REGISTRO DOI: 10.70773/revistatopicos/779062940
ABSTRACT
This research aims to provoke reflection on humanized practice, a highly relevant theme in the field of nursing. The theme "Humanization as a strategy to strengthen the bond between nursing, patient and family in the care process" prompts consideration of nursing practice based on humanized principles, revealing how significant the care process is when the patient is treated in a humanized way and that this strengthening of the bond with the family brings benefits to the patient's rehabilitation in various aspects. The study presents a qualitative approach to literature review, highlighting considerations related to the performance of nursing professionals in their daily work, emphasizing the relevance of humanized practice with sick patients and their families for successful recovery. This research is structured in introduction, methodology, results, discussion and conclusion, also highlighting that the need for humanization in nursing practice has evolved considerably and is improving, however, it does not always correspond to the picture of how nursing practice with patients and families actually occurs.
Keywords: Nursing; Humanization; Patient; FamilySUMÁRIO.
RESUMO
Esta pesquisa visa provocar reflexão sobre a prática humanizada, tema de grande relevância na área de enfermagem. O tema "Humanização como estratégia para fortalecer o vínculo entre enfermagem, paciente e família no processo de cuidado" motiva a consideração da prática de enfermagem baseada em princípios humanizados, revelando a importância do cuidado quando o paciente é tratado de forma humanizada e como esse fortalecimento do vínculo com a família traz benefícios para a reabilitação do paciente em diversos aspectos. O estudo apresenta uma abordagem qualitativa de revisão de literatura, destacando considerações relacionadas ao desempenho dos profissionais de enfermagem em seu trabalho diário, enfatizando a relevância da prática humanizada com pacientes e seus familiares para uma recuperação bem-sucedida. Esta pesquisa está estruturada em introdução, metodologia, resultados, discussão e conclusão, destacando ainda que a necessidade de humanização na prática de enfermagem tem evoluído consideravelmente e está melhorando, porém, nem sempre corresponde ao quadro de como a prática de enfermagem com pacientes e familiares realmente ocorre.
Palavras-chave: Enfermagem; Humanização; Paciente; Família.
1. INTRODUÇÃO
No cuidado em saúde a enfermagem é a ciência e profissão que realiza e executa esse cuidado que muitas vezes vai além do biológico. É compreender que não se trata apenas da saúde, mas, do cuidado de pessoas, de histórias e de suas famílias. De acordo com Horta, (1979), enfermagem é a ciência e a arte de assistir o ser humano no atendimento de suas necessidades básicas, tornando-o independente dessa assistência quando possível.
Dentro desse cenário de cuidado, é a enfermagem que está presente com o paciente, atenta a todas as queixas e possíveis manifestações que indiquem algum risco a pessoa enferma. Dessa forma, refletir sobre cuidado de enfermagem e humanização e imprescindível para cuidado cientifico, humano e empático. Minayo (2010), afirma que a humanização no cuidado em saúde implica reconhecer o paciente em sua integralidade, considerando seus aspectos biológicos, psicológicos e sociais, o que contribui para a construção de relações mais empáticas e efetivas entre profissionais de saúde, pacientes e familiares (Pereira, Pereira, Hamiden,2025).
De acordo com Ministério da Saúde (2004), a humanização da assistência em saúde envolve práticas de acolhimento, escuta qualificada e estabelecimento de relações mais próximas entre profissionais, usuários e familiares, favorecendo um cuidado mais ético, solidário e integral. O profissional de enfermagem deve exercer a assistência com respeito à dignidade, aos direitos humanos e às necessidades do paciente. (COFEN,2017).
Nas considerações do Ministério da Saúde (2004), a humanização valoriza os sujeitos envolvidos no processo de produção de saúde, fortalecendo o trabalho em equipe e o vínculo com os usuários. O Ministério enfatiza ainda que o processo de humanizar é ofertar atendimento de qualidade articulando os avanços tecnológicos com acolhimento, com melhoria dos ambientes de cuidado e das condições de trabalho dos profissionais (BRASIL, 2004). Nesse aspecto, a enfermagem assume uma funcionalidade muito importante.
Conforme destaca Perry (2018), a inclusão da família no processo de cuidado favorece a continuidade da assistência e contribui significativamente para a recuperação e o bem-estar do paciente. Assim, as atividades do enfermeiro devem ser embasadas na humanização do cuidado, transmitir tranquilidade, com palavras e gestos acolhedores para que os pacientes e família. Nesse sentido, surge a questão: como a prática de humanização no processo de cuidado pode fortalecer o vínculo entre enfermagem, paciente e família?
Respondendo ao questionamento, o estudo aqui apresentado buscou referências na literatura para demonstrar a importância de uma prática de enfermagem que valorize o indivíduo na condição de paciente, suas fragilidades e sua dependência diante do quadro de doença apresentado, bem como, da significativa necessidade de respeitar a dor de seus familiares e do respeito no tangente a situação vivenciada.
A literatura relacionada ao tema é muito atualizada e discute com clareza e objetividade, a importância do processo de enfermagem humanizada, revelando que cuidado em saúde exige muito mais do técnicas profissionais; exige sensibilidade e empatia, compadecendo-se da dor do outro. Cuidar do outro é perceber a intensidade do sofrimento físico e acima de tudo, emocional.
2. OBJETIVO GERAL
Descrever, por meio da literatura científica, a importância da humanização no fortalecimento do vínculo entre a equipe de enfermagem, o paciente e a família no processo de cuidado.
3. MÉTODO/METODOLOGIA
O presente estudo trata de uma revisão integrativa da literatura referente à produção do conhecimento sobre a enfermagem no anglo da humanizacão no cuidado à saúde e de como essa estratégia pode promover vínculo entre a enfermagem, o paciente e sua família no processo de recuperacão do paciente. Esse método de estudo permite examinar pesquisas científicas de forma organizada e abrangente, contribuindo para a caracterização e a disseminação do conhecimento produzido. Além disso, possibilita a síntese do estado do conhecimento sobre determinado tema, favorecendo a identificação de lacunas que ainda precisam ser exploradas por meio de novas investigações. Dessa maneira, o método reúne e analisa diferentes estudos já publicados, permitindo a formulação de conclusões gerais acerca de uma área específica de estudo. A revisão integrativa é uma modalidade de pesquisa que segue um percurso metodológico estruturado em seis etapas distintas: definição do problema da revisão, que inclui a elaboração da pergunta norteadora, a escolha dos descritores e a determinação dos critérios de inclusão e exclusão dos artigos; seleção da amostra, por meio da escolha dos estudos que comporão a análise; categorização dos estudos selecionados; definição das informações que serão extraídas dos trabalhos revisados; análise e discussão das tecnologias utilizadas ou desenvolvidas; e, por fim, a síntese do conhecimento evidenciado nos artigos analisados, com a apresentação dos resultados da revisão integrativa.
Para identificar as publicações que compuseram a revisão integrativa deste estudo, realizou-se uma busca online, com o levantamento em bases de dados da Scientific Electronic Library Online-SciELO e publicações de artigo e teses, bem como documentos oficiais. A estrutura do estudo foi composta por 14 publicações relacionadas à temática investigada, disponíveis em periódicos eletrônicos. Os artigos foram selecionados para compor a amostra, com base em critérios de inclusão previamente definidos: textos publicados em língua portuguesa, disponíveis na íntegra, e apresentados na forma de artigo científico, bem como documentos oficiais.
Como critérios de exclusão, foram considerados os trabalhos duplicados, aqueles publicados em outros idiomas, os que não se enquadravam no período estabelecido e os que não tratavam diretamente da temática proposta. No tangente aos critérios utilizados para classificar os artigos, considerou-se todos aqueles que apresentavam relevância à temática e autores que em discussão apresentavam alguma ideia relacionada ao tema proposto. A nomenclatura “revisão” implica no estudo de análise prévia do material utilizado, sintetizando as ideias em uma conclusão final.
4. RESULTADOS
Obra | Autor/Ano | Objetivo | Principais Resultados |
Cuidado: Trabalho e Interação nas Práticas de Saúde | Ayres, José Ricardo de Carvalho Mesquita/2009 | Abordar o cuidado como prática ética e relacional. | A humanização envolve responsabilidade, vínculo e reconhecimento do outro como sujeito. |
Saúde: A Cartografia do Trabalho Vivo | Merhy, Emerson Elias / (2002) | Analisa o trabalho em saúde a partir das relações e subjetividades. | Evidencia que a humanização depende das práticas cotidianas e da organização do trabalho. |
Pedagogia da Autonomia | Freire, Paulo (1996) | Contribui para práticas humanizadas ao reforçar a importância da comunicação e da autonomia do paciente | . Valorização do diálogo, da escuta e o respeito ao sujeito. |
Um Método para Análise e Cogestão de Coletivos | Gastão, Wagner de Sousa Campos (2000) | Defender a cogestão e o trabalho coletivo na saúde. | Evidenciar a importância da coletividade no trabalho em saúde. |
Processo de Enfermagem | Horta, Wanda de Aguiar. (1979) | Destacar a importância do indivíduo em sua totalidade na condição de paciente. | Fundamenta a humanizacão como cuidado integral, considerando o ser humano em sua totalidade. |
O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. | Minayo, Maria Cecília de Souza. (2010) | Explicar os tipos de pesquisa, destacando os critérios de uma pesquisa qualitativa | Trata da fundamentação teórica e metodológica da pesquisa qualitativa em saúde, explicando como compreender fenômenos sociais, subjetivos e complexos na área da saúde. |
Política Nacional de Humanização (PNH) | Ministério da Saúde (2003) | Institui a Política Nacional de Humanização (PNH). | Estabelecer uma política em Saúde Básica com eixo da humanização. |
Fundamentos de Enfermagem | Perry, Anne Griffin (2018) | Evidenciar que o indivíduo precisa ser considerado como um ser integral. | Destaca a importância de considerar o paciente como um ser integral (biológico, psicológico e social). |
Trabalho em Saúde e Enfermagem | Pires, Denise (2010) | Apresentar aspectos relevantes e desafiadores na sobrecarga de trabalho | Aponta sobrecarga e condições de trabalho como desafios. |
Comunicação tem Remédio | Silva Maria Júlia Paes da (2005) | Relevar a importância da comunicação como ferramenta essencial no cuidado. | Mostra que comunicar também é cuidar e destaca como uma comunicação sensível fortalece vínculos. |
Humanização dos serviços de saúde: conceitos, dilemas e práticas. | Sueli Gandolfi Dallari (2008) | Aborda aspectos éticos e legais do cuidado em saúde. | Aponta a humanização como direito do usuário. |
Cuidado Humano: O Resgate Necessário | Waldow, Vera Regina (2012) | Discutir o cuidado humano como essência da profissão, indo além das técnicas e procedimentos | Enfatiza o cuidado humanizado como prática ética e sensível. |
Bioética e atenção básica: um estudo sobre a prática do enfermeiro | Zoboli, Elsa R.M. 2003) | Analisar a prática do enfermeiro na atenção básica à luz da bioética, identificando problemas éticos presentes no cotidiano profissional e refletindo sobre estratégias para qualificar o cuidado e a tomada de decisão ética. | Discute o vínculo, o respeito e a ética na relação com pacientes e familiares. |
5. DISCUSSÃO
Os autores corroboram entre si quando preconizam a humanização como um processo essencial no cuidado em saúde. Gandolfi (2008), grifa que o usuário dos serviços de saúde tem direito a um atendimento que respeite sua dignidade, autonomia e necessidades e que o cuidado deve ser guiado por valores como respeito, equidade e justiça. Sua obra ainda revela desafios pertinentes e recorrentes como falta de recursos aos profissionais, desigualdades de acesso e problemas diversos de estrutura do sistema de saúde.
Waldow (2012), reforça a tese ao afirmar que no cuidado em saúde existe a a importância da dignidade, respeito e sensibilidade no cuidado. A autora reforça que o cuidar se inicia, ou se expressa, predominantemente de duas formas: como um modo de sobreviver e como uma expressão de interesse e carinho. Ainda segundo ela, cuidar compreende comportamento e ações que envolvem conhecimento, valores, habilidades e atitudes, empreendidas no sentido de favorecer as potencialidades das pessoas para manter ou melhorar a condição humana no processo de viver e morrer. Ayres (2004), aborda empatia, comunicação, respeito e vínculo como elementos essenciais do cuidado.
O Ministério da Saúde, ao instituir a Política Nacional de Humanização (PNH), amplia a humanização para o âmbito institucional, promovendo acolhimento e participação dos usuários. A política implantou o acolhimento, fazendo com que o paciente deixasse de ser apenas mais um na fila de atendimento, classificando os riscos ao invés de atender em ordem de chegada, fortaleceu o vínculo entre profissional e usuário.
Silva (2005), compreende que a escuta qualificada em relação ao paciente fortalece o vínculo e melhora assistência e Horta propõe o cuidado baseado nas necessidades humanas básicas. A autora aborda a importância da comunicação interpessoal na área da saúde, mostrando como o diálogo, a empatia e a escuta humanizada influenciam diretamente no cuidado com os pacientes e nas relações entre os profissionais. A autora destaca que a comunicação vai além das palavras, envolvendo também expressões, gestos, tom de voz e atitudes. Sua concepção indica que uma comunicação clara e acolhedora pode aliviar sofrimentos, fortalecer vínculos e melhorar a qualidade do atendimento hospitalar. Além disso, apresenta técnicas e reflexões para que os profissionais da saúde desenvolvam sensibilidade, respeito e compreensão no ambiente de trabalho.
Zoboli (2003) defende que a estratégia de humanização torna o modelo tradicional do profissional de enfermagem em um modelo ampliado com foco no vínculo que se estabelece. Pires (2010), trata do processo de enfermagem humanizada com a preocupação da questão do bem-estar também do profissional. A autora destaca que a estratégia de humanizacão em sua efetividade, depende de condições adequadas para os profissionais.
Ayres (2009), destaca que o profissional de saúde não deve enxergar o paciente apenas como portador de uma doença, mas como sujeito com história, sentimentos, valores e projetos de vida. Dessa forma, o cuidado torna-se uma prática humanizada, baseada na integralidade e na valorização da subjetividade humana. O livro também discute a importância das relações entre profissionais, usuários e serviços de saúde, enfatizando que o trabalho em saúde depende da cooperação e da interação entre todos os envolvidos. Ainda de acordo com sua concepção, o verdadeiro cuidado acontece quando há acolhimento, responsabilidade e compromisso ético com a vida e com a felicidade das pessoas. O autor defende que o cuidado deve ser construído por meio da interação humana, do diálogo e da compreensão das necessidades individuais e sociais do paciente. A saúde é apresentada como resultado de relações interpessoais pautadas na escuta, no respeito e na construção conjunta de soluções para o bem-estar.
Merhy (2002), defende que o cuidado em saúde não se resume ao uso de equipamentos, normas ou técnicas, mas depende principalmente das relações humanas construídas no atendimento. A obra destaca que os profissionais de saúde produzem cuidado por meio da escuta, do acolhimento, do vínculo e da interação com o paciente. Nesse contexto, o usuário deixa de ser apenas receptor de procedimentos e passa a participar ativamente do processo de cuidado. O autor também discute a importância das tecnologias leves, que envolvem comunicação, sensibilidade e relações interpessoais, consideradas essenciais para a humanização da assistência.
A obra critica modelos de saúde excessivamente mecanizados e centrados apenas na doença, propondo uma reorganização do trabalho em saúde baseada na integralidade, na autonomia do paciente e na valorização do trabalho coletivo das equipes multiprofissionais.
Dallari (2008), aborda como a relação entre profissionais, pacientes e familiares influencia diretamente a qualidade da assistência e o processo de recuperação. A obra discute experiências e práticas humanizadas desenvolvidas em instituições de saúde, ressaltando a importância da escuta qualificada, do vínculo entre equipe e usuário, do trabalho multiprofissional e da participação da família no cuidado.
A obra “Processo de Enfermagem” (Horta, 1979) é considerada uma das obras mais importantes da enfermagem brasileira, pois contribuiu para a implantação da Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) no Brasil. A autora reforça o papel do enfermeiro na promoção da saúde, prevenção de doenças e recuperação do paciente, valorizando o cuidado integral e a relação humana entre profissional e paciente.
6. CONCLUSÃO
A humanização no cuidado em enfermagem mostra-se fundamental para o fortalecimento do vínculo entre profissional, paciente e família, pois ultrapassa a realização de procedimentos técnicos e valoriza a escuta, o acolhimento, a empatia e o respeito à singularidade de cada indivíduo. Ao longo deste trabalho, evidenciou-se que o cuidado humanizado contribui para relações mais confiáveis e seguras, favorecendo a participação da família no processo terapêutico e promovendo uma assistência integral e de maior qualidade.
Nesse contexto, a enfermagem destaca-se como elemento estratégico na construção desse vínculo, por estar mais próxima do paciente e de seus familiares durante o processo de cuidado. Quando pautadas em princípios humanizados, as práticas de enfermagem fortalecem conexões, reduzem fragilidades emocionais e colaboram para melhores desfechos assistenciais.
A humanização na enfermagem é fundamental para garantir um cuidado mais acolhedor, ético e integral ao paciente. Mais do que realizar procedimentos técnicos, o profissional de enfermagem deve compreender o ser humano em suas dimensões físicas, emocionais, sociais e espirituais, promovendo respeito, empatia e escuta qualificada. A prática humanizada fortalece o vínculo entre profissional e paciente, contribui para a recuperação e proporciona maior qualidade na assistência à saúde. Dessa forma, a humanização representa um dos pilares essenciais para uma enfermagem comprometida com o cuidado digno e com o bem-estar das pessoas.
Conclui-se, portanto, que a humanização é um instrumento essencial para consolidar o vínculo entre enfermagem, paciente e família, tornando o cuidado mais sensível, ético e resolutivo. Assim, investir em práticas humanizadas significa fortalecer não apenas a assistência em saúde, mas também a dignidade e o protagonismo dos sujeitos envolvidos no processo de cuidar.
Quando o cuidado é realizado com sensibilidade e responsabilidade, o paciente sente-se mais seguro, valorizado e confiante no tratamento. Assim, investir na humanização significa promover uma assistência mais eficiente, ética e centrada na dignidade humana, fortalecendo a essência do cuidar na profissão de enfermagem, pois, além de beneficiar os pacientes, a humanização na enfermagem também contribui para relações mais saudáveis entre os profissionais de saúde, favorecendo o trabalho em equipe, a comunicação e o respeito mútuo no ambiente hospitalar.
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Trabalho de conclusão de curso apresentado como requisito parcial, para conclusão do curso de Enfermagem do Centro Universitário Cesmac, sob a orientação da professora Maria da Piedade Gomes de Souza Maciel e coorientação da professora Beatriz Santana de Souza Lima.
1 Gerlaynne Silva de Santana, Graduanda do Curso de Enfermagem da Faculdade Centro Universitário Cesmac. E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail
2 Maria Cícera Silva Gomes, Graduanda do Curso de Enfermagem da Faculdade Centro Universitário Cesmac. E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail
3 Maria da Piedade Gomes de Souza Maciel; prof. Mestra do Curso de Enfermagem do Centro Universitário Cesmac. E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail
4 Beatriz Santana de Souza Lima; prof. Mestra do Curso de Enfermagem do Centro Universitário Cesmac. E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail
5 Uirassú Tupinambá Silva de Lima; prof. Mestre do Curso de Enfermagem do Centro Universitário Cesmac. E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail