REGISTRO DOI: 10.70773/revistatopicos/792547353
RESUMO
O estudo da Linguística enquanto ciência mostra-se cada dia mais necessário no contexto acadêmico e educacional, quando consideramos que a linguagem constitui o principal instrumento de comunicação, interação social e construção do conhecimento humano. Sendo assim, compreender seus fundamentos teóricos, seus objetos de estudo e as diferentes correntes que a compõem é essencial para todas as pessoas que lidam diretamente com a linguagem em suas práticas cotidianas. Mesmo que a Linguística seja reconhecida como uma ciência de grande relevância, muitos estudantes e profissionais da Educação ainda apresentam dificuldades em compreender sua abrangência teórica e a articulação entre suas diferentes correntes. Nesse sentido, justifica-se a realização deste trabalho pela necessidade de sistematizar e apresentar, de maneira objetiva e fundamentada, as principais perspectivas teóricas da Linguística. Portanto, este trabalho de pesquisa foi desenvolvido, através de metodologia bibliográfica e tem como objetivo apresentar uma breve visão da Linguística enquanto ciência, explorando os mais variados conceitos, os principais objetos de estudo e as correntes teóricas, embasado em autores conceituados como: Saussure, Chomsky, Labov, Austin, Searle, Lakoff, Marcuschi, Koch, entre outros. Ao término da pesquisa conclui-se que a Linguística é um conjunto dinâmico de perspectivas que se complementam na tentativa de compreender a linguagem em todas as suas dimensões. A linguagem é uma prática social cognitiva, utilizada como instrumento de interação e construção de sentidos, nos contextos nos quais ela se manifesta.
Palavras-chave: Linguística; Linguagem e Análise do discurso.
ABSTRACT
The study of linguistics as a science is becoming increasingly necessary within academic and educational contexts, given that language constitutes the primary instrument for communication, social interaction, and the construction of human knowledge. Consequently, understanding its theoretical foundations, objects of study, and the various schools of thought that comprise it is essential for anyone who deals directly with language in their daily practices. Although linguistics is recognized as a highly significant science, many students and education professionals still struggle to grasp its theoretical scope and the interrelationships between its different schools of thought. Thus, this study is justified by the need to systematize and present—in an objective and well-grounded manner—the main theoretical perspectives of linguistics. This research was conducted using a bibliographic methodology and aims to provide a brief overview of linguistics as a science, exploring diverse concepts, key objects of study, and theoretical schools of thought, drawing on the work of renowned authors such as Saussure, Chomsky, Labov, Austin, Searle, Lakoff, Marcuschi, and Koch, among others. The study concludes that linguistics is a dynamic set of perspectives that complement one another in the effort to understand language in all its dimensions. Language is a cognitive social practice used as an instrument for interaction and the construction of meaning within the contexts in which it manifests.
Keywords: Linguistics; Language; Discourse analysis.
1. INTRODUÇÃO
A linguagem é uma das características mais importantes do ser humano. Por meio dela conseguimos nos comunicar, compartilhar conhecimentos, criar nossa cultura e nos relacionar com outras pessoas. Mas, o que realmente é a linguagem? Como ela funciona em nossas vidas?
Para responder essas e outras questões surge a Linguística considerada como a ciência, comprometida em responder sistematicamente essas questões. Enquanto a gramática tradicional se preocupava em prescrever o uso “correto” da língua, a linguística busca descrever e explicar o funcionamento da linguagem. É uma disciplina de existência formal que há décadas desenvolveu uma gama de teorias, métodos e subáreas.
Portanto, este artigo propõe ao leitor conhecer o universo da linguística, mostrando as teorias mais importantes e os temas centrais, ligados a ela. A intenção é apresentar uma visão clara, objetiva e reflexiva dessa ciência, que nos ajuda a entender algo tão maravilhoso, que nos torna seres humanos: a linguagem.
1.1. Declaração de Utilização de IA
Declaro que fiz uso de IA generativa e tecnologias assistidas como ChatGPT, para pesquisa do tema do artigo, organização e correção gramatical. Utilizei o Gemini durante a preparação deste trabalho, com a finalidade de tradução de conteúdo e resumo. Após a utilização, o conteúdo foi revisado e editado pela própria autora, que assume total responsabilidade por todas as informações apresentadas no artigo.
2. O QUE É LINGUÍSTICA?
A linguística pode ser definida como o estudo científico da linguagem humana. Ainda que seja uma definição muito concisa, engloba uma grande variedade de abordagens, objetos e metodologias. De acordo com Lyons (1987, p. 1), “a linguística é a ciência da linguagem”, o que exige uma postura de rigor metodológico e também, objetividade na análise das manifestações linguísticas.
Enquanto ciência, a linguística observa os fatos, cria hipóteses e desenvolve teorias para explicar os dados analisados, assim como outras áreas de conhecimento. Mas ela tem um objeto de estudo que a diferencia das outras disciplinas: a língua, que é ao mesmo tempo instrumento e objeto de estudo dos linguistas. Essa dualidade de natureza é o que torna a linguística um campo desafiador e fascinante.
De acordo com Saussure, a linguagem não pode ser um objeto de estudo da linguística, por ser muito complexa e apresentar diferentes características ao mesmo tempo: físicas, fisiológicas e psicológicas, por isso, não seria possível classificá-la de maneira simples. Dessa forma, surge a língua, sobre a qual ele diz que:
Há, segundo nos parece, uma solução para todas essas dificuldades: é necessário colocar-se primeiramente no terreno da língua e tomá-la como norma de todas as outras manifestações da linguagem. De fato, entre tantas dualidades, somente a língua parece suscetível duma definição autônoma e fornece um ponto de apoio satisfatório para o espírito (Saussure, 2006, p. 16-17).
Nesse sentido ele passa a considerar a língua como o principal objeto de estudo da linguística, por ser mais organizada e concreta, podendo ser analisada separadamente como uma parte essencial da linguagem.
A linguística é subdividida em diversas áreas, consideradas complementares e são elas: a fonética e a fonologia que são responsáveis pelos sons da fala; a morfologia analisa a formação das palavras; a sintaxe analisa a combinação de palavras para formar as frases; a semântica é responsável por estudar os significados e a pragmática faz uma análise da influência do contexto, na interpretação dos enunciados.
3. SAUSSURE E A LINGUÍSTICA MODERNA
A linguística como disciplina científica foi criada pelo linguista Ferdinand de Saussure, que apesar de nunca ter publicado um livro em vida, teve suas ideias reunidas e organizadas por seus alunos Charles Bally e Albert Sechehaye, através da obra póstuma Curso de Linguística Geral, publicada em 1916, considerada como o marco fundador da linguística moderna.
Uma das contribuições mais importantes de Saussure é a diferença entre língua (langue) e fala (parole). Para ele, a língua é um produto social da linguagem e um conjunto de regras necessárias para permitir a comunicação entre as pessoas, enquanto a fala é um ato individual e concreto desse sistema, que nos convém diferenciar.
Para compreender a natureza específica da língua, Saussure diz que temos que considerar um conjunto de fatores essenciais:
A língua é um sistema de signos que exprimem ideias, e é comparável, por isso, à escrita, ao alfabeto dos surdos-mudos, aos ritos simbólicos, às formas de polidez, aos sinais militares etc., etc. Ela é apenas o principal desses sistemas. (Saussure, 2006, p. 24).
Outra contribuição de Saussure é o conceito do signo linguístico, que para ele é a união entre um conceito (significado) e uma imagem acústica (significante).
O signo linguístico une não uma coisa e uma palavra, mas um conceito e uma imagem acústica. Esta não é o som material, coisa puramente física, mas a impressão (empreinte) psíquica desse som, a representação que dele nos dá o testemunho dos sentidos. (Saussure, 2006, p. 80).
Mesmo o signo sendo formado por significante e significado, a relação entre eles é considerada arbitrária, por não existir uma ligação natural entre a palavra e aquilo que ela representa.
Ferdinand Saussure também foi responsável por introduzir as distinções entre “sincronia” que é o estudo da língua em um determinado momento, sem considerar as mudanças históricas e a “diacronia” é considerada o estudo da evolução da língua ao longo do tempo.
A Linguística sincrônica se ocupará das relações lógicas e psicológicas que unem os termos coexistentes e que formam sistemas, tais como são percebidos pela consciência coletiva. A Linguística diacrônica estudará, a contrário, as relações que unem termos sucessivos não percebidos por uma mesma consciência coletiva e que se substituem uns aos outros sem formar sistema entre si. (Saussure, 2006, p. 106).
Saussure não somente diferenciou sincronia de diacronia, mas, também as relações sintagmáticas e paradigmáticas. Esses conceitos serviram de base para o chamado estruturalismo linguístico.
4. O ESTRUTURALISMO LINGUÍSTICO E SUAS CORRENTES
Tendo como ponto de partida as ideias de Saussure, o estruturalismo tornou-se a corrente dominante na Linguística, na primeira metade do século XX. Essa teoria compreende a língua como um sistema de relações, no qual cada elemento ganha sentido pela relação que mantém com os demais elementos do sistema.
O Círculo linguístico de Praga, fundado em 1926, foi uma associação de linguistas, considerado um dos mais importantes centros do pensamento estruturalista. Linguistas conceituados como Vilém Mathesius, Roman Jakobson e Nikolai Trubetzkoy, desenvolveram a fonologia como disciplina autônoma, diferenciando as unidades de som (fonemas) dos sons físicos (fones). Roman Jakobson foi responsável por propor uma influente teoria da linguagem, na qual definiu seis funções fundamentais: referencial, emotiva, conativa, fática, metalinguística e poética.
Nos Estados Unidos, o estruturalismo assumiu características próprias, a partir dos trabalhos de Leonard Bloomfield e o behaviorismo linguístico. Em sua obra Language de 1933, Bloomfield recomendava que o comportamento linguístico deveria ser analisado a partir da observação dos estímulos e respostas, evitando explicações dos processos mentais internos. Essa perspectiva influenciou profundamente a linguística descritiva norte-americana por várias décadas.
Em relação à França, o estruturalismo ultrapassou os limites da Linguística, passando a exercer influência sobre as diferentes áreas das ciências humanas. Nesse contexto, destacou-se a antropologia de Claude Lévi-Strauss, a psicanálise de Jacques Lacan e a filosofia de Louis Althusser, configurando o denominado estruturalismo francês, o qual deixou sua marca nas ciências humanas, nas décadas de 1950 e 1960.
5. A GRAMÁTICA GERATIVA DE CHOMSKY
Noam Chomsky foi um linguista, filósofo e cientista cognitivo norte-americano, considerado como um dos principais estudiosos da linguagem no século XX. Chomsky foi o criador da teoria da gramática gerativista e defendia a capacidade da linguagem ser inata ao ser humano, indo contra a corrente teórica behaviorismo linguístico que predominava na época.
A publicação de Syntactic Structure, de Chomsky em 1957, representou uma revolução na Linguística. Ele criticou tanto o behaviorismo de Bloomfield, quanto o estruturalismo descritivo americano, sugerindo uma abordagem considerada diferente e até mesmo radical, a denominada gramática gerativa.
Para Noam Chomsky o foco da linguística deveria estar na competência linguística, ou seja, no conhecimento implícito que um falante nativo tem da sua própria língua.
Um dos conceitos mais influentes de Chomsky é o da Gramática Universal, pois segundo o autor (1981), a aquisição da linguagem acontece quando a criança, ao entrar em contato com a língua em que está ambientada, faz ajustes aos parâmetros de uma gramática universal inata. Para ele “A Gramática Universal é caracterizada como o sistema de princípios, condições e regras que são elementos ou propriedades de todas as línguas humanas”.
Esse conceito explica o porquê de as crianças adquirirem a língua materna de forma rápida e eficiente, sem haver instrução formal explícita, até mesmo quando são expostas a dados linguísticos, considerados incompletos. Chomsky denomina esse fenômeno de argumento da pobreza do estímulo, sugerindo a existência de uma faculdade inata da linguagem no cérebro humano.
A teoria de Chomsky passou por inúmeras revisões ao longo de décadas, desde o modelo de Princípios e Parâmetros (1981) até o programa Minimalista (1995), entretanto preservou o inatismo linguístico e a sintaxe como princípios fundamentais.
6. SOCIOLINGUÍSTICA E A LINGUÍSTICA COGNITIVA
Tanto a corrente estruturalista de Saussure, quanto o gerativismo de Chomsky deixavam de lado as possíveis influências externas sobre a estrutura linguística, ou seja, não consideravam eventuais variações ou influências típicas da fala sobre os elementos da língua.
Enquanto Chomsky focava na competência de um falante/ouvinte perfeito na comunidade linguística, outros linguistas focavam na heterogeneidade da língua, sua variedade e raízes em contextos sociais.
É a partir desse cenário que surge a sociolinguística como resposta a essas limitações com William Labov, considerado o precursor da sociolinguística variacionista, questionando e propondo um novo olhar sobre a estrutura das línguas e especialmente sobre os fenômenos da variação e da mudança linguísticas.
A partir de seus estudos sobre o inglês falado, Labov demonstrou que a variação linguística não se dá de forma aleatória, e sim na sistematização relacionada com variáveis sociais, como classe social, faixa etária, o gênero e o estilo de fala.
No Brasil, a sociolinguística tem uma grande contribuição, principalmente quando falamos sobre o ensino de língua portuguesa, quando questiona a imposição da norma culta como único padrão legítimo e defende o respeito às diferenças linguísticas no país.
A sociolinguística e a linguística cognitiva compartilham a visão de que a fala não é um conjunto de regras isoladas. Enquanto a sociolinguística foca em como o convívio social e o contexto transformam o idioma, a linguística cognitiva investiga como nossas funções mentais e percepções organizam a comunicação. Elas defendem que a linguagem é uma prática viva, construída a partir das vivências humanas e culturais.
A linguística cognitiva surgiu entre 1970 e 1980 como uma alternativa ao gerativismo de Chomsky, propondo que a linguagem não é uma faculdade autônoma e modular da mente, mas está profundamente integrada às demais capacidades cognitivas humanas, como a percepção, a atenção, a memória e a categorização.
George Lakoff e Mark Johnson são autores da obra Metaphors We Live By (1980), considerada como marco fundador na linguística cognitiva. Eles argumentam que a metáfora não é somente um recurso retórico ou literário, e sim um mecanismo fundamental do pensamento humano. Expressão do dia a dia, como “tempo é dinheiro” mostra uma metáfora conceitual na forma como entendemos o mundo. Como dizem Lakoff e Johnson:
A essência da metáfora é compreender e experienciar uma coisa em termos de outra. [...] A maior parte de nosso sistema conceptual ordinário é de natureza metafórica, e o que fazemos e como atuamos no cotidiano é muito uma questão de metáfora. (Lakoff; Johnson, 2002, p. 47-48).
Ronald Langacker criou a Gramática Cognitiva, uma abordagem que entende a língua como algo ligado ao significado e à maneira como as pessoas pensam. Em sua visão, a gramática não é apenas um conjunto de regras, mas também responsável por carregar sentidos. Além disso, não existe uma divisão estrita entre as palavras e a gramática. Como afirma Langacker, "a gramática forma um continuum com o léxico”.
Dessa forma, Langacker mostra que a língua está ligada à forma como o ser humano pensa e organiza o mundo, de maneira flexível, baseada em experiências do cotidiano, e nos exemplos, e não somente em regras absolutas.
7. ANÁLISE DO DISCURSO
A Análise do Discurso (AD) é uma área que estuda a linguagem levando em conta o contexto em que ela é utilizada. Ela analisa textos e falas considerando os fatores históricos, sociais e culturais. Diferente da Linguística formal, a qual se concentra mais nas regras da língua, a AD busca compreender como a linguagem expressa ideias, valores e relações de poder em sociedade.
A Análise do Discurso possui duas principais correntes. A primeira é a tradição anglo-saxônica, representada pela Análise Crítica do Discurso (ACD), que foi desenvolvida por estudiosos como Norman Fairclough, Teun van Dijk e Ruth Wodak. A segunda corrente é a tradição francesa, ligada aos estudos de Michel Pêcheux, influenciada pelas ideias de Louis Althusser e Jacques Lacan.
Para Norman Fairclough, o discurso faz parte da vida em sociedade. Isso quer dizer que a maneira como falamos é influenciada pelo ambiente social, mas também pode influenciar as ideias e atitudes das pessoas. A Análise Crítica do Discurso procura entender como a linguagem pode ser utilizada para manter as relações de poder e diferenças sociais.
No Brasil, a tradição francesa da Análise do Discurso foi divulgada principalmente por Eni Orlandi (2009, p. 15), quando afirma que "A Análise de Discurso, como seu próprio nome indica, não trata da língua, não trata da gramática, embora todas essas coisas lhe interessem. Ela trata do discurso."
Ou seja, segundo a autora, a Análise do Discurso não estuda apenas a língua ou as regras gramaticais, mas ela procura compreender os sentidos produzidos nos discursos e também, as condições em que eles foram construídos.
Sendo assim, a Análise do Discurso tem sido muito importante para analisar os mais variados discursos, sejam eles políticos, jornalísticos, educacionais, religiosos e científicos. Dessa forma, a AD contribui para uma compreensão mais crítica de como a linguagem participa da construção da realidade social.
8. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Durante este estudo foi possível conhecer as principais correntes da Linguística e as diferentes formas de estudar a linguagem. Iniciando com as ideias de Saussure, que entendia a língua como um sistema de signos. Em seguida, foi apresentado o estruturalismo e seus desdobramentos na Europa e nos Estados Unidos. Também pudemos relembrar a teoria de Noam Chomsky, que destacou a relação entre linguagem e mente, defendendo a existência de uma capacidade inata para aprender línguas.
Logo após, foi possível observar como a Sociolinguística mostrou a importância dos fatores sociais na linguagem, explicando que a variação faz parte de todas as línguas. Quanto a Linguística Cognitiva, ela destacou a ligação entre linguagem, pensamento e experiência. Por fim, a Análise do Discurso mostrou que a linguagem também está relacionada às ideias, aos valores e às relações de poder presentes na sociedade.
Ao término do percurso conseguimos perceber que a Linguística não é uma área única e fechada, mas um campo formado por diferentes perspectivas que se complementam. Cada corrente linguística contribui para compreender um aspecto da linguagem, que envolve fatores biológicos, mentais, sociais e históricos, afirmados por Saussure (2006) quando diz ser a língua um sistema de signos utilizado para expressar ideias, assim como a escrita, os gestos simbólicos, e outros meios de comunicação. Dessa forma o autor propõe a criação de uma ciência chamada semiologia, a qual vai estudar os signos e seu funcionamento na vida socia.
E Chomsky (1998) complementa ainda que o estudo da linguagem humana ajuda a entender uma parte importante da mente das pessoas e também a compreender melhor como adquirimos conhecimento e usamos a criatividade.
Nesse sentido, percebe-se que a beleza da Linguística está exatamente nessa diversidade de olhares. Pois, ao estudar a linguagem por diferentes perspectivas, ampliamos nossa compreensão sobre a comunicação humana e sobre nós mesmos. Assim, estudar Linguística é também compreender melhor como pensamos, nos comunicamos e construímos nossa visão de mundo.
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1 Mestranda no Curso de Graduação em Mestrado. Centro Universitário Internacional Uninter. E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail
2 Doutor no Centro Universitário Internacional Uninter. E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail