REGISTRO DOI: 10.70773/revistatopicos/792541522
RESUMO
A primeiríssima infância é uma etapa importante para o desenvolvimento humano, na qual as experiências de cuidado, interação e descoberta participam da construção das relações da criança com o ambiente. Este artigo teve como objetivo analisar a importância do brincar com afetividade na primeiríssima infância, considerando suas relações com o desenvolvimento infantil e com o fortalecimento dos vínculos entre crianças e cuidadores. Realizou-se uma pesquisa bibliográfica, de abordagem qualitativa e caráter exploratório, com base em produções relacionadas ao brincar, à afetividade, à interação social e ao desenvolvimento infantil. A discussão teórica reuniu contribuições de autores que abordam a brincadeira, as relações sociais, a dimensão emocional e a aprendizagem na infância. Os resultados da análise indicam que o brincar pode oferecer oportunidades de exploração, expressão, comunicação e convivência, especialmente quando ocorre em relações nas quais a criança recebe atenção e acolhimento. Também se observou que a participação do adulto não precisa significar o controle da brincadeira, podendo ocorrer por meio da presença, da escuta e do acompanhamento das iniciativas infantis. Conclui-se que o brincar com afetividade constitui uma experiência relevante na primeiríssima infância, embora seus efeitos devam ser compreendidos considerando as condições familiares, sociais e culturais de cada criança. Por se tratar de pesquisa bibliográfica, os resultados se limitam à literatura analisada e não substituem investigações realizadas diretamente com crianças e cuidadores.
Palavras-chave: Afetividade; Brincar; Desenvolvimento infantil; Primeiríssima infância; Vínculos familiares.
ABSTRACT
Early childhood is an important stage of human development, during which experiences of care, interaction, and discovery contribute to the child’s relationship with the environment. This article aimed to analyze the importance of affective play in early childhood, considering its relationship with child development and the strengthening of bonds between children and caregivers. A bibliographic study was conducted using a qualitative and exploratory approach, based on publications addressing play, affectivity, social interaction, and child development. The theoretical discussion brought together contributions from authors who examine play, social relationships, emotional experience, and learning in childhood. The findings indicate that play can provide opportunities for exploration, expression, communication, and social interaction, particularly when it takes place in relationships characterized by attention and emotional support. The analysis also suggests that adult participation does not need to involve controlling the activity; it may instead occur through presence, attentive listening, and support for the child’s initiatives. It is concluded that affective play is a relevant experience in early childhood, although its contributions should be understood in light of each child’s family, social, and cultural circumstances. As this is a bibliographic study, its findings are limited to the literature reviewed and do not replace investigations conducted directly with children and caregivers.
Keywords: Affectivity; Child development; Early childhood; Family bonds; Play.
1. INTRODUÇÃO
A primeiríssima infância constitui uma fase de grande importância para o desenvolvimento humano, marcada por descobertas, aprendizagens e pela construção das primeiras relações afetivas e sociais. Nesse período, as experiências vivenciadas pela criança no ambiente familiar e nos demais espaços de convivência podem contribuir para a formação de diferentes habilidades e para a maneira como ela estabelece relações com o mundo ao seu redor. Por isso, compreender as experiências que fazem parte da vida cotidiana da criança torna-se relevante para pensar em práticas que valorizem seu desenvolvimento de forma integral.
Nesse contexto, o brincar ocupa um espaço significativo na infância, pois permite que a criança explore o ambiente, experimente diferentes possibilidades, desenvolva sua criatividade e estabeleça interações com outras pessoas. O brincar não se limita a uma atividade destinada ao entretenimento, mas pode constituir uma forma própria de expressão e aprendizagem da criança. A partir das experiências lúdicas, ela pode descobrir, comunicar-se, interagir e atribuir significados às situações que vivencia. Para Vygotsky (1998), as experiências sociais e as interações estabelecidas pela criança possuem papel importante em seu processo de desenvolvimento, considerando que a aprendizagem ocorre em relação com o meio e com as pessoas que fazem parte de sua convivência.
Além do brincar, a afetividade apresenta-se como um elemento relevante nas relações estabelecidas durante os primeiros anos de vida. O cuidado, a atenção, o acolhimento e a disponibilidade do adulto podem favorecer um ambiente de maior segurança para a criança, contribuindo para que ela possa explorar, interagir e expressar suas necessidades. Nesse sentido, o brincar acompanhado de afetividade pode aproximar adultos e crianças e proporcionar momentos de troca que ultrapassam a realização de uma atividade lúdica. Para Winnicott (1975), o brincar está relacionado à possibilidade de a criança expressar sua experiência e desenvolver-se em um ambiente que ofereça condições favoráveis para sua espontaneidade e criatividade.
Dessa forma, o presente estudo delimita-se à importância do brincar com afetividade na primeiríssima infância, considerando a relação entre as experiências lúdicas e o desenvolvimento infantil. A proposta concentra-se na compreensão de como momentos de brincadeira acompanhados de cuidado, atenção e interação podem contribuir para aspectos emocionais, sociais, cognitivos, motores e para a comunicação e a linguagem. O tema também considera a participação da família nesse processo, especialmente no fortalecimento dos vínculos parentais e na construção de relações nas quais a criança possa sentir-se acolhida e segura.
A escolha dessa temática justifica-se pela necessidade de valorizar o brincar como uma experiência importante no cotidiano infantil e de compreender que a qualidade das interações estabelecidas durante essas experiências pode ter significado para o desenvolvimento da criança. A discussão apresenta relevância social por destacar a importância da presença e da participação dos familiares nas experiências da criança; relevância acadêmica por contribuir para a reflexão sobre o brincar e a afetividade na primeiríssima infância; e relevância profissional por possibilitar maior compreensão sobre práticas que valorizem as necessidades e características próprias desse período do desenvolvimento.
Diante dessa perspectiva, o estudo parte da seguinte questão: qual é a importância do brincar com afetividade para o desenvolvimento da criança na primeiríssima infância? A partir dessa problemática, o objetivo geral consiste em analisar a importância do brincar com afetividade para o desenvolvimento infantil, considerando suas possíveis contribuições para os aspectos emocional, social, cognitivo, motor e para a comunicação e a linguagem. Busca-se, ainda, compreender a relação entre o brincar e a afetividade, discutir a contribuição das interações familiares durante as atividades lúdicas e refletir sobre a importância do fortalecimento dos vínculos entre a criança e sua família.
Para alcançar os objetivos propostos, realizou-se uma pesquisa bibliográfica, de abordagem qualitativa e caráter exploratório, fundamentada na análise de produções científicas relacionadas ao brincar, à afetividade, ao desenvolvimento infantil e às relações familiares na primeiríssima infância. A pesquisa bibliográfica possibilitou reunir diferentes perspectivas teóricas para compreender a temática e estabelecer relações entre as contribuições apresentadas pelos autores selecionados. O estudo caracteriza-se como qualitativo por buscar compreender significados e relações presentes na literatura, sem a utilização de procedimentos de natureza quantitativa.
Como limitação, destaca-se que a pesquisa está fundamentada em produções bibliográficas, não envolvendo, neste momento, observação direta ou coleta de dados com crianças e famílias. Assim, os resultados apresentados serão construídos a partir das discussões encontradas na literatura selecionada. Como proposição, espera-se que as reflexões desenvolvidas possam contribuir para ampliar a valorização do brincar com afetividade e incentivar a construção de experiências que favoreçam a participação da família, o fortalecimento dos vínculos e um ambiente de maior segurança e acolhimento para a criança na primeiríssima infância.
2. DESENVOLVIMENTO
2.1. O Brincar e a Afetividade na Primeiríssima Infância
Durante a primeiríssima infância, o brincar pode constituir uma experiência importante, pois permite à criança entrar em contato com objetos, pessoas e situações presentes em seu cotidiano. Quando acompanhado de afetividade, esse momento também envolve a qualidade das relações estabelecidas com os adultos que participam de seus cuidados. Assim, a brincadeira não se limita ao entretenimento: pode reunir exploração, expressão, interação e aprendizagem.
Winnicott (1975) contribui para essa compreensão ao relacionar o brincar à experiência emocional, à criatividade e à possibilidade de expressão da criança. Para que a brincadeira aconteça de modo espontâneo, é importante que o ambiente ofereça condições de segurança e confiança. Nessa perspectiva, a presença do adulto pode apoiar a experiência sem retirar da criança a oportunidade de criar e conduzir suas próprias iniciativas.
A discussão sobre o brincar simbólico acrescenta uma perspectiva relacionada à expressão emocional. Nascimento (2026, p. 36–38) apresenta o faz de conta como uma possibilidade de a criança representar situações do cotidiano e expressar emoções, receios e desejos por meio de situações imaginadas. A autora também destaca a importância da mediação cuidadosa do adulto e de um ambiente que ofereça segurança emocional, sem retirar da criança a iniciativa na brincadeira (Nascimento, 2026, p. 45–46). Essas considerações dialogam com o tema deste estudo ao relacionar o brincar com afetividade às oportunidades de expressão, interação e acolhimento.
Kishimoto (2011) contribui para a discussão ao abordar o jogo, o brinquedo e a brincadeira como experiências que podem favorecer exploração, expressão e aprendizagem. As atividades lúdicas assumem diferentes formas e precisam considerar os interesses e as características da criança. Por isso, a participação adulta pode incluir a organização de oportunidades e materiais, respeitando a iniciativa infantil.
Embora apresentem perspectivas próprias, Winnicott, Nascimento e Kishimoto permitem compreender que a experiência lúdica envolve mais do que a atividade escolhida. O contexto em que a criança brinca, as oportunidades de expressão e a forma como os adultos respondem às suas iniciativas também fazem parte dessa experiência.
2.2. A Afetividade nas Relações com a Criança
A afetividade nas relações com a criança não se restringe a demonstrações explícitas de carinho. Ela também pode aparecer na atenção, na escuta, no acolhimento e na disponibilidade para responder às manifestações infantis. Durante a primeiríssima infância, essas formas de cuidado participam das situações cotidianas de comunicação e convivência. No brincar, podem contribuir para que a criança encontre espaço para explorar, expressar-se e interagir.
Wallon (1975) relaciona afetividade, movimento, inteligência e relações sociais no desenvolvimento infantil. Nos primeiros anos, as manifestações emocionais e corporais constituem formas importantes de comunicação. Dessa maneira, os gestos, os movimentos, as expressões e as reações da criança precisam ser considerados como parte de sua interação com o ambiente e com as pessoas.
Vygotsky (1998) destaca a importância das relações sociais e culturais para o desenvolvimento. As interações com outras pessoas possibilitam experiências de comunicação, observação e construção de significados. Quando um adulto brinca com a criança, pode surgir uma oportunidade de troca e participação conjunta, desde que a criança não seja tratada apenas como receptora das ações propostas.
Bowlby (1989), ao discutir os vínculos entre crianças e cuidadores, permite refletir sobre a relação entre segurança e exploração. Uma relação de confiança pode oferecer uma referência de apoio enquanto a criança conhece o ambiente e busca auxílio quando necessário. Essa perspectiva ajuda a compreender por que a disponibilidade do cuidador pode ser relevante durante as experiências lúdicas, sem significar que toda brincadeira precise ser dirigida pelo adulto.
Em diálogo, essas contribuições permitem considerar a afetividade como parte das relações nas quais a brincadeira acontece. O adulto pode demonstrar disponibilidade ao observar, acolher e responder às iniciativas da criança, respeitando seu ritmo e suas formas de comunicação. Essa postura não garante resultados iguais para todas as crianças, mas reconhece a importância das relações e das condições concretas em que as experiências infantis ocorrem.
2.3. O Brincar Como Possibilidade de Interação e Aprendizagem
O brincar oferece oportunidades de interação e aprendizagem porque coloca a criança em contato com objetos, pessoas e situações que podem despertar curiosidade e favorecer a exploração. Durante a atividade lúdica, ela pode experimentar ações, observar o que acontece, comunicar interesses e atribuir significados às experiências. Essas possibilidades variam conforme a idade, as características da criança e o contexto em que a brincadeira acontece.
Na perspectiva de Vygotsky (1998), o desenvolvimento se relaciona às experiências sociais e culturais. O brincar compartilhado pode criar situações nas quais a criança observa ações, experimenta possibilidades, comunica-se e participa de significados construídos com outras pessoas. Isso não significa que toda brincadeira precise ter um objetivo pedagógico explícito; a interação e a exploração também são componentes relevantes da experiência.
Kishimoto (2011) contribui ao destacar a diversidade de formas que o jogo, o brinquedo e a brincadeira podem assumir. A criança pode explorar materiais disponíveis, participar de jogos simples, ouvir histórias, cantar, movimentar-se ou brincar de faz de conta. O valor dessas experiências não depende necessariamente de brinquedos caros ou de atividades complexas, mas das possibilidades de participação e exploração que oferecem.
Wallon (1975) amplia essa compreensão ao relacionar movimento, afetividade, inteligência e relações sociais. Uma mesma brincadeira pode envolver coordenação de movimentos, comunicação, expressão emocional e contato com outras pessoas. Por isso, as dimensões do desenvolvimento não precisam ser analisadas como áreas completamente separadas: elas podem aparecer articuladas nas experiências cotidianas.
É importante, contudo, evitar a ideia de que o brincar, isoladamente, seja responsável pelo desenvolvimento infantil. As experiências lúdicas fazem parte de um conjunto mais amplo de condições, que inclui relações, ambiente, cuidados, oportunidades de aprendizagem e contexto sociocultural. Assim, o brincar pode contribuir para diferentes experiências de desenvolvimento, mas seus significados precisam ser compreendidos considerando a singularidade de cada criança.
2.4. O Brincar com Afetividade, os Vínculos Familiares e o Desenvolvimento Integral
A participação dos pais e cuidadores nas brincadeiras pode representar uma oportunidade de convivência e fortalecimento dos vínculos durante a primeiríssima infância. Bowlby (1989) contribui para essa reflexão ao relacionar os vínculos afetivos à segurança e à exploração do ambiente. Quando o cuidador se mostra disponível, a criança pode encontrar apoio para suas descobertas e, ao mesmo tempo, espaço para manifestar interesses e iniciativas.
Estar presente durante o brincar não significa conduzir todas as ações da criança. A participação adulta pode ocorrer por meio da observação, da resposta aos gestos e sons, da conversa, das músicas, das histórias e do acompanhamento da atividade iniciada pela própria criança. Essa presença pode favorecer trocas de comunicação e convivência sem transformar a brincadeira em uma tarefa obrigatória ou inteiramente dirigida.
As possibilidades de brincar precisam considerar as condições concretas de cada família. Histórias, músicas, conversas, movimentos e objetos seguros disponíveis no cotidiano podem compor experiências compartilhadas. As rotinas, o tempo disponível e as responsabilidades dos cuidadores variam; por isso, a valorização do brincar afetivo não deve se converter em cobrança às famílias, mas em reconhecimento das oportunidades possíveis em cada contexto.
Ao reunir as contribuições discutidas, observa-se que o brincar com afetividade pode articular vínculo, segurança, expressão, exploração, comunicação e aprendizagem. Winnicott (1975) ajuda a refletir sobre a experiência emocional e a criatividade; Vygotsky (1998), sobre as relações sociais e culturais; Wallon (1975), sobre a integração entre afetividade, movimento e inteligência; Kishimoto (2011), sobre as possibilidades da atividade lúdica; e Bowlby (1989), sobre vínculos, segurança e exploração. Essas perspectivas não são idênticas, mas permitem estabelecer aproximações para compreender a brincadeira em suas diferentes dimensões.
Desse modo, o desenvolvimento integral não deve ser entendido como resultado automático de uma única prática. Cada criança vivencia experiências particulares, influenciadas pelas relações, pelo ambiente e pelas condições sociais e culturais. A análise bibliográfica permite reconhecer a relevância do brincar com afetividade, mas não comprova, por si só, efeitos uniformes em todas as crianças nem substitui pesquisas realizadas diretamente com crianças e cuidadores.
3. CONSIDERAÇÕES E RESULTADOS
Este trabalho teve como objetivo compreender a importância do brincar com afetividade na primeiríssima infância, considerando suas relações com o desenvolvimento infantil e com os vínculos estabelecidos entre a criança e as pessoas que participam de seus cuidados. A partir da análise das obras e estudos selecionados, foi possível perceber que o brincar ocupa um lugar significativo nas experiências da criança, especialmente quando ocorre em contextos de cuidado, interação e presença.
Os resultados da discussão teórica indicam que o brincar pode envolver diferentes dimensões do desenvolvimento infantil. As experiências lúdicas possibilitam situações de exploração, expressão, interação e aprendizagem, enquanto a afetividade está relacionada à qualidade das relações nas quais essas experiências acontecem. Dessa forma, o brincar com afetividade pode ser compreendido como uma possibilidade de favorecer experiências significativas para o desenvolvimento integral da criança.
Também foi possível identificar a importância da participação dos adultos, especialmente dos familiares e cuidadores. A presença do adulto durante o brincar não precisa significar o controle da atividade, mas pode ocorrer por meio da atenção, da escuta, do acompanhamento e da disponibilidade para responder às iniciativas da criança. Esses momentos podem favorecer a convivência, a comunicação e o fortalecimento dos vínculos.
A análise realizada também mostrou que o brincar não deve ser compreendido apenas como entretenimento. Dentro da primeiríssima infância, ele pode constituir uma experiência por meio da qual a criança explora o ambiente, expressa sentimentos, interage com outras pessoas e constrói aprendizagens. Assim, o valor do brincar está relacionado tanto à própria atividade lúdica quanto às relações e condições em que ela acontece.
Em relação ao problema de pesquisa, os resultados encontrados permitem compreender que o brincar com afetividade pode contribuir para o desenvolvimento infantil porque reúne experiências de interação, expressão, exploração e aprendizagem em um contexto de cuidado. A afetividade, nesse sentido, não aparece como um elemento separado do brincar, mas como parte das relações que podem tornar essas experiências mais significativas para a criança.
Como limitação, destaca-se que este estudo foi desenvolvido a partir da análise da literatura selecionada, não envolvendo uma investigação de campo com crianças e famílias. Dessa maneira, os resultados apresentados correspondem à discussão construída a partir das fontes analisadas e não devem ser generalizados para todas as crianças ou contextos familiares.
Por fim, considera-se que o brincar com afetividade merece ser valorizado nas experiências da primeiríssima infância, tanto no ambiente familiar quanto em outros espaços de convivência e cuidado. A valorização de momentos de brincadeira, presença e interação pode contribuir para que a criança tenha oportunidades de explorar, expressar-se, aprender e estabelecer relações significativas.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BOWLBY, John. Uma base segura: aplicações clínicas da teoria do apego. Porto Alegre: Artes Médicas, 1989.
KISHIMOTO, Tizuko Morchida (org.). Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. São Paulo: Cortez, 2011.
NASCIMENTO, Fernanda Garcia do. O brincar simbólico como ferramenta de saúde emocional na primeira infância após pandemia. Revista Unifahe Educacional, v. 1, n. 46, p. 36–47, maio 2026.
VYGOTSKY, Lev S. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. 6. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
WALLON, Henri. As origens do caráter na criança: os anos de vida. Lisboa: Estampa, 1975.
WINNICOTT, Donald W. O brincar e a realidade. Rio de Janeiro: Imago, 1975.
1 Curso de Psicologia da Faculdade de Educação Santa Terezinha – FEST, Imperatriz-MA. E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail
2 Professora, Especialista do Curso de Psicologia da Faculdade de Educação Santa Terezinha – FEST, Imperatriz-MA. E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail.