DOCÊNCIA E GESTÃO ESCOLAR: INTERFACES, DESAFIOS E POSSIBILIDADES À LUZ DA LITERATURA

PDF: Clique aqui


REGISTRO DOI: 10.5281/zenodo.18637431


Lucas Dias Guimarães1


RESUMO
A liderança e a gestão escolar constituem elementos centrais para a organização do ambiente de ensino-aprendizagem, visando à qualidade educativa e ao desenvolvimento integral dos alunos. O objetivo deste estudo foi analisar o papel do professor frente à gestão escolar, destacando sua atuação na melhoria da qualidade educacional, na participação estudantil e na criação de ambientes escolares saudáveis. Para tanto, foi realizada uma revisão bibliográfica, envolvendo a análise de artigos, livros, teses e demais documentos científicos, com o uso de buscadores como Google Acadêmico, PubMed e SciELO, a partir dos descritores “professor e a gestão escolar”, “gestão escolar” e “liderança escolar”. Os resultados evidenciam que o professor exerce funções essenciais na gestão escolar, incluindo o acompanhamento de objetivos institucionais, a avaliação e monitoramento do desempenho dos alunos, a facilitação da aprendizagem e a promoção de programas inovadores, inclusivos e colaborativos. A interação entre professores e gestores, o uso de tecnologias educacionais, a implementação de métodos de avaliação diversificados e o desenvolvimento profissional docente surgem como fatores determinantes para um ensino de qualidade. Conclui-se que a gestão escolar eficaz depende da colaboração entre professores e administradores, da comunicação contínua e do investimento em recursos e estratégias pedagógicas. A atuação conjunta fortalece a aprendizagem, incentiva a participação ativa dos alunos e assegura um ambiente educacional seguro, inclusivo e estimulante, contribuindo significativamente para o sucesso escolar e para o aprimoramento contínuo do processo educativo.
Palavras-chave: Professor e a gestão escolar. Gestão escolar; Liderança escolar.

ABSTRACT
School leadership and management constitute central elements for the organization of the teaching-learning environment, aiming at educational quality and the holistic development of students. This study aimed to analyze the role of teachers in school management, highlighting their contribution to improving educational quality, fostering student participation, and creating healthy school environments. A bibliographic review was conducted, involving the analysis of articles, books, theses, and other scientific documents, using search engines such as Google Scholar, PubMed, and SciELO, based on the descriptors “teacher and school management,” “school management,” and “school leadership.” The results indicate that teachers perform essential functions in school management, including monitoring institutional objectives, assessing and tracking student performance, facilitating learning, and promoting innovative, inclusive, and collaborative programs. Interaction between teachers and administrators, the use of educational technologies, the implementation of diversified assessment methods, and professional development emerge as key factors for high-quality education. It is concluded that effective school management relies on collaboration between teachers and administrators, continuous communication, and investment in pedagogical resources and strategies. Joint action strengthens learning, encourages active student participation, and ensures a safe, inclusive, and stimulating educational environment, significantly contributing to school success and the continuous improvement of the educational process.
Keywords: Teacher and school management; School management; School leadership.

1. INTRODUÇÃO

A liderança escolar é definida como o conjunto de atividades, ações, atitude e comportamento que o gestor escolar desenvolve para que o ambiente de ensino-aprendizagem seja organizado, com foco na qualidade. É responsável por direcionar e motivar os profissionais da educação, bem como pela orientação e supervisão das tarefas e processos (Colombo, 2004).

De acordo com Lück (2017), a boa liderança escolar é baseada em três princípios básicos:

  1. O líder deve ser um exemplo e orientador. É importante que o líder seja um modelo de comportamento para os profissionais de educação, mantendo o compromisso e o profissionalismo.

  2. O líder deve ter um compromisso com o desenvolvimento do ensino. É importante que o líder busque sempre os melhores métodos de ensino e de gestão para garantir a excelência na área de educação.

  3. O líder deve treinar e motivar os profissionais de educação. É necessário que o líder incentive e capacite os profissionais de educação, buscando o melhor desempenho deles.

A liderança escolar é essencial para o êxito de qualquer processo de ensino-aprendizagem, pois é o responsável por direcionar e motivar os profissionais de educação, além de estabelecer as bases para que a qualidade do ensino seja mantida e aprimorada (Becker, 2017).

Por meio da literatura sobre a liderança, é possível desenvolver teorias e modelos que ajudam a entender o comportamento dos líderes e suas funções no contexto organizacional. É válido ressaltar que cada um dos modelos possui suas vantagens e desvantagens, mas todos são importantes para o desenvolvimento da liderança e para o sucesso de uma organização (Goméz, 2005).

No que diz respeito às abordagens teóricas, vários autores se destacam nessa área. Entre eles, destacam-se os pensamentos de autores como Burns (1978), que defende a liderança transformacional; Bennis (1989), que aborda a liderança carismática; e Mintzberg (1973), que fala sobre a liderança estratégica. Além disso, outros autores também têm contribuído para o desenvolvimento da liderança e da administração, como Kotter (1982) e Covey (1989), com a abordagem da liderança e da gestão baseada em princípios, respectivamente.

A diversidade de literatura sobre liderança é, portanto, um importante meio para o desenvolvimento da área. O conhecimento das diferentes abordagens e modelos possibilita a compreensão do papel dos líderes em um ambiente organizacional e ajuda na avaliação de suas ações. É importante que os gestores e líderes estejam atualizados sobre as principais tendências da liderança para que possam se adaptar às mudanças e aos novos desafios que surgem constantemente (Ribeiro, 1986);

O professor como um líder tem a responsabilidade de motivar os seus gestores para que eles possam oferecer um ensino de qualidade. Além disso, eles também são responsáveis por criar um ambiente de ensino-aprendizagem saudável, propício para o desenvolvimento dos alunos (Ribeiro, 2005).

O papel do professor frente à gestão escolar é definir e acompanhar os objetivos da escola, assegurando que os alunos alcancem os níveis adequados de rendimento e cumpram os requisitos acadêmicos (Vidal, 2000).

Devem contribuir para o desenvolvimento de programas e políticas que promovam a aprendizagem, a inovação e a inclusão. Eles devem também ser responsáveis pela avaliação e monitoramento do desempenho dos alunos, bem como pela identificação de problemas e desafios que eles possam estar enfrentando (Luck, 2009).

Os professores também devem atuar como facilitadores e orientadores, ajudando os alunos a compreender o conteúdo aprendido e oferecendo suporte para que eles possam alcançar seus objetivos (Machado, 2020).

O objetivo deste estudo foi compreender o papel do professor na gestão escolar, por meio da fundamentação teórica e revisão da literatura. Além disso, o presente trabalho tem como descrever a atuação do professor na gestão escolar que é de extrema importância, pois permite a melhoria na qualidade da educação, aumenta a participação dos alunos e contribui para a criação de um ambiente escolar saudável

1.1. Objetivo Geral

Investigar o papel do professor na gestão escolar, enfatizando sua atuação na liderança pedagógica, na organização institucional e na promoção de práticas educacionais eficazes.

1.2. Objetivo Específico

Analisar de que forma o desenvolvimento profissional dos docentes influencia a eficácia da gestão escolar, considerando suas implicações na organização, na liderança pedagógica e no desempenho institucional.

2. METODOLOGIA

Para a elaboração e produção deste estudo, realizou-se uma revisão bibliográfica. A revisão de literatura consiste na pesquisa, análise crítica e síntese de artigos científicos, livros, teses e outros documentos pertinentes a um determinado tema, com o objetivo de identificar, examinar e consolidar os resultados de pesquisas anteriores, permitindo determinar o estado atual do conhecimento sobre o assunto em questão (Mattos, 2015).

Essa abordagem abrange, geralmente, desde o contexto histórico do tema até as conclusões mais recentes, com o propósito de evidenciar que uma gestão escolar eficaz e uma liderança adequada permanecem como elementos fundamentais para a administração escolar de excelência.

A busca do material foi realizada em bases de dados e buscadores acadêmicos, incluindo Google Acadêmico, PubMed e SciELO, utilizando os seguintes descritores: “professor e gestão escolar”, “gestão escolar” e “liderança escolar”.

Foram estabelecidos critérios de inclusão e exclusão para garantir a relevância e a qualidade das fontes selecionadas. Entre os critérios de inclusão, destacam-se: estudos publicados nos últimos dez anos, redigidos em português ou inglês, que abordassem direta ou indiretamente aspectos de gestão escolar, liderança educacional e práticas pedagógicas inovadoras.

Os critérios de exclusão contemplaram: materiais não revisados por pares, publicações duplicadas, estudos com foco exclusivo em contextos não escolares ou em níveis de ensino distintos do ensino fundamental e médio, e documentos sem acesso completo ao texto integral.

Essa sistematização permitiu selecionar referências que oferecessem uma base sólida para análise crítica, contribuindo para a compreensão abrangente das práticas de gestão escolar e liderança no contexto educacional contemporâneo.

3. DISCUSSÕES

A discussão sobre o papel do professor e a gestão escolar tem sido trazida desde os primórdios da educação. Desde a antiguidade, os professores eram considerados os principais responsáveis pela formação dos alunos, ensinando os princípios básicos da vida (Afonso, 2001).

No entanto, a partir do século XIX, com o surgimento de novas tecnologias e a expansão da educação para todos os segmentos da população, o papel dos professores e da gestão escolar começou a evoluir.

O objetivo passou a ser o de desenvolver habilidades e competências específicas para a vida adulta. Assim, com a evolução da educação, o papel do professor e da gestão escolar passou a ser cada vez mais importante. O professor passou a ser considerado o principal responsável pelo processo de ensino e aprendizagem, enquanto a gestão escolar tem a responsabilidade de gerenciar o processo educacional como um todo (Luck, 2002).

Atualmente, a educação tem passado por uma série de transformações, com o surgimento de novas metodologias, tecnologias e ferramentas educacionais. O professor e a gestão escolar também têm de se adaptar a essas mudanças, buscando maneiras de melhorar o processo de ensino e aprendizagem (Libâneo, 2003).

Portanto, é essencial que o professor e a gestão escolar trabalhem em conjunto para promover um ensino de qualidade, assegurando que os alunos recebam as melhores oportunidades para se desenvolverem. É necessário que ambos trabalhem de forma colaborativa para garantir que os alunos recebam um ensino de qualidade e se tornem cidadãos responsáveis (Pinto, 2011).

Os desafios que os professores tem diante da gestão escolar são muitos. Entre eles, destacam-se a necessidade de proporcionar aos alunos ambientes de aprendizagem motivadores e de qualidade, e de criar metodologias que promovam o desenvolvimento de habilidades de forma lúdica e criativa (Libâneo, 2005).

Além disso, os professores também se deparam com a necessidade de gerenciar eficientemente os recursos da escola, garantindo assim a segurança e o bem-estar dos alunos. Outro desafio dos professores é o de desenvolver e aprimorar as habilidades de relacionamento e comunicação, tanto entre os alunos quanto com os pais e outros membros da comunidade escolar (Colares, 2003).

Assim, a gestão escolar deve ser capaz de criar uma cultura de colaboração e trabalho em equipe, de forma a permitir que todos os envolvidos se sintam acolhidos e valorizados (Hora, 2007).

Finalmente, os professores também enfrentam o desafio de criar um ambiente de ensino amigável e inclusivo, em que todos os alunos se sintam acolhidos e motivados a aprender. Este desafio pode ser ainda maior quando se trata de escolas de diferentes áreas geográficas ou sociais, em que existem desigualdades que precisam ser trabalhadas. Diante dos desafios da gestão escolar, os professores desempenham papéis fundamentais na criação de ambientes de aprendizagem de qualidade, eficazes e inclusivos para todos (Hunter, 2004).

Existe resolução para os problemas enfrentados no cotidiano escolar como estabelecendo relações de confiança e envolvimento com os alunos, com criando eventos e programas de envolvimento dos pais, promovendo a diversidade e a inclusão nos programas e nas atividades da escola, desenvolvendo programas de apoio e de atendimento especializado aos alunos com necessidades educacionais específicas (Afonso, 2001).

Pode-se utilizar métodos de avaliação flexíveis que considerem diferentes habilidades e interesses dos alunos, oferecendo treinamentos de gestão aos professores e diretores escolares. Estabelecendo canais de comunicação eficazes e abertos entre diretores, professores, alunos, pais e demais partes interessadas (Paiva, 2012).

A Gestão Escolar é um conjunto de práticas que visam à melhoria dos processos internos e externos da escola, com o intuito de alcançar uma educação de qualidade. Ela envolve ações que vão desde a elaboração de projetos pedagógicos, planejamento de atividades, definição de metas, acompanhamento de resultados e avaliação de desempenho (Pinto, 2011).

Os professores são parte importante da Gestão Escolar, pois são eles que realizam o trabalho diário em sala de aula. É importante que eles tenham autonomia e flexibilidade para realizar suas tarefas de acordo com as necessidades de seus alunos, pois isso garante a qualidade do ensino. Além disso, é fundamental que os professores tenham acesso à informação e à formação adequada para que possam desenvolver suas práticas de ensino de maneira inovadora e eficaz (Fleury, 2000).

A Gestão Escolar e os professores devem trabalhar em conjunto para garantir que os alunos tenham um ensino de qualidade. Por isso, é importante que haja um diálogo constante entre as partes, que crie um ambiente de colaboração e troca de experiências para que os processos sejam cada vez melhores (Warde, 2000).

A gestão escolar é fundamental para o desenvolvimento de um ambiente de aprendizagem saudável e produtivo. É responsável por estabelecer diretrizes e políticas para garantir que a escola funcione de forma bem-sucedida (Hora, 2007; Luck, 2009).

Deve-se garantir que os alunos estejam recebendo o melhor ensino possível. Os alunos devem ser o centro do trabalho de gestão escolar. É importante que eles sejam ouvidos e que suas necessidades sejam levadas em consideração ao estabelecer diretrizes. É importante que os alunos sejam estimulados a participar ativamente na vida da escola e que sejam incentivados a desenvolver seu potencial (Hunter, 2004).

A gestão deve trabalhar em conjunto com pais, professores, funcionários, administradores e membros da comunidade para garantir que a escola ofereça um ambiente de aprendizagem seguro, estimulante e inclusivo. É importante que os alunos se sintam acolhidos e seguros para aprender e desenvolver seus talentos (Demo, 2010).

Deve-se estabelecer uma política de responsabilidade para todos os envolvidos na vida da escola, para que os alunos tenham um ambiente de aprendizagem seguro. Esta política deve incluir regras claras sobre o comportamento esperado de todos os envolvidos e procedimentos para lidar com transgressões (Machado, 2020).

Os alunos devem estar recebendo o ensino adequado para atingir seus objetivos acadêmicos e profissionais. Isso inclui fornece recursos adequados, como livros de texto, materiais de aprendizagem e professores qualificados. A gestão deve acompanhar o progresso dos alunos e fornecer feedback e orientação para ajudá-los a alcançar seu potencial (Vilaça, 2006).

A implantação de uma gestão escolar de qualidade pode oferecer benefícios significativos a todos os envolvidos. Os alunos podem desfrutar de um ambiente seguro e estimulante, onde eles podem desenvolver seu potencial e alcançar seus objetivos acadêmicos. Os professores se beneficiam de uma política clara e de recursos adequados para garantir o melhor ensino possível (Sander, 1995).

Os pais e a comunidade também se beneficiam de uma escola bem-gerida, que oferece um ambiente saudável e produtivo para seus filhos e membros. Além disso, a gestão escolar de qualidade pode ajudar a melhorar os resultados da escola, aumentando a taxa de sucesso dos alunos e melhorando a reputação da escola (Saviani, 2007).

A gestão escolar e os professores enfrentam desafios cada vez maiores com o avanço da tecnologia e as mudanças nos métodos de ensino, além de outras questões relacionadas ao ensino e à aprendizagem (Saviani, 2007; Sander, 1995).

Os gestores escolares precisam estar preparados para lidar com esses desafios e fornecer aos professores recursos e apoio para que possam oferecer a melhor educação possível aos seus alunos. Para que isso aconteça, é necessário primeiro que haja um adequado acesso às tecnologias educacionais, que são fundamentais para aprimorar o ensino e a aprendizagem (Weber, 1992).

É necessário também que haja um planejamento eficiente da estrutura escolar, para que os professores possam usar as ferramentas disponíveis da melhor maneira possível. Além disso, é importante fornecer aos professores treinamento para que possam usar as tecnologias da melhor forma possível, de acordo com suas necessidades e seu método de ensino. Outro desafio importante é o acompanhamento da aprendizagem dos alunos (Maximiano, 2010).

É essencial que os professores possam monitorar o desempenho dos alunos e aplicar medidas apropriadas para ajudá-los a alcançar seus objetivos educacionais. Isso inclui o uso de ferramentas tecnológicas que possam ajudar os professores a acompanhar o progresso dos alunos e a identificar possíveis problemas que possam estar afetando seu desempenho. Essas são apenas algumas das melhorias que podem ser feitas na gestão escolar e nos professores. É necessário que os gestores escolares invistam tempo e recursos na implementação de medidas eficazes para que os professores possam oferecer a melhor educação possível aos seus alunos (Gil, 2008)

São exemplos essenciais para a promoção de um ambiente educacional mais eficaz e dinâmico desenvolver novas formas de avaliação que não apenas mensurem o desempenho dos alunos, mas também os motivem e estimulem a aprendizagem contínua, investindo em tecnologias educacionais que facilitem a comunicação, a interação e a colaboração entre professores e estudantes, e melhorar a qualidade dos conteúdos oferecidos, por meio da atualização constante do material didático, da incorporação de abordagens pedagógicas inovadoras e da criação de estratégias de ensino que tornem o processo de aprendizagem mais significativo, atraente e alinhado às demandas contemporâneas da educação.

4. CONCLUSÃO

A gestão escolar tem como objetivo otimizar o desempenho dos alunos e o trabalho dos professores. Assim, é fundamental que professores e administradores trabalhem juntos para melhorar a qualidade da educação oferecida. A comunicação entre professores e gestão escolar é fundamental para promover a colaboração entre as partes, assim como a implementação de processos eficazes que garantam o sucesso do ensino e do aprendizado.

Por isso, é necessário que professores e gestão escolar trabalhem em conjunto para garantir um ensino de qualidade para os alunos. conclui-se com o presente estudo que a gestão escolar é uma ferramenta eficaz para promover o sucesso dos alunos e dos professores, sendo assim importante que essas duas partes trabalhem em conjunto para a otimização da qualidade da educação.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

AFONSO, A. J. Reforma do estado e políticas educacionais: entre a crise do estado-nação e a emergência da regulação supranacional. Educ. Soc., Campinas, v.22, n.75, 2001. DOI: https://doi.org/10.1590/S0101-73302001000200003.

BARBARÁ, S. Gestão por processos: fundamentos, técnicas e modelos de implementação. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2008.

BECKER, M. M.; et alOs Desafios da Liderança Participativa e Democrática na Gestão Escolar. Revista Eletrônica Pesquiseduca, v. 8, n. 16, 2017. Disponível em: https://periodicos.unisantos.br/pesquiseduca/article/view/538.

BERGAMINI, C. Liderança: a administração do sentido. Revista de Administração de Empresas (RAE), São Paulo, 1994. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rae/a/V6HxfSxghqbGdKPvVRDqqWC/?format=pdf&lang=pt.

BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado Federal: Centro Gráfico, 1988.

BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional: nº 9394/96. Brasília, DF: 1996.

CHIAVENATO, I. Gerenciando Pessoas, O passo decisivo para a administração participativa3ª ed. São Paulo, SP: Makron Books, 1994.

COLARES, A. A.; et alDo autoritarismo repressivo à construção da democracia participativa: história e gestão educacional. Anpae, Campinas-SP, Autores Associados, 2003.

COLOMBO, S. S. Gestão educacional: uma nova visão. Rio de Janeiro: Artmed, 2004.

DEMO, G. Gestão de Pessoas nas organizações – papel dos valores pessoais e da justiça organizacional. 3ª ed. São Paulo: Atlas, 2010.

FLEURY, A. C. C. & FLEURY, M. T. L. Estratégias Empresariais e Formação de Competências. São Paulo: Editora Atlas, 2000.

GIL, A. C. Gestão de Pessoas: enfoque nos papéis profissionais. São Paulo: Atlas, 2008.

GÓMEZ, E. Liderança ética, um desafio do nosso tempo. São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2005.

HORA, D. L. Gestão democrática na escola. 14. ed. Campinas. São Paulo: Papiros, 2007.

HUNTER, J. C. O Monge e o Executivo: uma história sobre a essência da liderança. Editora Sextante, Rio de Janeiro, 2004.

LIBÂNEO, J. C. As teorias pedagógicas modernas ressignificadas pelo debate contemporâneo na educação. São Paulo: Alínea, 2005.

LIBÂNEO, J. C.; et al. Educação Escolar: políticas, estrutura e organização2ª ed. São Paulo: Cortez Editora, 2003.

LÜCK, H. Dimensões de gestão escolar e suas competências. Curitiba: Editora Positivo, 2009.

LÜCK, H. Gestão educacional: uma questão paradigmática. Série: Cadernos de Gestão. Petrópolis, RJ: Vozes, 2017.

LÜCK, H. Liderança em gestão escolar. Série: Cadernos de Gestão. Petrópolis, RJ: Vozes, 2017.

LÜCK, H.; et alA escola participativa: o trabalho do gestor escolar. Rio de Janeiro: DP & A, 2002.

MATTOS, Paulo de Carvalho. Tipos de Revisão de Literatura. Botucatu, 2015.

MACHADO, Igor José de Renó; AMORIN, Henrique; BARROS, Celso Rocha de. Da escola para o mundo: Projetos integradores: Ciências humanas e sociais aplicada. V. único. 1. ed. São Paulo: Ática, 2020, p. 211 a 220. Disponível em: https://edocente.educar.tech.

MAXIMIANO, A. C. A. Introdução à administração. 3ª ed. São Paulo: Atlas, 2007.

MAXIMIANO, A. C. A. Teoria geral da administração: da escola científica à competitividade em economia globalizada. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010.

MAXWELL, J. C. O livro de ouro da liderança. Rio de Janeiro: Thomas Nelson Brasil, 2008.

MOSCOVICI, F. de. Desenvolvimento Interpessoal. São Paulo: José Olympio, 1995.

OLIVEIRA, R. P.; et al. (2007). Gestão, financiamento e direito à educação: análise da Constituição Federal e da LDB. São Paulo: Xamã.

PAIVA, J. M. de. Religiosidade e cultura brasileira: séculos XVI-XVII. Maringá: Eduem, 2012.

PINTO, Umberto de Andrade. Pedagogia Escolar: Coordenação Pedagógica e Gestão Educacional. São Paulo-SP: Cortez, 2011.

RIBEIRO, J. Q. Introdução à Administração Escolar: alguns pontos de vista. Salvador: ANPAE, Cadernos de Administração Escolar n. 2, 1964.

RIBEIRO, J.Q. Ensaio de uma teoria da administração escolar. 2ª edição revisada, anotada e ampliada por João Gualberto de carvalho Meneses. São Paulo, saraiva, 1986.

RIBEIRO, M. L. S. História da Educação Brasileira: A Organização Escolar. 19. ed. Campinas, SP: Autores Associados, 2005.

SANDER, B. Gestão da educação na América Latina: construção e reconstrução do conhecimento. Campinas, SP: Autores Associados, 1995.

SAVIANI, D. História das ideias pedagógicas no Brasil. Campinas, SP: Autores Associados, 2007.

TRINDADE, D. F. Interdisciplinaridade: Um novo olhar sobre as ciências. In. FAZENDA, I. C. A. (org.). O que é Interdisciplinaridade? São Paulo: Cortez, 2008.

VASCONCELLOS, C. S. Coordenação do trabalho pedagógico: do Projeto Político-Pedagógico ao cotidiano da sala de aula. 6ª ed. São Paulo: Libertad, 2006.

VIDAL, D. G.; et al. Escola Nova e o Processo Educativo. 500 anos de educação no Brasil. Belo Horizonte: Autêntica, 2000.

VIEIRA, A. T.; et al. (Org.). Gestão Educacional e tecnologia. São Paulo: Avercamp, 2003.

VILAÇA, M. L. C.; ARAÚJO, E. V. F. A.; (Organizadores) Tecnologia, Sociedade e Educação na era digital [livro eletrônico]. Duque de Caxias, RJ: UNIGRANRIO, 2016.

WARDE, Mirian Jorge. Americanismo e educação: um ensaio no espelho. In: São Paulo Perspectiva. (Online). 2000, vol. 14.

WEBER, S. Escola pública: gestão e autonomia. VELLOSO, J. et al. Estado e educação. Campinas: Papirus: CEDES, 1992.


1 Mestrando em Educação pela Universidade Federal de Sergipe. Aracaju, Sergipe, Brasil. ORCID: https://orcid.org/0009-0003-6094-8071. E-mail: [email protected]. LATTES: http://lattes.cnpq.br/6097451001221518.