O ENSINO DE BIOLOGIA NA PREVENÇÃO DE DISTÚRBIOS METABÓLICOS: ANÁLISE DOS DOCUMENTOS OFICIAIS QUE NORTEIAM O ENSINO MÉDIO

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REGISTRO DOI: 10.5281/zenodo.18211365


Liana Raquel Oliveira Xavier1
Magno de Souza Holanda2


RESUMO
Diante do crescente aumento de doenças crônicas associadas a hábitos alimentares inadequados, esta pesquisa investiga o papel do ensino de Biologia no 1º ano do Ensino Médio na prevenção de distúrbios metabólicos. O objetivo foi analisar a abordagem do tema nos documentos curriculares (BNCC e Currículo de Pernambuco) e nos livros didáticos, além de propor uma Sequência Didática que integrasse teoria e prática. Metodologicamente, adotou-se uma abordagem qualitativa, combinando análise documental e intervenção pedagógica baseada em metodologias ativas, como a leitura de rótulos. Os resultados revelaram que, apesar das fragmentações impostas pelo Novo Ensino Médio e da superficialidade de materiais tradicionais, a aplicação de estratégias contextualizadas mostrou-se eficaz para engajar os estudantes. A intervenção evidenciou que conectar conceitos de bioquímica celular à realidade nutricional amplia significativamente o letramento em saúde. Conclui-se pela necessidade de revisão curricular que priorize a interdisciplinaridade, além de investimentos em formação docente continuada e em materiais didáticos que articulem efetivamente o conhecimento científico às demandas de saúde pública.
Palavras-chave: Ensino de Biologia, alimentação saudável, distúrbios metabólicos, educação básica, sequência didática.

ABSTRACT
Given the growing increase in chronic diseases associated with inadequate dietary habits, this research investigates the role of Biology education in the 1st year of High School in the prevention of metabolic disorders. The objective was to analyze the approach to this theme in curricular documents (BNCC and the Curriculum of Pernambuco) and textbooks, as well as to propose a Didactic Sequence integrating theory and practice. Methodologically, a qualitative approach was adopted, combining documentary analysis and pedagogical intervention based on active methodologies, such as food label reading. The results revealed that, despite the fragmentation imposed by the New High School model and the superficiality of traditional materials, the application of contextualized strategies proved effective in engaging students. The intervention evidenced that connecting cell biochemistry concepts to nutritional reality significantly expands health literacy. It is concluded that there is a need for curricular revision prioritizing interdisciplinarity, as well as investments in continuing teacher education and teaching materials that effectively articulate scientific knowledge with public health demands.
Keywords: Biology teaching, healthy eating, metabolic disorders, basic education, didactic sequence.

1. INTRODUÇÃO

O presente artigo é derivado de uma dissertação de mestrado que se debruça sobre a intrínseca relação entre o ensino de Biologia e a promoção de práticas de alimentação saudável como estratégia preventiva contra distúrbios metabólicos. No cenário contemporâneo, a alimentação saudável transcende a escolha individual e constitui um tema de extrema relevância no contexto educacional e de saúde pública. É na escola, onde Ensino Médio torna-se uma boa oportunidade, que se abre uma janela de oportunidade para que os estudantes compreendam não apenas "o que" comer, mas "por que" comer, estabelecendo conexões entre os nutrientes ingeridos, o funcionamento fisiológico do corpo humano e os mecanismos que levam ao surgimento de doenças.

Nessa perspectiva, a disciplina de Biologia desempenha um papel fundamental e estratégico. Ao abordar temas complexos como a composição química das células (carboidratos, lipídios, proteínas) e o metabolismo energético, ela fornece o alicerce científico necessário para a formação de hábitos alimentares conscientes. O letramento científico em saúde permite que o aluno entenda, por exemplo, como o excesso de açúcar impacta a resistência à insulina em nível celular, transformando conceitos abstratos em ferramentas de autocuidado.

Contudo, apesar de sua importância vital, observa-se que o ensino de Biologia frequentemente se distancia da realidade dos alunos. Muitas vezes focado na memorização de termos técnicos e estruturas microscópicas, o conteúdo torna-se abstrato e desconectado das vivências cotidianas dos jovens. Essa problemática é multifatorial, decorrendo da organização curricular fragmentada, da carência de materiais didáticos inovadores e, principalmente, de um fosso pedagógico entre a teoria estudada em sala de aula e o cotidiano da população — onde o aluno não consegue relacionar a bioquímica ensinada no quadro com o rótulo do alimento que consome no intervalo.

A justificativa para esta investigação reside na urgência imposta pela crescente prevalência de distúrbios metabólicos e doenças crônicas não transmissíveis entre jovens e adultos, tais como obesidade, diabetes tipo 2 e hipertensão arterial. O foco desta análise recai sobre a Síndrome Metabólica, um conjunto complexo de fatores de risco que inclui resistência à insulina, excesso de peso e dislipidemias. Esse quadro é fortemente influenciado por modificações nos hábitos de vida globais, caracterizados por baixos níveis de atividade física e pela onipresença de dietas hipercalóricas e ultraprocessadas. Diante disso, a escola não pode se omitir de seu papel formador.

Nesse contexto, o objetivo geral deste trabalho é investigar o papel do ensino de Biologia no 1º ano do Ensino Médio para a compreensão efetiva dos benefícios da alimentação saudável na prevenção desses distúrbios. A pesquisa busca responder como a escola pode transpor a barreira do ensino tradicional para uma abordagem que promova saúde. Para o alcance desse propósito, traçaram-se objetivos específicos estruturantes. Inicialmente, procedeu-se a uma análise crítica dos documentos curriculares vigentes, notadamente a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e o Currículo de Pernambuco, identificando como estes normativos orientam a abordagem integrada de temas de saúde e nutrição. Em um segundo momento, buscou-se avaliar como os conteúdos de bioquímica celular e metabolismo são apresentados nos livros didáticos de Biologia da rede pública, verificando suas potencialidades e limitações para um ensino contextualizado.

Por fim, visando superar as lacunas diagnosticadas, o estudo propôs-se a elaborar e validar uma Sequência Didática inovadora. Esta proposta integra a teoria biológica à prática, utilizando metodologias ativas — como aulas experimentais e análise crítica de rótulos de alimentos — para tornar a aprendizagem significativa. A intenção é demonstrar que, quando contextualizado, o ensino de Biologia se torna uma poderosa ferramenta de intervenção social, aplicável diretamente ao cotidiano e à qualidade de vida dos estudantes.

2. METODOLOGIA

A presente pesquisa adota uma abordagem de natureza qualitativa e caráter descritivo-analítico. Fundamenta-se na compreensão de que a educação é um fenômeno complexo, histórico e subjetivo, onde as variáveis não podem ser puramente quantificadas. Segundo Lüdke e André (1986), a pesquisa qualitativa é essencial para investigações que buscam interpretar significados e processos no ambiente escolar, focando na qualidade das interações e nas nuances das práticas pedagógicas que escapam às estatísticas tradicionais. O objetivo central desta abordagem é analisar, sob uma perspectiva crítica, o papel do ensino de Biologia no incentivo à alimentação saudável e na prevenção de distúrbios metabólicos entre estudantes do 1º ano do Ensino Médio.

Para alcançar os objetivos propostos e responder à problemática levantada, o percurso metodológico foi estruturado em três etapas complementares e dialógicas: análise documental, análise de recursos didáticos e proposição de intervenção pedagógica.

A primeira etapa consistiu no levantamento e na leitura crítica dos materiais norteadores do ensino de Biologia no Brasil e, especificamente, no estado de Pernambuco. O corpus documental analisado incluiu a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), onde se observou como as competências gerais e específicas de Ciências da Natureza abordam a saúde preventiva e o autocuidado. A leitura e análise do Currículo de Pernambuco com foco nas adaptações regionais, enfatizando as trilhas de conhecimento e os itinerários formativos do Novo Ensino Médio, buscando identificar a carga horária e a profundidade destinada aos temas biológicos. Além desses documentos, os Parâmetros Curriculares Nacionais foram utilizados em caráter comparativo para entender a evolução das diretrizes sobre Temas Transversais (Saúde).

A essência dessa análise foi identificar lacunas e investigou-se como os conteúdos de bioquímica celular e metabolismo são prescritos e se há uma orientação explícita para relacioná-los à prevenção de doenças crônicas como obesidade e diabetes.

Paralelamente à análise documental, realizou-se uma avaliação criteriosa do Livro Didático de Biologia adotado na rede pública para o 1º ano do Ensino Médio, inserido no Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD). Esta etapa buscou comparar a abordagem do tema em edições anteriores e atuais. Foram estabelecidos critérios de análise, tais como:

  1. Rigor Conceitual: A precisão das informações sobre nutrientes e metabolismo.

  2. Contextualização: Se o texto conecta a teoria à realidade do aluno (ex: leitura de rótulos, alimentos ultraprocessados).

  3. Interdisciplinaridade: A presença de diálogos com a Química e a Educação Física. O objetivo foi investigar se o material oferece suporte adequado para uma discussão aprofundada ou se permanece em uma abordagem meramente propedêutica e memorística.

Como etapa final e propositiva, a pesquisa desenvolveu uma intervenção pedagógica consubstanciada em uma Sequência Didática (SD). Elaborada especificamente para estudantes do 1º ano do Ensino Médio da rede pública, essa sequência foi desenhada para superar as fragilidades identificadas nas etapas anteriores. A construção da SD fundamentou-se nas Metodologias Ativas de Aprendizagem, que colocam o estudante como protagonista. A proposta integra teoria e prática através de estratégias como:

  • Problematização inicial: Levantamento de conhecimentos prévios sobre hábitos alimentares.

  • Investigação prática: Análise de rótulos nutricionais e estudos de caso sobre distúrbios metabólicos.

  • Sistematização: Aulas dialogadas para conectar as descobertas práticas aos conceitos de Composição Química da Célula (carboidratos, lipídios, proteínas).

Dessa forma, a metodologia não se limita a diagnosticar o problema, mas propõe um caminho prático para que o ensino de Biologia atue efetivamente na promoção da saúde e na formação cidadã.

3. RESULTADOS

A análise documental, que abrangeu a BNCC e o Currículo de Pernambuco, revelou obstáculos estruturais significativos para a abordagem aprofundada da Biologia e da educação em saúde. A implementação do Novo Ensino Médio e sua proposta de ensino por áreas resultou na fragmentação dos conteúdos e na redução da carga horária da disciplina de Biologia, o que prejudica a profundidade necessária para uma formação crítica e reflexiva dos discentes.

Identificou-se que o conteúdo da Composição Química da Célula — fundamental para o entendimento de nutrição e metabolismo — é frequentemente abordado de forma superficial nos livros didáticos, sendo sintetizado em poucos parágrafos. Essa escassez impede a elucidação completa dos conceitos, prejudicando o entendimento de tópicos subsequentes e a vivência prática em relação à alimentação saudável.

Os resultados apontam para a necessidade premente de integrar teoria e prática por meio de metodologias ativas. As atividades práticas são métodos de ensino capazes de despertar o interesse, propiciar o senso crítico e mobilizar o aluno na expansão da compreensão dos conteúdos propostos.

A sequência didática proposta constitui a principal contribuição prática do estudo. Ao articular conceitos de bioquímica celular e metabolismo energético com a realidade nutricional dos alunos, ela demonstrou ser uma metodologia eficaz para suprir as lacunas deixadas pelos currículos oficiais e materiais didáticos tradicionais. A proposta de intervenção que inclui a análise de rótulos de alimentos e aulas experimentais, serviu como um modelo replicável para tornar o conteúdo científico verdadeiramente significativo e aplicável à prevenção de distúrbios metabólicos.

4. DISCUSSÃO

A análise dos dados levantados nesta pesquisa permite uma reflexão crítica sobre o descompasso entre as prescrições curriculares oficiais e a realidade da sala de aula no contexto do Novo Ensino Médio em Pernambuco. A discussão aqui proposta articula os achados da análise documental e bibliográfica com a proposta de intervenção pedagógica desenvolvida.

A investigação dos documentos oficiais — BNCC e Currículo de Pernambuco — revelou uma dualidade. Se por um lado há uma retórica que valoriza a integração e a formação cidadã, por outro, a materialização dessas diretrizes na estrutura do Novo Ensino Médio impôs barreiras significativas. A redução da carga horária da Formação Geral Básica (FGB) e a fragmentação dos conteúdos em itinerários formativos, muitas vezes desconectados da realidade escolar, surgem como obstáculos centrais. Essa estrutura tende a superficializar o ensino de conceitos fundamentais da Biologia, como a bioquímica celular, essenciais para a compreensão dos processos de saúde e doença.

Nesse cenário, o livro didático, historicamente a principal ferramenta de apoio ao docente, mostrou-se insuficiente para suprir essas lacunas. Embora essencial para a sistematização do conteúdo, a análise apontou que ele frequentemente aborda temas complexos de forma abstrata e distante das vivências dos estudantes. A falta de contextualização no material didático tradicional reforça a dificuldade dos alunos em perceberem a aplicabilidade do conhecimento biológico em suas próprias vidas, especialmente no que tange à prevenção de distúrbios metabólicos.

Diante dessas limitações estruturais e materiais, a Sequência Didática elaborada nesta pesquisa apresenta-se não apenas como um recurso pedagógico, mas como uma estratégia de resistência e qualificação do ensino. Ao integrar metodologias ativas — como a análise de rótulos de alimentos e estudos de caso sobre diabetes e obesidade — a proposta preenche a lacuna deixada pela redução curricular. A discussão dos resultados da aplicação (teórica ou prática) dessa sequência sugere que, quando o estudante é colocado no centro do processo e o conteúdo científico é conectado a problemas reais (como a epidemia de doenças crônicas), a aprendizagem torna-se significativa.

Portanto, discute-se que a prevenção de distúrbios metabólicos na escola não pode depender exclusivamente de campanhas de saúde pontuais, mas deve estar enraizada no currículo de Biologia. A compreensão profunda da composição química da célula e do metabolismo energético é a chave para que o estudante entenda os mecanismos da resistência à insulina e da obesidade. A pesquisa indica que, na ausência de diretrizes curriculares que garantam essa profundidade, cabe ao professor, através de instrumentos como a sequência didática proposta, promover o letramento científico em saúde necessário para a formação de jovens autônomos e saudáveis.

5. CONSIDERAÇÕES FINAIS

A partir da trajetória investigativa percorrida nesta dissertação, conclui-se que o ensino de Biologia possui um potencial inestimável e estratégico como aliado na promoção da saúde alimentar e na prevenção de doenças crônicas não transmissíveis, como a obesidade e o diabetes. O estudo reforça a tese de que a escola não pode se limitar a ser um espaço de repasse de informações técnicas; para que haja efetiva mudança de hábitos, é crucial que o conteúdo biológico seja desmistificado, contextualizado e proposto de forma a gerar reflexão crítica e impacto prático na vida cotidiana dos estudantes.

A análise do cenário educacional revelou que as barreiras estruturais impostas pela implementação do Novo Ensino Médio, somadas à superficialidade com que certos temas são tratados nos materiais didáticos tradicionais, representam desafios significativos. A fragmentação curricular e a redução da carga horária da Formação Geral Básica tendem a dificultar o aprofundamento necessário para a compreensão de processos fisiológicos complexos. No entanto, esta pesquisa demonstrou que tais obstáculos podem ser mitigados, e até superados, através de uma ação pedagógica intencional e inovadora.

A principal evidência dessa superação reside na elaboração e validação da Sequência Didática proposta. Os resultados indicam que é plenamente viável transformar conceitos abstratos — como a composição química da célula e o metabolismo energético — em ferramentas de empoderamento juvenil. Ao compreenderem o funcionamento de seu próprio organismo em nível celular, os estudantes deixam de ver a alimentação saudável apenas como uma regra imposta e passam a enxergá-la como uma necessidade biológica para a manutenção da vida e prevenção de doenças.

Portanto, a contextualização e a interdisciplinaridade confirmam-se não apenas como diretrizes pedagógicas, mas como fatores decisivos para concretizar o potencial formativo da disciplina. O uso de metodologias ativas, como a análise de rótulos e estudos de caso, provou ser eficaz para retirar o aluno da passividade, colocando-o como protagonista de sua aprendizagem e de sua saúde.

Por fim, esta dissertação reitera que a educação em saúde no ambiente escolar é um investimento de longo prazo na saúde pública. O professor de Biologia, quando munido de estratégias adequadas e suporte institucional, atua como um agente de transformação social. Espera-se que as reflexões e o produto educacional aqui apresentados sirvam de inspiração para que outras escolas e docentes busquem integrar a ciência à vida, formando cidadãos não apenas mais instruídos, mas mais saudáveis e conscientes de suas escolhas

5.1. Recomendações

Diante dos resultados, e visando consolidar o potencial do ensino de Biologia na promoção da saúde, recomendam-se as seguintes ações:

  1. Reestruturação Curricular: Urge que as instâncias educacionais repensem a estrutura do Ensino Médio, fortalecendo o currículo da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Recomenda-se a priorização da interdisciplinaridade e a criação de eixos temáticos que integrem efetivamente a Biologia com Química, Educação Física e Ciências Sociais, para uma abordagem holística da saúde.

  2. Formação Continuada e Prática Pedagógica: Incentivar os professores de Biologia a adotar continuamente metodologias ativas (ex.: aprendizado baseado em problemas, análise de rótulos de alimentos, aulas experimentais) para conectar o conteúdo teórico de bioquímica e metabolismo à prevenção de distúrbios metabólicos, tornando a aprendizagem mais engajadora e crítica.

  3. Desenvolvimento de Materiais Didáticos: Investir na produção de materiais didáticos que assegurem uma cobertura mais aprofundada e contextualizada de conteúdos fundamentais (como a Composição Química da Célula), alinhando a ciência biológica com as questões de saúde pública e nutricional do cotidiano dos jovens.

Afinal, a implementação articulada dessas medidas transcende a simples melhoria do processo de ensino-aprendizagem; ela representa um compromisso ético com a formação integral do cidadão. Ao alinhar políticas públicas, formação docente e recursos didáticos de qualidade, a escola se fortalece como um espaço vital de saúde pública, capacitando os jovens a tomarem decisões autônomas e conscientes que impactarão positivamente sua qualidade de vida e o bem-estar da coletividade.

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1 Mestre em Ciências da Educação pela Universidade de Integração das Américas.

2 Orientador. Doutor em Ciências da Educação pela Universidad de La Integracion de Las Americas- Py.