REGISTRO DOI: 10.70773/revistatopicos/778866185
RESUMO
A definição de Lesões por Pressão (LPP) refere-se a áreas de danos teciduais causados pela compressão da pele contra proeminências ósseas, particularmente os ossos sacro, trocânter e ísquio, devido à longa duração da superfície de contato. Isso afeta o fornecimento de sangue e nutrientes para o tecido, resultando em insuficiência vascular, anóxia tecidual e morte das células. Tem como objetivo mostram a atuação do enfermeiro na prevenção de lesões por pressão em paciente com esses necessidades. Metodologia: O presente estudo se trata de uma pesquisa bibliográfica do tipo revisão integrativa da literatura. Resultados: Para a estratégia de busca utilizou-se os seguintes descritores (assistência de enfermagem) and (prevenção) and (lesão por pressão), nas bases de dados proposta na metodologia, onde os estudos analisados foram inseridos no rol dessa pesquisa, onde por fim foram totalizados sete (07) estudos para a composição da amostra deste trabalho. Considerações Finais: Neste contexto, as ações de gerenciamento e cuidado do enfermeiro está associada a realização da assistência de forma sistemática. Em síntese, este estudo evidenciou que a atuação do enfermeiro é fundamental na prevenção das Lesões por Pressão, destacando-se pela implementação da assistência de enfermagem sistematizada, baseada em evidências científicas e voltada às necessidades individuais de cada paciente. A análise dos estudos selecionados reforça que os cuidados adequados, como a avaliação contínua do risco, a mudança de decúbito e o uso de recursos apropriados, são essenciais para a prevenção da lesão por pressão. Assim, conclui-se que o enfermeiro desempenha um papel indispensável tanto na prevenção quanto na identificação precoce e no controle da progressão dessas lesões, contribuindo diretamente para a qualidade da assistência e a segurança do paciente.
Palavras-chave: Assistência de Enfermagem; Cuidados; Prevenção; Lesão por pressão.
ABSTRACT
The definition of Pressure Injuries (PI) refers to areas of tissue damage caused by the compression of the skin against bony prominences, particularly the sacral, trochanter, and ischial bones, due to prolonged contact with a surface. This affects the supply of blood and nutrients to the tissue, resulting in vascular insufficiency, tissue anoxia, and cell death. Its aim is to show the role of the nurse in preventing pressure injuries in patients with these needs. Methodology: The present study is a bibliographic research of the integrative literature review type. Results: For the search strategy, the following descriptors were used (nursing care) and (prevention) and (pressure injury), in the databases proposed in the methodology, where the analyzed studies were included in the scope of this research, and finally, seven (07) studies were totaled for the composition of the sample of this work. Final Considerations: In this context, the management and care actions of the nurse are associated with the provision of care in a systematic manner. The main nursing contributions for the prevention of pressure injuries and its role in preventing the progression of the injury consist of changing the patient's position every two hours, using varied air mattresses, alternating air, communication among the care team, knowledge about technological coverings, and the development of protocols for standardizing techniques for local decompression, pressure control, moisture, and skin temperature, and constant assessment of skin integrity. In summary, this study demonstrated that the nurse's role is fundamental in the prevention of pressure injuries, standing out for the implementation of systematized nursing care, based on scientific evidence and focused on the individual needs of each patient. The analysis of the selected studies reinforces that adequate care, such as continuous risk assessment, repositioning, and the use of appropriate resources, are essential for the prevention of pressure injuries. Thus, it is concluded that the nurse plays an indispensable role in both the prevention and early identification and control of the progression of these injuries, contributing directly to the quality of care and patient safety.
Keywords: Nursing care; Care; Prevention; Pressure injury.
1. INTRODUÇÃO
A definição de Lesões por Pressão (LPP) refere-se a áreas de danos teciduais causados pela compressão da pele contra proeminências ósseas, particularmente os ossos sacro, trocânter e ísquio, devido à longa duração da superfície de contato. Isso afeta o fornecimento de sangue e nutrientes para o tecido, resultando em insuficiência vascular, anóxia tecidual e morte das células (ALMEIDA; COSTA; RIBEIRO et al., 2020).
Portanto, pacientes com imobilidade física no leito, alterações sensoriais, mudanças na circulação periférica, nutrição insuficiente, imunossuprimidos ou idosos apresentam um risco elevado de desenvolverem LPP (Lesão Por Pressão). Sob essa ótica, a lesão por pressão tem se tornado um grave problema de saúde pública, especialmente em pacientes idosos hospitalizados ou em tratamento domiciliar. Isso complica o tratamento, é prolongado e dispendioso, reforçando a ideia da prevenção (FEITOSA; SILVA; PEREIRA et al., 2020).
As taxas variadas de lesão por pressão decorrente de uma posição cirúrgica alcançam 13% nos Estados Unidos (3) e no Brasil apresentam variações de 10,1%, (4), 21,7% (5) e 77%. O tratamento das lesões por pressão dos clientes está associado a custos elevados. Pois quanto mais grave a condição, maior o custo do tratamento, com um valor médio de US$ 11,9 para os estágios 2, 3 e 4 e lesão não classificável (BUSO; FERREIRA; FELIX et al., 2021).
Dessa forma, as LPP’s se tornam uma questão de saúde pública extremamente complexa, multifacetada e custosa. Podendo gerar sintomas físicos e/ou emocionais, ter impacto na morbidade e mortalidade e está ligada a uma série de fatores contribuintes ou ainda pouco claros. É definida como uma lesão que ocorre no corpo e/ou tecidos próximos, geralmente em uma proeminência óssea, como resultado de pressão ou uma combinação destas e forças de torção, e está ligada a uma série de fatores contribuintes ou confusão. O planejamento do cuidado do paciente com LPP ocorre em muitas complexidades relacionadas à assistência, e é crucial que o enfermeiro, enquanto líder do equipamento, esteja devidamente treinado para atender a essa necessidade (ROCHA; GORLA; JORGE et al., 2021).
Conforme Santos et al. (2021) é crucial avaliar o risco de desenvolvimento dessas lesões para realizar o planejamento e implementar políticas de prevenção e tratamento de lesões por pressão. Para estabelecer medidas terapêuticas e aprimorar nossos cuidados, o registro e as características da lesão são essenciais para o monitoramento adequado dos cuidados realizados. Para Feitosa et al. (2020) a prevenção das LPP pode ser realizada através da implementação de práticas de assistência, educação direcionada à equipe de enfermagem e ao cuidador familiar, com estratégias voltadas para a continuidade do cuidado no âmbito domiciliar. Isso reforça a necessidade de um aprendizado e aplicação prática mais eficaz por parte dos enfermeiros. Nesse contexto, o enfermeiro, enquanto profissional de saúde dedicado ao cuidado do paciente internado, precisa elaborar estratégias de cuidados apropriadas que promovam a saúde, a adesão ao tratamento e incentivem a equipe de enfermagem aoferecer um atendimento humanizado.
Nesse sentido, historicamente, agências internacionais têm auxiliado no desenvolvimento, consolidação e revisão de diretrizes com recomendações baseadas nas melhores evidências disponíveis. Elas também apoiam profissionais na tomada de decisões e na implementação de políticas para prevenir e tratar lesões por pressão, bem como na criação de protocolos institucionais. Entre elas, destacam-se as ações do National Pressure Injury Advisory Panel (NPIAP) (SANTOS; ALVES; SOUSA; CALASANS, 2021).
Assim, este estudo apresentou o objetivo de discutir o desempenho do enfermeiro na prevenção de lesões por pressão. Visto que a implementação de cuidados e prescrições de enfermagem, quando realizados de forma sistemática e direcionada pelo profissional enfermeiro, contribui significativamente para a prevenção de lesões por pressão e para a melhoria do quadro clínico de pacientes hospitalizados.
2. REVISÃO DA LITERATURA
2.1. Conceito e Classificações das Lpp’s
De acordo com o Painel Consultivo Europeu de Úlceras por Pressão, o Painel Consultivo Nacional de Lesões por Pressão e a Aliança Pan-Pacífico de Lesões por Pressão (EPUAP/NPIAP/PPPIA)2, a LP é uma lesão traumática que resulta de pressão prolongada no corpo ou está ligada a uma perda de proeminência corporal ou física. Essas lesões são avaliadas em etapas, indicando a extensão do dano tecidual; eles são os estágios 1, 2, 3, 4, 5 e 6; eles não são classificáveis; eles são profundamente tecidos e relacionados a dispositivos médicos e membranas mucosas (ARAÚJO; PEREIRA; PAULA et al., 2022).
A lesão em estágio 1 mantém pele íntegra com eritema que não embranquece quanto comprimida, a perda da pele em sua espessura parcial com exposição da derme encontra-se no estágio 2 e estágio 3 é a perda da pele em sua espessura total, estágio 4 é a perda da pele em sua espessura total e perda tissular. Lesões por pressão ainda pode ser classificada da seguinte forma: lesão por pressão não classificável é a perda da espessura dos tecidos, na qual a base da úlcera está coberta por tecido desvitalizado (amarelo, necrótico, cinzentos) no leito da ferida; LPP tissular profunda é uma área vermelha escura ou púrpura localizada em pele intacta deslocada ou flitena como sangue, provocado por danos no tecido mole subjacente resultante (SOUZA; SANTOS; CARVALHO et al., 2021).
As LPP’s são consideradas um dos principais eventos adversos (EA’s) relacionados à assistência aos serviços de saúde, decorrentes da internação de longa duração de pacientes e pacientes, e estão ligados a fatores de risco e condições clínicas. Elas causam danos físicos e emocionais ao paciente, um período de recuperação prolongado, infecções, declínio na qualidade de vida, altos custos de tratamento, bem como sepse e morte (JESUS; PIRES; BIONDO; MATOS, 2020).
O desenvolvimento de LP ocorre quando a área afetada sofre morte celular, resultando no tecido da toupeira sendo composto por uma superfície rígida e uma proeminência óssea por um longo período de tempo. De acordo com pesquisadores da área, atualmente existem vários termos usados para descrevê-lo: escara, úlcera de decúbito, úlcera de compressão ou ferida de pressão, e o mais recente, úlcera por pressão. No entanto, a palavra "lesão por pressão" é mais apropriada porque, etiologicamente, essas lesões nem sempre apresentam ruptura tecidual ou ulceração (CHUNG; WIDDEL; KIRCHHOFF et al., 2022).
Em relação aos fatores intrínsecos ao paciente, estes incluem idade avançada, mobilidade reduzida ou ausente, alteração do nível de consciência (sedação), alteração do estado nutricional, anemia, edema, vasoconstrição de medicamentos, vasculopatias, incontinência fecal e urinária e muito mais. Quando se trata de fatores ambientais externos, os mais importantes são: limpeza, deficiências de higiene, lençol cisalhamento, uso inadequado de instrumentos, ondas e cateteres, uso inadequado de agentes físicos e químicos, tipos de colchões, consentimento inadequado e falta de decúbito (ROCHA; FALCONE; PONTES; ROCHA, 2020).
Os locais onde a LPP é mais comumente encontrada são: joelhos, tornozelos, calcâneos, cotovelos, espinha dorsal, região occipital, orelhas, sacrais, trocantéricas, isquiáticas e ilíacas. Esses tratamentos levam a complicações adicionais, como comprometimento da autoimagem e autoestima dos pacientes, sofrimento, aumento do índice de morbidade, prolongamento do tempo de internação, custos de assistência ao paciente e um ônus financeiro significativo para os serviços de (MELO; BUENO; ROSSETTO et al., 2023).
2.2. Lesões por Pressão em Ambiente Intrahospitalar
É sabido que muitos pacientes hospitalizados são acometidos de lesões por pressão. Entre 2019 e 2020, o número de lesões sob pressão aumentou em termos de notificação como evento adverso. Este foi o segundo evento adverso a ser relatado em ambiente hospitalar no Brasil por dois anos consecutivos. E em janeiro e dezembro de 2021, no Brasil e no estado do
Rio Grande do Sul, a notificação de lesão induzida por pressão foi o principal evento adverso notificado. Isso mostra que, com o passar dos anos, as lesões por pressão tornaram-se um evento significativo para a assistência à saúde (BRASIL, 2021).
A presença de LPP’s em ambientes hospitalares é um fator preocupante tanto para as autoridades sanitárias quanto para os profissionais médicos, principalmente para a equipe de enfermagem, que dedicam a maior parte do tempo ao atendimento direto ao paciente (ARAÚJO; PEREIRA; PAULA et al., 2022).
O tempo de internação de pacientes com essas condições aumenta o tempo de internação hospitalar e os coloca em risco de complicações secundárias, como depressão, autoestima, autoimagem e problemas de autoestima, além de maiores taxas de morbidade. Assim, o imposto de LP derivado institucionalmente pode ser usado como um indicador da qualidade do cuidado prestado pela equipe multidisciplinar de saúde e, principalmente, pelo enfermeiro responsável pelos cuidados posteriores do paciente (JÚNIOR; LIMA; BRANDÃO et al., 2024).
No estado de Minas Gerais, um estudo realizado em uma unidade de cuidados paliativos determinou o custo total anual do tratamento da LP, que chegou a cerca de R$ 445.664,38. O estudo constatou que o surgimento dessas lesões está intimamente ligado ao uso inadequado de materiais, o que gera preocupação tanto para as autoridades sanitárias quanto para a equipe de enfermagem. Programas de atenção à saúde que enfocam a prevenção e o tratamento adequado de doenças no ambiente hospitalar têm ajudado a reduzir o número de incidentes, concentrando-se nas especificidades clínicas de cada paciente (MAGALHÃES; SILVA; LIMAet al., 2024). Nesse cenário, existem fatores intrínsecos e extrínsecos que levam o surgimento da PL.
Esses fatores estão ligados ao paciente (mobilidade, nível de consciência, vasoconstrição, anemia, vasculopatia, incontinência fecal e urinária, nutrição e edema) e ao ambiente (condições anti-higiênicas, má tomada de decisão, fixação inadequada de dispositivos médicos, falta de higiene, lençol cisalhamento, produtos físicos/químicos, colchões e assentos inadequados). Diante desse cenário, é importante ressaltar o papel da equipe de enfermagem na prestação de cuidados integrais aos pacientes por meio da avaliação do paciente e do tratamento adequado para prevenir as LPP’s (JESUS; MATHEUS; SILVA et al., 2023).
2.3. Cuidados de Enfermagem na Prevenção de Lpp Intrahospitalar
A equipe de enfermagem, por sua proximidade com os pacientes e sua consistente pedagogia em seu currículo, é de extrema importância para a meta de excelência na assistência voltada para a prevenção, avaliação e classificação de lesões. Eles também são um grande aliado na prevenção de LPs. Por outro lado, estudos revelaram falta de conhecimento por parte da equipe de saúde sobre a temática dos LPs (ADRIANI; PAGGIARO; FERREIRA; CARVALHO, 2019).
No contexto da assistência, a prevenção da LPP necessita de uma abordagem holística do profissional de enfermagem, que se inicia desde a admissão do paciente no serviço, identificando os fatores de risco e adotando medidas apropriadas, envolvendo toda equipe de enfermagem e os cuidadores. Diante disso, o envolvimento do profissional enfermeiro é fundamental para a implementação de novas estratégias de cuidado e, consequentemente, para a manutenção de uma relação mais próxima com os pacientes, possibilitando-lhes compreender e desenvolver uma abordagem de cuidado ético baseada em técnicas e habilidades enraizadas na cultura de segurança (MACÊDO; SANTOS; MESQUITA et al., 2023).
A resolução nº 567/2018 do Conselho Federal de Enfermagem (COFEN) rege a atuação dos profissionais de enfermagem ao recomendar o protagonismo no cuidado ao paciente com deficiência física. Portanto, é necessário desenvolver tecnologias que contribuam positivamente para a assistência, como ferramentas especificamente projetadas para a avaliação e monitoramento de lesões cutâneas (MOLA; DÓRIA; AGUIRRE et al., 2023).
Para o autor Furtado e Kunkz (2022) as escalas de avaliação de risco mais conhecidas e amplamente utilizadas para lesões induzidas por pressão são Norton, Gosnell, Wartelow e Braden, sendo esta última a mais utilizadas entre adultos e estudantes no Brasil. O uso de uma escala de avaliação de risco em uma unidade de terapia intensiva é fundamentalmente relevante, uma vez que os fatores de risco, bem como as medidas preventivas, são identificados pelo mesmo método.
Ao avaliar o risco de um paciente desenvolver PL, vários fatores de risco conhecidos devem ser levados em consideração. Existem ferramentas específicas e cientificamente validadas para apoiar essa avaliação, como a Escala de Braden. O paciente é categorizado em baixo, moderado ou alto risco com base na pontuação obtida nas seguintes subescalas: percepção sensorial, saúde, atividade, mobilidade, nutrição e cisalhamento/fricção (LIMA; ARAGÃO; SANTOS et al., 2020).
Devido à sua importância em relação aos indicadores de qualidade da assistência e dos serviços de saúde, a assistência de enfermagem baseada na identificação de pacientes na prevenção de lesões relacionadas à pressão tem sido priorizada (FURTADO; KUNZ, 2022).
3. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
3.1. Tipo do Estudo
O presente estudo se trata de uma pesquisa bibliográfica do tipo revisão integrativa da literatura. Esse tipo método de estudo busca sintetizar e analisar o conhecimento científico sobre determinado assunto disponível na literatura científica acerca do tema desta pesquisa.
3.2. Local de Realização da Busca dos Estudos
Para as buscas nos meus eletrônicos, serão utilizado um quadro que organiza e agrupa as bases de dados com seus respectivos descritores e artigos selecionados (Quadro 01).
Para a localização dos estudos relevantes, que respondessem à pergunta de pesquisa, serão utilizados de descritores indexados e não indexados (palavras-chave) com os conectivos dos Operadores Booleanos, nos idiomas português, inglês e espanhol, com os quais são: Nursin Care AND Bedridden Persons AND Prevention AND Pressure Ulcer.
Quadro 01 – Estratégias de busca utilizadas nas bases de dados nos idiomas português, inglês e espanhol – Imperatriz, MA, Brasil, 2025.
BASES DE DADOS | ESTRATÉGIA DE BUSCA | ||
PORTUGUÊS | INGLÊS | ESPANHOL | |
PUB MED | “Atuação de enfermagem OR Assistência de enfermagem AND Prevenção AND Lesão por Pressão”. ” | “Nursin care AND Prevention AND a” | “Atención de Enfermería AND Úlcera por Presión AND Úlcera por Presión” |
BVS | “Atuação de enfermagem OR Assistência de enfermagem AND Prevenção AND Lesão por Pressão”. | “Nursin care AND Prevention AND Pressure Ulcer” | “Atención de Enfermería AND Úlcera por Presión AND Úlcera por Presión” |
SCIELO | “Atuação de enfermagem OR Assistência de enfermagem AND Prevenção AND Lesão por Pressão”. | “Nursin care AND Prevention AND Pressure Ulcer” | “Atención de Enfermería AND Úlcera por Presión AND Úlcera por Presión” |
Fonte: Elaboração do autor (2025).
3.3. Estratégias de Busca
Serão extraídos do tema desta pesquisa termos de busca, o determinou a construção da estratégia PICo, que representa um acrônimo para Paciente (P), Interesse (I) e Contexto (Co) (Tabela 01).
Tabela 01 – Estratégia PICO.
Paciente (P) | Paciente acamado. |
Interesse (I) | Assistência de enfermagem. |
Contexto (Co) | Prevenção de LPP’s. |
Fonte: Elaboração própria (2025).
Quais evidências científicas mostram a atuação do enfermeiro na prevenção de lesões por pressão em paciente em condição de acamado?
3.4. Critérios de Inclusão e Exclusão
Como critérios de inclusão serão utilizados estudos de ensaio clínico randomizados e estudos experimentais em sua totalidade, publicados nos últimos cinco anos, de 2020 até o ano vigente, nos idiomas Português, Espanhol e Inglês. Serão excluídos do escopo deste estudo, capítulos de livros, resumos, textos incompletos, teses, monografias, estudos de revisão, relatos técnicos e publicação que não artigos científicos completos.
3.5. Coleta e Organização dos Dados
A partir da determinação das bases para a busca dos estudos, os artigos coletados serão analisados primariamente conforme os critérios de inclusão e exclusão, onde os estudos duplicados e que não atendem a questão desta pesquisa serão descartados.
Para a análise e seleção dos estudos foi realizada em duas fases, sendo que: Na primeira, os estudos foram pré-selecionados segundo os critérios de inclusão e exclusão e de acordo com a estratégia de funcionamento e busca de cada base de dados.
Nas bases de dados, serão aplicadas as expressões de busca para cada base com a combinação dos descritores supracitados. Os estudos serão coletados limitando a busca para artigos com texto completo, realizado com humanos, dentro do recorte temporal deste estudo, nos idiomas inglês, português e espanhol e dos últimos cinco anos, para se obter os estudos, que serão analisados.
3.6. Apresentação e Análise dos Dados
Nesta fase, serão analisadas as informações coletadas nos artigos científicos, e serão criadas categorias analíticas para ajudar a organizar e resumir cada estudo.
Na segunda fase os estudos foram analisados quanto ao potencial de participação no estudo, avaliando o atendimento à questão de pesquisa, bem como o tipo de investigação, objetivos, amostra, método, desfechos, resultados e conclusão, resultando na amostra de estudos dessa pesquisa, onde os estudos condizentes serão adicionados ao estudo.
Essas classificações serão realizadas de forma descritiva, destacando os dados mais pertinentes ao estudo e organizando-os em um quadro sinóptico que conterá ordem dos estudos, tema, autores/ano e principais resultados encontrados.
4. RESULTADOS
A busca dos estudos foi realizada nas seguintes bases de dados eletrônicas: PubMed , Biblioteca Virtual de Saúde e SciELO, que totalizando 326 publicações identificadas. Especificamente, foram encontrados 78 artigos na base SciELO, na base de dados BVS, foram encontrados 135 e 113 na PubMed. Quando submetidos a Rayyan, foi realizada a primeira etapa de triagem, com a identificação e exclusão de 18 artigos duplicados, resultando em 308 publicações para leitura de título e resumo.
Nessa etapa, foram excluídos 276 estudos por não atenderem aos critérios de elegibilidade previamente definidos. Com isso, 32 artigos seguiram para leitura na íntegra. Após a análise completa desses textos, 22 foram excluídos por não apresentarem aderência aos objetivos do estudo e 3 foram desconsiderados por não responderem diretamente ao objeto de pesquisa. Ao final do processo, 7 artigos foram considerados elegíveis e incluídos na revisão integrativa. Todo o processo de seleção e exclusão dos estudos foi estruturado com base nas diretrizes do modelo PRISMA (PAGE et al., 2021), conforme Figura 1.
Figura 1: Fluxograma de seleção dos artigos incluídos.
Para a estratégia de busca utilizou-se os seguintes descritores (assistência de enfermagem) and (prevenção) and (lesão por pressão), nas bases de dados proposta na metodologia, onde os estudos analisados foram inseridos no rol dessa pesquisa, onde por fim foram totalizados sete (07) estudos para a composição da amostra deste trabalho. Conforme o quadro 2 abaixo.
Quadro 2: Quadro sinóptico com a distribuição e organização dos artigos selecionados considerando ano, autor(es), país, população e/ou amostra, objetivo e principais achados.
AUTOR ANO | PAÍS | POPULAÇÃO E/OU AMOSTRA | OBJETIVO | PRINCIPAIS ACHADOS |
(A1) HUANG et al., 2023. | China | Os resultados abrangeram principalmente 12 artigos, incluindo três ensaios clínicos randomizados, três revisões sistemáticas, três diretrizes baseadas em evidências e três resumos de evidências. Compreendidos dentro do período de 2000 a 2022. | Resumir as melhores evidências para a prevenção e controle da úlcera por pressão na superfície de suporte com base no local e estágio da úlcera por pressão, a fim de reduzir a incidência de úlcera por pressão e melhorar a qualidade do atendimento. | As melhores evidências resumidas incluíram um total de 19 recomendações em três áreas: avaliação da seleção do tipo de superfície de apoio, uso de superfícies de suporte e gerenciamento de equipe e controle de qualidade. (1) Avaliação de superfícies de apoio em decúbito ventral. (2) O grau de mobilidade e restrição de atividade. (3) a necessidade de microambiente controlado e redução de cisalhamento. (4) O tamanho e peso corporal do paciente. (5) O número, gravidade e localização das lesões por pressão existentes e o risco de novas lesões por pressão. (6) início agudo de doença, doença grave, diabetes, cirurgia de grande porte ou lesão da medula espinhal. (7) Conforto e satisfação do paciente, condições econômicas e investimento de custos. 2 Avaliação de superfícies de apoio assentadas. (8) Tipo de corpo e físico (9) O efeito da postura e deformidade na redistribuição de pressão (10) Necessidades de atividade e estilo de vida 16 3 Avaliação da superfície de apoio do calcanhar (satisfazendo qualquer uma das seguintes condições). (11) Pontuação de Braden ≤13 ou subentrada com atividade e/ou mobilidade; (12) Perda de mobilidade dos membros inferiores, incapacidade de levantar as pernas, força muscular abaixo do grau 3 (13) Presença de úlcera por pressão no calcanhar |
Fonte: Elaboração própria. (Continua...)
Quadro 2: Quadro sinóptico com a distribuição e organização dos artigos selecionados considerando ano, autor(es), país, população e/ou amostra, objetivo e principais achados.
AUTOR ANO | PAÍS | POPULAÇÃO E/OU AMOSTRA | OBJETIVO | PRINCIPAIS ACHADOS |
(A2) HALÁSZ et al., 2021. | Eslováquia | Optou-se por um delineamento transversal exploratório quantitativo. Foram utilizados instrumentos validados. Dos 460 enfermeiros selecionados aleatoriamente, 225 (49%) participaram desta pesquisa. | Determinar o conhecimento e as atitudes dos enfermeiros em relação à prevenção de UP em hospitais eslovacos selecionados e encontrar relações e diferenças entre as variáveis selecionadas. | Os resultados mostraram conhecimento (45,5%) e atitudes (67,9%) insuficientes dos enfermeiros em relação à prevenção de UP. Houve correlação positiva significativa encontrada entre o conhecimento e as atitudes (ρ = 0,300; p = 0,000). O conhecimento dos enfermeiros foi significativamente diferente dentro do nível de escolaridade (p = 0,031) e do departamento de trabalho (p = 0,048). |
(A3) SHI et al., 2021. | Reino Unido | Incluímos seis revisões Cochrane nesta visão geral das revisões, todas com risco de viés baixo ou incerto. | Resumir as evidências das Revisões Cochrane que avaliam os efeitos de camas, sobreposições e colchões na redução da incidência de úlceras por pressão e no aumento da cicatrização de úlceras por pressão em qualquer ambiente e população. | Prevenção de úlcera por pressão: quatro revisões (de 68 estudos com 18.174 participantes) relatam evidências diretas para 27 comparações pareadas entre 12 tipos de superfície de suporte nos seguintes desfechos: incidência de úlcera por pressão, tempo para incidência de úlcera por pressão, resposta de conforto do paciente, taxas de eventos adversos, qualidade de vida relacionada à saúde e custo-efetividade. |
(A4) ASIRI, 2023. | Colômbia | A busca resultou em 723 artigos, dos quais 10 foram incluídos nesta revisão. | revisar a literatura atual em relação à frequência de giro e reposicionamento de pacientes adultos para prevenção de IPs em diferentes ambientes de saúde. | Esses 10 artigos revelaram vários intervalos de frequência para fins de comparação: 2 horas, 3 horas, 4 horas e 6 horas, dependendo do ambiente de saúde, com uma combinação de supino, inclinação de 30° ou inclinação de 90°. Esta revisão mostra que a frequência ideal de giro e reposicionamento para evitar IPs permanece incerta e mais investigações são necessárias. |
Fonte: Elaboração própria. (Continua...)
Quadro 2: Quadro sinóptico com a distribuição e organização dos artigos selecionados considerando ano, autor(es), país, população e/ou amostra, objetivo e principais achados.
AUTOR ANO | PAÍS | POPULAÇÃO E/OU AMOSTRA | OBJETIVO | PRINCIPAIS ACHADOS |
(A5) GRIEBELER et al., 2023. | Brasil | A amostra foi composta por 15 profissionais que atuam no setor. | Relatar o processo de elaboração de um protocolo de prevenção e tratamento de Lesão por Pressão em pacientes internados em UTI de um hospital público de um município no sul do Brasil. | As participantes apontaram que a criação de um protocolo sobre o tema é importante e indicaram os gargalos da assistência local. As entrevistadas já receberam capacitações a respeito de LPP, mas a maioria não sabe sobre os tipos de cobertura a ser utilizado em casa fase da lesão. Para a elaboração do protocolo foirealizada revisão bibliográfi ca detalhada, abrangendo artigos científicos, diretrizes nacionais e internacionais sobre a prevenção e tratamento de LPP. Foi possível elaborar o protocolo de acordo com as necessidades dos profissionais, levando em considerações as diretrizes vigentes sobre o tema. A padronização das práticas contribui para a excelência da assistência em saúde, garantindo a prevenção adequada e o tratamento eficiente das LPP. |
(A6) NÓBREGA et al., 2023. | Brasil | Resultados a amostra da pesquisa abarcou 70 participantes, sendo 22 enfermeiros, 14 técnicos de enfermagem e 34 graduandos em enfermagem. | Analisar e comparar o nível de conhecimento sobre prevenção de lesão por pressão entre enfermeiros e técnicos de enfermagem que atuam em Unidades de Terapia Intensiva e graduandos em enfermagem no último ano do curso. | Foi visto que apenas 22,7% dos enfermeiros, 7,1% dos técnicos e 0,0% dos graduandos em enfermagem atingiram o percentual de acertos ≥ 90% recomendado pelo teste de conhecimento. Conclusão e implicações para a prática os resultados encontrados neste estudo permitiram identificar um nível insuficiente de conhecimento e uma percepção de aptidão equivocada, relacionados à prevenção de lesão por pressão, entre os participantes do estudo, com ênfase para os técnicos e para os graduandos em enfermagem. |
(A7) NEVES et al., 2023. | Brasil | Trata-se de um estudo transversal e retrospectivo. A população foi constituída por 685 pacientes que estiveram internados no hospital e com assistência registrada em prontuários no ano de 2018. | Determinar a prevalência de lesão por pressão em um hospital de transição do cuidado do município de Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil. | A prevalência de pacientes com lesão por pressão nesse estudo foi de 14% (Intervalo de Concordância = 7% e 22%). Os pacientes com maior ocorrência de lesão por pressão da instituição eram do sexo masculino (52%), com idade entre 75 a 84 anos (33%) e pele de cor parda (51%). Apesar da maioria dos pacientes estarem em risco de lesão por pressão, a instituição possui uma baixa prevalência de lesão quando comparada ao encontrado na literatura. Neste estudo, os indivíduos acima de 60 anos possuem maior risco de lesão por pressão. O tempo médio para abrir lesão foi o mesmo entre os estágios. Observa-se também que a maioria das lesões por pressão está localizada em áreas anatômicas de maior pressão e ocorrem quando o paciente se encontra em decúbito dorsal. |
Fonte: Elaboração própria.
5. DISCUSSÃO
5.1. Identificar as Principais Intervenções na Prevenção de Lesões por Pressão
A presente revisão teve o intuído de fazer um apanhado sobre as intervenções mais atuais de enfermagem na prevenção de LPP’s. Com isso, pode-se ver no A1 do quadro acima, que três principais domínios giram em torno da prevenção das LPP’s, sendo eles, avaliação da seleção do tipo de superfície de apoio, uso de superfícies de suporte e gerenciamento de equipe e controle de qualidade. Onde a junção desses domínios resume intervenções cruciais para essa temática. O estudo de Silva et al. (2025) ficou evidente, que é fundamental a melhora na comunicação entre os profissionais de saúde; reduzir o risco de quedas e lesões por pressão, além de que a mudança de decúbito é uma intervenção que deve ser realizada com bastante critério a um paciente com injúria cerebral ou inconsciente.
Conforme o estudo A3, um resumo de diversos estudos de alto nível de evidência que se propuseram a avaliar os efeitos de camas, sobreposições e colchões na redução da incidência de LPP’s e o aumento da cicatrização. Em comparação com as superfícies de espuma, as superfícies de gel, colchão de ar alternados e pressão de ar reativos, possuem eficácia na prevenção de LPP’s até mesmo salas de cirurgia e ambientes de cuidados de longo prazo. Estes resultados são somados a esses achados, fatores extrínsecos ou causas externas, como força de cisalhamento, fricção, umidade, uso de dispositivos médicos, equipamentos respiratórios, drogas vasoativas, diminuição da percepção sensorial devido ao uso de sedativos e outras medicações, internação de longa permanência, hipertermia relacionada ao controle microclimático (FURTADO et al., 2022).
No A4, foi investigada intervenções para prevenção por meio do tempo para mudança de decúbito, como sendo um importante ponto, os estudos do resumo revelaram vários intervalos de frequência para fins de comparação: 2 horas, 3 horas, 4 horas e 6 horas, dependendo do ambiente de saúde, com uma combinação de supino, inclinação de 30° ou inclinação de 90°. No estudo de Sampaio et al. (2021), realizado com paciente em UTI, mostrou que a principal intervenção na prevenção de LPP, sendo a mais significativa a mudança de posição do paciente a cada 2 horas de maneira adequada. Para administrar o tempo, a instituição investiu em um temporizador específico para notificar os enfermeiros sobre o momento exato de mudar a posição do paciente.
5.2. Destacar o Papel do Enfermeiro na Implementação de Cuidados Preventivos e no Manejo das Lesões por Pressão Diante do Contexto Hospitalar
No A7, último estudo do escopo dessa pesquisa, mostrou uma prevalência de 14% em um hospital brasileiro no estado BH, mostrando uma maior incidência em pacientes do sexo masculino, de cor parda, com idade acima de 60 anos e que passam a maior parte do tempo em decúbito dorsal, quando comparados a outas posições.
Segundo Sousa et al. (2023), nos achados do seu estudo, cabe se reforçar o uso, assim como o conhecimento das escalas de avaliação de risco para o surgimento das LPP’s, o mesmo cita escalas, como: EVARUCI e Norton-MI para detecção de risco de desenvolver lesão por pressão em UTI; Escala de Waterlow, Escala de Norton, Escala de Cubbin & Jackson e Escala de Sunderland, as quais são escalas que avaliam o risco para o desenvolvimento de LPP’s, sendo esta última para avaliação da função cognitiva, o que irá interferir nas condições de mobilidade, atividade entre outras.
Fica evidente nesse estudo, que a prática de enfermagem se encontra variável e diversificada, onde a assistência é pautada em meios tecnológicos que visam um cuidado mais efetivo e resolutivo. Diante disso, a prática de enfermagem atua também com a aplicação de coberturas, é fundamental observar que uma única lesão pode apresentar múltiplas camadas, indicando a necessidade de cobertura adicional com base na extensão da lesão. Com isso, evidencia-se que é necessário de forma indispensável o domínio básico do conhecimento referente a indicação de coberturas no tratamento das LPP’s (MACêDO et al., 2021).
5.3. Refletir Acerca da Educação Continuada Como Estratégia para a Qualificação da Equipe de Enfermagem na Prevenção Dessas Lesões
No estudo A2 e A6, que trataram do conhecimento dos profissionais, deste trabalho, foi avaliado o nível de conhecimento dos profissionais de enfermagem de um hospital, com uma considerável amostra, onde foi visto que o conhecimento e as atitudes foram insuficientes dos enfermeiros em relação à prevenção de LPP. Foi evidenciado que o conhecimento dos enfermeiros tem relação com seu nível de escolaridade e seu departamento de trabalho. Um estudo mostrou que dentre enfermeiros, técnicos e graduandos de enfermagem, quando aplicados um questionário referente a avaliação, fatores nutricionais, proteção de proeminências ósseas, massagem local, estágios de lesão etc, mostrou conhecimento baixo no escore do instrumento aplicado, mostrando a necessidade de maior aprimoramento dos conhecimentos sobre LPP (QUADROS et al., 2022).
Segundo o A5, foi realizada uma pesquisa de qualidade, referente aos conhecimentos enfermeiros quanto ao tratamento das LPP’s, quanto ao uso de cobertura para tratamento e prevenção do surgimento de lesões, foi visto que a maior parte dos profissionais da enfermagem não sabiam aplicar as coberturas indicadas para cada estágio de uma lesão, sendo necessário a criação de um protocolo com diretriz para aplicação de cobertura conforme necessidade clínica das lesões.
Conforme Curi-rad et al. (2024), em seu estudo em ambiente hospitalar, através de questionários, pode-se concluir que os profissionais, além do vago conhecimento referente a identificação dos estágios da lesão, também mostravam deficiência no que diz respeito as coberturas usadas para o tratamento, corroborando com os estudos deste trabalho. Diante disso, ver-se a necessidade gritante desse aprimoramento.
6. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Neste contexto, as ações de gerenciamento e cuidado do enfermeiro está associada a realização da assistência de forma sistemática. As principais contribuições de enfermagem para a prevenção da LPP e o seu papel no impedimento da progressão da lesão consistem na mudança de decúbito a cada duas horas, uso de colchão de ar variado, ar alternado, comunicação entre equipe assistente, conhecimento sobre coberturas tecnológicas e elaboração de protocolo de padronização de técnicas para descompressão local, controle da pressão, umidade e temperatura da pele, avaliação constante da integridade da pele.
Portanto, conclui-se que o enfermeiro é um profissional fundamental para promover, manter e recuperar a saúde da pele dos indivíduos submetidos a internação prolongada, por esse motivo, ver-se a necessidade treinamento para o aprimoramento da assistente, com fins a mitigação das ocorrências e promoção de um melhor cuidado a esses pacientes. Diante disso, espera-se a seguinte pesquisa possa servi de subsídio para nortear futuras pesquisas sobre essa temática, assim como na diminuição da alta incidência de LPP na classe abordada no presente artigo.
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Artigo apresentado ao Curso de Bacharelado em Enfermagem do Instituto de Ensino Superior do Sul do Maranhão – IESMA/Unisulma
1 Acadêmico do curso de Bacharelado em Enfermagem do Instituto de Ensino Superior do Sul do Maranhão – IESMA/Unisulma. E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail.
2 Enfermeiro. Esp. Francisco de Assis santos Cutrim (UNITAU), docente do curso de Bacharelado em Enfermagem do Instituto de Ensino Superior do Sul do Maranhão – IESMA/Unisulma. E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail.