeira virada cultural, que pode ser resumida como o entendimento de que a cultura é central não porque ocupe um centro, uma posição única e privilegiada, mas porque perpassa tudo o que acontece nas nossas vidas e todas as representações que fazemos desses acontecimentos (HALL,1997, citado por VEIGA-NETO, 2005, p.6).
Contudo, é perceptível que ainda existam algumas resistências e dificuldades para se alcançar novas propostas de lidar com a diversidade multicultural, mas mesmo assim elas não devem ser motivo de desânimo para aqueles que acreditam na inclusão de conteúdos transversais da Pluralidade Cultural e Educacional e que estejam dispostos a disseminar esse novo paradigma, que supõe várias mudanças no âmbito educacional, incluindo condições desconstrutivas de ideologias errôneas que estigmatizam a desigualdade e enriquecem os estereótipos, abrindo-se então a fortalecer estratégias e metodologias que aumentem a possibilidade do reconhecimento, contribuindo-se assim na formação da riqueza similar, sociocultural e da identidade de uma pátria (SURUÍ, VALIM e TELLES, 2023).
A cultura produz as identidades e as diferenças. A cultura produz identidades normais/anormais, legítimas/ilegítimas, dignas/ indignas, brancas/negras. A cultura produz tudo e a todos e todas. Ela nos faz sentir vergonha, procurar outras identificações, mas também nos faz sentir orgulho de pertencimento. (BACKES, 2005, p.13).
Portanto, a cultura produz costumes/hábitos/comportamentos de um conjunto de pessoas, estando ela relacionado as práticas que contemplam á sua identidade, visto que tudo e todo lugar é um meio/tipo de aprendizado, e assim sendo, essas competências pré-adquiridas estão interligadas á formação cultural de cada pessoa (SMITH, 2018).
A dicotomia cultura hegemônica e cultura contra hegemônica não corresponde aos movimentos culturais: “A hegemonia cultural nunca é uma questão de vitória ou dominação pura (não é isso que o termo significa); nunca é um jogo cultural de perde-ganha; sempre tem a ver com a mudança no equilíbrio de poder nas relações da cultura” (HALL, 2003, citado por VEIGA – NETO, 2002, p.9).
Para HALL, (2003, p.79):
Cunhar ainda"um gesto", tem sido feito um trabalho que sugere formas pelas quais o campo da ideologia pode ser adequadamente concebido como um terreno de lutas [...] e estes tem referenciais estruturalistas, em vez de culturalistas. As vantagens do culturalismo podem ser derivadas das deficiências da posição estruturalista já notadas acima e de seus silêncios e ausências estratégicas. Ele insistiu, corretamente, no momento afirmativo de desenvolvimento da organização e da luta consciente como elemento necessário a analise da historia, da ideologia e da consciência: contrariamente ao seu persistente rebaixamento no paradigma estruturalista. (HALL, 2003, p.79).
Cultura é o universo distinto que visa oferecer razão as identidades, das multipluralidades e bem como das diferenças, sendo ela construída na própria significação cultural e, portanto pode ser considerada como ambivalente, ou seja, possui duplo sentido (SURUÍ, VALIM e TELLES, 2023).
Para Hall (2003, p. 35) as culturas sempre se recusaram a ser perfeitamente encurraladas dentro das fronteiras nacionais. Elas transgridem os limites políticos. [...] A alternativa não é apegar-se a modelos fechados, unitários e homogêneos de pertencimento cultural, mas abarcar os processos mais amplos o jogo da semelhança e da diferença que estão transformando a cultura no mundo inteiro. Esse é o caminho da diáspora, que é a trajetória de um povo moderno e de uma cultura moderna.
Um ambiente multicultural tem por objetivo/força maior, estabelecer e criar meios de renovação constante de pensamentos, bem como a exclusão de qualquer tipo de preconceito com as pessoas que nele convivam, todavia para que isto aconteça, faz-se necessário a valores morais comportamentais, respaldados frente á aceitação das diferenças, sendo este o papel de suma importância no universo educacional, social e político (CANDAU e OLIVEIRA, 2010).
