MAIS QUE ATIVIDADES: A INTENCIONALIDADE SOCIOASSISTENCIAL DO SCFV NA PROTEÇÃO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES

MORE THAN ACTIVITIES: THE SOCIO-ASSISTENTIAL INTENTIONALITY OF SCFV IN THE PROTECTION OF CHILDREN AND ADOLESCENTS

REGISTRO DOI: 10.70773/revistatopicos/788644842

RESUMO
O Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) constitui um serviço da Proteção Social Básica do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), destinado à prevenção de situações de risco social e ao fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários. Este artigo tem como objetivo apresentar e analisar as atividades desenvolvidas com crianças e adolescentes por um SCFV de um município de pequeno porte I durante o primeiro semestre de 2026. Trata-se de uma produção de natureza teórica, fundamentada em pesquisa documental realizada a partir da análise de relatórios de atividades desenvolvidas pelo serviço, considerando as formulações de Lakatos e Marconi (2017) acerca da produção do conhecimento científico. A discussão foi fundamentada na Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais e no material Perguntas Frequentes: Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, buscando identificar os parâmetros estabelecidos para a realização das atividades com crianças e adolescentes. O artigo foi organizado em dois tópicos: inicialmente, apresenta-se uma discussão sobre as atividades e estratégias previstas para o SCFV; posteriormente, são apresentadas as ações desenvolvidas no período analisado, organizadas em grupos socioeducativos, atividades artísticas e culturais e atividades físicas e esportivas. Os resultados evidenciam a diversidade de estratégias utilizadas pelo serviço, envolvendo rodas de conversa, gincanas, cinema, oficinas artísticas, atividades culturais, balé, basquete e capoeira. As a As atividades analisadas demonstram potencial para favorecer a convivência, a socialização, a participação, o desenvolvimento de potencialidades e o fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários. Conclui-se que o SCFV constitui importante espaço de prevenção e proteção social, especialmente quando suas atividades são planejadas e articuladas aos objetivos socioassistenciais do serviço.
Palavras-chave: Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos; Crianças e adolescentes; Proteção Social Básica; Convivência; Fortalecimento de vínculos.

ABSTRACT
The Social Interaction and Strengthening of Bonds Service (SCFV) is a service of the Basic Social Protection of the Unified Social Assistance System (SUAS), aimed at preventing situations of social risk and strengthening family and community bonds. This article aims to present and analyze the activities developed with children and adolescents by an SCFV in a small municipality during the first semester of 2026. This is a theoretical work, based on documentary research carried out from the analysis of activity reports developed by the service, considering the formulations of Lakatos and Marconi (2017) regarding the production of scientific knowledge. The discussion was based on the National Typification of Socio-assistance Services and the material Frequently Asked Questions: Social Interaction and Strengthening of Bonds Service, seeking to identify the parameters established for carrying out activities with children and adolescents. The article was organized into two topics: initially, a discussion is presented on the activities and strategies planned for the SCFV; subsequently, the actions developed during the analyzed period are presented, organized into socio-educational groups, artistic and cultural activities, and physical and sports activities. The results highlight the diversity of strategies used by the service, involving conversation circles, games, cinema, artistic workshops, cultural activities, ballet, basketball, and capoeira. The activities analyzed demonstrate potential to promote coexistence, socialization, participation, the development of potential, and the strengthening of family and community ties. It is concluded that the SCFV constitutes an important space for prevention and social protection, especially when its activities are planned and articulated with the socio-assistance objectives of the service.
Keywords: Service of Coexistence and Strengthening of Bonds; Children and adolescents; Basic Social Protection; Coexistence; Strengthening of bonds.

1. INTRODUÇÃO

O Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) constitui um serviço da Proteção Social Básica do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), ofertado de forma complementar ao trabalho social com famílias. Conforme estabelecido na Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais, o SCFV organiza-se por meio de grupos, considerando os ciclos de vida dos usuários, e tem como finalidade prevenir situações de risco social, fortalecer vínculos familiares e comunitários, ampliar as relações sociais e promover espaços de convivência, participação e desenvolvimento de potencialidades (Brasil, 2009).

No caso do SCFV destinado a crianças e adolescentes, as atividades devem ser organizadas de maneira a favorecer a convivência social, o desenvolvimento da autonomia, a participação dos usuários e o fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários. As ações desenvolvidas devem considerar as especificidades das diferentes faixas etárias, bem como as características do território e as situações de vulnerabilidade social vivenciadas pelos participantes e suas famílias. Nesse sentido, o serviço pode desenvolver atividades de caráter socioeducativo, cultural, artístico, esportivo e recreativo, além de rodas de conversa, oficinas e outras estratégias que contribuam para a proteção social e para o fortalecimento das relações sociais.

O presente texto foi elaborado a partir da análise das atividades desenvolvidas por um Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos destinado a crianças e adolescentes em um município de pequeno porte I. Omitimos os dados do município para que não exista a exposição dos participantes da pesquisa. Trata-se de uma produção teórica construída com base na pesquisa documental de relatórios referentes às atividades desenvolvidas durante o primeiro trimestre de 2026. De acordo com Lakatos e Marconi (2017), a pesquisa teórica possibilita a construção e a ampliação do conhecimento por meio do estudo, da análise e da interpretação de diferentes fontes e materiais, permitindo a compreensão de determinado fenômeno a partir de fundamentos científicos e documentais.

A escolha do tema decorreu da proximidade dos autores com a área da infância e adolescência, considerando sua atuação junto a crianças e adolescentes, bem como sua participação em pesquisas relacionadas a esse campo de estudo. Tal aproximação possibilitou o interesse em compreender e discutir o SCFV como espaço de prevenção de situações de vulnerabilidade e risco social, de promoção da convivência e de fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários.

Para a organização do artigo, foram estabelecidos dois tópicos principais. No primeiro, apresenta-se um resumo das atividades e dos objetivos que devem orientar a oferta do SCFV para crianças e adolescentes, com base na Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais e em referências técnicas relacionadas ao serviço. No segundo tópico, são apresentadas as atividades efetivamente desenvolvidas pelo SCFV analisado durante o primeiro semestre de 2026, buscando relacionar as ações realizadas com os objetivos e as orientações que fundamentam a oferta do serviço no âmbito da Política de Assistência Social.

2. O DESENVOLVIMENTO DAS ATIVIDADES NO SCFV SEGUNDO AS REFERÊNCIAS NACIONAIS

A Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais estabelece que o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos deve ser realizado em grupos e organizado de modo a proporcionar aos usuários aquisições progressivas, de acordo com o seu ciclo de vida. Dessa forma, as atividades desenvolvidas não devem ser compreendidas como ações isoladas, mas como parte de um processo de intervenção social planejada, contínua e orientada pelos objetivos da Proteção Social Básica.

No atendimento às crianças e aos adolescentes, o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos deve constituir um espaço de convivência, participação e desenvolvimento social, contribuindo para o fortalecimento das relações familiares e comunitárias. As atividades devem considerar os interesses, as demandas e as potencialidades dos participantes, respeitando as especificidades relacionadas às diferentes faixas etárias e aos contextos sociais nos quais crianças e adolescentes estão inseridos.

A Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais destaca que o SCFV deve proporcionar experiências que favoreçam o desenvolvimento de potencialidades, a ampliação das relações sociais e o fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários. Nesse sentido, a realização das atividades deve ser planejada de maneira que possibilite a participação dos usuários e a construção de experiências coletivas, promovendo a convivência entre crianças e adolescentes.

As atividades desenvolvidas no âmbito do SCFV podem assumir diferentes formas, desde que estejam relacionadas aos objetivos socioassistenciais do serviço. Para crianças e adolescentes, podem ser utilizadas experiências de caráter lúdico, cultural, artístico, esportivo e recreativo como estratégias para promover a interação, a socialização e o desenvolvimento dos participantes. Dessa forma, oficinas, atividades coletivas, práticas culturais, artísticas e esportivas e rodas de conversa podem constituir estratégias de trabalho, desde que estejam articuladas aos objetivos do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos.

Outro aspecto importante indicado pela Tipificação refere-se à necessidade de promover experiências que contribuam para a construção da autonomia e para o desenvolvimento do protagonismo dos usuários. As atividades devem favorecer a participação das crianças e dos adolescentes, possibilitando que expressem suas opiniões, interesses e necessidades. Dessa maneira, o SCFV pode contribuir para o desenvolvimento da participação social e para o reconhecimento dos usuários como sujeitos de direitos.

A Tipificação também permite compreender que as atividades devem favorecer a ampliação das trocas culturais e das vivências entre os participantes. Por meio das experiências coletivas, o serviço deve contribuir para o desenvolvimento do sentimento de pertencimento e de identidade, além de favorecer o fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários. Assim, as atividades não devem ter apenas caráter recreativo ou de ocupação do tempo livre, mas precisam estar vinculadas aos objetivos da proteção social e ao fortalecimento das relações sociais.

Destaca-se, ainda, o caráter preventivo e proativo do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos. As atividades devem contribuir para a prevenção de situações de risco social, para o fortalecimento da convivência familiar e comunitária e para o desenvolvimento das capacidades e potencialidades dos usuários. Nesse sentido, o planejamento das ações deve ultrapassar a simples realização de oficinas, buscando proporcionar experiências que contribuam para o desenvolvimento da autonomia, da participação social e do acesso a direitos.

Outro elemento relevante é a necessidade de que as atividades considerem a diversidade dos usuários. A Tipificação orienta que o serviço deve respeitar as diferenças relacionadas, entre outros aspectos, à idade, ao gênero, à presença de deficiência, à raça e à etnia. Assim, as atividades precisam ser desenvolvidas de forma inclusiva, considerando as particularidades dos participantes e buscando prevenir situações de isolamento, discriminação e violação de direitos.

Portanto, a Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais não apresenta uma relação rígida e previamente definida de atividades que devem ser realizadas pelo SCFV. O documento estabelece, principalmente, parâmetros e objetivos que devem orientar o planejamento e a realização das ações. Dessa maneira, as atividades precisam ser desenvolvidas de forma planejada e contínua, organizadas de acordo com o ciclo de vida dos usuários e relacionadas à convivência social, ao fortalecimento de vínculos, à participação, ao desenvolvimento da autonomia, à valorização das potencialidades e à prevenção de situações de risco social.

Para crianças e adolescentes, as atividades lúdicas, culturais, esportivas, artísticas e coletivas podem constituir importantes estratégias de intervenção, desde que estejam articuladas aos objetivos socioassistenciais do serviço. Assim, mais do que identificar quais atividades foram realizadas, torna-se necessário analisar de que maneira essas ações contribuíram para a promoção da convivência, da socialização, da participação e do fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários, conforme os objetivos estabelecidos para o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (Brasil, 2009).

Outro elemento importante para delimitar aspectos sobre as atividades desenvolvidas pelo SCFV é o Perguntas Frequentes: Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos. De acordo com o material Perguntas Frequentes: Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, as atividades desenvolvidas no âmbito do SCFV devem ser compreendidas como parte de uma intervenção social planejada, organizada a partir de encontros coletivos e voltada à promoção da convivência, da participação e do fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários. Dessa forma, as ações realizadas com crianças e adolescentes não devem ser desenvolvidas de maneira isolada, mas precisam compor um processo contínuo de conversações, experiências e atividades construídas coletivamente entre os profissionais e os participantes.

Para crianças e adolescentes de 6 a 15 anos, o documento destaca que o SCFV deve promover a convivência, a formação para a participação e a cidadania, bem como contribuir para o desenvolvimento do protagonismo e da autonomia. As intervenções precisam considerar os interesses, as demandas e as potencialidades próprias dessa faixa etária. Nesse sentido, o planejamento das atividades deve reconhecer crianças e adolescentes como participantes ativos do processo, considerando suas experiências, necessidades, capacidades e possibilidades de expressão.

O material destaca que as intervenções destinadas a crianças e adolescentes de 6 a 15 anos devem ser pautadas em experiências lúdicas, culturais e esportivas. Essas experiências são compreendidas como importantes formas de expressão, interação, aprendizagem, sociabilidade e proteção social. Assim, atividades de natureza artística, cultural, esportiva e recreativa podem constituir estratégias para o trabalho com os grupos, desde que estejam relacionadas aos objetivos do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos e contribuam para a promoção da convivência entre os participantes.

Para os adolescentes de 15 a 17 anos, as atividades também devem contribuir para o fortalecimento da convivência familiar e comunitária, para a participação cidadã e para o desenvolvimento da autonomia e do protagonismo social. O documento ressalta, ainda, a importância de desenvolver ações que contribuam para a inserção, reinserção e permanência dos adolescentes no sistema educacional, bem como de proporcionar orientações gerais relacionadas ao mundo do trabalho, considerando o trabalho e a educação como direitos de cidadania.

Outro aspecto importante refere-se à organização do trabalho em grupos. O documento apresenta o SCFV como um espaço no qual são realizadas conversações e fazeres coletivos, possibilitando a troca de experiências e vivências. As atividades devem favorecer situações de escuta, valorização e reconhecimento dos participantes, produção coletiva, exercício de escolhas e tomada de decisões. Também devem possibilitar o diálogo diante de conflitos e divergências, o reconhecimento das emoções, o respeito às diferenças e a construção de relações baseadas na convivência e na sociabilidade.

As atividades desenvolvidas também devem contribuir para o desenvolvimento de competências relacionadas à convivência consigo mesmo, com os outros e com o território. O material apresenta os eixos “Eu comigo”, “Eu com os outros” e “Eu com a cidade” como orientadores do planejamento das atividades. Dessa forma, as ações podem contribuir para o desenvolvimento da autonomia, autoestima e responsabilidade, bem como para o fortalecimento da comunicação, cooperação, empatia, resolução de conflitos, respeito e sociabilidade. Também podem favorecer o reconhecimento de direitos e deveres, o sentimento de pertencimento e a participação ativa das crianças e dos adolescentes nos espaços sociais e comunitários.

O planejamento das atividades deve considerar as características dos usuários, as demandas apresentadas pelos grupos e a realidade do território no qual o serviço está inserido. O material destaca a importância de que os profissionais utilizem diferentes estratégias, considerando suas capacidades técnicas, criatividade, sensibilidade e diálogo com os participantes. Assim, embora seja possível realizar diferentes tipos de atividades, a escolha das estratégias precisa estar relacionada às necessidades e especificidades de cada grupo.

Dessa forma, o material Perguntas Frequentes evidencia que as atividades desenvolvidas com crianças e adolescentes no SCFV podem assumir diferentes formatos, como atividades lúdicas, culturais, artísticas, esportivas, recreativas e rodas de conversa. Entretanto, essas práticas precisam ser planejadas e vinculadas aos objetivos socioassistenciais do serviço. Mais do que ocupar o tempo livre dos participantes, as atividades devem constituir oportunidades para a convivência, a expressão, a interação, a aprendizagem, a participação social, o desenvolvimento de potencialidades e o fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários.

Assim, ao analisar as atividades realizadas com crianças e adolescentes, torna-se importante identificar não apenas quais ações foram desenvolvidas, mas também de que maneira contribuíram para os objetivos do SCFV. Uma atividade artística, cultural ou esportiva, por exemplo, pode favorecer a convivência e a sociabilidade; uma roda de conversa pode possibilitar a expressão, a escuta e o reconhecimento de direitos; e uma atividade coletiva pode contribuir para o desenvolvimento da cooperação, do respeito e da resolução de conflitos. A análise das ações, portanto, deve considerar a relação entre as atividades desenvolvidas e os objetivos de fortalecimento de vínculos, desenvolvimento da autonomia, participação, cidadania e proteção social previstos para crianças e adolescentes atendidos pelo serviço.

3. AS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELO SCFV E A SUA CAPACIDADE PROTETIVA

Na descrição das atividades desenvolvidas pelo Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) para crianças e adolescentes durante o primeiro semestre de 2026, optou-se por considerar exclusivamente aquelas relacionadas aos percursos socioeducativos desenvolvidos pelo serviço. Nesse sentido, foram selecionadas três modalidades de atividades: grupos socioeducativos, atividades artísticas e culturais e atividades físicas e esportivas. A escolha dessas categorias possibilita organizar e apresentar as ações realizadas de maneira sistematizada, permitindo identificar as diferentes estratégias utilizadas pelos profissionais para promover a convivência, a participação, a socialização e o fortalecimento dos vínculos entre os usuários.

Durante o mês de janeiro, os grupos socioeducativos foram organizados em conformidade com as diretrizes da Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais, priorizando ações voltadas ao fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários por meio de estratégias lúdicas e participativas. Os educadores sociais planejaram previamente gincanas temáticas que abordaram a importância da família, da convivência respeitosa, da cooperação e da solidariedade, utilizando atividades recreativas como instrumentos de aprendizagem e socialização.

Em razão do período de férias escolares, as atividades assumiram um caráter diferenciado, incorporando momentos de cinema, rodas de conversa e outras experiências recreativas que favoreceram a participação espontânea das crianças e dos adolescentes. Após as exibições, os participantes foram estimulados a dialogar sobre as mensagens transmitidas pelos filmes, relacionando-as ao respeito às diferenças, à convivência familiar, à amizade e à resolução pacífica de conflitos.

As atividades também fortaleceram o sentimento de pertencimento ao grupo e ampliaram as oportunidades de convivência saudável entre os usuários. A metodologia adotada privilegiou a participação ativa dos atendidos, estimulando o protagonismo, a cooperação e o desenvolvimento de habilidades sociais importantes para sua formação cidadã. Dessa forma, os grupos socioeducativos constituíram importante estratégia preventiva e protetiva no âmbito da Proteção Social Básica.

Durante o mês de fevereiro, os grupos socioeducativos permaneceram como uma das principais estratégias metodológicas do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, promovendo espaços de diálogo, reflexão e fortalecimento das relações interpessoais. As atividades foram desenvolvidas por meio de rodas de conversa conduzidas pela equipe do serviço, abordando a importância dos vínculos afetivos, da amizade, do respeito mútuo, da cooperação e da convivência saudável entre crianças e adolescentes.

A metodologia participativa permitiu que os usuários compartilhassem vivências, expressassem sentimentos e refletissem sobre atitudes que contribuem para relações mais respeitosas no ambiente familiar, escolar e comunitário. As discussões buscaram fortalecer habilidades sociais, estimular a empatia e incentivar a resolução pacífica de conflitos, aspectos fundamentais para o desenvolvimento integral dos participantes.

Complementando essas ações, foi realizada uma reunião com os familiares, coordenada pela equipe de coordenação do serviço e acompanhada pelos educadores sociais, com o objetivo de fortalecer a parceria entre as famílias e o SCFV. O encontro proporcionou orientações sobre a importância da participação familiar nas atividades, apresentou o trabalho desenvolvido pela equipe e abriu espaço para escuta, esclarecimento de dúvidas e compartilhamento de sugestões. Essa aproximação fortaleceu a corresponsabilidade entre família e serviço socioassistencial, ampliando as possibilidades de acompanhamento das crianças e dos adolescentes e contribuindo para a efetivação dos objetivos da Proteção Social Básica, especialmente no fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários.

Os grupos socioeducativos também foram desenvolvidos por meio de rodas de conversa conduzidas pelos educadores sociais com os diferentes grupos de usuários atendidos pelo serviço. Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, foram realizadas atividades reflexivas voltadas à valorização da figura feminina, ao respeito às mulheres e à promoção da igualdade de oportunidades.

As discussões estimularam a participação dos usuários, que puderam compartilhar percepções, experiências e aprendizados sobre convivência respeitosa, prevenção das violências e construção de relações baseadas no diálogo e na cooperação. A metodologia adotada privilegiou a escuta qualificada, o fortalecimento do senso crítico e a participação ativa das crianças e dos adolescentes, contribuindo para o desenvolvimento da autonomia, da cidadania e do protagonismo juvenil.

As ações também reforçaram os objetivos do SCFV ao promover espaços de convivência, socialização e fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários, favorecendo a formação de atitudes pautadas no respeito aos direitos humanos e na cultura de paz. As atividades artísticas e culturais desenvolvidas durante o mês de janeiro foram planejadas para proporcionar momentos de lazer, convivência e acesso à cultura, conforme previsto para o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos. Considerando o período de férias escolares, foi organizada uma programação especial com a apresentação de filmes infantis variados, cuidadosamente selecionados pelos educadores sociais em razão de seu conteúdo educativo e dos valores relacionados ao respeito, à amizade, à solidariedade e à convivência familiar.

Para tornar a experiência ainda mais acolhedora, foram oferecidos pipoca, refrigerante e bolo aos participantes, criando um ambiente semelhante ao de uma sessão de cinema e favorecendo a integração entre crianças e adolescentes. Após as exibições, os educadores promoveram momentos de conversa sobre as histórias apresentadas, incentivando os participantes a expressarem opiniões, compartilharem sentimentos e refletirem sobre as situações vivenciadas pelos personagens.

A atividade também estimulou a imaginação, a criatividade e o senso crítico, contribuindo para o desenvolvimento pessoal e social dos usuários. Além do aspecto recreativo, as ações fortaleceram os vínculos entre os participantes, ampliaram o acesso a experiências culturais e favoreceram a permanência das crianças e dos adolescentes no serviço durante o período de férias.

Durante o mês de fevereiro, as atividades artísticas e culturais foram desenvolvidas com o propósito de estimular a criatividade e a expressão individual e coletiva, bem como ampliar as oportunidades de participação cultural das crianças e dos adolescentes atendidos pelo SCFV. Foram realizadas oficinas de desenho, dobradura e atividades com linhas, previamente planejadas pelos educadores sociais, considerando as diferentes faixas etárias e potencialidades dos participantes.

As propostas favoreceram o desenvolvimento da coordenação motora fina, da imaginação, da concentração e da capacidade de resolução de problemas por meio de atividades manuais e criativas. Além do caráter pedagógico e artístico, as oficinas constituíram espaços de convivência, cooperação e troca de experiências entre os usuários, fortalecendo vínculos e estimulando o respeito às diferenças.

Em razão das festividades de Carnaval, foi organizada uma programação especial que contou com atividades temáticas, confecção de adereços, músicas, brincadeiras e momentos de integração com a presença dos familiares. A participação das famílias representou importante estratégia de aproximação entre o serviço e a comunidade, fortalecendo os vínculos familiares e ampliando o sentimento de pertencimento ao SCFV.

As atividades culturais contribuíram para valorizar manifestações populares brasileiras, promover a convivência intergeracional e proporcionar experiências significativas de lazer, inclusão e participação social. Durante o período, as atividades artísticas e culturais também foram desenvolvidas por meio de oficinas de desenho, confecção de pulseiras e elaboração de colares, proporcionando às crianças e aos adolescentes oportunidades de expressão da criatividade, desenvolvimento da coordenação motora fina e fortalecimento da convivência em grupo.

As ações foram conduzidas pelo educador social de forma participativa, estimulando o diálogo e a troca de experiências entre os participantes. Em alusão ao Dia Internacional da Mulher, as produções artísticas foram articuladas a reflexões sobre o respeito às mulheres e a igualdade de direitos. As atividades buscaram sensibilizar os usuários quanto à importância da prevenção de todas as formas de violência e discriminação de gênero, reforçando valores como empatia, solidariedade e respeito às diferenças.

Em conformidade com as diretrizes do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, as oficinas favoreceram o desenvolvimento de habilidades socioemocionais, fortaleceram os vínculos comunitários e promoveram o protagonismo das crianças e dos adolescentes, que participaram ativamente das discussões e contribuíram com suas percepções e produções.

As atividades físicas e esportivas realizadas em janeiro foram organizadas pelos educadores sociais com o objetivo de promover o desenvolvimento integral das crianças e dos adolescentes por meio do esporte, da recreação e da convivência coletiva. Aproveitando a estrutura da quadra esportiva do SCFV, foram desenvolvidas gincanas com provas diversificadas, brincadeiras cooperativas, desafios em equipe e atividades que estimularam o movimento corporal e a interação entre os participantes.

As propostas priorizaram a cooperação em detrimento da competição, fortalecendo valores como respeito às regras, trabalho em equipe, solidariedade, responsabilidade e convivência harmoniosa. A participação dos usuários foi bastante significativa, demonstrando interesse e entusiasmo pelas atividades oferecidas durante o período de férias.

Os momentos esportivos também favoreceram a inclusão de crianças e adolescentes com diferentes habilidades, garantindo oportunidades de participação para todos. Além dos benefícios relacionados à saúde física, as atividades contribuíram para o fortalecimento da autoestima, da socialização e do sentimento de pertencimento ao grupo. Dessa forma, o esporte consolidou-se como importante instrumento de prevenção de situações de vulnerabilidade, fortalecimento de vínculos e promoção da convivência comunitária de forma saudável e protetiva.

As atividades físicas e esportivas desenvolvidas pelo Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos para crianças e adolescentes atendidos pela Associação de Assistência ao Menor de Platina (AMPLA) foram mantidas durante o mês de fevereiro, em conformidade com os objetivos da Proteção Social Básica previstos na Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais.

Permaneceram em execução as oficinas de balé, basquete e roda de capoeira, conduzidas de forma planejada e orientadas ao desenvolvimento integral dos participantes. Além de estimular hábitos saudáveis e a prática regular de atividades físicas, essas modalidades constituíram importantes espaços de fortalecimento da convivência comunitária, da disciplina, do respeito às diferenças e da cooperação entre os usuários.

Durante as atividades, as crianças e os adolescentes foram incentivados a reconhecer o valor do trabalho em equipe, da empatia, da responsabilidade e do compromisso coletivo, aspectos essenciais para a consolidação de vínculos sociais positivos. As oficinas também favoreceram a construção do sentimento de pertencimento ao grupo, ampliando a autoestima e a confiança dos participantes em suas próprias capacidades.

O balé contribuiu para o desenvolvimento da expressão corporal, da coordenação motora e da sensibilidade artística; o basquete fortaleceu a cooperação, o raciocínio estratégico e o respeito às regras; enquanto a roda de capoeira proporcionou o contato com importantes elementos da cultura brasileira, promovendo integração, disciplina e valorização da diversidade cultural. Dessa forma, as atividades esportivas consolidaram-se como instrumentos relevantes para a promoção da inclusão social, da convivência e da prevenção de situações de vulnerabilidade.

As atividades físicas e esportivas tiveram continuidade durante o período, contemplando práticas de basquete, balé e capoeira, todas acompanhadas pelos respectivos profissionais e educadores responsáveis. Essas modalidades contribuíram para o desenvolvimento físico, motor, cognitivo e socioemocional das crianças e dos adolescentes, além de favorecerem o trabalho em equipe, a disciplina, o respeito às regras e a convivência coletiva.

Mereceu destaque a roda de capoeira realizada em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, ocasião em que o mestre promoveu uma importante reflexão sobre o papel das mulheres na sociedade e a necessidade de ampliação de sua participação em diferentes espaços, como a política, o esporte, o mercado de trabalho e demais áreas de atuação.

O diálogo estabelecido durante a atividade permitiu que os participantes compreendessem a relevância da igualdade de direitos, do respeito às diferenças e do enfrentamento às desigualdades de gênero. Dessa forma, as práticas esportivas ultrapassaram a dimensão recreativa, consolidando-se como instrumentos de educação, inclusão social, fortalecimento de vínculos e promoção da cidadania.

Os grupos socioeducativos constituíram uma das principais estratégias utilizadas no período analisado, envolvendo rodas de conversa, gincanas temáticas, momentos de reflexão e atividades coletivas. As ações abordaram temas relacionados à convivência familiar e comunitária, amizade, respeito às diferenças, cooperação, solidariedade, prevenção das violências, igualdade de direitos e cultura de paz. As atividades buscaram favorecer a participação das crianças e dos adolescentes, possibilitando a expressão de opiniões, sentimentos e experiências, bem como o desenvolvimento de habilidades relacionadas à convivência e à resolução de conflitos.

As atividades artísticas e culturais constituíram outra dimensão importante dos percursos desenvolvidos. Durante o período analisado, foram realizadas atividades de cinema, desenho, dobradura, trabalhos com linhas, confecção de pulseiras e elaboração de colares, além de ações relacionadas às manifestações culturais do Carnaval. Essas atividades possibilitaram experiências de expressão criativa, desenvolvimento da coordenação motora, imaginação, concentração e troca de experiências. Em diferentes momentos, as produções artísticas também foram articuladas a discussões sobre respeito, igualdade de direitos, prevenção das violências e valorização das diferenças, ampliando o caráter socioeducativo das ações.

Por sua vez, as atividades físicas e esportivas foram desenvolvidas como estratégias de convivência, integração e participação coletiva. Entre as ações registradas encontram-se gincanas, brincadeiras cooperativas, desafios em equipe e oficinas de balé, basquete e capoeira. As práticas foram utilizadas não apenas para estimular o movimento corporal e o desenvolvimento motor, mas também para trabalhar aspectos relacionados à cooperação, ao respeito às regras, à disciplina, à responsabilidade, à solidariedade e à convivência harmoniosa. Algumas atividades também foram articuladas a discussões sobre diversidade cultural, igualdade de direitos e participação das mulheres em diferentes espaços sociais.

A organização das atividades nessas três categorias permite, portanto, observar que os percursos socioeducativos desenvolvidos pelo SCFV apresentaram diferentes possibilidades de participação das crianças e dos adolescentes. As ações artísticas e culturais, as práticas físicas e esportivas e os grupos socioeducativos foram utilizados de forma complementar, possibilitando experiências de diálogo, expressão, criatividade, cooperação e convivência. Dessa maneira, a análise das atividades desenvolvidas durante o primeiro semestre de 2026 permite evidenciar como diferentes estratégias podem ser utilizadas no cotidiano do SCFV para favorecer a participação dos usuários e contribuir para os objetivos socioassistenciais do serviço.

Vemos que tais atividades são assim apresentadas:

São recursos para materializar as seguranças socioassistenciais de acolhida; convívio familiar e comunitário; e autonomia. Contribuem para prevenir e reduzir situações de violações de direitos, como a violência, a discriminação, o preconceito, a apartação social, o isolamento, o trabalho infantil, a exploração sexual, entre outras mazelas sociais e relacio nais. São estratégias para proteger o usuário, no escopo da Proteção Social Básica de assistência social, garantindo os seus direitos e fortalecendo seus vínculos com a família, a comunidade e a sociedade. (Brasil, 2022, p. 137)

De tal forma, a organização do SCFV para crianças e adolescentes atende ao disposto pela referência nacional ao passo que aborda tema que são necessários no aspecto da prevenção sobretudo por meio dos grupos socioeducativos mas não apenas por eles. Antes, atividades artísticas e culturais assim como abordagens desenvolvidas no âmbito da prática esportiva são espaços que consolidam a socialização dos atendidos, porém, o objetivo de tais abordagens não é aprendizagem em si mas sim a vivência, a troca e a recreação entre os atendidos. Para além de tais aspectos é importante salientar e destacar que as abordagens atendem o que é idealizado pelo SUAS no aspecto da prevenção e integram um importante dispositivo da proteção social básica.

4. CONSIDERAÇÕES FINAIS

A análise desenvolvida neste artigo permitiu compreender que o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos constitui uma importante estratégia da Proteção Social Básica para o atendimento de crianças e adolescentes, especialmente por possibilitar a criação de espaços coletivos de convivência, participação, expressão e desenvolvimento de potencialidades. A partir das orientações presentes na Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais e no material Perguntas Frequentes do SCFV, observa-se que as atividades devem estar articuladas aos objetivos do serviço e não podem ser compreendidas apenas como formas de ocupação do tempo livre.

A análise dos relatórios referentes ao primeiro semestre de 2026 evidenciou a realização de diferentes modalidades de atividades, organizadas neste estudo em três categorias: grupos socioeducativos, atividades artísticas e culturais e atividades físicas e esportivas. Essa diversidade demonstra a possibilidade de utilização de diferentes estratégias metodológicas no trabalho com crianças e adolescentes, respeitando suas características, interesses e potencialidades.

Nos grupos socioeducativos, destacaram-se as rodas de conversa, gincanas e atividades reflexivas relacionadas à convivência familiar e comunitária, amizade, respeito, cooperação, solidariedade, prevenção das violências, igualdade de direitos e cultura de paz. Essas ações possibilitaram momentos de diálogo e expressão, contribuindo para que os participantes compartilhassem experiências, refletissem sobre suas relações e desenvolvessem habilidades relacionadas à convivência.

As atividades artísticas e culturais, por sua vez, envolveram cinema, desenho, dobradura, atividades com linhas, confecção de pulseiras e elaboração de colares, além de ações relacionadas ao Carnaval. Essas experiências favoreceram a criatividade, a expressão individual e coletiva, a interação entre os participantes e o acesso a manifestações culturais. Também foi possível observar a articulação entre determinadas atividades artísticas e momentos de reflexão sobre direitos, igualdade, respeito às diferenças e prevenção das violências.

No campo das atividades físicas e esportivas, foram identificadas práticas de balé, basquete, capoeira, gincanas e brincadeiras cooperativas. Além dos aspectos relacionados ao desenvolvimento físico e motor, essas ações possibilitaram trabalhar valores como cooperação, respeito às regras, disciplina, responsabilidade, empatia e trabalho em equipe. A capoeira, especificamente, também possibilitou a valorização de elementos da cultura brasileira e a discussão de temas relacionados à igualdade de direitos e à participação das mulheres na sociedade.

Nesse sentido, os registros analisados permitem observar que as atividades desenvolvidas ultrapassaram, em diferentes situações, a dimensão recreativa. As ações foram utilizadas como estratégias para promover o diálogo, a participação, a socialização, a expressão, a criatividade e a convivência, aspectos que se relacionam aos objetivos estabelecidos para o SCFV. A análise também demonstra a importância de que os profissionais responsáveis pelo serviço realizem o planejamento das atividades de maneira intencional, estabelecendo relação entre as propostas desenvolvidas e as finalidades da política de assistência social.

Outro aspecto identificado foi a importância da aproximação com as famílias. A realização de momentos de participação dos familiares possibilitou ampliar o diálogo entre o serviço e a comunidade e fortalecer a corresponsabilidade no acompanhamento das crianças e dos adolescentes. Essa dimensão é particularmente relevante quando se considera que o SCFV possui entre seus objetivos o fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários.

Diante dos elementos analisados, considera-se que a experiência do SCFV estudado evidencia a importância da oferta de atividades diversificadas para crianças e adolescentes em municípios de pequeno porte. A utilização de estratégias socioeducativas, artísticas, culturais e esportivas amplia as possibilidades de participação dos usuários e pode favorecer a construção de relações mais respeitosas, cooperativas e solidárias.

Por fim, ressalta-se que a análise apresentada está delimitada aos registros das atividades realizadas durante o primeiro semestre de 2026 em um serviço específico, não tendo como propósito generalizar os resultados para todos os SCFV existentes. Entretanto, o estudo possibilita refletir sobre a importância do planejamento e da intencionalidade das atividades desenvolvidas no cotidiano dos serviços. Nesse sentido, mais do que registrar a realização de determinada oficina, brincadeira ou prática esportiva, torna-se fundamental compreender quais objetivos foram estabelecidos, como as crianças e os adolescentes participaram e quais contribuições a atividade ofereceu para a convivência, a participação, o desenvolvimento da autonomia e o fortalecimento dos vínculos. Assim, o SCFV reafirma seu papel como espaço de proteção social, prevenção de situações de vulnerabilidade e promoção da convivência familiar e comunitária.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BRASIL. Conselho Nacional de Assistência Social. Resolução nº 109, de 11 de novembro de 2009. Aprova a Tipificação Nacional de Serviços Socioassistenciais. Brasília, DF: CNAS, 2009.

BRASIL. Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome. Perguntas Frequentes: Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos – SCFV. Brasília, DF: MDS, 2022.

LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. de A. Fundamentos de metodologia científica. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2017.


1 Mestranda em Psicologia e Sociedade pela Unesp de Assis, Pós-graduada em Psicologia Organizacional e do Trabalho pela Faveni, Pós-graduada em Violência Doméstica contra Crianças e Adolescentes, pela Unip , Graduada em Psicologia pela Unip, coordenadora do CRAS Palmital. E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail

2 Psicóloga graduada pela Unip, Campus Assis. Psicóloga Escolar na Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP). E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail

3 Docente do Curso Superior de Psicologia do Instituto de Ciências Humanas da UNIP, Campus Assis. Mestre em Pedagogia e Psicologia pela Unesp de Assis, Mestre em História pela Unesp de Assis e Doutora em História pela Unesp de Assis. E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail

4 Graduanda em História pela Unesp de Assis-SP. E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail

5 Psicólogo, Servidor público municipal e coordenador do Acolhimento Institucional para Crianças e Adolescentes de Florínea. E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail

6 Assistente Social atuante no SCFV para crianças e Adolescentes da Casa da Criança. E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail