A INCLUSÃO ESCOLAR DE ALUNOS COM AUTISMO: UMA ANÁLISE ATRAVÉS DA LITERATURA

THE SCHOOL INCLUSION OF STUDENTS WITH AUTISM: AN ANALYSIS THROUGH THE LITERATURE

REGISTRO DOI: 10.70773/revistatopicos/779023453

RESUMO
Os desafios do chão da sala de aula são vários, que vão desde os diferentes comportamentos dos estudantes às dificuldades de aprendizagem. O professor, por sua vez, precisa estar atento à toda e qualquer manifestação em sala de aula para melhor conduzir as situações. considerar a presença de alunos com autismo em sala de aula é importante considerar a necessidade de adaptação curricular, a formação continuada dos professores e também a elaboração de estratégias direcionadas para apoio não apenas pedagógico, mas também emocional. Dessa forma, esse trabalho tem como objetivo geral avaliar os desafios presentes nos espaços escolares para a inclusão de indivíduos com autismo. Assim, esse trabalho apresenta as discussões dos autores: Weizenmann (2020), Favoretto e Lamônica (2014), Costa (2023), Alves e Rocha (2023), entre outros. Trata-se de uma revisão de literatura do tipo integrativa. Assim, conclui-se que muitos são os desafios enfrentados pelos professores, no processo de inclusão de alunos com autismo, mas que apesar dessas dificuldades o aluno está sendo assistido por toda a rede escolar, o que não isenta os governos na criação de mais políticas públicas de inclusão.
Palavras-chave: Autismo; Escola; Aluno; Inclusão.

ABSTRACT
The challenges on the classroom floor are several, ranging from different student behaviors to learning difficulties. The teacher, in turn, needs to be aware of any and all manifestations in the classroom to better conduct the situations. Considering the presence of students with autism in the classroom is important to consider the need for curricular adaptation, the continuous training of teachers and also the elaboration of strategies directed to support not only pedagogical, but also emotional. Thus, this work has the general objective of evaluating the challenges present in school spaces for the inclusion of individuals with autism. Thus, this work presents the discussions of the authors: Weizenmann (2020), Favoretto and Lamônica (2014), Costa (2023), Alves and Rocha (2023), among others. This is an integrative literature review. Thus, it is concluded that there are many challenges faced by teachers in the process of inclusion of students with autism, but that despite these difficulties the student is being assisted by the entire school network, which does not exempt governments from creating more public inclusion policies.
Keywords: Autism; School; Student; Inclusion.

1. INTRODUÇÃO

O Transtorno do Espectro Autista (TEA), manifesta-se ainda nos primeiros anos de vida, trazendo consigo formas singulares de perceber e interagir com o mundo. De acordo com o (APA, 2013), o autismo caracteriza-se essencialmente por desafios em dois grandes pilares: a comunicação social e os padrões de comportamento.

Na prática, isso significa que a criança pode encontrar barreiras para expressar o que sente, interpretar sinais sociais ou manter uma interação fluida com o outro. Além disso, é comum a presença de interesses muito específicos e rotinas estruturadas, que funcionam como uma forma de o indivíduo organizar o ambiente ao seu redor.

Dessa forma, incluir alunos com autismo nas redes de ensino tem se tornado o principal ponto para as discussões acerca dessa temática, sobretudo porque a Educação precisa ser acessível e de forma igualitária.

A efetivação da inclusão escolar está longe de ser um processo simples ou de responsabilidade exclusiva dos professores. No entanto, é inegável que a atuação docente desempenha um papel central para que a inclusão se concretize no dia a dia da escola. De acordo com Souza et al. (2022), quando os profissionais da educação assumem de forma consciente seu papel na promoção de práticas pedagógicas inclusivas, favorecem não apenas a permanência, mas também o desenvolvimento dos estudantes com deficiência na educação básica, mesmo diante dos desafios estruturais que ainda marcam o sistema educacional.

Tendo em vista que práticas fundamentadas em evidências de efetividade são essenciais para orientar a atuação de profissionais que trabalham com esses estudantes, destaca-se uma problemática relevante: tais práticas ainda recebem pouca ênfase nos processos de formação docente (Camargo et al., 2020). Nesse sentido, entende-se por efetividade a comprovação de uma relação causal entre a implementação de uma intervenção e as mudanças observadas no comportamento-alvo (Nunes; Schmidt, 2019).

Ao considerar a presença de alunos com autismo em sala de aula é importante considerar a necessidade de adaptação curricular, a formação continuada dos professores e também a elaboração de estratégias direcionadas para apoio não apenas pedagógico, mas também emocional. Os professores, por sua vez, precisam criar métodos pedagógicos para mediar esse processo de inclusão, ao tempo em que monitoram e ensinam aos demais estudantes, simultaneamente.

De acordo com Kucherenko et al. (2024), o processo de aprendizagem de crianças autistas é marcado por particularidades que variam conforme o nível de manifestação do espectro. Essas diferenças influenciam a forma como percebem o ambiente e se relacionam com os materiais pedagógicos, resultando em modos distintos de aprender. Nesse sentido, a tentativa de uniformizar comportamentos, interações e percursos de aprendizagem mostra-se inadequada, sobretudo quando se trata de estudantes com TEA. Suas singularidades demandam olhares sensíveis e práticas pedagógicas flexíveis, capazes de acolher e valorizar formas diversas de construção do conhecimento.

Diante desse contexto, o sistema educacional foi instado a se reorganizar em favor da efetivação da inclusão escolar. Esse movimento implicou transformações significativas, sobretudo nas formas de atuação e interação dos profissionais da educação. Sob uma perspectiva interdisciplinar, tornou-se necessário investigar os processos de aprendizagem de cada estudante em sua singularidade, reconhecendo que, em razão das deficiências, esses processos se manifestam de maneiras diversas. Tal compreensão demanda a flexibilização curricular e a reorganização das etapas de ensino. Nesse cenário, a educação especial passa a assumir o papel de ofertar o atendimento educacional especializado, constituindo-se como suporte essencial às práticas pedagógicas em sala de aula e ao fortalecimento das relações no ambiente escolar (Anjos; Andrade; Pereira, 2009).

Nesse sentido, surge o seguinte questionamento: quais os desafios enfrentados pelos professores para a inclusão dos estudantes com autismo em sala de aula?

Para isso, a pesquisa apresenta como pergunta problema: os maiores desafios dos professores estão relacionados à falta de políticas públicas para a inclusão escolar; e a inclusão escolar no Brasil tem avançado bastante, dessa forma, não apresenta desafios para os professores em sala de aula

Assim, esse trabalho tem como objetivo geral avaliar os desafios presentes nos espaços escolares para a inclusão de indivíduos com autismo. E como objetivos específicos: apresentar as dificuldades enfrentadas pelos professores no processo de inclusão escolar de alunos com autismo; mostrar a importância da formação continuada para os professores, para que possam lidar com os diversos comportamentos em sala de aula; sensibilizar a sociedade sobre o respeito às diferenças, sobretudo para o indivíduo com autismo.

Portanto, esse trabalho se torna importante por tratar questões que visam a criação de políticas e práticas que garantam uma educação de qualidade e abrangente, chegando a todos os indivíduos, independentemente de suas diferenças.

2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

2.1. O Papel do Professor no Processo de Inclusão de Alunos com TEA

Os desafios da sala de aula são vários, que vão desde os diferentes comportamentos dos estudantes às dificuldades de aprendizagem. O professor, por sua vez, precisa estar atento à toda e qualquer manifestação em sala de aula para melhor conduzir as situações, fazendo com que todos os estudantes sejam incluídos no processo de ensino e aprendizagem (Favoretto; Lamônica, 2014).

Com base nas contribuições de Vygotsky, compreende-se que o processo de aprendizagem se constrói, sobretudo, por meio das interações sociais estabelecidas no ambiente educativo. Nessa perspectiva, o papel do professor ganha centralidade, uma vez que atua como mediador entre o conhecimento e o estudante, promovendo experiências que favoreçam o desenvolvimento cognitivo e social. No contexto da inclusão, essa mediação torna-se ainda mais significativa, especialmente no trabalho com alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), que demandam práticas pedagógicas sensíveis às suas particularidades. Assim, cabe ao docente criar estratégias que possibilitem a participação ativa desses estudantes, contribuindo para uma aprendizagem mais significativa e para sua efetiva inserção no espaço escolar.

A falta de uma maior efetividade das políticas públicas para a inclusão de pessoas com autismo atinge diretamente os professores que estão em contato diário com esses estudantes. “A inclusão de um aluno com autismo implica na necessidade de o professor conhecer e construir primeiramente um vínculo com seus alunos, bem como entender a relação entre eles, para então possibilitar a elaboração de estratégias de ensino em benefício da aprendizagem da turma” (Weizenmann, 2020, p. 3).

O aluno com TEA apresenta dificuldades na comunicação, sociabilização e no uso da imaginação. Por isso, é necessário trabalhar essas habilidades em sala de aula, a fim de obter uma melhoria no desempenho escolar, mas também social, pois a partir da escola, o indivíduo autista é ensinado a compreender o mundo a sua volta (Medeiros Neta; Gutierre, 2020).

Segundo Saviani (2012), a prática docente deve estar profundamente comprometida com a democratização do ensino, entendida não apenas como o acesso à escola, mas também como a garantia de permanência e de aprendizagem significativa para todos os estudantes. Nessa perspectiva, incluir alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) implica reconhecer suas particularidades e assegurar condições reais para seu desenvolvimento no ambiente escolar. Assim, o papel do professor torna-se essencial na construção de práticas pedagógicas que acolham as diferenças, promovam a equidade e contribuam para uma educação mais justa, humana e verdadeiramente inclusiva.

Nesse sentido, Barbosa et al. (2013) afirma que a criança com autismo precisa de um olhar mais direcionado, para acolher e incluir essa pessoa em todos os aspectos:

[...] a inclusão da criança com autismo em sala de aula deve existir de forma consciente, o conjunto escolar tem que possuir um suporte pedagógico sólido para incluir o aluno no contexto educacional de forma que todos os envolvidos assimilem a situação e conhecimento das metodologias a serem trabalhadas visando à superação de limitações da criança com autismo (Barbosa et al., 2013, p.04).

Assim, as escolas precisam estarem preparadas, tanto em seu quadro docente, como também em toda sua rede de apoio, para que esses indivíduos tenham seus direitos garantidos e executados, como rege a constituição federal.

Conforme apontam Santana (2016), o docente desempenha um papel central na efetivação de práticas pedagógicas inclusivas, especialmente no que se refere à adaptação de estratégias que favoreçam a participação ativa de estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no contexto escolar. Nessa perspectiva, a ação docente ultrapassa a mera transmissão de conteúdo, assumindo um caráter mediador e intencional, voltado à promoção de condições que considerem as especificidades desses alunos. Dessa forma, ao planejar e implementar intervenções pedagógicas adequadas, o professor contribui de maneira significativa para o desenvolvimento acadêmico, social e comunicacional dos estudantes com TEA, bem como para a consolidação de um ambiente educacional verdadeiramente inclusivo.

3. ASPECTOS METODOLÓGICOS

Trata-se de uma revisão de literatura. Para Brizola e Fantin (2016, p. 27), a revisão de literatura “nada mais é do que a reunião, a junção de ideias de diferentes autores sobre determinado tema, conseguidas através de leituras, de pesquisas realizadas pelo pesquisador.”

Dessa forma, foi realizado um levantamento bibliográfico na plataforma google acadêmico, com as palavras chaves: Educação; desafios dos professores; autismo; inclusão; escola; aluno; aprendizagem; A busca ocorreu no ano de 2025, com artigos de revisão de literatura em Português. A pesquisa identificou somente 63 resultados. Porém, após realizar a comparação dos resultados com os objetivos do artigo, foram selecionados somente 05 artigos.

4. RESULTADOS

Quadro 01: Síntese dos Estudos sobre Educação Inclusiva

Autor

Título

objetivos

conclusão

Alves e Rocha (2023)

A importância da inclusão escolar na vida de crianças com espectro autismo: uma revisão sistemática da literatura

Investigar a inclusão de estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) na Educação Básica, com foco nos desafios e benefícios dessa prática.

Diante disso, é importante que políticas públicas e investimentos em formação para apoiar a inclusão de estudantes com TEA na Educação Básica.

Costa (2023)

REVISÃO BIBLIOGRÁFICA: SENSIBILIZAÇÃO DO OLHAR DOCENTE PARA O PROCESSO DE INCLUSÃO COM EMPATIA

Refletir sobre a importância da empatia no processo de inclusão e a possibilidade de sensibilização docente através de jogos teatrais.

Evidenciamos a enorme demanda de professores por uma formação continuada nas questões de inclusão e o sentimento de inadequação para realizar a educação inclusiva, as dificuldades das escolas e professores em adequar as atividades, e a importância da empatia no processo educacional inclusivo ser estimulada como uma habilidade em toda a comunidade e sociedade.

Dall'acqua de Oliveira, e Pilatti (2023)

EDUCAÇÃO INCLUSIVA NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: revisão sistemática

Identificar as limitações existentes na formação de licenciados para vivenciarem experiências práticas de docência com estudantes com deficiência.

A formação dos licenciados encontra-se aquém do esperado para que se faça cumprir plenamente as normativas apresentadas pelo Estado.

Silva (2023)

INCLUSÃO DE CRIANÇAS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA REVISÃO INTEGRATIVA DA LITERATURA

Investigar a inclusão de crianças com TEA na educação infantil e como objetivo geral realizar um estudo teórico sobre a inclusão de crianças com Transtorno do Espectro Autista na educação infantil com base na literatura vigente.

Para o processo inclusivo acontecer faz necessário a escola manter um padrão democrático, através da formulação de práticas inclusivas em seu Projeto Político Pedagógico (PPP), que o Atendimento Educacional Especializado (AEE), junto com o profissional de apoio, a equipe multidisciplinar e a família da criança unidas para efetivação de um trabalho colaborativo na perspectiva da inclusão, além disso é necessário ter professores capacitados, com formação continuada que auxiliem efetivamente para o trabalho inclusivo dentro de sala de aula,também apresentamos a desconstrução do capacitismo estrutural e a afetividade como ferramenta para inclusão e desenvolvimento da criança com TEA.

Leal (2023)

AS PRÁTICAS EDUCATIVAS INCLUSIVAS NA EDUCAÇÃO

Realizar uma revisão de literatura sobre as práticas educativas inclusivas na educação infantil.

Evidencia-se a falta de preparo dos professores/as além da falta de recursos e infraestrutura. Aponta-se a importância das práticas de ensino que precisam ter estratégias inclusivas para atender a diversidade e os diferentes estilos de aprendizagem das crianças.

Fonte: adaptados pelos autores, (2026).

5. DISCUSSÃO

As discussões sobre as políticas públicas de inclusão nas escolas, sobretudo para com as crianças diagnosticadas com autismo, ainda se tornam insuficientes. Em seus estudos, Alves e Rocha (2023) enfatizam que essa carência, de ações voltadas ao fortalecimento da inclusão educacional, ainda persiste. A formação continuada é apresentada pelos autores como uma das principais ações que precisam do fortalecimento.

Nessa perspectiva, Costa (2023) afirma que as formações continuadas precisam despertar nos professores a empatia, para que assim possam olhar para as diferenças encontradas no ambiente escolar e buscar meios para promoção da inclusão com a realidade em que estão inseridos.

Ainda se tratando da formação continuada dos professores numa perspectiva inclusiva, Dall'acqua de Oliveira e Pilatti (2023) afirmam que há muitas lacunas nas formações dos licenciados, acarretando também na atuação destes profissionais, principalmente quando eles se deparam em sala de aula com estudantes com autismo.

Contudo, vale ressaltar que os professores vêm buscando desenvolver atividades que vão de encontro com seus anseios, mesmo que em algumas vezes, não obtenham bom êxito.

Nesse sentido, Silva (2023) aborda que para que as escolas incluam todas as crianças no processo educacional, será necessário utilizar-se de recursos democráticos contidos dentro de cada instituição, a exemplo do Projeto Político Pedagógico (PPP) e a Sala de recursos multifuncionais, conhecida como AEE.

Por fim, Leal (2023) elenca também a falta de infraestrutura nas unidades escolares, para receberem as crianças com deficiências. Diante disso, é primordial a criação de estratégias que permitam que todos os estudantes tenham acesso à Educação, independente das condições físicas, mentais ou intelectuais.

6. CONSIDERAÇÕES FINAIS

O objetivo geral desse trabalho foi alcançado, consistindo em avaliar os desafios presentes nos espaços escolares para fortalecimento do processo de inclusão dos alunos com autismo.

Evidenciou-se que os professores encontram ainda muitas dificuldades em sala de aula, sobretudo no que se refere ao processo de inclusão dos alunos com autismo. Dentre os principais pontos encontrados, destacam-se: a falta ainda uma maior efetividade das políticas públicas voltadas às pessoas com deficiências, como também há a necessidade de mais formações continuadas para esses docentes que estão encarando as diversas realidades da sala de aula.

Percebeu-se que os cursos de graduação já estão trabalhando em suas grades curriculares, a educação inclusiva. Porém, a teoria ainda difere da prática, pois muitas salas de aula, ainda necessitam de um número maior de profissionais para dar uma assistência mais efetiva aos estudantes, com ou sem deficiências. Além disso, ainda faltam muitos recursos de acessibilidade para trabalhar com estudantes, a exemplos de livros didáticos, recursos digitais, entre outros.

Notou-se ainda que a sociedade ainda precisa ser sensibilidade rotineiramente para que toda forma de preconceito seja erradicada, pois todas as pessoas são iguais, perante a lei, devendo também ser perante o ambiente em que estão inseridas.

Apesar dos desafios encontrados em sala de aula, pelos professores, vale salientar que esses profissionais não pararam na busca por novas metodologias para garantir a inclusão de todos os estudantes. No que se refere ao autismo, os docentes também vêm buscando compreender as particularidades desse transtorno, a fim de criar estratégias pedagógicas de inclusão.

Assim, conclui-se que muitos são os desafios enfrentados pelos professores, no processo de inclusão de alunos com autismo, mas que apesar dessas dificuldades o aluno está sendo assistido por toda a rede escolar, o que não isenta os governos na criação de mais políticas públicas de inclusão.

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1 Mestrando em Planejamento e Dinâmicas Territoriais do Semiárido- PLANDITES. Universidade do Estado do Rio Grande do Norte - UERN. E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail. Orcid: https://orcid.org/0009-0005-4547-356X

2 Mestre em modelagem matemática  computacional - Universidade Federal da Paraíba - UFPB. E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail. Orcid: https://orcid.org/0009-0004-0455-2870

3 Mestre em Planejamento e Dinâmicas Territoriais do Semiárido - PLANDITES. Universidade do Estado do Rio Grande do Norte - UERN. E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail. Orcid: https://orcid.org/0009-0008-3042-6893

4 Graduado em Matemática - IFPB, Campus Cajazeiras. E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail. Orcid: https://orcid.org/0009-0003-2038-4099