2.4. A Importância do Uso das Metodologias Ativas e da Pluralidade da Cultura para a Construção de Uma Escola Democrática
Um universo pluricultural não é somente aquele que se afigura na aplicação/inserção/imposição de culturas, mas principalmente aquele lugar onde o direito e o respeito são tidos como ferramentas que libertem e renovem as ideias de uma convivência diária harmoniosa, combatendo atos de discriminação e, por conseguinte vencendo o preconceito e alicerçando o respeito mútuo a diversidade (CANDAU e OLIVEIRA, 2010).
Pensar sobre a superação dos desafios e dificuldades dos professores em trabalhar temáticas sobre diversidade e pluralidade cultural que vão além de apenas disponibilizar simbólicas teorias, pois se faz necessário que as práticas pedagógicas muito se enriqueceram se todos os docentes conseguirem acrescentar consideravelmente sobre a contribuição negra vinculada sobre a visão de mundo dos aprendizes e de toda a humanidade. Sendo assim, uma educação crítica/reflexiva/emancipatória se faz necessária, com uma política educacional pautada realmente na diversidade, por meio de metodologias ativas que repensem suas ações e visualizem as peculiaridades de cada aluno (BORGES, 2010).
As metodologias ativas englobam uma variedade de práticas que buscam mobilizar saberes em situações reais ou simuladas. Entre elas, destacam-se a aprendizagem baseada em problemas (problem-based learning), o estudo de caso, a aprendizagem por projetos e a sala de aula invertida. Essas práticas favorecem o trabalho em equipe, a autonomia intelectual e o raciocínio crítico (NOBRE et al., 2025, p.7).
Defronte essas reflexões torna-se relevante destacar que o aprendizado sobre a rotina escolar carece levar á imprescindibilidade de ter um olhar voltado á compreensão da realidade por meio de concepções agregadas e entrelaçadas. Também é imprescindível desfazer-se todo e qualquer discriminação e/ou preconceito que possa vir a acontecer no cotidiano escolar, pois é conhecido que diversidade cultural nesse contexto é muitas vezes repleta de preconceitos e, por conseguinte devem ser levados em conta no processo de ensino - aprendizagem e de sociabilização (BORGES, 2010).
Frente a essas considerações, autores como Suruí, Valim e Telles (2023, p.4) corroboram em afirmar que: “[...] o uso das Metodologias Ativas aliadas à Educação Intercultural possibilita que os discentes não fiquem somente passivos diante da dinâmica do ensino e aprendizagem, mas que eles ao longo do processo possam assumir um protagonismo dentro da dinâmica de ensino.”
Destarte, o ensinamento sobre o cotidiano/rotina escolar necessita ter uma ótica voltada às transformações, lembrando- se que essas não podem ser generalizadas, ou seja, não modificar o conjunto de crenças e valores singulares, específicas que cada sujeito possui e que, por conseguinte levam consigo, construindo doravante a convivência cultural e a aceitabilidade frente ás diferenças (ARAÚJO, 2015).
A tecnologia, quando aliada às metodologias ativas, potencializa processos formativos. Plataformas interativas, simulações, jogos educativos e ambientes virtuais permitem ampliar os modos de aprender. No entanto, é fundamental que seu uso esteja vinculado a projetos pedagógicos significativos. [...] Contudo, isso só ocorrerá se houver uma compreensão crítica do papel da tecnologia na educação. É preciso evitar a ilusão de que a mera presença de recursos tecnológicos garante qualidade educativa. O diferencial está na forma como esses recursos são mobilizados em experiências formativas ancoradas na realidade dos sujeitos. A tecnologia deve estar a serviço da construção de sentidos, e não da reprodução mecânica de conteúdos (NOBRE et al., 2025, p.8).
Sabendo-se que a educação é um direito de todos e para todos, e dessa forma, para se possibilitar uma nação mais justa e suficiente é preciso alçar voos humanitários mais altos, voltados á construção de valores que promovam o respeito às diferenças culturais, auxiliando assim um maior fortalecimento e promoção coletiva de sujeitos fortalecidos frente á igualdade de oportunidades, sendo assim tendo a educação como ferramenta contra qualquer tipo de preconceito cultural que possa estar presentes, no universo escolar (SURUÍ, VALIM e TELLES, 2023).
Portanto, é notório que as metodologias ativas utilizadas pelos professores relacionadas a trabalhar os aspectos culturais carecem ter um eixo de percepção da realidade por meio de pensamentos dinâmicos, concretos e voltados a despir-se de quaisquer tipos de preconceitos e/ou discriminações, abraçando métodos que abarquem que a cultura é um elemento homogêneo, real, concreta e tão significante se for inserida com um olhar de excelência frente aos resultados de suas práticas cotidianas (LUBACHEWSKI; CERUTT; SILVA, 2018).
As metodologias ativas necessitam ter um olhar voltado a percorrer caminhos promissores para a construção de uma pedagogia inclusiva. Ao deslocarem o foco da transmissão para a problematização e para a ação, as metodologias ativas necessitam oferecer um protagonismo estudantil que crie e possibilite espaços para a escuta de diferentes vozes. Assim, o discente deixa de ser um receptor passivo e assume o papel de sujeito do processo educativo. Quando o currículo incorpora temas relacionados à história, cultura e luta de povos negros e indígenas, fortalece-se o vínculo entre o conhecimento escolar e a realidade dos estudantes. A valorização de suas identidades é parte fundamental da construção de um ensino técnico mais democrático e sensível às demandas sociais do país (NOBRE et al., 2025, p.9).
Assim, frente às metodologias das práticas didáticas é de conhecimento que estas possuem a função de mediadoras na edificação da identidade social do coletor de seu discurso, para aquele campo social, em especial a escola e todas as suas dependências. Desta maneira, é perceptível e de suma importância que o professor seja capaz de discernir por meio do discurso, uma política racial de igualdade, objetivando propagar uma concreta e ativa consciência igualitária racial em todos os nortes sociais dos receptores destes discursos (COSTA e OLIVEIRA, 2024).
Com o intuito de promover a interdisciplinaridade e o uso das metodologias ativas onde acredita-se que essa ferramenta poderá favorecer nos alunos o desenvolvimento da criatividade, do senso crítico, da participação, da competição “sadia”, da observação, das várias formas de uso da linguagem e do resgate do prazer em aprender (CARVALHO; BLEY, 2018).
Ao trabalhar as metodologias ativas na educação inovadoras, conteúdos interdisciplinares na escola para a transformação do aluno com o foco no aprendizado deles através de métodos que aguça o interesse em aprender seja em ciências ou em Matemática (RAABE; GOMES, 2018).
Assim, a cultura e as metodologias ativas na educação, se caracterizam pela inter-relação entre educação, cultura, sociedade, política e escola, sendo desenvolvida por meio de métodos ativos e criativos, centrados na atividade do aluno com a intenção de propiciar a aprendizagem (SILVA; SILVA; SILVA, 2018).
Contudo, a proposta de metodologia ativa é uma estratégia de ensino, por vezes influenciada pelo uso das tecnologias digitais, que se caracterizam por inserir o estudante no centro do processo a partir de discussões, interações, atividades de análise, síntese e avaliação no sentido de solucionar problemas (SEEGGER, 2012).
Segundo Moran (2017) a concepção de metodologias ativas surgiu muito antes do advento das Tecnologias da Informação e Comunicação (TDIC), com o movimento chamado Escola Nova, cujos pensadores, como William James, John Dewey e Eduard Claparède, defendiam uma metodologia de ensino centrada na aprendizagem pela experiência e no desenvolvimento da autonomia do aprendiz. E pode ser utilizada no ensino de ciências, matemática, química, arte, ou seja, se aplica através de projetos e criação de materiais didáticos que prendam o interesse do aluno, seja na elaboração do material ou na pratica do professor dando os exemplos palpáveis ali para eles verem (MORAN, 2018).
Os jogos e as brincadeiras lúdicas a serem aplicadas em metodologias ativas podem ser praticadas através de trabalhos manuais, colocando-se em prática atividades como: Gamificação; design thinking; cultura maker; aprendizagem baseada em problemas; estudos de casos; aprendizado por projetos; sala de aula invertida; seminários e discussões; dentre outras, está nas escolas inovadoras que são instituições que não olham apenas para a capacidade de memorização ou o nível de raciocínio lógico do aluno. Essas instituições estão atentas a outras inteligências, incluindo aspectos sociais, comportamentais, esportivos, emocionais, artísticos e tudo mais que abrange o ambiente no qual o aluno está inserido (ANDRÉ, 2016).
Para Azevedo (2019), “Quando o aluno é o protagonista no processo de ensino e aprendizagem torna-se possível proporcionar a eles uma aprendizagem mais significativa”, e, para isso é necessário se ter clareza dos objetivos a serem alcançados para se decidir se deve ou não apoiar ou adotar uma inovação.
Dessa maneira, é de grande relevância que todos os sujeitos sejam vistos como construções sociais, culturais e politicas formuladas num contexto de relações de predomínio que se estendem e edificam ao longo de todo o processo histórico, não significando um fenômeno da natureza, mas mosaico de diversidades e significados que necessitam ser prestigiados (KAMINSKI, 2019).
3. METODOLOGIA
Metodologia é o estudo da organização, dos caminhos a serem percorridos, para se realizar uma pesquisa ou um estudo, ou para se fazer ciência. Etimologicamente, significa o estudo dos caminhos, dos instrumentos utilizados para fazer uma pesquisa científica (GERHARDT e SILVEIRA, 2009). Também depende do conhecimento e natureza do pesquisador, podendo tornar uma possível busca com inúmeros tipos de pesquisa.
Segundo Gil (2007) toda pesquisa, possui por objetivo proporcionar respostas aos problemas que são propostos. A pesquisa desenvolve-se por um processo constituído de várias fases, desde a formulação do problema até a apresentação e discussão dos resultados.
Para o desenvolvimento deste estudo foi utilizada uma pesquisa bibliográfica e qualitativa, com intuito de buscar informações fundamentadas em livros, artigos, dissertações, trabalhos acadêmicos de tese e monografias, no que tange a finalidade de se desenvolver uma revisão da literatura sobre o tema em questão, no sentido de fazer uma avaliação crítica dos estudos e fundamentação científica optou-se por uma pesquisa qualitativa, pois não foram utilizados métodos ou dados estatísticos. Segundo Gerhart e Silveira (2009), pesquisa qualitativa não se preocupa com representatividade numérica, mas, sim, com o aprofundamento da compreensão de um grupo social, de uma organização, etc.
Dentre os documentos legais, foram utilizados dados obtidos por coleta em artigos científicos, periódicos e websites seguros disponíveis na língua portuguesa. Serão acessadas as seguintes bases de dados: Scientific Electronic Library Online (SCIELO), Google Acadêmico e LILACS, uma vez que esta permite busca simultânea nas principais fontes nacionais e internacionais. Os dados utilizados foram coletados apenas em fontes nacionais e disponibilizados na íntegra.
A busca e seleção dos documentos serão realizadas por meio da utilização das palavras chaves: Pluralidade. Cultura. Metodologias ativas. Ambiente escolar. Importância.
Foram excluídos do estudo, artigos incompletos em que só se disponibilizam o resumo, dados em idiomas diferentes de português, títulos que não condizem com os descritores, artigos sem referenciação do autor, além de texto sem elemento relevante ao escopo do respectivo estudo.
4. RESULTADOS E DISCUSSÕES OU ANÁLISE DOS DADOS
Os resultados constataram que sob o imerso na dinâmica desafiadora da educação básica contemporânea e diante de uma diversidade crescente de alunos, oriundos de diferentes contextos culturais e socioeconômicos, o docente se vê diante de um complexo desafio: a conciliação entre a preservação dos valores tradicionais e a necessidade de adaptação às demandas contemporâneas.
Desta foram, foi observada que a busca por uma identidade docente autêntica, que respeite a diversidade cultural dos alunos, integre tecnologias emergentes de maneira especial e objeto desse estudo, das diversas metodologias ativas e assim, promova práticas pedagógicas inovadoras, torna-se um dilema para muitos educadores. Como construir uma identidade que preserve a essência do papel do educador, ao mesmo tempo em que abraça a evolução constante do cenário educacional?
Portanto, a respectiva reflexão sobre este desafio torna-se ferramenta crucial para promover uma prática docente que seja tanto enraizada em valores fundamentais quanto capaz de inspirar e capacitar os estudantes para os desafios complexos do mundo contemporâneo.
5. CONCLUSÃO/CONSIDERAÇÕES FINAIS
Os principais desafios enfrentados pelos educadores na atualidade, focando em diversidade cultural, da inserção de tecnologias e práticas pedagógicas inovadoras são considerados desafios para educadores na atualidade sob uma ótica que consiga incluir uma gestão da diversidade cultural em sala de aula, valendo-se da integração de metodologias ativas de forma eficaz e a superação de modelos pedagógicos tradicionais em prol de práticas inovadoras. Isso exige adaptação, formação continuada, sensibilidade e o desenvolvimento de novas competências para criar ambientes de ensino inclusivos, participativos e adequados ao século XX.
Portanto, ao término desse estudo, pode-se concluir o quão torna-se relevante fomentar que a diversidade cultural engendra questões de discriminação e desigualdade. Enxergar o outro como um ser inferior, em decorrência das diferenças culturais, e, a partir disso, começar a tratá-lo de maneira desigual, é um dos principais desafios da diversidade cultural.
O uso de recursos que envolvam as metodologias ativas junto aos professores e estudantes, de forma a completar o ciclo de aprendizagem pode contribuir significadamente e democraticamente o ensino-aprendizagem, perante a busca de conquistar melhores resultados de saberes, beneficiando-se assim os educandos, no processo de aprendizagem como interventora e viabilizadora da participação de todos os alunos, de maneira coletiva, participativa e sociocultural.
Contudo, pode-se compreender que os mais variados recursos das diversas metodologias ativas possibilitam aos docentes dispor-se de múltiplas linguagens para trabalharem a formação humana, frente a imagens, músicas, palavras, ações, narrativas, paisagens, sendo assim fontes de imprescindíveis saberes que irão instigar nos discentes uma reflexão-crítica e autônoma, a partir da reconstrução da realidade, que poderão também ser somadas, aos conhecimentos prévios de cada aluno.
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1 Licenciado e Bacharel em Educação Física pela Universidade de Rio Verde (UNIRV). E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail. Orcid: https://orcid.org/0000-0002-6379-8246.
2 Graduado em Licenciatura Plena, Bacharel em Educação Física pela Universidade de Rio Verde (UNIRV). E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail.
3 Graduada em Pedagogia pela Universidade de Rio Verde (UNIRV). E-mail: denisescalia1982@hotmail.
4 Mestre em Ciências Ambientais e Saúde pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC GOIÁS). E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail.
5 Mestranda em Geografia - Universidade Federal de Jataí - UFJ. E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail. Orcid: https://orcid.org/0009-0006-3397-636X.
6 Formação em Ciências biológicas pela Universidade de Rio Verde (UNIRV) E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail.
7 Formação em Licenciatura Plena em Educação Física e Especialização em Educação Física Escolar, UFG - Campus - Goiânia. E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail. Orcid: https://orcid.org/0009-0003-4036-2372.
8 Pós-graduado em História pelo Centro Universitário ETEPE de São José dos Campos, São Paulo. E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail.