CONTROLE E COMBATE À LEISHMANIOSE: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA SUBSIDIADO PELA MATRIZ RACI

LEISHMANIASIS CONTROL AND PREVENTION: AN EXPERIENCE REPORT SUPPORTED BY THE RACI MATRIX

REGISTRO DOI: 10.70773/revistatopicos/791432489

RESUMO
O presente artigo tem como objetivo relatar a experiência de acadêmicos de Enfermagem do sexto período da Universidade Federal Fluminense na elaboração de atividade de educação em saúde, realizada em referência ao Agosto Verde - mês de conscientização para controle e combate à Leishmaniose. Trata-se de um relato de experiência sobre atividade para combate e controle da Leishmaniose, no contexto de unidades de saúde do município de Niterói/RJ. O método Matriz RACI subsidiou a organização das tarefas para elaboração dos materiais e o engajamento dos discentes. A ação foi executada em duas Policlínicas Regionais de Saúde em Niterói no estado do Rio de Janeiro, sendo direcionada aos usuários atendidos nas unidades em geral. Desse modo, foram desenvolvidos materiais educativos como cartaz, folder informativo e uma caixa com mitos e verdades. A atividade ocorreu por meio de abordagens dialogadas e dinâmicas participativas, com foco na definição da doença, sinais e sintomas e prevenção. O retorno obtido demonstra que o uso de recursos visuais acessíveis e que interajam com a população constitui uma ferramenta potente. A experiência evidenciou a aplicabilidade da Matriz RACI na organização da atividade e possibilitou aos acadêmicos vivenciar planejamento, trabalho colaborativo e educação em saúde. A interação observada durante a ação sugere que recursos visuais e participativos podem favorecer o diálogo com os usuários, embora não tenha sido realizada mensuração formal de aquisição de conhecimento ou efetividade da intervenção.
Palavras-chave: Enfermagem; Educação em saúde; Leishmaniose.

ABSTRACT
This article aims to report the experience of sixth-semester nursing students from the Federal Fluminense University in developing a health education activity held in observance of “Green August”—a month dedicated to raising awareness about the control and prevention of leishmaniasis. It is na account of na experience regarding na activity to combat and control leishmaniasis within the context of health units in the municipality of Niterói, Rio de Janeiro. The RACI matrix method supported the organization of tasks for material development and student engagement. The initiative was carried out at two Regional Health Polyclinics in Niterói, Rio de Janeiro, targeting the general population of users served by these units. Educational materials were developed, including a poster, na informational leaflet, and a “myths vs. Facts” box. The activity involved interactive discussions and participatory exercises, focusing on the definition of the disease, its signs and symptoms, and prevention strategies. Feedback indicates that the use of accessible visual resources that engage the public serves as a powerful tool. The experience demonstrated the applicability of the RACI matrix in organizing the activity and allowed students to gain practical experience in planning, collaborative work, and health education. The interaction observed during the event suggests that visual and participatory resources can foster dialogue with users, although no formal assessment of knowledge acquisition or intervention effectiveness was conducted.
Keywords: Nursing; Health education; Leishmaniasis.

1. INTRODUÇÃO

A leishmaniose é uma doença causada por um protozoário parasita intracelular obrigatório, transmitido por vetores (família Trypanosomatidae ), que causa lesões na pele, em mucosas e órgãos internos. Caracteriza-se como uma doença complexa causada por múltiplas subespécies com diversas manifestações clínicas, transmitida ao ser humano e mamíferos silvestres por meio da picada de flebotomíneos (mosquito-palha – fêmea infectada). Os cães infectados pela picada de insetos se tornam reservatórios da leishmaniose, apesar de não obterem a capacidade de transmissão direta, apresentam relevância no ciclo transmissor da doença.

A doença se apresenta principalmente em duas formas clínicas: a leishmaniose tegumentar, que afeta a pele e mucosas, e a leishmaniose visceral, que compromete órgãos internos, podendo levar a complicações graves e óbito se não tratada adequadamente (Silva, Schröder e Silveira, 2021).

