ENTRE REDES E QUADRAS: IDENTIDADE, CUIDADO DE SI E RESSIGNIFICAÇÃO NO VOLEIBOL FEMININO

BETWEEN NETS AND COURTS: IDENTITY, SELF-CARE, AND NEW MEANINGS IN WOMEN’S VOLLEYBALL

REGISTRO DOI: 10.70773/revistatopicos/776386963

RESUMO
Este artigo desenvolve uma análise crítica acerca da construção da identidade, do cuidado de si e da produção de sentido em adolescentes praticantes de voleibol feminino, situando tal experiência no contexto contemporâneo marcado pela fragilidade dos vínculos, pela fluidez das relações e pela intensificação das exigências de desempenho. A adolescência é compreendida como um processo de reorganização subjetiva atravessado por tensões entre pertencimento e individualização. O esporte é problematizado como prática ambivalente, que simultaneamente disciplina e possibilita experiências de ressignificação. A pesquisa transcorre de abordagem bibliográfica e qualitativa em articulação com as abordagens a partir de Michel Foucault, Zygmunt Bauman, Leonardo Boff e Ángela Marulanda, argumenta-se que o voleibol feminino pode constituir-se como espaço de formação integral, desde que orientado por relações que priorizem o cuidado, o vínculo e a construção de sentido plural das pessoas e das inter-relações contidas nas experimentações sociais.
Palavras-chave: Adolescência; Identidade; Voleibol; Cuidado de si; Subjetividade.

ABSTRACT
This article develops a critical analysis regarding the construction of identity, care of the self, and the production of meaning among female adolescent volleyball players, situating this experience within a contemporary context marked by fragile bonds, fluid relationships, and intensifying performance demands. Adolescence is understood as a process of subjective reorganization shaped by the tensions between belonging and individualization. Sport is problematized as an ambivalent practice that simultaneously disciplines and enables experiences of re-signification. Based on a bibliographic and qualitative approach, and in dialogue with the perspectives of Michel Foucault, Zygmunt Bauman, Leonardo Boff, and Ángela Marulanda, it is argued that women’s volleyball can constitute a space for integral formation, provided it is guided by relationships that prioritize care, bonding, and the construction of plural meaning for individuals and the inter-relations within social experimentations.
Keywords: Adolescence; Identity; Volleyball; Care of the self; Subjectivity.

1. INTRODUÇÃO

Refletir sobre a adolescência na contemporaneidade exige deslocar o olhar de uma compreensão meramente desenvolvimentista para uma análise que considere as condições sociais e culturais nas quais a pessoa é constituída. O que está em jogo não é apenas a transição de uma fase etária e cognitiva da vida, mas a edificação de si em um contexto marcado pela instabilidade, pela fragmentação, fragilidade e pela precarização dos vínculos.

A leitura de Zygmunt Bauman permite compreender que a modernidade líquida dissolve estruturas antes responsáveis por sustentar identidades relativamente estáveis, produzindo sujeitos constantemente convocados a se reinventar (Bauman, 2001). Nesse cenário, a identidade deixa de ser uma condição e passa a ser um projeto inacabado, permanentemente exposto ao risco de ruptura (Bauman, 2005).

Para adolescentes, essa condição assume contornos ainda mais complexos. A busca por pertencimento convive com a instabilidade das relações, e a necessidade de reconhecimento frequentemente se articula à adaptação a expectativas externas. O resultado é uma pessoa tensionada entre o desejo de afirmação e o medo da exclusão.

É nesse contexto que práticas coletivas como o voleibol feminino ganham centralidade. Contudo, é necessário recusar uma leitura simplificadora que atribui ao esporte uma função consequentemente formativa. O voleibol deve ser compreendido como um contexto perpassado por disputas: entre disciplina e liberdade, entre desempenho e formação, entre controle e cuidado.

Este artigo parte da análise crítica e sustenta que o voleibol feminino pode constituir-se como prática de ressignificação do desenvolvimento adolescente, desde que analisado criticamente e mediado por relações que favoreçam a edificação de sentidos.

2. IDENTIDADE E FRAGILIDADE NA MODERNIDADE LÍQUIDA

A construção da identidade, na contemporaneidade, ocorre sob o signo da instabilidade contemporânea. Essa condição de transição permanente é alimentada pelo que Bauman (2001), identifica como a fragilidade dos vínculos e a transitoriedade das referências. Em um mundo onde as conexões são facilmente desfeitas e refeitas, a pessoa jovem carece de âncoras sociais sólidas, tornando a construção da identidade um esforço solitário e precário, desprovido do suporte institucional que outrora balizava o rito de transição. Nesse contexto, o sujeito deixa de se apoiar em estruturas duradouras e passa a depender de escolhas individuais constantemente revistas. A identidade, portanto, torna-se tarefa permanente, exigindo do indivíduo um esforço contínuo de reconstrução (BAUMAN, 2005).

Para adolescentes, essa condição intensifica a experiência de insegurança. A necessidade de pertencimento torna-se urgente, mas os espaços que poderiam oferecê-lo são instáveis. A identidade corre o risco de ser construída mais como resposta a pressões externas do que como elaboração interna.

Essa fragilidade evidencia a importância de experimentações que ofereçam continuidade e reconhecimento. No entanto, tais experiências não são abundantes na contemporaneidade, o que amplia o desafio da formação do sujeito. Nesse contexto, o corpo constitui um dos principais territórios de produção da subjetividade. No caso das adolescentes, ele assume centralidade tanto na forma como se percebem quanto na forma como são notadas socialmente.

A análise de Michel Foucault permite compreender que o corpo não é apenas biológico, mas também político. Ele é atravessado por dispositivos de poder que o organizam, controlam e normatizam (Foucault, 2014). O esporte, nesse sentido, funciona como um desses dispositivos. No voleibol, o corpo é treinado, corrigido e ajustado a padrões específicos. Há uma constante vigilância sobre o desempenho, a postura e a eficiência.

Essa dimensão disciplinar não pode ser ignorada. Ela revela que o esporte não é neutro, mas participa da produção de pessoas adaptadas a determinadas normas. Portanto, a imersão das adolescentes na dinâmica do voleibol não deve ser lida como um processo passivo de sujeição, mas como uma dialética tensa entre a norma e a resistência. Embora a malha disciplinar incida sobre o corpo para produzir uma docilidade útil ao desempenho esportivo, a eficácia desse dispositivo de regulação nunca é total. É justamente nas lacunas dessa normatização técnica que emergem táticas de reafirmação do 'eu', onde o treinamento deixa de ser apenas “adestramento técnico” para se tornar um contexto de negociação identitária. Sob essa ótica crítica, o esporte revela-se ambivalente: ao mesmo tempo em que enquadra o corpo em padrões de eficiência, ele fornece o substrato material e simbólico para que a pessoa, ao apropriar-se de sua própria performance, ensaie formas de autonomia e cuidado de si em meio às pressões de uma modernidade que, paradoxalmente, exige resultados sólidos sobre vínculos cada vez mais líquidos. Esse cuidado de si, por sua vez, envolve o cuidado para com a outra pessoa. Isso envolve amor, que está “[...] ligado aos princípios do cuidado e da responsabilidade que as pessoas devem ter com o outro.” (Da Silva, 2025a, p. 6). No esporte coletivo, esse cuidado com a outra pessoa é essencial, também. Trata-se, de um cuidado que supera concepções individualistas e intimistas. (De Paula et al, 2026, p. 1).

No entanto, a análise não se encerra nesse ponto. O mesmo espaço que disciplina também pode permitir experimentações que escapam à lógica do controle.

3. O VOLEIBOL ENTRE CONTROLE E EXPERIÊNCIA

Se, por um lado, o voleibol pode ser compreendido como prática disciplinar, por outro, ele também constitui um espaço de experiência. Essa ambivalência é central para compreender seu potencial formativo. Na vivência cotidiana do esporte, as adolescentes enfrentam situações que não se reduzem à lógica da normatização. O erro, por exemplo, não pode ser completamente eliminado. Ele se impõe como parte do processo e exige elaboração.

Do mesmo modo, a relação com o outro não é apenas funcional. A cooperação, o conflito e o apoio mútuo introduzem dimensões afetivas que escapam ao controle técnico. É nesse entrelaçamento entre disciplina e experiências que o voleibol se configura como contexto de possibilidade. Ele não determina a pessoa, mas cria condições para que se ressignifique.

Assim, o voleibol transborda a relação métrica do desempenho para converter-se em um contexto plural e experimental, território onde o vivido se transforma em saber subjetivo. Ao habitar o tensionamento entre a norma técnica e a imprevisibilidade do jogo, as adolescentes são instadas a exercer o que define como o cuidado de si, transmutando a disciplina em autonomia. Nessa gramática do afeto e do esforço, a quadra deixa de ser apenas um lugar de preparação, para tornar-se o laboratório de uma identidade que se tece, ponto a ponto, na superação do erro e na consolidação dos vínculos com o outro.

O conceito de cuidado de si, desenvolvido por Michel Foucault, permite aprofundar a análise ao deslocar o foco para a forma como o sujeito se constitui em suas práticas. Cuidar de si implica um trabalho ativo sobre si mesmo, uma relação reflexiva com o próprio corpo e com a própria existência (FOUCAULT, 2006).

No contexto do voleibol, esse cuidado se manifesta de maneira concreta: na disciplina do treino, na atenção ao corpo e na gestão das emoções. No entanto, essa prática não é unívoca. Quando capturada pela lógica do desempenho, ela pode se transformar em autocobrança e exaustão. Por outro lado, quando orientada por uma perspectiva formativa, pode favorecer o autoconhecimento e o desenvolvimento continuo das pessoas.

Essa tensão evidencia que o cuidado de si não é dado, mas edificado. Ele depende das condições nas quais a prática esportiva se realiza. Dessa forma, o cuidado de si na prática esportiva revela-se como uma ética de resistência à fragmentação da modernidade líquida. Ao apropriar-se da disciplina não como um fim, mas como um meio de autodomínio, a adolescente subverte a lógica da atleta produto, para se constituir como pessoa de sua própria formação, esse trabalho reflexivo sobre a existência permite que o corpo e a técnica deixem de ser instrumentos exaustivos para se tornarem elos de autonomia. Sob essa perspectiva, o voleibol transcende a quadra: ele se torna o espaço biopolítico onde a jovem, ao aprender a cuidar de suas potencialidades e limites, edifica uma subjetividade capaz de sustentar sentidos próprios em um cenário de constantes incertezas.

A construção de sentido constitui uma dimensão central da experiência humana, especialmente em contextos marcados pela instabilidade. A ausência de vínculos duradouros fragiliza a capacidade da pessoa de atribuir significado à própria existência.

Na perspectiva de Leonardo Boff, a espiritualidade refere-se à capacidade de estabelecer conexões profundas com a vida, com o outro e consigo mesmo (BOFF, 1999). Trata-se de uma dimensão que ultrapassa o campo religioso e se inscreve na experiência cotidiana.

O voleibol feminino pode favorecer essa dimensão ao proporcionar experiências de convivência e pertencimento. A equipe se constitui como espaço de partilha, no qual a pessoa experimenta formas de relação e inter-relações que não se reduzem ao individualismo. Essas experiências contribuem para a construção de sentido, não por meio de discursos abstratos, mas pela vivência concreta.

Dessa forma, a espiritualidade no voleibol feminino emerge como um saber cuidar que transcende a técnica e se ancora na alteridade. Essa proporção é o que ampara a vida e possibilita a edificação de sentido em meio ao desamparo simbólico da contemporaneidade. Ao vivenciar a quadra como um contexto de conexões profundas, a adolescente subverte o isolamento da modernidade líquida, transformando o esforço coletivo em uma celebração da existência compartilhada. Nesse horizonte, o esporte deixa de ser apenas competição para tornar-se uma gramática da transcendência, onde o vínculo com o outro atua como a bússola ética que orienta a jovem na edificação de uma identidade integral e solidária.

A experiência esportiva não ocorre de forma isolada. Ela se articula com outros contextos formativos, entre os quais a família ocupa lugar central. Segundo Ángela Marulanda, o desenvolvimento emocional depende da presença de vínculos afetivos consistentes, que ofereçam segurança e suporte (Marulanda, 2004).

A forma como o voleibol é vivido pelas adolescentes está diretamente relacionada a essas condições. Quando há suporte familiar, o esporte tende a ser experimentado como contexto de crescimento. Na ausência desse suporte, pode tornar-se mais um espaço de pressão.

Em última análise, a família atua como a rede de sustentação que impede que as experimentações esportivas se convertam em mero utilitarismo ou exaustão física. Conforme postula, a consistência dos vínculos afetivos é o que fornece à adolescente a pilar emocional indispensável para processar as tensões da quadra e da vida. Sem esse suporte, a busca pela identidade torna-se um percurso solitário e errático; com ele, o voleibol transfigura-se em um laboratório de superação, onde o erro é acolhido e o êxito é partilhado.

4. DIÁLOGO TEÓRICO: ENTRE DISCIPLINA, VÍNCULO E SENTIDO NA EXPERIÊNCIA DO VOLEIBOL

A partir das reflexões desenvolvidas, é possível compreender o voleibol feminino como uma prática de ressignificação. Isso significa que ele não apenas forma habilidades, mas possibilita a pessoa reinterpretar suas experimentações.

A derrota pode ser incorporada como aprendizado, o erro como parte do processo e o corpo como espaço de vivência. Essa ressignificação não elimina as tensões, mas permite que elas sejam elaboradas vivenciadas.

Nesse sentido, o voleibol não determina o desenvolvimento, mas oferece condições para que ele ocorra de forma mais integrada e inter-relacionado continuamente.

Em suma, o voleibol atua como um catalisador de subjetividades que não se encerram na quadra, mas se expandem para a totalidade da existência. Ao ressignificar a técnica e a coletividade como vinculação espiritual, a adolescente converte a pressão do desempenho em potencialidade de ser. Essa transmutação do erro em saber e da disciplina em autonomia é o que caracteriza o esporte como um contexto de resistência ética, onde a jovem deixa de apenas reagir às demandas externas para ativamente narrar e edificar sua própria história em meio à fluidez do contemporâneo

A articulação entre as contribuições de Michel Foucault, Zygmunt Bauman, Leonardo Boff e Ángela Marulanda permite compreender o voleibol feminino não como prática isolada, mas como um espaço no qual diferentes dimensões da formação humana se entrelaçam.

A perspectiva de Michel Foucault evidencia que o esporte participa da produção de subjetividades por meio de práticas disciplinares. O corpo é treinado, corrigido e ajustado a normas, revelando que o voleibol também opera como um dispositivo de regulação (Foucault, 2014). No entanto, essa leitura não esgota sua complexidade.

Ao ser colocado em diálogo com Zygmunt Bauman, percebe-se que essa dimensão disciplinar ocorre em um contexto no qual as referências são instáveis e os vínculos são frágeis (BAUMAN, 2001). Isso significa que, ao mesmo tempo em que o esporte regula, ele também propõe algo raro na contemporaneidade: experiências relativamente estáveis de convivência, continuidade e pertencimento.

Essa tensão revela um ponto central: o voleibol não apenas forma corpos, mas pode contribuir para a sustentação da pessoa em um mundo marcado pela fluidez. A equipe, nesse sentido, funciona como um espaço de ancoragem simbólica, ainda que provisória.

A contribuição de Leonardo Boff maximiza essa análise ao introduzir a dimensão do cuidado e da espiritualidade como elementos constitutivos da experiência humana. Para o autor, o cuidado não é apenas uma atitude, mas uma forma de relação que sustenta a vida e possibilita a construção de sentido (BOFF, 1999). No contexto do voleibol, essa perspectiva permite compreender que a prática esportiva pode ultrapassar a lógica do desempenho e tornar-se espaço de vínculos e significado.

Essa sincronia só se torna possível, contudo, quando há condições relacionais que o sustentem. É nesse ponto que a contribuição de Ángela Marulanda se torna fundamental. Ao enfatizar a importância dos vínculos afetivos no desenvolvimento, a autora demonstra que a formação do sujeito depende de experiências de segurança e reconhecimento (Marulanda, 2004).

Aplicada ao contexto do voleibol, essa perspectiva evidencia que o esporte não atua de forma a parte das relações interpessoais humanas: seu potencial está diretamente relacionado ao contexto qualitativo das relações que o atravessam sejam elas familiares, pedagógicas, técnicas ou grupais.

Dessa forma, o diálogo entre os autores permite compreender o voleibol feminino como um espaço de integração no qual, pode ser assim descrito:

  • A disciplina (Foucault) organiza a experiência, mas não a determina;

  • A fluidez contemporânea (Bauman) torna o pertencimento mais necessário;

  • O cuidado e a espiritualidade (Boff) atribuem profundidade à vivência;

  • Os vínculos afetivos (Marulanda) sustentam o desenvolvimento da pessoa.

O voleibol, assim, deixa de ser apenas prática esportiva a deriva e sem contextualização social e passa a ser compreendido como um campo de produção de sentido, no qual o sujeito não apenas se adapta, mas pode se ressignificar.

5. CONSIDERAÇÕES FINAIS

O voleibol feminino configura-se como um território de alta complexidade, onde múltiplas dimensões do desenvolvimento humano se entrelaçam. Longe de ser uma solução mágica ou um problema meramente disciplinar, sua força reside na capacidade de equilibrar a técnica e a experiência subjetiva, unindo a individualidade ao senso de coletividade e pertencimento.

Em um cenário contemporâneo definido pela "modernidade líquida" - marcada pela instabilidade e pelo enfraquecimento dos laços sociais - o esporte emerge como uma ferramenta essencial para a criação de relações significativas. Para que o voleibol cumpra seu papel formativo integral, ele deve:

Priorizar o cuidado: ser norteado por princípios de respeito, apreço e ética, indo além da busca por desempenho.

Atuar como resistência ética: oferecer um suporte simbólico contra o desamparo da sociedade atual, fornecendo à adolescente uma "gramática" para interpretar a si mesma e o mundo ao seu redor.

Transformar a prática: converter o treinamento técnico em um exercício de cuidado de si e a equipe em um porto seguro de pertencimento.

O potencial educativo do voleibol reside na sua capacidade de permitir que a jovem atleta construa uma identidade sólida. Embora inserida em um contexto de fluidez, essa identidade sustenta-se pela profundidade dos vínculos preservados e pela solidez dos sentidos edificados dentro e fora das quadras.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BAUMAN, Zygmunt. Modernidade líquida. Rio de Janeiro: Zahar, 2001.

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BOFF, Leonardo. Saber cuidar: ética do humano. Petrópolis: Vozes, 1999.

BOFF, Leonardo. Espiritualidade: um caminho de transformação. Rio de Janeiro: Sextante, 2001.

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DE PAULA, Marco Antônio Teixeira et al. FUTEBOL E FÉ: TORCIDAS E CÍRIO DE NAZARÉ COMO EXPERIÊNCIAS DE PERTENCIMENTO E ESPIRITUALIDADE COLETIVA EM BELÉM DO PARÁ. REMUNOM, v. 13, n. 04, p. 1-17, 2026.

FOUCAULT, Michel. A hermenêutica do sujeito. São Paulo: Martins Fontes, 2006.

FOUCAULT, Michel. Vigiar e punir. Petrópolis: Vozes, 2014.

MARULANDA, Ángela. Crianças felizes: os pais que educam. Campinas: Papirus, 2004.


1 Mestrando em Teologia, Faculdades EST, São Leopoldo, Rio Grande do Sul, Brasil. E-mail: [email protected]

2 Mestranda em Teologia, Faculdades EST, São Leopoldo, Rio Grande do Sul, Brasil. E-mail: [email protected]

3 Doutor em Teologia, Faculdades EST, São Leopoldo, Rio Grande do Sul, Brasil. E-mail: [email protected]