A ANÁLISE E OS DESAFIOS DOS TESTES RÁPIDOS DE INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS EM UMA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE

ANALYSIS AND CHALLENGES OF RAPID TESTS FOR SEXUALLY TRANSMITTED INFECTIONS IN A PRIMARY HEALTH CARE UNIT

REGISTRO DOI: 10.70773/revistatopicos/790223941

RESUMO
As unidades básicas de saúde têm como missão oferecer atendimento humanizado, contínuo e integral aos usuários do SUS, atuando como o primeiro contato do cidadão. Elas focam na Atenção Primária, prevenindo doenças e promovendo saúde. As infecções sexualmente transmissíveis têm uma repercussão enorme na saúde sexual e reprodutiva no mundo. Na unidade básica de saúde normalmente os testes rápidos que são fornecidos são de hepatite B, hepatite C, vírus da imunodeficiência humana e sífilis. Tem como o objetivo demonstrar a análise e os desafios dos testes rápidos de Infecções sexualmente transmissíveis em uma unidade básica de saúde. Trata-se de um estudo descritivo e retrospectivo de abordagem quantitativa, utilizando artigos dos últimos 5 anos. Os dados foram quantificados do mês de outubro de 2025 a março de 2026, em uma unidade básica de saúde do município de Maceió. Foram realizados 185 testes rápidos, no grupo não gestantes tiveram mais testes realizados no mês de março de 2026 com 77 testes e com a baixa realização dos testes no mês de janeiro de 2026 com 5 testes. Dos 185 testes, 169 foram do sexo feminino e 17 do sexo masculino. No período semestral obteve dois testes positivos ambas do sexo feminino, não gestante, um HIV+ e outra sífilis + HIV. As análises evidenciaram que esses testes contribuem significativamente para a detecção precoce, possibilitando intervenções imediatas ao ponto de minimizar a cadeia de transmissão. Dessa forma ressalta a importância da educação em saúde e o fortalecimento das políticas públicas voltadas à atenção primária.
Palavras-chave: Infecções sexualmente transmissíveis; Atenção primária de saúde; Educação para a saúde comunitária.

ABSTRACT
Basic Health Units have the mission of providing humanized, continuous, and comprehensive care to SUS users, serving as the citizen's first point of contact. They focus on Primary Care, preventing diseases and promoting health. Sexually transmitted infections (STIs) have a massive impact on global sexual and reproductive health. The rapid tests typically provided at BHUs cover hepatitis B, hepatitis C, human immunodeficiency virus (HIV), and syphilis. This study aims to analyze the use of and challenges associated with rapid STI testing at a Basic Health Unit. It is a descriptive, retrospective study with a quantitative approach, drawing on articles published within the last five years. Data were quantified between October 2025 and March 2026 at a Basic Health Unit in the municipality of Maceió. A total of 185 rapid tests were performed; within the non-pregnant group, the highest volume occurred in March 2026 (77 tests), while the lowest was in January 2026 (5 tests). Of the 185 tests, 169 were administered to females and 17 to males. During the six-month period, two positive results were recorded—both in non-pregnant females: one testing positive for HIV and the other for both syphilis and HIV. The analysis demonstrated that these tests contribute significantly to early detection, enabling immediate interventions that help minimize the chain of transmission. Thus, the study highlights the importance of health education and the strengthening of public policies focused on primary care.
Keywords: Sexually transmitted infections; Primary health care; Community health education.

1. INTRODUÇÃO

A Atenção Primária (APS) é o primeiro nível de atenção do Sistema Único de Saúde (SUS), sendo considerada a porta de entrada onde irá fornecer a promoção, prevenção e recuperação aos seus usuários de forma universal, integral e com equidade. Entretanto se precisar de cuidados e recursos diferentes, é encaminhado a uma instituição de saúde ao seu nível de complexidade (secundária ou terciária). As unidades básicas de saúde têm como missão oferecer atendimento humanizado, contínuo e integral aos usuários do SUS, atuando como o primeiro contato do cidadão com o sistema (Rodrigues, et.al., 2024).

As infecções sexualmente transmissíveis (IST’s) têm uma repercussão enorme na saúde sexual e reprodutiva no mundo. Em torno de 1 milhão de pessoas adquirem e são curadas todos os dias. Em 2022 hepatite B resultou óbito de mais de 1,1 milhão de pessoas, a sífilis e o vírus da imunodeficiência humana (HIV) tendo também incidências em diversos países. Em relação ao vírus da hepatite C (VHC) normalmente é assintomática e espontaneamente em até 6 meses após a infecção o vírus consegue ser eliminado, mesmo assim pode desenvolver infecções crônicas (World Health Organization, 2025).

A sífilis tem os seus estágios clínicos, que vai da primária até a terciária e cada um tem os seus sinais e sintomas, podendo até agravar. Na fase primária aparece uma lesão de forma de úlcera indolor e com um tempo pode desaparecer e a pessoa pensar que teve uma cura de forma espontânea, na fase secundária podem surgir erupções cutâneas, febre e outros sintomas, entretanto na fase latente se torna assintomático descobrindo apenas pelo exame de sangue, após anos podendo evoluir para a forma terciária que pode provocar complicações graves no sistema neurológico e cardiovascular, logo um momento histórico foi a descoberta da penicilina ajudando a combater a infecção (Silva et.al., 2022).

A hepatite B é uma infecção viral, por múltiplas vias de transmissão como: via sexual desprotegida, de forma vertical de mãe para filho, compartilhamento de objetos perfurocortantes, contato com sangue e fluidos corporais contaminados durante procedimentos desprotegidos entre outros meios. Na hepatite C pode ser através de contato com sangue contaminado, transfusão sanguínea, drogas injetáveis etc., diferente da “B” não existe vacina específica. Embora em ambos podem agravar como cirrose, fibrose hepática avançada, insuficiência hepática entre outros agravos. Entretanto existem tratamento, prevenção e exames que possa identificar de forma precoce, evitando o desenvolvimento das infeções (Nogueira, 2026).

O Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) é um retrovírus que causa a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS). Esse vírus altera o DNA das células para se replicar e atacar as células do sistema imunológico, principalmente os linfócitos TCD4+, enfraquecendo todo o sistema imune e propiciando o aparecimento de doenças oportunistas (Morais; Araújo Filho; Santos, 2025, p.2).

Ao decorrer dos anos com pesquisas e tecnologias, desenvolveram os testes rápidos que é de suma importância para a saúde pública. Diante disso é uma forma de prevenção e proporciona resultados de forma rápida e segura descartando se o paciente tem ou não as IST’s. Através desse acesso fácil e gratuito nas unidades possibilita o paciente obter o diagnóstico precoce e se for necessário iniciar o seu tratamento dentro da UBS tendo toda as orientações, caso se o tratamento for de alta complexidade precisando de cuidados contínuos e outros testes como sorológicos do HIV, é encaminhando ao centro de referência da cidade (Caldas, et.al., 2024).

Na unidade básica de saúde normalmente os testes rápidos oferecidos para ISTs. são de HIV, hepatite B, hepatite C e sífilis, cada um tendo a sua própria caixa, pipeta, diluente e dispositivo, obtendo o seu resultado no máximo 30 minutos, com amostra de sangue total obtida pela polpa digital, ressaltando que com tudo isso pode variar de acordo com cada laboratório. A execução da coleta do exame pode ser por feita pelo Auxiliar e/ou Técnico de Enfermagem devidamente treinado e sob supervisão do Enfermeiro (a), e a leitura do resultado, os laudos, orientações e encaminhamentos é privativo do Enfermeiro (a), enfatizando o sigilo e ética em todo o processo (COREN-AL, 2022).

Diante da relevância da importância dos testes rápidos na saúde pública, justifica-se a realização deste trabalho pela necessidade de analisar a realização dos testes rápidos e os desafios que acometem na unidade básica de saúde pesquisada. A compreensão desses aspectos é fundamental para subsidiar estratégias para adesão e detecção precoce na população. Nesse contexto, estabelece-se como questão norteadora do estudo: como ocorre a realização dos testes rápidos de IST’s em uma Unidade Básica de Saúde e quais são os principais desafios associados? diante do exposto estudo tem como objetivo de demonstrar a análise e os desafios dos testes rápidos de infecções sexualmente transmissíveis em uma unidade básica de saúde.

2. MATERIAL E MÉTODO

Trata-se de um estudo descritivo e retrospectivo de abordagem quantitativa. Foram utilizados 10 artigos e 4 documentos de dados secundários, dos idiomas português e inglês de 2021 a 2026. Os dados foram quantificados do mês de outubro de 2025 a março de 2026 através do caderno de testes rápidos da unidade básica de saúde do bairro de guaxuma, do município de Maceió.

Maceió é a capital de Alagoas, que se encontra na região nordeste. A capital é banhada pelo oceano atlântico, com sua área territorial de 509,295 km², tendo em torno de 50 bairros e uma população estimativa de 994.952 pessoas (Brasil, 2025). Em relação a rede básica de serviços, a capital contém 56 unidades básicas de saúde e 8 unidades de referência em saúde, distribuído em 8 distritos sanitários, com o horário de funcionamento de 7h até 17h (Maceió, 2026).

Por se tratar de pesquisa com base em dados secundários, sem acesso a nomes, prontuários e outros dados que possa identificar o paciente, não houve a necessidade de enviar ao Comitê de Ética em Pesquisa da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa – Sistema CEP/CONEP, conforme as normativas vigentes.

3. RESULTADOS E DISCUSSÕES

Na unidade básica de saúde, foram realizados em torno de 185 testes rápidos de IST’s do mês de outubro de 2025 até março de 2026. O teste pode ser feito na triagem, antes do paciente ir à consulta médica, de enfermagem ou outros. Além disso a profissional irá orientar sobre o teste e a importância, desse modo o paciente irá informar se vai querer, respeitando a sua decisão e sigilo. Na demanda espontânea qualquer pessoa pode chegar na unidade e solicitar a fazer o teste de forma preventiva ou de exclusão de dúvidas. Na consulta pré-natal existe protocolo da gestante para realizar em determinados períodos.

Na figura 1 demonstra que no grupo não gestantes tiveram mais testes realizados no mês de março de 2026 com 77 testes e com a baixa realização dos testes no mês de janeiro de 2026 com 5 testes. Entretanto esse alto índice do mês de março de 2026 foi através da inclusão dos estagiários de uma faculdade privada de Maceió, onde teve ajuda em todos os processos. Na parte do grupo gestantes, teve um empate no mês de outubro de 2025, janeiro e fevereiro de 2026 com 5 testes, tendo um pouco de aumento no mês de março com 9 testes. Mas ressalta-se, que toda a demanda assistida no pré-natal teve acesso aos testes.

A unidade é de nível 1 tendo uma equipe pequena, e nos dias com alta demanda para as consultas, triagens, serviços etc. acaba sobrecarregando e passando despercebido ou não realizando os testes rápidos. Na unidade tem apenas 1 enfermeira e faz a consulta pré-natal de forma detalhada, logo ela precisaria parar para realizar o teste várias vezes, enquanto também as técnicas estariam na sala de vacina, triagem etc. No período da manhã é onde comparece mais pessoas para a procura dos serviços da unidade do que no período da tarde, isso também afeta nas realizações dos testes.

Desse modo observa-se que no mês de janeiro teve a baixa realização dos testes pela maioria da equipe ter dito férias, e sendo também férias das crianças ficando com os pais em casa e acarretando a baixa procura na unidade. Em seguida no mês de fevereiro teve uma baixa realização dos testes rápidos por conta do carnaval e desfalque da equipe. Ressaltando que mesmo mostrando a importância, a forma preventiva e os cuidados que precisam ter, muitos ainda recusam a fazer o teste, por medo da furada, por não querer saber o resultado, e na entrevista o paciente relata que faz o uso do preservativo e outros dizem que confiam no parceiro(a).

Figura 1. Quantitativos dos testes rápidos no período de outubro de 2025 a março de 2026.

Fonte: Dos próprios autores (2026).

De acordo com Pereira et.al., (2024) a pluralidade cultural e as diversas percepções sobre a saúde, pode impactar a receptividade das gestantes diante das intervenções. Algumas gestantes ainda não compreende a importância do pré-natal, por isso que é importante criar vínculos formulando estratégias para adaptar e incluir na realidade de cada uma na atenção primária. No artigo relata que algumas gestantes quando recebem a positividade dos testes, ainda se sentem a escassez de informação e o acolhimento humanizado na consulta. Embora neste presente estudo a equipe está preparada para lidar com os resultados positivos através da equipe multiprofissional e encaminhamento com todas as informações adequadas.

Na figura 2 demonstra de acordo com o sexo. No total de 185 testes realizados, em torno de 169 (91%) foram do sexo feminino e 17 (9%) foram do sexo masculino. De acordo com Cobo et.al (2021) existem a questão cultural masculino que muitos buscam o atendimento médico quando começam sentir dores ou agravamento de seus sinais e sintomas, embora muitos trabalhem nos dois horários, e a procura do serviço de forma preventiva ainda é pouca. Mesmo as mulheres no mercado de trabalho, cuidados domésticos e entre outros compromissos, ainda conseguem buscar mais os serviços de saúde por estarem mais atentas ao seu próprio estado de saúde.

Apesar que na região e nos registros da unidade, a maioria são do sexo feminino, e que muitos homens ainda têm a resistência de não receber o profissional de saúde em casa, nem fazer a marcação de consultas, e outros serviços da unidade básica de saúde. Portanto isso pode dificultar o diagnóstico precoce podendo futuramente gerar um tratamento ineficaz.

Figura 2. Realização dos testes rápidos de acordo com o sexo.

Fonte: Dos próprios autores (2026).

Na figura 3 evidencia a positividade dos testes rápidos. No total de 185 testes rápidos realizados, tiveram no total de 2 positivos, sendo 1 no mês de dezembro de 2025 do sexo feminino, não gestante e com HIV+. E 1 no mês de março de 2026 do sexo feminino, não gestante, com sífilis + HIV+. Ambas realizaram novos testes, foram acolhidas e orientadas pela enfermagem, desse modo o positivo para sífilis foi tratado na unidade e o positivo para HIV foi encaminhada ao centro de referência da cidade de Maceió. Assim, garantido para iniciar o tratamento de forma precoce, melhorando a qualidade de vida e evitando complicações graves da doença.

Segundo trabalho de Gomes et.al., (2025) fez uma ação comunitária em um terminal de ônibus na cidade de Fortaleza em 2024, de 95 testes de sífilis positivaram 16, demonstrando que muitas pessoas que propuseram a realizar os testes, foram indivíduos que se preocupam com a própria saúde ou com o maior risco para a infecção, entretanto pessoas que tiveram medo ou tabu por falta de informações não realizaram o teste, como também é visto diante do presente trabalho que a equipe precisa planejar estratégias para conscientizar e aderir mais a população para realizar o teste, ao ponto de prevenir e não propagar as infecções.

De acordo com o trabalho Brito, et.al., (2025) os homens constituem na maioria dos casos positivos para o HIV, atribuído aos fatores sociais e comportamentais. Apesar da discrepância alta dos testes realizados com o presente trabalho, ainda sim demonstra que as mulheres realizam mais os testes rápidos do que os homens.

Figura 3. Positividade dos testes rápidos.

Fonte: Dos próprios autores (2026).

Diante do relato de experiencia de Souza et.al., (2025) os acadêmicos de enfermagem na cidade de Niterói-RJ, fizeram a educação em saúde sobre julho amarelo que relaciona sobre as hepatites em uma UBS em 2024. Desse modo entregaram panfletos; explicaram sobre as hepatites e os testes rápidos; exposição de forma lúdica com um fígado saudável e outro com cirrose; cartazes; interação com os pacientes internos e pessoas de fora. Em 1h de atividade 18 pessoas demonstraram interesse em fazer o teste rápido e outras 10 falaram que voltariam em outro momento, mas tiveram bons resultados diante da educação em saúde para o público. Diante deste trabalho a unidade também faz a educação em saúde sobre as IST’s daquele mês tais como: julho amarelo sobre as hepatites, outubro verde sobre a sífilis e dezembro vermelho sobre HIV, com apoio da assistente social, enfermeira e médico da unidade.

4. CONCLUSÃO

As análises demonstradas dos testes rápidos de infecções sexualmente transmissíveis (IST’s) em uma unidade básica de saúde evidenciaram que os testes contribuem significativamente para a detecção precoce, possibilitando intervenções imediatas ao ponto de minimizar a cadeia de transmissão. Entretanto o estudo revelou desafios relevantes como a resistência de adesão dos pacientes para a realização dos testes, em determinados meses a baixa procura dos serviços na atenção primária e a fragilidade no fluxo de atendimentos, por desfalque da equipe, férias e feriados, impactando diretamente na quantidade da realização dos testes.

Dessa forma ressalta a importância da educação em saúde, curso de capacitação aos colaboradores, busca ativa pelos agentes de saúde, a inserção de propagandas sobre as IST’s nas rádios, folders e televisores e o fortalecimento das políticas públicas voltadas à atenção primária. Além disso o papel da enfermagem é essencial na execução, acolhimento e acompanhamento dos pacientes de forma integral com humanização, ética e comprometimento.

Podemos concluir que apesar dos desafios demonstrados da unidade básica de saúde e os testes rápidos analisados são essenciais para o controle das infecções sexualmente transmissíveis, não só na região, mas em toda a cidade. Com isso é importante aprimorar as práticas contínuas para garantir uma boa eficiência e impactos positivos na saúde pública.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BRASIL. População geral do último censo. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Disponível em: https://www.ibge.gov.br/cidades-e-estados/al/maceio.html. Acessado em julho, 2026.

BRITO, S.E; TEIXEIRA, A.M; MARTINS, S.R; PINHEIRO, G.H.B; ROCHA, M.C.A; OLIVEIRA, N.C; PAULA, F.T; DORNELLES, M.T. Prevalência de HIV e fatores associados à positividade entre pessoas negras na atenção primária de Porto Alegre, 2020-2022: estudo transversal. Epidemiologia e Serviços de Saúde, v. 34, 2025. Disponível em: https://www.scielosp.org/article/ress/2025.v34/e20240014/pt/. Acessado em julho, 2026.

CALDAS, L.C.A; GONÇALVES, S.V.A; CORDEIRO, G.L.B; OLIEVIRA, L.E; PINHEIRO, S.J; CARMO, C.K.L; ANDRADE, F.R.L; LISBOA, V.L; BRITO, S.E.N; PINHEIRO, C.P.P; PRESTES, C.F.R; OLIVEIRA, M.K.T; SIQUEIRA, O.Y. A importância dos testes rápidos no controle das infecções sexualmente transmissíveis (ISTS). Revista FT, Rio de Janeiro, v. 28, ed. 134, 2024. Disponível em: https://revistaft.com.br/a-importancia-dos-testes-rapidos-no-controle-das-infeccoes-sexualmente-transmissiveis-ists/. Acessado em: julho, 2026.

COBO, B; CRUZ, C; DICK, P. C. Desigualdades de gênero e raciais no acesso e uso dos serviços de atenção primária à saúde no Brasil. Ciência & Saúde Coletiva, v. 26, n. 9, p. 4021–4032, set. 2021. Disponível em: https://www.cienciaesaudecoletiva.com.br/artigos/desigualdades-de-genero-e-raciais-no-acesso-e-uso-dos-servicos-de-atencao-primaria-a-saude-no-brasil/18058?id=18058&id=18058. Acessado em julho, 2026.

COREN-AL. Legalidade do profissional de enfermagem realizar testes rápidos. Conselho Regional de Alagoas, Alagoas, n. 8, 2022. Disponível em: https://ouvidoria.cofen.gov.br/coren-al/transparencia/71380/download/PDF. Acessado em abril, 2026.

GOMES, M. G. H. de F.; SANTOS, J. A.; LIMA, R. A. de; BARRETO, J. L.; PEREIRA, A. de S. Ação comunitária em saúde sobre prevenção e diagnóstico da sífilis por meio de testes rápidos: relato de experiência. Journal of Health, Education and Practice (JHEP), Fortaleza, Ceará, Brasil, v. 5, n. 2, 2025. DOI: 10.59483/rfpp. v5n2153. Disponível em: https://journalhep.com.br/index.php/rfpp/article/view/153. Acessado em agosto, 2026.

MACEIÓ. Rede básica de serviços. Maceió: SMS, 2026. Disponível em: https://maceio.al.gov.br/p/sms/rede-basica-de-servicos. Acessado em julho, 2026.

NOGUEIRA, Bruna Maria dos Santos. Tratamentos das hepatites B e C no Brasil e a importância do farmacêutico na adesão ao tratamento. 2026. 35 f. Monografia (Graduação em Farmácia) - Escola de Farmácia, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, 2026. Disponível em: https://monografias.ufop.br/handle/35400000/9509. Acessado em agosto, 2026.

PEREIRA, S.V.M; OLIVEIRA, S.W.C; CARDOSO, M.C.N.M; LEITE, L.D.J; MARTINS, A.P; ARAUJO, G.G.J; RODRIGUES, C.C; CUNHA, C.C.L; SILVA, M.A.S; COSTA, S.D. Desafios e intervenções da atenção primária na abordagem da sífilis gestacional. Revista Eletrônica Acervo Saúde, Maranhão, v. 24, n. 2, 2024. Disponível em: https://acervomais.com.br/index.php/saude/article/view/15405. Acessado em julho, 2026.

RODRIGUES, O.A; SANTOS, B.J; MORAIS, L.J.F; BATISTA, B.B.M.L; COSTA, L.V.P; SOUSA, L.K; MASLINKIEWICZ, A; MENDES, C.P; NOCRATO, O.R.C; MOREIRA, E.M.N; TEIXEIRA, M.H.P. A importância da atenção primária à saúde (APS) na promoção da saúde coletiva. Lumen et virtus, São José dos Pinhais, v. 15, n. 42, p. 7153-7165, 2024. Disponível em: https://periodicos.newsciencepubl.com/LEV/article/view/1378. Acessado em julho, 2026.

SANTOS, J.V.R.; ARAÚJO FILHO, C.R.W.; MORAIS, S.L.A. epidemiologia de casos de hiv/aids no ceará nos últimos 10 anos. Cadernos ESP, Fortaleza-CE, Brasil, v. 19, n. 1, p. e2064, 2025. DOI: 10.54620/cadesp.v19i1.2064. Disponível em: https://cadernos.esp.ce.gov.br/index.php/cadernos/article/view/2064. Acessado em agosto, 2026.

SILVA, S.V.; MOTA, A.O.M.; SILVA, A.N.; ANDRADE, O.M.C. Sífilis: manifestações clínicas e orais. Research, Society and Development, v. 11, n. 14, p. e489111436797, 3 nov. 2022. Disponível em: https://rsdjournal.org/rsd/article/view/36797 . Acessado em agosto, 2026.

SOUZA, L. J. F. de; SALUM, S. T. F.; SAMPAIO, J. B.; ARAUJO, M. E. T.; CHRIZOSTIMO, M. M.; SÁNCHEZ, M. C. O.; NASSAR, P. R. B.; BRAGA, A. L. de S. TESTE RÁPIDO E DETECÇÃO DAS HEPATITES B E C: A ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE. Epitaya E-books, [S. l.], v. 1, n. 111, p. 217-230, 2025. DOI: 10.47879/ed.ep.202500019p217. Disponível em: https://portal.epitaya.com.br/index.php/ebooks/article/view/1603. Acessado em agosto, 2026.

WORLD HEALTH ORGANIZATION. Sexually transmitted infections (STIs). Swiss, 2025. Disponível em: https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/sexually-transmitted-infections-(stis). Acessado em julho, 2026.


1 Discente do Centro Universitário CESMAC. E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail

2 Enfermeira e Docente do Centro Universitário CESMAC. E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail

3 Fisioterapeuta e Gestor. E-mail: [clique para visualizar o e-mail]acesse o artigo original para visualizar o e-mail