Essa zoonose é uma doença tropical negligenciada que afeta as populações mais pobres e vulneráveis do mundo em mais de 90 países na Ásia, África, Oriente Médio e América Central e do Sul. As altas taxas de incidência concentram-se na região do Nordeste nas zonas rurais avançando para zonas urbanas do Norte e Centro –Oeste (Pará, Mato Grosso e Minas Gerais com taxas acima de 1700 – classes de quantidade de casos novos confirmados de Leishmaniose por Unidades da Federação) (IBGE, 2022).

Os fatores de risco para leishmaniose incluem pobreza, migração populacional, desnutrição, higiene precária e imunocomprometimento. Dessa maneira, as populações que sofrem com intensa precariedade se tornam as mais suscetíveis à doença parasitária. Nessa lógica, é importante o desenvolvimento de estratégias eficazes como a educação em saúde e ampliação do acesso aos serviços de saúde. A educação em saúde se destaca como uma das ferramentas no combate à Leishmaniose, especialmente quando é ofertada de maneira interativa e de fácil entendimento.

A adoção de medidas preventivas está diretamente relacionada ao nível de conscientização e engajamento da comunidade, o que é um fator decisivo para a continuidade ou não do ciclo da doença. Dessa maneira, a compreensão sobre a definição, sinais e sintomas e profilaxia determina a qualidade da educação em saúde e a sua propagação na comunidade e adjacências.

Nesse cenário, o profissional enfermeiro ocupa um papel fundamental, uma vez que sua atuação constante propicia a criação de conexões que reforçam a confiança. Dessa maneira, a relevância dessas atividades para a formação acadêmica contribui para o desenvolvimento de competências e habilidades previstas nas Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de Enfermagem como: operacionalizar, com base em modelos clínico e epidemiológico, ações da Enfermagem no campo da promoção da saúde, da prevenção de doenças e agravos, do tratamento e da reabilitação (BRASIL, 2026). Compreender os costumes da localidade e a epidemiologia contribui para a construção de ações de educação em saúde que além de simplesmente transmitir informações, podem promover mudanças sociais válidas.

As atividades relatadas neste artigo buscaram esclarecer e ampliar os conhecimentos acerca da doença, visto que a leishmaniose constitui um importante problema de saúde pública e ainda é marcada pela desinformação da população, em um relato de experiência. A necessidade de aumentar as ações de educação em saúde, uma vez que o conhecimento adequado favorece a prevenção, a identificação precocee a busca pelo atendimento é um fator importante para o combate à zoonose.  A educação dialógica proposta por Paulo Freire, educador brasileiro, prioriza um ensino pautado na interação entre os indivíduos baseados em uma troca de conhecimentos que parte da realidade de cada um. A participação dos sujeitos e a construção coletiva do conhecimento são elementos essenciais para o desenvolvimento do pensamento crítico e da autonomia (de Andrade et al., 2024). Dessa forma, a realização desta ação nas Unidades de Saúde busca contribuir para a conscientização da população por meio de uma abordagem clara, acessível e participativa.

Deste modo, o presente estudo teve como objetivo relatar a experiência de acadêmicos de Enfermagem no planejamento e desenvolvimento de uma ação de educação em saúde sobre prevenção e controle da leishmaniose, utilizando a Matriz RACI como ferramenta organizacional. 

2. METODOLOGIA

O presente artigo consiste em um relato de experiência de uma atividade de educação em saúde desenvolvida por um grupo de acadêmicos do sexto período do curso de Enfermagem da Universidade Federal Fluminense(UFF) durante o Ensino Teórico-Prático(ETP) da disciplina de Enfermagem em Gerência I, tendo como o tema o “Controle e Combate à Leishmaniose”. A ação foi realizada em duas Policlínicas Regionais de Saúde vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), na cidade de Niterói, Rio de Janeiro, durante o mês de agosto de 2026.

A definição do tema foi feita pelos docentes da disciplina, considerando que o ETP seria realizado no mês de agosto, período destinado às ações de conscientização da doença. A partir disso, iniciou-se o processo de elaboração da atividade, com a discussão, entre os integrantes da equipe, das estratégias educativas e dos recursos visuais e participativos que serviriam para orientação e aprendizagem dos usuários.

Como ferramenta de gestão e planejamento, foi utilizada a Matriz RACI que favoreceu a organização e divisão das tarefas entre os envolvidos na atividade. A matriz pode ser definida como uma técnica utilizada para auxiliar na gestão de projetos, para delimitar as responsabilidades de cada membro em determinada atividade. O acrônimo RACI corresponde às funções R= responsável pela execução, A= responsável pela aprovação, C= consultado e I= informado(BRASIL, 2018). O seu uso contribuiu para organizar as tarefas dos integrantes e otimizar o desenvolvimento das etapas previstas.

Antes da produção dos materiais educativos, a equipe reuniu-se para definir os objetivos que se pretendia alcançar por meio da atividade, bem como estabelecer o cronograma de execução. Na primeira semana, foram consultados materiais técnicos e publicações do Ministério da Saúde relacionados à leishmaniose, com o objetivo de selecionar conteúdos confiáveis e fundamentados cientificamente para serem apresentados à população de maneira clara e acessível.

Com base na distribuição de tarefas estabelecida pela Matriz RACI, foram realizadas a seleção das informações, a elaboração do conteúdo dos recursos educativos, incluindo uma cartolina educativa (Figura 1), um folder informativo (Figura 2) e o jogo “Mito ou Verdade” (Figura 3). A cartolina foi elaborada com informações acerca da transmissão, dos sinais e sintomas e as principais medidas de prevenção da leishmaniose, utilizando recursos visuais para chamar a atenção dos usuários. O folder continha informações complementares sobre a doença e foi utilizado como material de consulta durante a atividade. Além disso, foi desenvolvido o jogo “Mito ou Verdade” como estratégia participativa, com o objetivo de identificar conhecimentos prévios, estimular a participação dos usuários e possibilitar o esclarecimento de dúvidas e informações equivocadas sobre a doença.

Na segunda semana, foram confeccionados pelos integrantes do grupo o folder, a cartolina, as frases e a caixa do jogo, além dos demais materiais necessários para a realização da atividade.

Figura 1. Cartolina

Fonte: Autores de ação (2026)

Figura 2. Folder (frente e verso).

Folder: Autores de ação (2026)
Fonte: Autores de ação (2026)

3. RESULTADOS

As ações foram realizadas nos dias 20 e 25 de agosto de 2026, em cada uma das Policlínicas Regionais. No primeiro momento, foi organizada uma mesa expositiva em locais estratégicos das unidades, como corredores e áreas externas, considerando serem espaços de circulação de usuários que aguardavam atendimento. A disposição dos materiais possibilitou sua visualização pelos usuários e favoreceu a aproximação entre a equipe e a população.

Durante a atividade, observou-se que a cartolina despertou a atenção e a curiosidade de pacientes que transitavam pelo local. A partir disso, o grupo aproximava-se das pessoas e iniciava a abordagem de educação em saúde.

Em um segundo momento, o grupo realizou a busca ativa de usuários. Para iniciar a abordagem, foram utilizadas perguntas disparadoras, como: “Você já ouviu falar sobre a leishmaniose?” e “Você conhece o mosquito-palha?”. A partir das respostas e da interação com os participantes foram identificadas dúvidas e conhecimentos equivocados relacionados à doença. Em seguida, os usuários eram convidados a retirar uma afirmação da caixa do jogo “Mito ou Verdade” e classificá-la como verdadeira ou falsa. Após a resposta, os integrantes do grupo realizavam a explicação correspondente.

Durante a atividade, os acadêmicos perceberam dúvidas recorrentes relacionadas ao papel do cão no ciclo da leishmaniose. Diante das respostas, a equipe esclareceu que o cão pode atuar como importante reservatório do parasito, mas não transmite diretamente a doença ao ser humano. A transmissão ocorre por meio da picada do flebotomíneo infectado, conhecido popularmente como mosquito-palha (BRASIL, [s.d.]). A dinâmica possibilitou, assim, o esclarecimento de dúvidas e a desconstrução de informações baseadas no senso comum, reforçando a importância do acesso a informações cientificamente fundamentadas.

Para os discentes, a realização da atividade serviu como uma experiência enriquecedora, uma vez que possibilitou o desenvolvimento de habilidades relacionadas ao planejamento, à organização e à execução de uma ação de educação em saúde. Durante a ação, foi possível abordar sobre as principais características da leishmaniose, suas formas de transmissão e a importância do controle do vetor. A experiência também permitiu compreender que a educação em saúde, quando planejada de forma participativa e adequada à realidade do público, pode favorecer a aproximação entre profissionais e usuários e contribuir para a conscientização da população.

Por fim, a adoção da Matriz RACI (Tabela 1) contribuiu para a organização das etapas de planejamento e execução da ação educativa sobre o “Controle e Combate à Leishmaniose”, possibilitando uma divisão clara das responsabilidades entre os integrantes da equipe. Com isso, a distribuição das tarefas permitiu estabelecer os membros encarregados pela execução das atividades ®, aqueles responsáveis pela supervisão e aprovação (A), os que contribuíram com orientações (C) e aqueles que deveriam ser mantidos informados sobre o andamento das etapas (I) (Fia, 2020). Dessa forma, o planejamento favoreceu o cumprimento das metas estabelecidas e a realização de uma atividade didática e acessível.

Tabela 1. Matriz RACI aplicada ao planejamento da ação educativa

Etapas

Integrante 1

Integrante 2

Integrante 3

Professora orientadora

Definição dos objetivos da ação

R

R

R

A

Pesquisa sobre leishmaniose

R

R

R

A

Seleção das informações para a educação em saúde

R

R

R

I

Confecção do folder educativo

C

R

C

I

Elaboração do jogo “Mito ou Verdade”

R

C

C

I

Organização do espaço para a atividade

R

R

C

A

Realização da educação em saúde

R

R

C

A

Legenda: R = Responsável; A = Aprovador; C = Consultado; I = Informado
Fonte: Autores de ação (2026).

4. DISCUSSÃO

Na percepção dos acadêmicos, os recursos visuais e dialogados favoreceram a aproximação com os usuários e a abordagem de dúvidas relacionadas à doença. Esses achados corroboram a literatura, que aponta a eficácia de estratégias educativas visuais e interativas na tradução do conhecimento científico para a população geral, favorecendo a adoção de comportamentos de saúde mais assertivos (Luz et al., 2003; De Souza et al., 2015).

​Uma das principais implicações observadas durante a ação foi o esclarecimento sobre o papel do cão no ciclo de transmissão da leishmaniose. A frequente dúvida e o estigma associado aos caninos reforçam a necessidade contínua de desmistificar a transmissão direta, destacando o papel do vetor (mosquito-palha) e o cão como reservatório do parasito, prevenindo assim condutas inadequadas e o estigma em relação aos animais (Palatnik-de-Sousa et al., 2001).

A aplicação da Matriz RACI no planejamento propiciou a divisão clara de tarefas, o engajamento acadêmico e a eficiência nas fases de confecção e execução da atividade, alinhando-se com os preceitos de gestão participativa e organização de processos de trabalho em saúde (Fia, 2020).

​Como limitações deste estudo, destaca-se a natureza pontual e transversal do relato de experiência, realizada em dias específicos de atendimento, o que restringe a mensuração do impacto longitudinal e permanente dessas orientações na rotina diária dos participantes. Adicionalmente, não foram aplicados instrumentos formais de mensuração quantitativa do conhecimento prévio e posterior à intervenção.

​Para estudos e práticas futuras, recomenda-se a implementação de abordagens longitudinais com a aplicação de questionários estruturados do tipo pré e pós-teste, permitindo mensurar a retenção do conhecimento e a efetividade real das intervenções educativas no cotidiano comunitário (Carvalho et al., 2021). Sugere-se também a expansão dessas oficinas didáticas para outros espaços sociais, como escolas e centros comunitários, fortalecendo a vigilância em saúde em âmbito territorial amplo.

5. CONCLUSÃO/CONSIDERAÇÕES FINAIS

A realização da atividade educativa sobre a leishmaniose possibilitou aos discentes do 6º período de Enfermagem relacionar a teoria e a prática sobre a importância da educação em saúde como estratégia de prevenção, vigilância e controle de doenças negligenciadas. A experiência permitiu compreender que ações educativas desenvolvidas de maneira acessível e participativa podem favorecer a disseminação de informações adequadas e contribuir para o fortalecimento do acesso ao conhecimento da população local.

A utilização de recursos como cartaz informativo, folder educativo e dinâmica de mitos e verdades favoreceu a interação com os usuários das unidades de saúde, proporcionando um espaço para esclarecimento de dúvidas e troca de conhecimentos. Assim, essas táticas mostram-se relevantes diante da complexidade do ciclo de transmissão das leishmanioses, que envolve diferentes elementos, de maneira entendível e com ausência de explicações com linguagem científica rebuscada.

Nesse contexto, a atuação do enfermeiro apresenta-se fundamental, pois atua nas frentes de educador de saúde para a comunidade e na assistência através dos procedimentos oferecidos nas unidades públicas de saúde do território brasileiro. A educação em saúde, quando desenvolvida considerando as características e necessidades da população, pode contribuir para a construção de conhecimentos e para a adoção de comportamentos preventivos ao colocar o usuário como o protagonista de sua própria saúde e não apenas um observador.

A atividade de educação em saúde foi satisfatória para o grupo ao observar o resultado positivo das ações e da interação do mesmo com os indivíduos em que foi compartilhado o conhecimento sobre prevenção, sinais e sintomas e onde procurar ajuda. Desse modo, o aprendizado reunido durante a graduação foi amplamente utilizado para possibilitar a propagação correta de informações.

Conclui-se que o objetivo do trabalho de relatar a vivência dos acadêmicos de enfermagem em ações de controle e combate relacionados à Leishmaniose foi alcançado. Nessa lógica, o grupo responsável pela ação pode aprimorar suas habilidades de cooperação, primordial para a atuação profissional e interpessoal, ressaltando a importância do trabalho coletivo no desenvolvimento de competências. Ademais, as atividades propostas durante o planejamento, durante e pós execução foram guiadas por teorias metodológicas bem fundamentadas que asseguram o processo de ensino-aprendizagem coletiva.

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1 Graduanda em Enfermagem, Universidade Federal Fluminense, Niterói-Rio de Janeiro. E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail

2 Graduanda em Enfermagem, Universidade Federal Fluminense, Niterói-Rio de Janeiro. E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail

3 Pós-Doutora em Enfermagem Gerontológica, Universidade Federal Fluminense, Niterói-Rio de Janeiro. E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail

4. Doutora em Enfermagem, Universidade Federal Fluminense, Niterói-Rio de Janeiro. E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail

5 Doutora em Enfermagem, Universidade Federal Fluminense, Niterói-Rio de Janeiro. E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail

6 Doutor em Enfermagem, Universidade Federal Fluminense, Niterói-Rio de Janeiro. E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail

7 Graduanda em Enfermagem, Universidade Federal Fluminense, Niterói-Rio de Janeiro. E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail

8 Graduanda em Enfermagem, Universidade Federal Fluminense, Niterói-Rio de Janeiro. E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail

9 Graduanda em Enfermagem, Universidade Federal Fluminense, Niterói-Rio de Janeiro. E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail