CARACTERIZAÇÃO DO PERFIL DA POPULAÇÃO IMPACTADA POR AÇÕES DE PROJETOS DE CURRICULARIZAÇÃO DA EXTENSÃO EM SAÚDE EM INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR

CHARACTERIZATION OF THE PROFILE OF THE POPULATION IMPACTED BY ACTIONS OF CURRICULARIZATION PROJECTS IN HEALTH EXTENSION AT A HIGHER EDUCATION INSTITUTION

REGISTRO DOI: 10.70773/revistatopicos/775356479

RESUMO
O ensino superior representa o nível mais elevado de formação acadêmica, responsável por promover avanços culturais, científicos e tecnológicos, além de formar profissionais com pensamento crítico, reflexivo e compromisso social. Nesse contexto, a curricularização da extensão, incorporada ao Projeto Pedagógico de Curso, configura-se como estratégia estruturante para qualificar o processo formativo, ao integrar teoria e prática por meio de metodologias ativas, especialmente a aprendizagem baseada em projetos. A Educação em Saúde, compreendida como processo educativo de construção compartilhada de conhecimentos que favorece a autonomia e a apropriação temática pela população, constitui eixo central das ações extensionistas na área da saúde. A implementação de projetos de curricularização da extensão com foco em Educação em Saúde, direcionados à comunidade do entorno da Instituição de Ensino Superior, amplia o alcance social da formação acadêmica e possibilita intervenções com potencial de impacto nos determinantes biopsicossociais dos indivíduos. Simultaneamente, proporciona aos estudantes a aplicação prática dos conteúdos teóricos desenvolvidos em sala de aula, fortalecendo competências técnicas, éticas e comunicacionais. O presente estudo teve como objetivo caracterizar o perfil da população impactada pelas ações de curricularização da extensão realizadas por estudantes dos cursos de bacharelado em farmácia e enfermagem durante o 1º e o 3º Encontro Senac de Ações Extensionistas: Análises de Situações e Equipamentos de Saúde, realizados em 17 de junho de 2023 e 08 de junho de 2024, respectivamente, no Centro Universitário Senac, unidade Tiradentes. Ao analisar essas experiências, buscou-se contribuir para a compreensão do papel da curricularização da extensão como estratégia formativa e instrumento de transformação social no âmbito da educação superior em saúde.
Palavras-chave: educação em saúde, curricularização de programas de extensão, ensino superior

ABSTRACT
Higher education represents the highest level of academic training, responsible for promoting cultural, scientific, and technological advancements, as well as training professionals with critical and reflective thinking and social commitment. In this context, the curricularization of extension activities, incorporated into the Course Pedagogical Project, is configured as a structuring strategy to qualify the training process, integrating theory and practice through active methodologies, especially project-based learning. Health Education, understood as an educational process of shared knowledge construction that favors autonomy and thematic appropriation by the population, constitutes a central axis of extension activities in the health field. The implementation of curricularization projects focused on Health Education, directed at the community surrounding the Higher Education Institution, expands the social reach of academic training and enables interventions with the potential to impact the biopsychosocial determinants of individuals. Simultaneously, it provides students with the practical application of theoretical content developed in the classroom, strengthening technical, ethical, and communicational skills. This study aimed to characterize the profile of the population impacted by the curricularization of extension activities carried out by undergraduate students in pharmacy and nursing, during the 1st and 3rd Senac Meetings on Extension Activities: Analysis of Health Situations and Equipment, held on June 17, 2023, and June 8, 2024, respectively, at the Senac University Center, Tiradentes unit. By analyzing these experiences, the study sought to contribute to the understanding of the role of curricularization of extension as a formative strategy and instrument of social transformation within higher education in health.
Keywords: Health Education, Pharmacist, Nurse, HIV/AIDS

1. INTRODUÇÃO

A educação de Ensino Superior apresenta-se como o mais elevado nível de formação, promovendo avanços para sociedade na área cultural, científica e formando indivíduos com pensamento crítico e reflexivo. (BRASIL,1996)

Para o aprimoramento desta formação, em 2018, a Resolução n.07 de 18 de dezembro, determinou a integração da Curricularização da Extensão ao Projeto Pedagógico do Curso considerando a indissociabilidade do ensino e da pesquisa junto à comunidade. (BRASIL, 2018)

Durante o processo de ensino aprendizagem, observa-se a partir da pirâmide de William Glasser, que a capacidade de aprender determinado tema está na ordem de 70% quando há discussão, 80% quando é executado e 95% quando este tema e ensinado a outros. Em uma perspectiva, as metodologias ativas de ensino aprendizagem, se tornam agentes promotores esse processo por excelência. (CAROTENUTO; PEREIRA, 2020)

As metodologias ativas de ensino aprendizagem são estratégias que propõe ao aluno o protagonismo do processo, que de forma participativa e autônomo, se torna o agente principal do seu desenvolvimento. Nesse sentido as estratégias ativas baseadas em projetos e resolução de problemas ganham destaque ao promover desafios atribuídos à sua profissão. (Leite et al., 2021)

Em relação a projetos de extensão na saúde, realizados por estudantes de medicina, observou-se que os alunos aprimoraram suas competências ao buscar formas adequadas para difusão de conhecimentos à população. (ASSIS et al., 2023)

A Educação em Saúde é definida como processo educativo de construção de conhecimentos em saúde que visa à apropriação temática pela população. Também pode ser descrita como conjunto de práticas do setor que contribui para aumentar a autonomia das pessoas no seu cuidado e no debate com os profissionais e os gestores a fim de alcançar uma atenção de saúde de acordo com suas necessidades (BRASIL, 2006)

No que diz respeito a formação em saúde, a realização de projetos de curricularização da extensão como foco em Educação em Saúde à comunidade do entorno da Instituição de Ensino Superior se torna uma oportunidade excepcional para mudança nos aspectos biopsicossocial dos indivíduos, colocando em prática os conteúdos teóricos adquiridos pelos alunos ao longo da sua formação. (CRUZ; GOMES, 2019)

O Centro Universitário Senac, unidade Tiradentes, localizado na Avenida Tiradentes, especializada em saúde, situada no centro de São Paulo, entre os bairros da Luz e Bom Retiro, (SENAC, 2023) encontra-se em um território de saúde com a presença de população em vulnerabilidade e desigualdade social que podem se beneficiar de ações de Educação em Saúde advindas de projetos de curricularização da extensão.

A partir deste cenário, a execução de projetos de curricularização de extensão, pode impactar a comunidade do entorno da Instituição de Ensino Superior, bem como aprimorar a formação dos alunos ao serem expostos às situações reais. Desta forma, o objetivo do estudo é caracterizar o perfil da população impactada pela curricularização da extensão realizado por alunos do bacharelado em farmácia e enfermagem no 1º e 3º encontro Senac de ações extensionistas: análises de situações e equipamentos de saúde, realizado em 17 de junho de 2023 e 8 de junho de 2024 no Centro Universitário Senac, unidade Tiradentes.

2. METODOLOGIA

Trata-se de um estudo descritivo, de abordagem quantitativa, realizado durante o 1º e o 3º Encontro Senac de Ações Extensionistas: análises de situações e equipamentos de saúde, ocorridos em 17 de junho de 2023 e 8 de junho de 2024, respectivamente, no Centro Universitário Senac, unidade Tiradentes, localizado no município de São Paulo.

Os encontros constituíram a etapa final dos projetos de curricularização da extensão desenvolvidos por estudantes dos cursos de bacharelado em farmácia e enfermagem ao longo de seus respectivos semestres letivos. Durante o período de execução dos projetos, os estudantes foram responsáveis por selecionar uma população específica acometida por determinada condição de saúde ou situação de vulnerabilidade social e, a partir dessa definição, realizar o mapeamento dos equipamentos existentes no território do entorno institucional.

O levantamento territorial contemplou a identificação de equipamentos sociais, culturais, religiosos, educacionais e de saúde, incluindo informações referentes à localização, contatos telefônicos, horários de funcionamento, público-alvo, custos de acesso e condições de acessibilidade.

Para a socialização dos resultados, cada grupo de estudantes foi alocado em uma sala de aula, assumindo a responsabilidade pela organização do espaço, elaboração de materiais ilustrativos e definição das estratégias de apresentação das informações aos participantes do evento. Paralelamente, foi aplicado um instrumento estruturado do perfil “pesquisa de opinião” sem identificação junto ao público visitante que acessou as salas, com o objetivo de caracterizar o perfil dos participantes em relação ao sexo, idade, local de moradia, relação com a instituição de ensino e conhecimento prévio de equipamentos do território.

Os dados coletados foram organizados em planilhas eletrônicas no Microsoft Excel® e posteriormente analisados por meio do software Statistical Package for the Social Sciences (SPSS), versão 20.0, sendo empregadas estatísticas descritivas para caracterização da população participante.

3. RESULTADOS E DISCUSSÕES OU ANÁLISE DOS DADOS

No 1º e no 3º Encontro Senac de Ações Extensionistas: análises de situações e equipamentos de saúde, realizados em 17 de junho de 2023 e 08 de junho de 2024, no Centro Universitário Senac, unidade Tiradentes, participaram 77 e 156 indivíduos respectivamente em cada ano. Observou-se predominância do sexo feminino (76%), com idade média de 34,8 anos, variando entre 18,0 e 64,7 anos.

Quanto à vinculação com a instituição de ensino, verificou-se que 70% dos participantes eram estudantes, enquanto apenas 1,0% correspondiam a moradores do entorno e 6% a profissionais de saúde atuantes na região próxima ao centro universitário. Em relação à procedência geográfica, 32% dos participantes relataram residir na zona leste do município de São Paulo.

Gráfico 1: Distribuição em relação ao sexo dos participantes do 1º e 3º encontro Senac de ações extensionistas: análises de situações e equipamentos de saúde, realizado em 17 de junho de 2023 e 8 de junho de 2024 no Centro Universitário Senac, unidade Tiradentes
Gráfico 2: Caracterização dos participantes do 1º e 3º encontro Senac de ações extensionistas: análises de situações e equipamentos de saúde, realizado em 17 de junho de 2023 e 8 de junho de 2024 no Centro Universitário Senac, unidade Tiradentes
Gráfico 3: Região de moradia dos participantes do 1º e 3º encontro Senac de ações extensionistas: análises de situações e equipamentos de saúde, realizado em 17 de junho de 2023 e 8 de junho de 2024 no Centro Universitário Senac, unidade Tiradentes.

A análise dos resultados obtidos nos 1º e 3º encontros de ações extensionistas evidencia uma tensão clássica — e quase filosófica — entre a potência formativa da extensão universitária e sua efetiva capilaridade social. De um lado, observa-se forte participação discente, o que confirma a extensão como espaço privilegiado de aprendizagem significativa. De outro, verifica-se reduzida adesão de moradores e profissionais de saúde do território, indicando impacto regional ainda limitado quando comparado ao potencial descrito na literatura e na própria fundamentação teórica do projeto (GADOTTI, 2017; SARAIVA, 2007).

Os dados demonstram que 70% dos participantes eram alunos, enquanto apenas 1% correspondia a moradores do entorno e 6% a profissionais de saúde. Tal distribuição sugere que o evento operou predominantemente como estratégia pedagógica interna, com menor alcance comunitário. Esse achado contrasta com a concepção de educação em saúde apresentada, que a define como processo de construção coletiva de conhecimentos capaz de ampliar autonomia e promover transformação social. (BRASIL, 2006; GADOTTI, 2017). Em termos claros e objetivos, a extensão deveria funcionar como ponte bidirecional entre universidade e território; entretanto, os resultados indicam uma ponte ainda mais percorrida de dentro para fora do que o inverso (SILVA; PEREIRA, 2024).

A baixa participação da comunidade pode ser interpretada à luz de múltiplos determinantes. Barreiras estruturais, como divulgação insuficiente, horários pouco acessíveis, distância territorial ou desconhecimento da população sobre a finalidade do evento, são hipóteses plausíveis. Além disso, populações em vulnerabilidade social frequentemente enfrentam prioridades imediatas de sobrevivência que competem com atividades educativas em saúde. Assim, o reduzido comparecimento não necessariamente reflete desinteresse, mas possivelmente limitações concretas de acesso e engajamento (JS; SAHAYARAJ; MEENA, 2025).

Sob perspectiva crítica, esse resultado tensiona a expectativa de que projetos de curricularização da extensão seriam capazes de promover mudanças biopsicossociais significativas na comunidade. A discrepância entre expectativa teórica e impacto observado sugere necessidade de reconfiguração das estratégias extensionistas, com maior integração aos serviços de saúde locais, lideranças comunitárias e equipamentos sociais previamente mapeados pelos próprios estudantes. Em outras palavras, conhecer o território não garante, por si só, mobilizá-lo (YUFE, 2025).

Entretanto, reduzir a análise ao baixo impacto regional seria inadequado e incompleto. A expressiva participação discente revela dimensão igualmente relevante: a consolidação da extensão como dispositivo pedagógico potente. A predominância de estudantes, indica que o evento funcionou como espaço de aprendizagem ativa, coerente com metodologias baseadas em projeto e aprendizagem experiencial descritas na literatura educacional (SARAIVA, 2007). Ao discutir, executar e ensinar conteúdos à população visitante, os estudantes aproximam-se dos níveis mais elevados de aprendizagem significativa, reforçando competências comunicacionais, clínicas e sociais essenciais à formação em saúde (GADOTTI, 2017).

Esse aspecto formativo possui valor estratégico. Mesmo que o alcance comunitário direto tenha sido restrito, a capacitação de futuros profissionais pode produzir efeitos indiretos mais duradouros no sistema de saúde. Cada estudante sensibilizado para a realidade territorial torna-se potencial agente multiplicador em diferentes cenários assistenciais, ampliando o impacto social da extensão ao longo do tempo (JS; SAHAYARAJ; MEENA, 2025).

Há ainda um elemento sócio pedagógico digno de destaque: a participação de alunos de outros cursos amplia a democratização do processo formativo e favorece circulação de saberes entre diferentes níveis de formação em saúde. Esse movimento dialoga com princípios de interprofissionalidade e educação permanente, sugerindo que a extensão pode atuar como espaço de integração vertical do ensino, conectando formação técnica, graduação e comunidade (GADOTTI, 2017; YUFE, 2025).

Do ponto de vista metodológico, os achados também convidam à reflexão sobre indicadores de sucesso em projetos extensionistas. Métricas quantitativas de público alcançado são importantes, mas insuficientes para capturar transformações qualitativas, como desenvolvimento de competências, fortalecimento de vínculos institucionais ou produção de conhecimento sobre o território. Avaliações ampliadas, com seguimento longitudinal e articulação comunitária, são recomendadas na literatura contemporânea sobre engajamento universidade-sociedade (YUFE, 2025; JS; SAHAYARAJ; MEENA, 2025).

Em síntese, os encontros analisados revelam cenário paradoxal: forte êxito pedagógico coexistindo com impacto comunitário ainda incipiente. Esse paradoxo não invalida a proposta extensionista; pelo contrário, oferece pistas concretas para seu aprimoramento. Estratégias de cocriação com a comunidade, descentralização das ações para dentro do território e articulação com a atenção primária podem ampliar significativamente o alcance futuro (SARAIVA, 2007; YUFE, 2025).

A ciência avança justamente nesses atritos entre teoria e realidade. Quando a prática não confirma plenamente a promessa conceitual, surge oportunidade de refinamento metodológico e inovação social. Nesse sentido, os resultados não representam fracasso, mas estágio evolutivo de um processo formativo-comunitário ainda em construção — um laboratório vivo onde educação, território e cuidado aprendem progressivamente a dialogar (GADOTTI, 2017).

4. CONCLUSÃO/CONSIDERAÇÕES FINAIS

A análise dos encontros extensionistas evidenciou que a curricularização da extensão constitui estratégia pedagógica relevante para a formação em saúde, ao favorecer aprendizagem ativa, desenvolvimento de competências comunicacionais e aproximação com a realidade territorial. Observou-se, contudo, que a predominância de participação discente e a baixa adesão da comunidade indicam alcance social ainda restrito, sugerindo a necessidade de fortalecimento de vínculos com serviços locais, lideranças comunitárias e estratégias de divulgação mais inclusivas. Esse contraste entre potência formativa e impacto comunitário limitado não invalida a proposta extensionista, mas aponta caminhos para seu aprimoramento metodológico e institucional.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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CRUZ, D. M.; GOMES, A. C. F. Metodologia ativa baseada em projeto (ABPj) no ensino de engenharia: relato de experiência na disciplina de Sistemas de Controle I no Instituto de Engenharia da UFMT. Research, Society and Development, v. 8, n. 2, e3882732, 2019.

GADOTTI, M. Extensão universitária: sentidos e perspectivas. Rio de Janeiro: EBA/UFRJ, 2017.

JS, S.; SAHAYARAJ, R.; C. J., B.; MEENA, B. P. Pathways to Sustainable Development Goals: a report of community engagement programme 2025. 2025. DOI: https://doi.org/10.2139/ssrn.5200202. Disponível em: https://ssrn.com/abstract=5200202. Acesso em: 16 fev. 2026.

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SARAIVA, J.L. Papel da extensão universitária na formação de estudantes e professores. Brasília méd, p. 225-233, 2007.

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YUFE. Young Universities for the Future of Europe. Report on university-community collaboration. 2025.


1 Docente Curso Superior Bacharelado em Farmácia e Enfermagem; Centro Universitário Senac, unidade Tiradentes – São Paulo. E-mail: [email protected]

2 Docente Curso Superior Tecnologia em Radiologia; Centro Universitário Senac, unidade Tiradentes– São Paulo. E-mail: [email protected]